O filho-de-puta do papa Chico

“Pope Francis trotted out a scene from the 11th-century French epic poem La Chanson de Roland this week to prove Christians have tried to convert Muslims by the sword, just as Muslims have done to Christians.”

Pope cites French epic poem to “prove” Christianity is as violent as Islam


O filho-de-puta do Chico cita um poema épico (e secular) extraído da Chanson de Roland para (alegadamente) demonstrar que o Cristianismo é tão violento quanto o Islão.

O cabrão do Chico não distingue aquilo que é intrínseco às duas religiões — ou seja, não distingue aquilo que é a base da religião, que no Islão é o Alcorão, e no Cristianismo são os quatro Evangelhos sinópticos — daquilo que foram as várias interpretações políticas e seculares ao longo do tempo.

Por isto (entre outras razões) é que o Chico é um grande filho-da-puta.

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Acerca do porreirismo do José Mário Branco

estaline-gajo-porreiro-webNão me interessa saber se o JMB era um gajo porreiro ou não; provavelmente era um gajo porreiraço, dentro ambiente  do Nacional-porreirismo que governou Portugal desde o 28 de Abril de Troca-O-Passo.

Há quem diga que Estaline era um gajo porreiro nas suas relações privadas; assumo que sim, que Estaline era um gajo porreiríssimo e que até gostava de crianças. Gajos porreiros como o JMB só não se transformaram em “mini-estalines” porque não lhes surgiu a oportunidade para tal.

Eu conheci gajos porreiros em Moçambique, que depois da tomada do Poder absoluto pela Frelimo em 1975, militaram no partido único e se transformaram em autênticos filhos-de-puta. A minha experiência diz-me que o grau de porreirismo de um gajo é independente do seu potencial de filha-da-putice.


A propósito do porreirismo do JMB, dedico duas citações do ex-comunista Edgar Morin a este e a estoutro, como seguem:

« O marxismo, que relativiza a moral dos outros, situa-se no plano da ética absoluta quando denuncia os crimes capitalistas e imperialistas. Assim, a ideologia coloca-se num trono auto-cêntrico, no lugar da Terra no sistema de Ptolomeu, no lugar do Sol no sistema de Copérnico. Torna-se o centro de referência absoluto».

→ Edgar Morin (“Pour sortir du XX siècle”, 1981)


« (…) a lógica do liberalismo político leva-o a tolerar ideias ou movimentos que têm como finalidade destruí-lo. A partir daí, perante a ameaça, o liberalismo está condenado, quer a tornar-se autoritário, isto é, a negar-se ― provisória ou duradouramente ― a si mesmo, quer a ceder o lugar à força totalitária colocada no poder por meio de eleições legais (Alemanha, 1933) »

→ Edgar Morin (Idem)

Para os que justificam a filha-da-putice em potência do JMB por causa da sua (dele) arte, aconselho a leitura deste artigo.

Gente perigosa controla a nossa cultura

A Raquel Varela tem que “crescer e ser adulta, em vez de viver de emoções fáceis”.

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Não existe qualquer possibilidade de se construir uma sociedade perfeita (o paraíso na Terra, ou a imanentização do éschatos), a não ser na mente revolucionária do tipo de pessoas psicóticas como a Raquel Varela.

Na cabeça da Raquel Varela, a culpa de todo o Mal já não é do Diabo (que, alegadamente, já não existe): o mal passou a ser “culpa do capitalismo” (que é o novo diabo).

Ou o Mal já não é a “ausência do Bem” (como defendeu, por exemplo, positivamente, S. Tomás de Aquino): para a Raquel Varela e para os seus confrades utopistas, o Mal é a ausência da sociedade utópica, tornada real por uma plêiade gnósticos modernos que controla a nossa cultura.

Temos aqui, chapado, o romantismo gnóstico que marcou o processo revolucionário moderno (desde Montaigne até Karl Marx, passando por Rousseau e os seus amigos jacobinos).

Para a Raquel Varela, a sociedade utópica que ela imagina é isenta de mal: não há, nessa sociedade utópica da Raquel Varela, mulheres que tentam o infanticídio dos filhos “por causa do capitalismo”.

Esta gente (do tipo da Raquel Varela) concebe a Natureza Humana, de tal forma que lhe seja possível a coacção total por parte do Estado, no sentido da limitação (a bel-prazer das elites gnósticas) das vontades egoístas de cada indivíduo — porque se “a culpa é do capitalismo”, a ausência do capitalismo elimina automaticamente a culpa que possa existir em relação às falhas da sociedade utópica engendrada em pleno delírio interpretativo.

Por isso é que a Raquel Varela continua a fazer de conta que não existiram mais de 100 milhões de vítimas da utopia romântica socialista, e só no século XX. É isto que nós temos, alcandorada a líder de opinião na televisão do Estado.


Há mais de dois mil anos, Jesus Cristo (referindo-se às crianças, vítimas de violência) constatou aquilo que a Raquel Varela não consegue ver:

“ É inevitável que haja escândalos, mas ai daquele que os causa! Melhor seria para ele que lhe atassem ao pescoço uma pedra de moinho e o lançassem ao mar, do que escandalizar um só destes pequeninos.” »

— (S. Lucas, 17, 1 – 2).

Em qualquer tipo de sociedade, haverá sempre mulheres (ou homens) que pratiquem o infanticídio; “é inevitável”, porque faz parte do avesso minoritário da Natureza Humana. O problema é o de saber como a sociedade deve lidar com este tipo de fenómenos, se os reprime ou tolera — e  independentemente de a sociedade ser “capitalista” ou outra coisa qualquer.

Torna-se legítimo limpar o sebo ao monhé

« António Costa prepara o assalto final aos portugueses que ainda trabalham e produzem alguma coisa nesta chafarica: o orçamento de estado de 2020 englobará as rendas de imóveis e de capital (juros, acções, etc.) no IRS, de modo a aumentar os escalões de quem paga impostos e a agravar os que incidem já sobre esses rendimentos.»

O Assalto Final

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