Coitadinhu du crucudilú !

Um imigrante muçulmano pega numa faca e começa a esfaquear gente, incluindo crianças. ¿Quais as ilações que os intelectuais de Esquerda retiram deste acto?

  1. a educação islâmica do criminoso não tem nada a ver com o acto cometido;
  2. o imigrante islâmico esfaqueou anónimos porque se sentia sozinho (coitadinho);
  3. a ciência diz que não há qualquer nexo causal entre a imigração islâmica e o aumento de criminalidade.

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O brasileiro Gilson Lopes, marido de Inês Pedrosa, diz que “os portugueses têm mijo de cão em lugar de sangue”

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Ele que não se cruze comigo; não respondo por mim. Estou, com a mestiçagem brasileira, pelos cabelos.

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Chibar é fixe

oficial naziNo princípio da década de 1980, foi notícia na televisão pública (ARD) da então Alemanha Federal, um caso de um senhor idoso, ex-oficial nazi, que passava o seu tempo como reformado no telhado do edifício onde vivia, munido de um telescópio, “cuscando” os carros mal estacionados na cidade de Düsseldorf; e depois telefonava para a polícia.

Naquela época, a televisão e a opinião pública alemã em geral criticaram o espírito de “bufo” do ex-oficial nazi — mas vindo, este tipo de acto de bufaria, exactamente de um nazi, praticamente ninguém lhe deu grande importância.

Nunca me passaria pela cabeça que este tipo de comportamento de “chibo” fascizante se tornaria hoje não só moralmente aceite, como até incentivado pela lei vigente.

Hoje, “chibar é fixe”.

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As pessoas que irão certamente utilizar esta APP pertencem ao lóbi político anti-automóvel; são os eco-fascistas, que coincidem maioritariamente com a Esquerda social-fascista (a ala radical do Partido Socialista, Bloco de Esquerda, PAN – Pessoas-Animais-Natureza, LIVRE, Partido Comunista), apoiada pelos gurus globalistas do “World Economic Forum” e do grupelho de Bilderberg.

Está aberto um precedente que vai permitir, por exemplo, ao Viktor Órban criar uma APP que permita ao cidadão húngaro comum “chibar” os beijos gays em locais públicos: dois gays juntinhos — liga a APP e pimba! “Vão dentro”. E depois não se queixem, os esquerdistas…

Antigamente, no tempo do “fassismo”, os “bufos” eram criticados pela maioria silenciosa, embora à boca pequena; hoje, os chibos são glorificados, alto e bom som, pelos me®dia e pelos seus donos — a plutocracia globalista que nos pretende governar totalitariamente.

Pacheco Pereira: “sim” a aliança do PS com o Bloco de Esquerda e Partido Comunista; recusa de qualquer contacto do PSD com o CHEGA

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É isto que temos. É este tipo de gentalha que molda a opinião em Portugal.

Os três inimigos do ser humano são: o Diabo, o Estado e a Técnica (por esta ordem)


“O diabo não existe, os exorcismos não fazem sentido.”

Anselmo Borges, “sacerdote” e “teólogo” da Igreja Católica


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“Os três inimigos do Homem são: o Diabo, o Estado e a Técnica.”

→ Nicolás Gómez Dávila

Quando o Anselmo Borges fala oficiosamente em nome da Igreja Católica, torna-se perigoso; e esta perigosidade aumenta quando não há ninguém na Igreja Católica portuguesa que o enfrente ou contrarie. Aliás, a Igreja Católica portuguesa e a sua actual liderança são uma vergonha!

Quando vemos um dito “Padre católico” e “teólogo” a anunciar publicamente, com pompa e circunstância e perante o silêncio da hierarquia, que “o diabo não existe”, os católicos deveriam ficar preocupados. O Anselmo Borges é como que um canário em uma mina de carvão: um prenúncio de morte.

Em boa verdade, o Borges acaba por ter alguma razão, porque até o diabo se esquiva, aborrecido, dos lugares onde o Cristianismo se extingue: ou, em contraponto, o diabo triunfa totalmente onde não deixa vestígios, como acontece no mundo do Anselmo Borges.

O maior erro modernista não é o anunciar que Deus morreu; em vez disso, é crer no anúncio de que o diabo está morto. O primeiro anúncio é de Nietzsche; o segundo é de Karl Marx.

O poder prometaico do Anselmo Borges (e quejandos) não lhes permite competir com Deus, mas é suficiente para substituírem o diabo — porque, se se trata apenas de organizar um paraíso terrestre de tipo marxista, os padres são supérfluos: o diabo é o suficiente.

Por isso, faço um apelo ao bispo de Lisboa, D. Manuel Clemente: acabe-se, de uma vez, com a Igreja Católica portuguesa! Acabe-se com esta palhaçada!

Legisladora estramontada em causa própria

“Na semana passada foi aprovada a nova Lei da Saúde Mental, na qual tive o prazer de trabalhar na especialidade ao longo de meses.”

Isabel Moreira

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Ficamos sem saber como é possível a uma destrambelhada mental trabalhar numa lei de Saúde Mental — é juízo de uma estramontada em causa própria.

A última lei de Saúde Mental é a Lei 36 de 1998, de 24 de Julho, cujo mentor foi uma avantesma socialista e psiquiatra que é irmão do falecido Jorge Sampaio.

Pelo que se entende, o estafermo estuporado referido em epígrafe entendeu que percebia mais de psiquiatria do que um psiquiatra — o que augura uma lei à Bloco de Esquerda: mal feita por alguém cujo narcisismo exacerbado denota doença mental.

A “neutralidade liberal” é uma grande treta, a maior aldrabice da modernidade

“Também como Rawls, Nozick termina seu livro representando a sociedade justa como moralmente libertária ao extremo, negando implicitamente a legitimidade de leis que proíbem práticas como a prostituição e a venda de drogas viciantes.”

Uma aproximação do pensamento de Nozick a Rawls.


alianca liberal webRecentemente, o liberal Carlos Guimarães Pinto (do partido IL [Iniciativa Liberal]) escreveu no Twitter que, em Portugal, os imigrantes indostânicos condutores de táxis (TVDE) não deveriam ser obrigados a falar a língua portuguesa. Ou seja: para o Carlos Guimarães Pinto, “os portugueses que se f*dam!”

Temos aqui um exemplo de uma pretensa “neutralidade” do Estado liberal que age em nome de uma alegada defesa da liberdade individual — uma “liberdade individual” radical que provoca, na sociedade, uma anomia e uma atomização social que, mais tarde, conduzirá inexoravelmente a uma qualquer formação de massa totalitária (Hannah Arendt).

neutralidade-liberal-webEm uma sociedade em que não exista um paradigma maioritária- e geralmente aceite do que é a “vida boa” (vida boa = postulado de orientação ética e moral, e de sentido de vida) que oriente o indivíduo e o colectivo, só lhe resta a busca frenética pelo interesse próprio e um utilitarismo exacerbado. Rawls (liberal de esquerda) e Nozick (libertário de direita) são defensores deste tipo de sociedade. O Carlos Guimarães Pinto obedece caninamente ao último dos dois.

Mas esta neutralidade ética e moral dos liberais e dos libertários é uma treta — como bem demonstraram MacIntyre e Sandel. A invocação (liberal) de neutralidade ética e moral do Estado é uma forma que os liberais encontraram de colocar em causa a legitimidade de um determinado paradigma cultural (clássico), na tentativa de impôr à sociedade um outro paradigma cultural, diferente mas disruptivo, e em nome de uma determinada concepção de “progresso” — uma concepção ideológica romântica da História que entende o progresso como uma lei da Natureza.

Neste contexto, o Estado liberal também não é eticamente neutro. Por exemplo, Michael Sandel [“Liberalism and the Limits of Justice”] defende a ideia de que o Estado não deve intervir no tema do aborto se se demonstrar ser verdadeira a doutrina moral que concebe o aborto como um assassínio. Ou seja, a neutralidade do Estado acerca do aborto só é admissível se se demonstrar que o aborto não é um assassínio e, por conseguinte, neste contexto o Estado deverá deixar o indivíduo exercer o direito ao aborto.

Esta aparente neutralidade do Estado liberal/libertário em relação a um paradigma clássico de “vida boa” é liberticida, embora agindo paradoxalmente em nome da liberdade — porque ignora as restrições que a liberdade deve impôr a si própria para não se auto-destruir. Por exemplo, a mentalidade liberal igualitarista da socialista Isabel Moreira nunca entenderá que os horrores modernos que a ela repugnam são o [lado do] avesso das falácias que ela admira.