Uma revolução científica

Sempre ouvi dizer que as mutações virais são mais benignas do que as estirpes que lhes deram origem.

Porém, aconteceu uma revolução copernicana na ciência actual: pela primeira vez, ouço, nos me®dia, “especialistas” a afirmarem que a mutação “Omicron” pode ser mais virulenta do que as estirpes anteriores do COVID-19.

Estamos sempre a aprender.

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A necessidade de um Tribunal de Nuremberga 2.0

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Membros dos me®dia (jornalistas) que mentiram e enganaram o povo alemão (por exemplo, o jornalista Julius Streicher), e que apoiaram o genocídio perpetrado pelos nazis, foram condenados à forca pelo Tribunal de Nuremberga entre 1945 e 1948 — assim como foram enforcados médicos e enfermeiras que participaram em experiências médicas com seres humanos utilizados como cobaias.

Variante Omicron do Covid19: não acreditem nos me®dia !

A “nova” variante do COVID-19 a que a OMS (Organização Mundial de Saúde) chamou de “Omicron”, foi descoberta em primeiro lugar no Botswana em quatro pessoas que tinham sido duplamente vacinadas contra o COVID-19, segundo informação do próprio governo daquele país. 

Não acreditem nos jornalistas — que são autênticos criminosos! — que dizem que se trata de uma variante “causada pelos não-vacinados”.

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Momento “Pacheco Pereira”: na Alemanha, só pode ser eutanasiado quem tiver a vacina COVID-19 em dia

Por um segundo, pensei estar a ler um artigo do José Pacheco Pereira na revista Sábado:

A associação alemã da eutanásia emitiu um comunicado informando que os doentes terminais que peçam a eutanásia terão que ter as vacinas COVID-19 em dia.

Ou seja, os doentes eutanasiados têm que morrer cheios de saúde. O Pacheco Pereira não diria melhor!

Vivemos em um tempo deslumbrante!

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Depois das vacinas COVID-19, passa a ser normal aos desportistas morrer em campo com AVC (apenas nos últimos seis meses). Informem o burro Pacheco!

1/ o dançarino profissional (33 anos) Santo Giuliano sofre um ataque cardíaco depois de ser vacinado.

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2/ o jogador de futebol americano Jalen Leavey morre em campo depois de ser vacinado.

3/ o jogador de futebol americano Tirrell Williams morre em campo depois de ser vacinado.

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4/ o jogador de futebol nigeriano Okafor Kelechi morre depois de ser vacinado.

5/ jogador de futebol inglês Lee Moses morre em campo depois de ser vacinado.

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6/ o jogador de futebol americano Stephen Sylvester morre depois de sofrer um AVC em campo, depois de ser vacinado.

7/ o jogador de futebol americano Emmanuel Antwi morre depois de sofrer um AVC em campo, depois de ser vacinado.

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8/ o futebolista argentino Sergio Aguero abandona o futebol depois de um AVC em campo, depois de ter tomado a vacina COVID-19.


Vejam a lista completa (mais de 50 casos em apenas 6 meses!) aqui (ler em PDF).

Enviem esta lista para o burro Pacheco Pereira.

A “formação de massa” covideira é diabolicamente para-totalitária

Hannah Arendt explicou bem a diferença entre “ditadura” (por exemplo, a de Salazar), por um lado, e “totalitarismo” (por exemplo, o comunismo e/ou o nazismo), por outro lado.

Em 2010, escrevi o seguinte:

“Na radical atomização da sociedade que é apanágio dos totalitarismos, não existe o “deserto político” das ditaduras vulgares (como a de Salazar ou de Franco em Espanha), nas quais ficava claro que os interesses e mundividência do tirano se opõem, e se impõem pela força, aos interesses e mundividências de uma maioria;

no totalitarismo, existe, em vez disso, uma ilusão de liberdade, dando a ideia generalizada de que a vida cultural e política não tem origem em uma força coerciva imposta pelas elites, mas antes que surge da espontaneidade social radicalmente atomizada.

O totalitarismo convence as pessoas de que não vivem em um sistema totalitário.”


O cidadão comum da Alemanha nazi (ou da ex-URSS, no início da revolução) tinha a sensação de viver em liberdade; o regime totalitário convenceu-o de que ele era “livre”, por um lado, e por outro lado ele tinha a sensação de que as decisões políticas do regime nazi tinham claramente como objectivo o “bem colectivo”.

Esta ilusão de liberdade, própria dos regimes totalitários (e não das “ditaduras”, propriamente ditas), é paradoxal.

O processo começa, em primeiro lugar, com uma ideologia; e depois, com a imposição, na cultura antropológica — através dos me®dia — de uma narrativa política que se caracteriza por uma determinada interpretação delirante da realidade.

Chamamos a este processo de estruturação primordial do totalitarismo de “formação de massa1 .

TOTALITARISMO-VOEGELIN

Qualquer tipo de “formação de massa” tem como origem a inculturação de um determinado medo do futuro, ou mesmo de aterrorização das massas através da propaganda dos me®dia. Na Alemanha nazi, o papel do ministro da propaganda (Joseph Goebbels), por intermédio dos me®dia, foi de crucial importância na afirmação totalitária do movimento político nazi.

Através da disseminação social do medo (mais ou menos difuso), a ideologia encontra invariavelmente o seu objecto de repúdio, o seu bode expiatório ou inimigo social (o objecto do medo). Mediante a descoberta desse bode expiatório (por exemplo, os judeus na Alemanha nazi), então o medo desaparece, e o cidadão sujeito à “formação de massa” tem agora uma resposta para o seu medo que lhe transmite um novo sentido de solidariedade social: a culpa (dos males da sociedade) é dos judeus, ou dos não-vacinados.

Em um regime totalitário (com a “formação de massa”), à medida em que as vozes dissidentes são eliminadas ou se calam voluntariamente, as massas começam a cometer atrocidades em nome da “solidariedade” e do “bem colectivo”. Em nome do “bom interesse colectivo”, surge o epíteto ideológico de “negacionista” propalado pelos me®dia criminosos.

Com a “formação de massa”, vai paulatinamente desaparecendo a racionalidade e o espírito crítico (a irracionalidade volta a estar na moda) em circulação na sociedade.

Este fenómeno de rarefacção da racionalidade explica o facto, por exemplo, de o “intelectual” José Pacheco Pereira defender publicamente a segregação social dos não-vacinados — mesmo sabendo que a vacinação não impede a infecção e transmissão do vírus! O rei francês Luís IX (por exemplo), visitava os leprosos nos seus leitos de morte, não temendo a infecção e dando um sinal claro de fomento de uma civilização; em oposição a Luís IX, o José Pacheco Pereira defende a barbárie.

A irracionalização da sociedade, conseguida por intermédio de uma difusão agressiva, sistemática e me®diática do medo, torna as pessoas intolerantes em relação aos “relapsos da ideologia” vigente: a dissidência ideológica deixa de ser permitida pela “formação de massa”.

E as elites, buscando um Poder absoluto, não se podem permitir que os indivíduos que compõem a “formação de massa” acordem da hipnose colectiva em que se encontram — porque se o povo acordar, poderá constatar as perdas imensas que a ideologia das elites causou na sociedade. Através do estudo da História, verificamos que os organizadores de uma qualquer “formação de massa” são invariavelmente eliminados fisicamente pelo povo que acorda do torpor hipnótico causado pela respectiva ideologia.


Notas
1. Conforme definido pelo psicólogo francês Matthias Desmet. Aqui, o conceito de “massa” deriva do conceito de “homem-massa”, de Ortega y Gasset.

O que a Polícia Judiciária encontrou no estádio do FC Porto é muito anormal

slb2Durante as buscas mandatadas pelo juiz lisboeiro que nasceu nas Beiras (outro parolo que emigrou para Lisboa), a Polícia Judiciária encontrou documentação histórica considerada anormal na tradição portuguesa, a ver:

  • 2 taças dos Campeões Europeus
  • 2 taças da Liga Europa
  • 1 Supertaça Europeia
  • 2 Taças Intercontinentais

Perante estes factos, a Polícia Judiciária teve que recorrer à Interpol para conseguir interpretar os referidos achados, e espera que o juiz lisboeiro que nasceu nas Beiras dê ordem de arresto aos objectos encontrados.

Kyle Rittenhouse foi absolvido

Eu fui expulso do Twitter porque coloquei uma mensagem a defender a inocência de Kyle Rittenhouse em função de um vídeo que tinha visto, e ao abrigo da lei americana que permite o porte-de-arma e a legítima defesa.

Kyle Rittenhouse foi absolvido pela Justiça americana de qualquer crime, mas eu fui definitivamente banido do Twitter.

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