Não acreditem nisto: é uma Teoria da Conspiração e “fake news” (perguntem ao Polígrafo)
“Les chiffres sont là, tétus et implaccables : le Professeur Patrick Meyer de l’université de Liège démontre que la vaccination anti-Covid fait exploser la mortalité. Il a croisé pour ce faire les données sur les 18 pays européens.
La toxicité des vaccins utilisés ne fait à ce jour plus aucun doute : c’est un empoisonnement globale de la population qui est en cours avec des conséquences gravissimes dont l’observation n’en n’est qu’à ses débuts.
La poursuite de la vaccination devrait donc qualifiée d’homocide volontaire.”
Trata-se de uma notícia falsa (perguntem ao Polígrafo) segundo a qual um professor da universidade de Liège demonstra que a vacinação contra o COVID-19 faz aumentar o índice mortalidade.
Em primeiro lugar, a universidade de Liège não existe (perguntem ao Polígrafo e ao monhé); nem sequer existe uma tal localidade chamada “Liège” (pura Teoria da Conspiração).
Em segundo lugar, não existe um tal “professor Patrick Meyer” da universidade de Liège — o Polígrafo informou-se já junto da universidade de Liège e verificou que não existe por lá um tal “professor Patrick Meyer”.
Esta notícia provém da extrema-direita (perguntem ao Polígrafo, ao José Pacheco Pereira e à Catarina Martins): só um fassista inventa uma estória de uma universidade que não existe e de um professor que não existe nos quadros de uma instituição tão importante como é a universidade de Liège.
Em França, os “emerdados” [de Macron] reagem
¿Como foi possível que a maioria do povo tenha chegado ao ponto de concordar com a ideia de o Estado ter legitimidade para poder injectar os cidadãos com os químicos que a elite quiser?
“A tirania é a perversão do igualitarismo, porque trata a esmagadora maioria dos cidadãos como igualmente insignificantes.”
→ Hannah Arendt
O que era o jornalismo, e o que é agora
COVID-19: a transmissão assintomática
As novas camisas à moda do Partido Socialista
A pesporrência psicopata globalista em relação aos povos e aos indivíduos
É notável como uma determinada classe política actual — nos países “democráticos” ocidentais — abusa do Poder de uma forma descarada; já não se preocupam em esconder a prepotência e o nepotismo políticos.

Por exemplo, o Macron veio a público recentemente dizer que tem prazer de “emmerder” os cidadãos não-vacinados — que são mais de 5 milhões de franceses. Ou o canadiano Trudeau (um dos filhos de Fidel Castro), que numa entrevista televisiva afirmou que os não-vacinados são todos uma cambada de racistas, fascistas, xenófobos, misóginos, e que preferia que desaparecessem do país.
É esta escola política que impregnou o José Pacheco Pereira, embora através de um Internacionalismo típico do marxismo.
Esta arbitrariedade política e abuso de Poder — que se aproxima do acto gratuito — é uma das características identitárias dos políticos globalistas, que assumem claramente um determinado desprezo pelas opções democráticas e/ou individuais tomadas pelos povos, e que é apanágio desta “elite” globalista que frequenta o “World Economic Forum” em Davos.
Para além destes dois grandes filhos-de-puta supracitados, temos outros quejandos como, por exemplo, o Pinto Balsemão ou o Durão Barroso (que ainda há dias disse que quem defende o conceito de Nação, é burro), o António Guterres (o grande palhaço da ONU), a primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, o ex-chanceler da Áustria, Sebastien Kurz, a chefe da União Europeia Ursula von der Leyen, o Kapo da OMS (Organização Mundial de Saúde, literalmente sustentada por Bill Gates) Tedros Adhanom, o CEO da PFIZER, o grego Bourla (que é veterinário de formação), e já não falando no anormal Boris Johnson e no papa-açorda Bergoglio.
Esta gentalha arroga-se no direito de chatear a seu bel-prazer os respectivos “súbditos”, tentando humilhá-los sistematicamente, por um lado, e controlá-los em rebanhos, por outro lado. Estamos a lidar com autênticos psicopatas, escolhidos a dedo pelo grupo de Bilderberg e pelo “World Economic Forum” de Klaus Schwab.
Este desprezo claríssimo (em relação aos povos e nações do mundo) praticado pelos globalistas, insere-se em uma estratégia psicológica de aproveitamento de uma “formação de psicose de massas” (ou seja, formação de uma histeria colectiva, semelhante à que aconteceu ao povo alemão durante o regime nazi), segundo o conceito do professor universitário belga Mattias Desmet.
Vamos fazer com que os portugueses emigrem todos — em nome do “progresso”
É assim que o IL (Iniciativa Liberal) se alia ao Bloco de Esquerda:
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os primeiros precisam de mão-de-obra imigrante escrava, ou com salários de miséria, para agradar a patrões sociopatas;
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e os segundos precisam de um Lumpemproletariado crescente que vote neles.
E o Monhé apoia o Cotrim e a Catarina, para não se sentir sozinho.
Os globalistas covideiros andam muito preocupados com a saúde dos povos

Por toda a União Europeia, os povos andam a ser tratados de uma forma salutar.