A elite globalista (em Portugal ou/e na União Europeia) já revogou o Código Médico de Nuremberga

O Código de Nuremberga é um conjunto de princípios éticos que regem a investigação científica com seres humanos, sendo considerado como uma das consequências dos Processos de Guerra de Nuremberga, ocorridos no fim da Segunda Guerra Mundial.

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Em Portugal, os agentes globalistas (plutocracia globalista, por exemplo, Paulo Portas), por um lado, aliam-se aos agentes internacionalistas (internacionalismo comunista e trotskista) e comissários políticos do Totalitarismo de Veludo (por exemplo, José Pacheco Pereira), por outro lado, no sentido de impôr uma política de injecções médicas forçadas de uma “vacina” em estado experimental.

Na Áustria (ver foto em baixo), a discriminação dos não-vacinados é escandalosa, e o Estado austríaco emula agora os nazis. O nazismo volta a estar na moda, através da aliança entre globalistas e trotskistas.

Em um discurso recente, a cabeça pensante da União Europeia, Ursula von der Leyen, defendeu a ideia nazi segundo a qual a polícia deve prender os não-vacinados e forçar a vacinação compulsória — ou seja, o Código de Nuremberga está morto.

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Os globalistas odeiam os europeus (ou os “Goyem”)

Imaginem que, em Portugal e em um futuro próximo, as elites globalistas comecem a discutir o significado de “Portugalidade”, mas sem a presença de um português de origem…

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É o que se passa na Inglaterra “inclusiva”: a discussão do conceito de “inglês” não inclui nenhum inglês — porque, no conceito de “britânico” cabe tudo; mas no conceito de “inglês” só cabem os ingleses… e este último facto chateia os globalistas!

O “Expresso” não é um semanário: é um local de culto satânico

Depois do Daniel Oliveira e do Francisco Anacleto Louçã, entre outras avantesmas, descobri agora que a Isabel Moreira também frequenta aquele local. Se existe uma igreja satânica em Portugal, é certamente ali que funciona.

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A referendofobia do comissário político Daniel Oliveira

ODaniel Oliveira (um dos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo que se vai instalando entre nós) tem uma notória aversão aos referendos políticos. Mas não só ele: outros comissários políticos (do regime autoritarista que floresce por entre a bonomia sorridente manifesta do monhé), como por exemplo o José Pacheco Pereira, têm horror aos referendos — porque a prática dos referendos políticos coloca em causa o conceito politicamente correcto e esquerdóide de “ditadura da democracia representativa”, que substitui actualmente o conceito estalinista de “democracia popular”.

“Existe, nos sectores mais conservadores da sociedade, a convicção de que são guardiões da moral e que nem os eleitos têm legitimidade para pôr em causa as suas convicções. Sempre que um tema os incomoda, seja a interrupção voluntária da gravidez ou o casamento entre pessoas do mesmo sexo, exigem referendos.”Daniel Oliveira

Para os comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, a democracia representativa legitima a imposição da vontade arbitrária das elites (mediante a coerção política e através da força bruta do Estado) sobre o povo, sem que este tenha qualquer meio circunstancial de defesa. O conceito (propositadamente) enviesado de “democracia representativa” é utilizado (pelo Totalitarismo de Veludo) para promover a “evolução da opinião pública” no sentido de uma cada vez maior concentração de Poder no Estado, retirando progressivamente ao povo qualquer tipo de alvedrio.

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O livro do Anselmo Borges

Reparem bem no argumentário do Anselmo Borges no panegírico do papa Bergoglio, e na crítica à Igreja Católica tradicional:

“Mas é necessário reconhecer que Francisco tem alguns poderosos adversários, que se lhe opõem por causa de nomear mulheres para lugares das decisões no topo da Igreja, de abrir a possibilidade da comunhão para os recasados, da aceitação dos homossexuais… Há quem continue a insistir na Missa em latim e de costas para o povo…

Aqui chegados, permita que lhe diga que, perante a gravíssima crise da igreja – os números de abandono da Igreja e da fé, concretamente na Europa, são dramáticos -, é urgente uma reforma funda, diria mesmo uma revolução, para voltar ao início, à Igreja dos começos”.

A crise da Igreja Católica não foi provocada pela ciência, ou pela História, mas sim pelos me®dia.


É claro que este tipo de argumentos é apoiado pelos me®dia que são, na sua essência, laicistas, materialistas e mesmo anti-religiosos. A crise da Igreja Católica não foi provocada pela ciência, ou pela História, mas sim pelos me®dia. O progressismo católico (do Anselmo Borges, por exemplo, ou do papa Bergoglio) é produto do empenho de adaptar as doutrinas cristãs às opiniões patrocinadas pelas agências de notícias internacionalistas, e às agências de publicidade controladas pela plutocracia globalista. Continuar a ler

Na lei da eutanásia, não se trata de “incoerência de um texto reformulado à pressa”: é mesmo propositado!

«Para a Associação dos Médicos Católicos Portugueses (AMCP), os motivos apontados por Marcelo Rebelo de Sousa são prova da “incoerência de um texto reformulado à pressa”».

Médicos católicos agradecem veto da lei da eutanásia

eutanasia-velhariasÉ espantoso como ninguém diz o óbvio: a segunda versão da lei da eutanásia (que seguiu para o presidente da república para promulgação) foi alterada propositadamente; não se trata de “um texto reformulado à pressa”.

A segunda versão da lei da eutanásia proposta pela Esquerda (o PSD de Rui Rio também é de esquerda) é ambígua e plurivalente no que diz respeito às razões invocadas para a eutanásia — o que abre a porta ao suicídio administrado a pedido por razões puramente subjectivas.

Por exemplo, “doença incurável” pode ser um determinado tipo de enxaqueca.

“Doença grave” pode ser uma qualquer doença que dificulte (mas não impeça totalmente) a autonomia do individuo.

“Doença fatal” pode ser uma doença que mate daqui a 10 anos ou mais — por exemplo, conheci um caso de um indivíduo com esclerose lateral amiotrófica que viveu mais 15 anos após a identificação da doença.

Esta segunda versão da lei da eutanásia é propositada; a Esquerda pretende instituir a eutanásia a pedido, independentemente da natureza terminal de uma qualquer doença.

Trata-se da aliança entre a plutocracia globalista e os caciques nacionais (e regionais) de Esquerda: é preciso reduzir os custos sociais e hospitalares causados pelos mais fracos — trata-se de uma ideologia malthusiana e social-darwinista que é comum a uns e outros.


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