A nacionalidade portuguesa está em saldo: já vale quase nada

Graças ao monhé-mor (o Grande Babush Monhé), a nacionalidade portuguesa está em saldo: basta passar ali pelo Largo do Martim-Monhés, em Lisboa, para constatar o facto de o monhé-mor ter mudado a lei da imigração para poder importar a monhezada toda…

martim-monhes-web

A nova lei do monhé-mor é anti-semita, o que revela a impressão digital do Bloco de Esquerda: os descendentes dos judeus sefarditas portugueses (expulsos por D. João II e por D. Manuel I), têm que demonstrar “provas de ligação efectiva e duradoura a Portugal”; mas os cidadãos dos PALOP, sem qualquer vínculo e/ou ligação a Portugal, têm as portas abertas a uma cidadania que já vale muito pouco. cidadania


Siga-me no Twitter, no Telegram, no Gettr ou no Gab

A Raquel Varela e o movimento revolucionário burguês de Maio de 1968

Nem a eloquência revolucionária da Raquel Varela, nem as cartas de amor de uma sopeira, podem ser lidas por terceiros sem hilaridade.

Os marxistas (como a Raquel Varela) reduzem o conceito de “burguesia” à economia, para tentar esconder que pertencem a ela. A burguesia é menos uma classe social do que um ethos característico da sociedade industrial.

A actividade “revolucionária” dos jovens — em geral, e no Maio de 1968, em particular — é um rito de passagem entre a adolescência e a burguesia — é uma espécie de “queima-das-fitas à traulitada”. O Maio de 1968 foi um movimento revolucionário burguês.


Siga-me no Twitter, no Telegram, no Gettr ou no Gab

A burrice de Daniel Dennett

Um indivíduo que não só concorda as ideia de Richard Dawkins, mas também corrobora quase todas as teses deste último, não pode ser propriamente um “filósofo” — porque as ideias de Richard Dawkins não são minimamente consistentes/coerentes, nem do ponto de vista filosófico/lógico, nem sequer do ponto de vista científico. Por isso, Daniel Dennett, ao concordar e corroborar as teses de Richard Dawkins, não é um filósofo propriamente dito.

Porém, em favor de Daniel Dennett, é utilizado amiúde o argumento do “curso de filosofia” dele; mas, em bom rigor, quanto maior for a importância de uma actividade intelectual, mais ridícula é a pretensão de avalizar a competência de quem a exerce; ou seja: um diploma de “dentista” (ou de “mecânico”), é aceitável; um diploma de “filósofo” é grotesco.

Portanto, o argumento do “cursinho de filosofia” de Daniel Dennett não serve.


Neste texto, a professora Helena Serrão retoma o velho tema naturalista da “humanização” de um computador:

“Turing mostra que se um computador pode somar, subtrair, multiplicar e dividir, e se pode dizer a diferença entre zero e um, ele pode fazer qualquer coisa. Pode-se pegar num conjunto de habilidades irracionais e transformá-las em estruturas de poder discriminativo indefinido, poder de discernimento indefinido e poder reflexivo indefinido. Pode-se fazer uma mente inteira; assim pode-se resolver o problema de Hume; pode-se ter ideias para pensar por si mesmas nesta estreita base.”

Daniel Dennett

Um “filósofo” que escreve isto esqueceu-se de duas coisas importantes: 1/ o teorema de Gödel; 2/ o conceito de “X”, de Kant.

X de Kant

Immanuel Kant chamou à atenção para o facto de nós termos sempre de acrescentar um suplemento a todos os nossos pensamentos, independentemente daquilo que estamos a pensar: a frase “eu penso”.

Sem a consciência de que “sou eu que penso”, não existe qualquer pensamento que mereça esse nome. Sem a autoconsciência de que a consciência se pensa a si mesma, não é possível qualquer conteúdo dessa consciência.

O computador de Daniel Dennett pode percorrer o seu programa sem este “eu penso”, mas não pode, por isso, pensar como um ser humano.

No “eu penso” do sujeito humano, todos os conteúdos da consciência estão ligados; o “eu penso” do humano é a condição lógica de qualquer pensamento — constitui o último ponto de referência lógico e o ponto de unidade de todo o conhecimento.

Utilizando o tipo de linguagem de Kant: o “eu penso” é a condição da possibilidade do pensamento. Este “eu penso”, segundo Kant, é o “X” da condição humana.

Não é possível reconhecer este X porque qualquer acto de pensamento o pressupõe: o X é anterior ao próprio pensamento — e por isso é que nenhum computador tem ou alguma vez terá este X. A comparação que os naturalistas fazem entre um computador, por um lado, e um ser humano, por outro lado, é uma estupidez de uma grandeza elevada à potência infinita.

O teorema de Gödel

Segundo teorema de Gödel, é impossível demonstrar a não-contradição de um sistema (bastante rico e/ou complexo) pelos seus próprios meios, ou mediante meios mais fracos.

Por exemplo, um computador suficientemente complexo para simular o trabalho cerebral, e submetido a um rigoroso determinismo no que respeita ao seu mecanismo e às permutas com o exterior, não permite calcular, em um tempo t, o que ele (computador) será num tempo t+1 — só o consegue na medida em que a sua determinação, por si só incompleta, estiver submetida à determinação de um outro computador de ordem superior, mas que, nesse caso, também não está de modo nenhum inteiramente determinado por si mesmo; e assim consecutivamente, ad infinitum.


Siga-me no Twitter, no Telegram, no Gettr ou no Gab

O papa Chico concorda com a comunista Raquel Varela

O papa-açorda Chicozinho diz que a culpa da invasão russa da Ucrânia é da NATO/OTAN — é a inversão da culpa, que é característica da mente revolucionária. Ou seja: “os russos não têm culpa! A culpa é da NATO/OTAN!”. Grande besta!

Não poderia existir maior desgraça para a Igreja Católica do que a existência de um “papa” como o actual. Deus o leve sem delongas.

papa culpa a nato web


Siga-me no Twitter, no Telegram, no Gettr ou no Gab

“Solarengo” não significa “ensolarado”

A deputada do CHEGA Rita Matias, escreveu o seguinte:


“O 25 de Abril chegou com toda a solenidade e festividade. Nesse dia solarengo, as ruas encheram-se de cores garridas, as pessoas passearam de cravos nas mãos e multiplicaram-se as cerimónias, com toda a pompa e circunstância, desde a autarquia local até ao governo central.”

solarengo


No dicionário da Porto Editora, “solarengo” significa o seguinte:

adjectivo

1. relativo ou pertencente a solar

2. (moradia) que tem aspecto de solar; que é grande e tem arquitectura requintada

nome masculino

dono ou habitante de solar

No dicionário da Texto Editora publicado de 1995, “solarengo” significa o seguinte:

adjectivo

Do latim “solu”, solo

1. Relativo a solar (casa nobre)

2. o serviçal ou o lavrador que vivia no solar


A origem etimológica da palavra “solarengo” não tem nada a ver com “Sol”, mas antes vem do latim “solu”, que significa “solo”, “chão”.

Podem dizer que “há dicionários que dizem isto e aquilo”; mas não deixa de estar errado o uso do adjectivo “solarengo” para dizer “ensolarado” ou “soalheiro” — e isto por razões etimológicas, que são as mesmas razões que nos impõem a repugnância pelo Hacordo Hortográfico brasuca.


Siga-me no Twitter, no Telegram, no Gettr ou no Gab

O Bloco de Esquerda, o conceito de “crime público”, a infantilização do cidadão por parte do Estado bloquista, e a cultura de delação

Quando o Bloco de Esquerda pretende transformar alegadas (“alegadas”, porque dependem de denúncias anónimas e, quiçá anódinas) denúncias anónimas, em “crimes públicos”, que envolvem as autoridades policiais e judiciais em um pântano de ambiguidades, do qual emergirá uma argumentação sem fim e muita dificuldade de prova — o Bloco de Esquerda pretende contribuir um pouco mais para a consolidação em Portugal de um Totalitarismo de Veludo.

O apelo à denúncia anónima, e irresponsável, através do qual se pretende criar uma atmosfera social de medo, mais ou menos difuso, de vulnerabilidade e de desconfiança em relação ao “outro” cidadão; o mesmo tipo de atmosfera que os regimes totalitários criam — é o que pretende o Bloco de Esquerda com a vulgarização e normalização de “crime público”: quando o “crime público” passa a ser quase tudo, e passamos a ter uma cultura de bufaria, temos instalado uma forma actualizada de polícia política.

Quanto mais frágeis as pessoas se sentem, mais elas se dirigem ao Estado para protecção — tal como as crianças se dirigem aos pais quando vêem bruxas na janela. Portanto, a lógica do Bloco de Esquerda é a de potenciar ao máximo o sentimento de insegurança e fragilidade do cidadão. Uma população frágil, ou fragilizada pela acção do Estado bloquista, por definição é incapaz de se defender.

O que o Estado bloquista pretende é uma população portuguesa em que os indivíduos desconfiam sistematicamente uns dos outros, e através dessa desconfiança generalizada é criada uma anomia, uma completa atomização social que fará com que o indivíduo isolado não se consiga opôr a tudo o que o Estado bloquista lhe venha a impôr discricionariamente.

Adenda: a violação sexual já é crime público no contexto da violência doméstica.


Siga-me no Twitter, no Telegram, no Gettr ou no Gab

Homenagem ao nacionalista Walter Ventura

distronr's avatarContra-Corrente

Autor: Walter Ventura

Título: Para O Diabo que os carregue!

Subtítulo: Crónicas (1998-2008)

Nº páginas: 370 | Formato: 150x210mm

ISBN: 9798445741213

Preço: 15 €

Este livro é uma justa homenagem a Walter Ventura que, no seu estilo muito próprio, assinou durante mais de uma década artigos no jornal O Diabo, reunindo-se neste volume aqueles que foram publicados entre 1998 e 2008, o período de maior regularidade deste bom combate.

Nestes artigos são citadas diversas personalidades e analisados acontecimentos que moldaram a nossa História mais recente. Enriquecido com quase duas centenas de notas explicativas, esta obra, para além dos artigos de um grande patriota, constitui um documento de inegável valor histórico.

View original post

Para O Diabo que os carregue! – Crónicas (1998-2008)

Ser liberal, em Portugal, é sinónimo de “ser burro”.

O “insurgente” — militante do partido IL (Iniciativa Liberal) — que escreveu no Twitter (antes das últimas eleições americanas) que o Joe Biden seria muito melhor presidente do que o Donald Trump.

mlorpa-web

Os factos não o deixam mentir: os Estados Unidos estão (literalmente) a entrar pelo cano.

“Ser liberal”, em Portugal, é sinónimo de “ser burro”. Burro, mas de nariz empinado e sorriso jumental!


Siga-me no Twitter, no Telegram, no Gettr ou no Gab

Segundo a elite política da União Europeia, o cidadão europeu não pode tomar banho nem lavar a roupa, para assim “ajudar a Ucrânia”

Frans Timmermans, o holandês socialista que é o Vice-presidente da União Europeia, exaltou os “cidadãos europeus” a “ajudar a Ucrânia” através de iniciativas como, por exemplo, tomar banho uma vez por mês, deixar de conduzir automóveis e passar a andar somente de bicicleta — e arejar as roupas usadas, em vez de as lavar.

Para o socialista que é Vice-presidente da União Europeia, “ajudar a Ucrânia” significa literalmente que temos todos que passar a ser uma espécie de “chineses” da década de 1950.

eu-especie de china web

Frans Timmermans webEm uma reunião do Comité do Ambiente do parlamento europeu, Timmermans disse ainda que os cidadãos devem desligar os aquecedores em casa no Inverno (o frio faz bem aos ossos!), andar de bicicleta em vez de utilizar o carro, e ventilar a roupa usada em vez de a lavar — tudo isto para compensar o corte de importações de combustíveis fósseis proveniente da Rússia.

Para a Esquerda Neanderthal, a invasão da Ucrânia por parte da Rússia foi fundamental para a promoção da sua ideologia milenarista  e escatológica que anuncia o fim do mundo (em cuecas) causado pelas “alterações climáticas” — como se o clima nunca tivesse mudado antes do dito “capitalismo de merda”…

Os custos da energia estão a ser artificialmente inflacionados por uma minoria de malucos (a Esquerda Neanderthal) que é muito activa politicamente, e que está a tentar evitar que o mercado natural funcione. Ou seja, uma minoria que está a lutar contra o funcionamento do mercado para impôr uma determinada ideologia catastrofista.

Por exemplo, quando Marrocos anuncia que vai abrir novos poços de petróleo “offshore”, ao largo das ilhas Canárias mas ainda em Zona Económica Exclusiva marroquina, o governo socialista espanhol diz que vai apresentar queixa na ONU e na União Europeia, em uma tentativa de assim impedir o funcionamento do mercado da energia.

Ou quando se defende a instalação de centrais nucleares em Portugal, uma minoria ruidosa vem imediatamente dizer que é preferível que os portugueses vivam à luz da vela; ou quando se pretende fazer prospecção de petróleo ao largo do Algarve, os mesmos do costume ameaçam imolar-se no Campo Pequeno.

Ou quando a entourage do presidente senil dos Estados Unidos, João Bidé, proibiu a extracção de petróleo e gás natural em território americano (incluindo no Alasca), o que se pretendeu foi estabelecer artificialmente um mínimo de preço internacional de custo de 100 US Dollars por barril de petróleo (preço do petróleo artificialmente inflacionado).

Ou seja, o preço da energia está a ser manipulado (i.e.: manipulação do mercado) por uma elite internacional radical, no sentido de prejudicar intencionalmente a população em geral, e principalmente os mais pobres.

A União Europeia paga a Frans Timmermans cerca de 250.000 Euros líquidos por ano, e portanto aquela besta não tem que se preocupar em tomar banho apenas uma vez por mês…

Ou seja: segundo a classe política da União Europeia, “ajudar a Ucrânia” significa “retornar à Idade Média”… é esta a mensagem que é passada, pela elite neognóstica e puritana, aos povos da Europa.

Esta gente tem que ser afastada do Poder, nem que seja à custa de violência. Não podemos permitir que uma determinada classe política defenda a ideia de que o povo tem regredir à Idade Média (ou mesmo à Idade da Pedra) para assim alimentar o desequilíbrio mental colectivo de uma elite neognóstica radical (a Esquerda Neanderthal), ambiciosa de Poder absolutista.



Siga-me no Twitter, no Telegram, no Gettr ou no Gab