Para o Islamismo, a flatulência é obra de Satanás

Segundo os Hadith (ver imagem abaixo), o Maomé disse:

“Quando Satanás soprar ar pelo teu cu acima, não deixes de rezar — a menos que ouças o som da saída do ar, ou sintas o respectivo cheiro.”

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São estes os aliados da Esquerda, na guerra cultural contra a cultura antropológica ocidental de origem greco-latina.

O “passado estrangeiro” do imbecil Pacheco

Aquilo a que o Pacheco chama aqui de “ecologia da natureza” (humana), é a cultura antropológica.

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A cultura muda com o passar do tempo, mas nem sempre para melhor, quando não há uma ligação próxima entre cultura e civilização: esta é produto de acções deliberadas, ao passo que a cultura resulta de acções involuntárias. A civilização é o propósito do intelecto; a cultura é a expressão da alma.

Na medida em que a cultura antropológica muda com o tempo (“a velhice do eterno novo” de Fernando Pessoa), o Pacheco (parafraseando outrem) diz que “o passado é um país estrangeiro”: há aqui (no Pacheco) uma ânsia, um desejo inconfessável de inutilização do passado como justificação para uma certa construção de um futuro — no caso do Pacheco progressista, a sociedade do futuro é uma escravidão sem amos.

Há (no Pacheco) como que uma “maldição do passado que nos compromete”, e que é preciso expurgar ou exorcizar: esse “passado é um país estrangeiro”, e, por isso, é algo alienígena que não nos deve merecer grande preocupação: para o Pacheco — e para um certo nicho “intelectual” —, é o futuro que importa, um futuro fastidioso porque nada impede que lá se depositem os sonhos de um qualquer imbecil pachequista.

Para o Pacheco, o conceito de “passado é um país estrangeiro” pretende quase colocar em causa a perenidade do conceito de Natureza Humana — digo “quase”, porque o Pacheco classifica uma hipotética Natureza Humana de “desgraça” : ou seja, “a possível Natureza Humana existe desgraçadamente”; ou não devia existir.

E suma, o Pacheco defende veladamente (brandindo a noção de “o passado é um país estrangeiro”) a ideia da validade de um corte epistemológico com o passado — é uma espécie de pensamento anti-cientifico que, aliás, caracteriza a Esquerda actual:

«O passado é estranho, por isso não interessa. O que interessa é o futuro glorioso, dos “amanhãs que cantam”», e onde os imbecis unidos em todo o mundo depositam os seus sonhos.

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Em contraponto, o passado que a Direita Tradicionalista elogia não é uma época histórica, mas antes é uma norma concreta. O que a Direita Tradicionalista admira em outros séculos não é a sua realidade, que é sempre miserável, mas é a desobediência em relação a uma norma (um determinado padrão histórico) peculiar.

A Direita Tradicionalista não aspira a retroceder no tempo, mas sim a mudar de rumo. O passado que ela admira não é uma meta, mas uma exemplificação de métodos civilizacionais. E quem não entende isto é um imbecil pachequista moderno e actualizado.

Eu não sei se esta avantesma é burra, ou se não lê jornais

Esta é a elite lisboeta que temos, paga pelo Pinto Balsemão que tarda em bater a bota.

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Este é o cabrão que dizia, durante a pandemia e em canal aberto de televisão, que os negacionistas das vacinas deveriam ser enviados para campos de concentração.

E é o mesmo grande cabrão que diz que as “cidades 15 minutos” são Teoria da Conspiração, quando já existe pelo menos uma destas cidades.

É difícil definir esta gente sem sermos obrigados a utilizar linguagem de carroceiro.

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A Isabel Moreira defendeu a ideia de que a pedofilia é uma orientação sexual que não constitui crime

isabel-moreira-jc-webEm um defunto blogue (Jugular) em que participou com radicais marxistas (Bloco de Esquerda, por exemplo), a Isabel Moreira (aka Shyznogud, acolitada pela Ana Matos Pires) defendeu a ideia de uma orientação sexual pedófila que não constitui crime, invocando “estudos” ditos “científicos” que alegadamente demonstram que a maioria dos indivíduos que são sexualmente atraídos por crianças não são pedófilos.

É a “ciência” à medida da ideologia política que julga subjectivamente o ser humano — em vez de julgar objectivamente os comportamentos humanos, como se fosse possível classificar ou categorizar, como tal, um pedófilo, sem a existência de um acto objectivo de pedofilia.

A Isabel Moreira chegou à conclusão de que as relações sexuais com crianças tem pouco a ver com pedofilia. É obra desenganada! É assim que a Esquerda, quando lhe convém, pega num cagalhão pela sua parte mais limpa.

Agora, e porque convém ao reforço do poder do Estado, a Isabel Moreira já defende que a pedofilia é crime.

Para a Isabel Moreira, a pedofilia é uma orientação sexual se for conveniente minar a moral ocidental de raiz judaico-cristã (conforme conselho de Gramsci); mas a pedofilia já não é uma orientação sexual, e passa a ser crime, se servir para o reforço exorbitado do poder do Estado sobre os cidadãos.

O dia das mulheres é todos os dias, porra!

Ainda iremos ver o CHEGA a desfilar no 1º de Maio na Praça Vermelha; ou no Gay Pride: para lá vai caminhando… e o Santos Silva rejubila…

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O Pacheco Pereira é muito perigoso

Quando todos vimos a Ana Catarina Mendes, em vídeo, a dizer (mutatis mutandis) que “Portugal tem que estar aberto aos imigrantes de todo o mundo”, não vimos um qualquer tipo de comentário do Pacheco. Quem cala consente. O Pacheco está integrado na agenda política do governo e do partido do Porco da Índia.

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¿O Porco da Índia decreta a revogação da propriedade privada? O Pacheco cala-se, porque consente.

Não vimos, até agora, um só escrito do Pacheco a criticar qualquer aspecto da governação do Monhé das Cobras. Nenhum! Em relação a este governo radical (que expropria a propriedade privada dos cidadãos), o silêncio do Pacheco é total e cúmplice.

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E agora, o Pacheco vem comparar as manifs que se preparam contra o bandido #LulaLadrão, por um lado, com a “insurreição”1 de seis de Janeiro de 2021 em Washington, por outro lado — vejam o trabalho a que se dá o referido maltrapilho moral para diabolizar a sua (dele) oposição: o malandro até defende ladrões!

A culpa não é só daquela cavalgadura: é sobretudo dos herdeiros de Belmiro de Azevedo, que são os proprietários do jornal Púbico. A seu tempo faremos contas. O povo não esquece.

Nota
1. Uma “insurreição” cujos “insurrectos” não estavam armados, em que a própria polícia presente no Capitólio convidou os manifestantes a entrar no edifício, e em que os “insurrectos” estiveram apenas um par de horas. É isto que aquela grande besta chama de “insurreição”.

E disseram que eu era maluco…!

No dia 11 de Março de 2020, escrevi que o COVID-19 teve origem em um laboratório chinês.

“A probabilidade de o vírus da China ter tido origem no laboratório da cidade Wuhan é (pelo menos) tão credível como a narrativa jornaleira da probabilidade do mercado de animais”.

No dia 24 de Março de 2020 escrevi outro artigo em que reafirmei a origem chinesa do vírus.

No dia 25 de Outubro de 2020, escrevi o seguinte:

“O vírus COVID-19 não existia na Natureza antes de ser criado em laboratório pela China”.


Pessoas como eu são amiúde apodadas de “lunáticos”.

A Hungria não se integra na Europa

Até há muito pouco tempo, eu fui um apoiante indefectível de Viktor Órban — mas não tanto do seu (dele) partido político, o Fidesz; mas já não sou.

Eu tenho seguido as opiniões de Viktor Órban nas redes sociais e nos jornais internacionais. As suas (dele) posições políticas actuais são aviltantes e repugnantes.

O envolvimento político / retórico de Orbán na guerra da Ucrânia tem como objectivo:

  1. dividir a União Europeia nas suas posições em relação à Rússia; o apoio de Viktor Órban ao expansionismo russo é claríssimo (“Em política, o que parece, é”).
  2. mudar o eixo da política europeia (mudar o “fuso horário”), de Londres/Paris, para Berlim/Moscovo, fazendo com que Budapeste assuma um papel central na nova economia política;
  3. dividir os países da NATO no seu apoio à Ucrânia;
  4. anular qualquer tipo de influência dos Estados Unidos na União Europeia, colocando a Europa militarmente à mercê da Rússia;

Podemos aceitar, obviamente, que o Viktor Órban defenda aquilo que ele pensa serem os interesses da Hungria; o que ele não pode fazer — mas não pode mesmo! — é defender os alegados “interesses da Hungria” sacrificando os interesses de outros países — seguindo o exemplo da Rússia de Putin —, nomeadamente os interesses de auto-defesa da Ucrânia.

O que está a acontecer na Hungria de Orbán é extraordinário! — a União Europeia e a NATO deixaram entrar no seu seio uma “Quinta Coluna” de Putin! E Viktor Órban mantém-se activo nas redes sociais, lançando a dúvida sistemática acerca da real legitimidade da defesa da Ucrânia, pedindo para “compreendermos Putin” (sic), afirmando que os Estados Unidos devem sair da NATO — mas nem uma palavra acerca do assassinato de Boris Nemtsov, por exemplo.

Viktor Órban é o branqueador oficial de Putin, uma espécie de “OMO lava mais branco” do regime russo. As atrocidades do regime russo passam ao lado de Orbán, como se não existissem.

Chegou a hora de a União Europeia e a NATO reflectirem acerca do que significa ter a Hungria de Orbán no seu seio; e chegou a altura de o partido CHEGA esclarecer as suas relações com o partido Fidesz de Viktor Órban.

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