As “elites” pretendem que os cidadãos percam mobilidade

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Conta-se aqui a história de duas americanas que resolveram fazer a viagem de Nova Orleães a Chicago (cerca de 1500 quilómetros) em um carro eléctrico de última geração (um Kia EV6 novinho em folha).

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A maioria dos carregadores de baterias disponíveis, ao longo da viagem, demoram 8 horas a carregar; os carregadores mais modernos e mais rápidos (que são poucos) demoram, ainda assim, 3 horas a carregar as baterias do carro.

Durante a viagem de 4 dias, as duas mulheres passaram mais tempo a carregar baterias do carro do que a dormir e a comer.

Uma viagem destas, realizada em um carro eléctrico, é um pesadelo; mas é isto que as “elites” (que viajam em aviões privados) nos querem impingir.

A RTP e o alarmismo escatológico e soteriológico do “Arrependei-vos!, vem aí o fim do mundo!”, alegadamente devido ao Aquecimento Global Antropogénico infanticida

É uma questão de tempo. Os actuais responsáveis pela RTP terão que ser julgados pelos tribunais; e se já não estiverem vivos, serão julgados pelos manuais de História, e serão a vergonha dos seus próprios descendentes.


“A estatística é a ferramenta de quem renuncia a compreender para poder manipular.”

Nicolás Gómez Dávila 


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E o mesmo se aplica à PORDATA, fundada pelo malogrado Alexandre Soares dos Santos que apoiou sempre e explicitamente a agenda política e ideológica da extrema-esquerda portuguesa, em uma aliança contra-natura entre a Esquerda Neanderthal e o grande capital.

Na PORDATA, as estatísticas conduzidas pela Esquerda Neanderthal são feitas propositadamente para enganar o povo português: a ideia propalada pela PORDATA segundo a qual as temperaturas em Portugal são hoje mais altas em 2,1 graus centígrados do que em 1970, é uma manipulação estatística escandalosa. E ninguém tem a coragem de vir a terreiro denunciar a desinformação que a PORDATA (assessorada pela RTP) veicula.

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Fascist Ecology: The “Green Wing” of the Nazi Party and its Historical Antecedents

Recordo que a PORDATA e a Fundação de Alexandre Soares dos Santos promoveram, em um passado recente, publicações de ideólogos da extrema-esquerda que defendiam a eutanásia, a legalização do infanticídio (na sequência das ideias de Peter Singer: por exemplo, Pedro Galvão que publicou um livrinho na Fundação do Alexandre Soares dos Santos, com o título “Ética Com Razões”, em que o autor do opúsculo defende a legalização do “aborto de uma criança já nascida”), o eugenismo, etc.


Um exemplo de manipulação estatística: a NASA diz que o continente antárctico está a perder 147 Gigatonnes de gelo por ano :
(1 Gigatonne = 1 mil milhões de metros cúbicos).

Naturalmente que esta notícia alarma os povos do mundo; e o Carlos Fiolhais (do Rerum Natura)  fica orgulhoso por (alegadamente) ter razão.

Porém, acontece que a Antárctida tem estimados 27 milhões de Gigatonnes de gelo — o que significa que a actual perda anual de gelo é de 0,0005%, e o que significa que a Antárctida ficará sem gelo daqui a 200.000 anos…! — e isto se o misantropo Carlos Fiolhais tiver razão quando diz que o Aquecimento Global Antropogénico é inevitável e perene, enquanto existirem seres humanos no planeta!

Nos Estados Unidos, ¼ dos casais sem filhos diz que não tem filhos por causa do Aquecimento Global Antropogénico — e o misantropo Carlos Fiolhais esfrega as mãos de contente!

Estes ideólogos radicais não são pessoas de bem, e terão que ser julgados em juízo de Direito, por fraude e alarme social.

Os participantes portugueses no encontro do Clube de Bilderberg, que está a decorrer neste momento

  • José Luís Arnaut, advogado e político (PSD)
  • José Manuel Barroso, político (ex-MRPP, agora PSD)
  • Isabel Furtado (CEO da empresa Têxtil Manuel Gonçalves)
  • Ana Pinho, presidente da Fundação de Serralves
  • Diogo Salvi, CEO da empresa TIMWETECH
  • Nuno Sebastião, CEO da empresa FEEDZAI

Vamos “marcá-los em cima”.

Ver lista completa dos participantes deste ano, aqui.

A “liberdade de escolha” da eutanásia, mas a prostituição já não tem direito a “liberdade”

Gostaria de saber a opinião pessoal dos seguintes políticos acerca da “legalização” da prostituição:

  • José Pacheco Pereira
  • Isabel Moreira
  • Catarina Martins
  • José Manuel Pureza
  • João Cotrim de Figueiredo
  • António “monhé” Costa
  • Rui Rio

Eu gostaria de saber, mas nunca ouvirei essas opiniões pessoais: o segredo é a alma do negócio; e o silêncio mantém a coerência forçada de quem defende a “liberdade de escolha” em relação à eutanásia.


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O infortúnio da marxista Raquel Varela

Quando leio este escrito (e outros) da Raquel Varela, parece-me estar a ler um artigo do jornal revolucionário estudantil do meu tempo de faculdade, no fim da segunda metade da década de 1970. Porém, aquilo que é tolerável num miúdo de 18 anos, deixa de o ser em uma pessoa de 40.

O mundo não é perfeito; mas a Raquel Varela, nos seus 40, parece pretender a perfeição do mundo em nome de uma certa ideologia, e, por isso, revolta-se contra o mundo porque este não corresponde ao que (alegadamente) deveria ser.

Aquilo que poderia parecer (por parte da Raquel Varela) uma crítica social viável, razoável e plausível — transforma-se em uma hipérbole por intermédio de um radicalismo ideológico próprio de uma adolescente.

O que mais me espanta, na Raquel Varela, é a recusa radical da Natureza Humana; a ideia implícita segundo a qual “é possível haver uma outra Natureza Humana”.

Ora, a tentativa de construção de “uma outra Natureza Humana” foi o que se fez no século XX com as revoluções que causaram centenas de milhões mortes… e, ainda assim, a Raquel Varela — imbuída de uma superioridade moral em relação ao comum dos mortais — defende a construção dessa “outra Natureza Humana” que rejeita a estrutura da realidade, em uma crítica niilista (uma espécie de Teoria Crítica) e radical, criando uma “segunda realidade” que se sobrepõe à natureza das coisas e à realidade propriamente dita.

A deformação do real — e a recusa da Natureza Humana — levou à edificação dos sistemas ideológicos que mataram centenas de milhões de pessoas no século XX.

Sobre a realidade objectiva, um cristão diria o seguinte:

Meu Deus, dá-me a serenidade
para aceitar aquilo que não posso mudar,
a coragem para mudar o que for possível,
e a sabedoria para saber a diferença.

(Reinhold Niebuhr)

Para um revolucionário (Hitler, o revolucionário, do alto do seu palanque comicial, berrava: “Alles Muss Anders Sein!”), não existe essa diferença entre o possível (o que se pode mudar) e o impossível (por exemplo, aquilo que faz parte da Natureza Humana e que não pode ser mudado).

Por isso é que qualquer crítica social, vinda Raquel Varela, é uma espécie de defesa de uma política de terra queimada — como se fosse possível destruir a sociedade inteira para depois, a partir das cinzas do niilismo revolucionário, fazer renascer um “homem novo” com “outra Natureza Humana”.

A tragédia do marxista vencido degenera em um infortúnio patético — porque o marxismo (épico e romântico) ignora a categoria do “trágico”. Na hora de ser fuzilado, seja pelos seus compagnons de route, seja pelos seus inimigos, o marxista morre estupefacto.

O professor Mário Mesquita criou um monstro

“Hoje no Público a jornalista Ana Sá Lopes faz o obituário de Mário Mesquita que foi fundador do PS, jornalista, professor de jornalismo, (seja lá isso o que for) e cronista avulso de jornais, por essa ordem.

Esta Ana Sá Lopes é bem o exemplo e epítome do jornalismo que temos: medíocre, enviesado ideologicamente e incapaz de se reformar porque se sustenta a si mesmo num auto-convencimento inacreditável que só a estupidez alimenta.”

O nacional-jornalismo de matriz de esquerda


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A Alemanha vai reactivar 15 centrais eléctricas a carvão

Por vezes pergunto-me como é possível que líderes políticos de relevo, como os líderes da Alemanha, podem ser tão ingénuos: a Alemanha de Angela Merkel, a mando da Esquerda radical alemã (Die Gruenen), fechou todas as suas centrais nucleares, para depois importar gás natural da Rússia; e agora, com o fecho da torneira russa, a Alemanha vai reactivar 15 centrais a carvão que estavam desactivadas há mais de 40 anos!

Enquanto a Alemanha reactiva a produção de electricidade a partir do carvão, o Portugal do monhé fecha a única central eléctrica nacional a carvão, aumentando a sua dependência eléctrica de Espanha.


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O Anselmo Borges é isto

Quando escreve sobre o perdão (o acto de perdoar), o Anselmo Borges (que foi, ou ainda é, sacerdote da Igreja Católica) em vez de se referir à tradição católica, utiliza conceitos de Derrida, Kierkegaard, e “filósofos” da Nova Teologia.

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O padreco poderia referir-se, por exemplo, a Romanos 12:19: “’É a Mim que compete punir, Eu é que hei-de retribuir’ — diz o Senhor”. Ou Romanos 12:14: “Bendizei os que vos perseguem; bendizei, não amaldiçoeis”. Ou nos Actos dos Apóstolos 7:60, em que Sto. Estêvão, sendo apedrejado até à morte, “bradou com voz forte: ‘Senhor, não lhes atribuas este pecado’”. Ou poderia referir-se a Santa Maria Goretti, assassinada em 1902 e que, antes de morrer, perdoou ao assassino.

Ou poderia referir-se a Mateus 18:23,35. Ou poderia referir-se a Sto. Filipe Néri; ou a Santo Agostinho nas suas “Confissões”. Ou a S. João da Cruz; ou ao Bispo de Genebra, S. Francisco de Sales, que intercedeu (na Justiça) por quem o quis matar, comutando-lhe a pena. Ou S. Francisco de Paula; Ou Santa Teresa de Ávila; ou centenas de outros exemplos da Igreja Católica.

Em vez das centenas de exemplos católicos, o Anselmo vai buscar o gnóstico, desconstrucionista e marxista Derrida; e Kierkegaard, considerado herético pela ortodoxia católica. Posso perdoar, ao Anselmo Borges, aquilo que ele faz; mas nunca lhe perdoarei aquilo que ele é.