¿Mortos vacinados? “Pimenta no cu dos outros é chupa-chupa!”

Até 5 de Junho de 2021, morreram na União Europeia 13.867 pessoas em consequência de reacções negativas às vacinas do COVID-19 (já não falando em cerca de 1,5 milhões de reacções adversas registadas às vacinas — e isto, praticamente em seis meses de toma das vacinas, o que significa que, até ao fim do corrente ano, vamos ter cerca de 30.000 mortos por causa das vacinas.

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Naturalmente que, para você, caro leitor, que já levou com a vacina e não lhe aconteceu nada:

— “Pimenta no cu dos outros é chupa-chupa! 30 mil mortos são danos colaterais! Morte aos negacionistas fassistas trumpistas católicos!”.

O Coronavirus ou “vírus da China” foi fabricado por um laboratório chinês

No dia 11 de Março de 2020, escrevi aqui o seguinte, acerca do vírus chinês:

“A ideia propalada pelos me®dia, segundo a qual o vírus da China é originário de um mercado de animais vivos da cidade chinesa de Wuhan, não passa de uma narrativa (de uma estória) semelhante a qualquer outra. A verdade é que, na referida cidade, existe o único laboratório biológico de segurança de nível 4 (BSL–4) em toda a China.

A probabilidade de o vírus da China ter tido origem no laboratório da cidade Wuhan é (pelo menos) tão credível como a narrativa jornaleira da probabilidade do mercado de animais.”

No dia 31 de Março de 2020, escrevi o seguinte:

“Estas descobertas científicas permitem afirmar que o vírus da China não é um simples vírus: é uma arma biológica de origem chinesa — 40 variantes de um mesmo vírus, e apenas em um território minúsculo como é a Islândia, indiciam engenharia humana.”

Cerca de um ano depois, os factos dão-me razão (pelo menos, em grande parte). O que era considerada uma “Teoria da Conspiração”, passou a ser parte da realidade objectiva.

Kant é essencial para salvar a ciência e a ética, em relação ao niilismo do pós-modernismo

O Ludwig Krippahl escreve aqui um texto que rebate (ou contradiz) a ideia segundo a qual

“a ética é uma palhaçada, porque, enquanto os objectos de estudo [da ciência] continuariam a existir quer existissem humanos ou não, os valores morais não existem sem sujeitos”.

Ora, o que o Ludwig Krippahl está a contraditar, são exactamente os princípios filosóficos que regeram o advento da modernidade — Francis Bacon, Hobbes (principalmente), e Descartes. Continuar a ler

O progresso animal na nossa política

MOÇÃO APRESENTADA NO CONGRESSO DO P.A.N.

“Precisamos de transitar para um novo modelo de Ser Humano: um modelo que nos faça descer do pedestal em que nos colocámos e nos devolva ao lugar de onde nunca deveríamos ter saído: sermos uma entre muitas espécies existentes num planeta vivo”.

Via


A nova assembleia da república, segundo o PAN.

JORNAL DO FUTURO web


“Onde houver culto e/ou veneração dos animais, haverá sempre sacrifícios humanos”

(G. K. Chesterton)

Por baixo da “casca de cebola” do Bloco de Esquerda, está o Mário Tomé

Por detrás dos sorrisos da palhaça, está um partido sinistro que tem o Mário Tomé na comissão política.

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Hannah Arendt tinha razão quando se referiu à analogia da “casca de cebola” nos partidos totalitários. O Bloco de Esquerda é o partido totalitário UPD em actualização.

A definição de “politicamente correcto”

“Os Coxi estiveram a trabalhar por todos nós – pelo nosso direito a um espaço público um pouco mais salubre, menos infectado pelo racismo e pelo oportunismo de vigaristas políticos. Graças a esta família, o nosso ambiente fica um pouco mais saudável e a nossa política menos indigna.”

→ frase do comunista Rui Tavares (respigada aqui)




Definição de “politicamente correcto”

O politicamente correcto é uma doutrina promovida por uma minoria ilógica e desfasada da realidade, radicalmente propagandeada pelos me®dia sem escrúpulos, que defende o princípio segundo o qual é perfeitamente possível agarrar um cagalhão pela sua parte mais limpa.

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