O aquecimentismo dos oceanos : “é como se explodissem cinco bombas atómicas por segundo”, dizem eles

Os me®dia portugueses (vulgo “meios de comunicação social”) são acríticos: copiam as notícias dos seus senhores que são os donos do mundo e da plutocracia globalista. Quando lemos uma “notícia” nos me®dia portugueses, estamos a ler uma narrativa política imposta pelos senhores do mundo.

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Por exemplo, esta “notícia” no Diário de Notícias é igualzinha a esta outra que saiu no “The Times”. Porém, vejamos o que diz o sítio oficial do “novo estudo científico”:

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“De acordo com o estudo, em 2019 a temperatura dos oceanos é superior em 0,075º centígrados à média de 1980 a 2010”.

Ora, um eventual aumento médio de 0,075 graus centígrados dos oceanos é de uma grandeza que não é cientificamente mensurável.

Quando dizem que “a temperatura dos oceanos é superior em 0,075º C à média de 1980 a 2010” → estamos no campo da teoria, e não no campo da experimentação.

Só a pseudo-ciência (cientismo)  pode considerar esta tese como como sendo “ciência” propriamente dita — a não ser que o aquecimentismo tivesse aderido à física quântica; e, neste caso, já vale tudo.

O pânico moral da nova Inquisição esquerdista

politicamente correcto gráfico webO António Balbino Caldeira (ABC) é o exemplo do pânico moral imposto pela Esquerda: a reacção à censura de opiniãoqualquer que seja o tipo de opinião, desde que não coincida com os cânones do politicamente correcto do esquerdalho — é de pânico: tal como a vítima da velha Inquisição, o ABC jura a pés juntos que “não é racista”.

Uma das consequências do pânico moral que a Esquerda instituiu é a de que o cidadão tem que provar a sua inocência: é a chamadainversão do ónus da prova”; não são os censores que têm que provar a culpa do acusado: é o próprio acusado que tem que provar que é inocente (neste caso, que não é “racista”) 1.

Foi o que fez o António Balbino Caldeira com esta lengalenga, em que ele jura “que não é racista” — tal como a súplica do condenado à fogueira ou à forca, no tempo em que os acusados tinham que provar que estavam inocentes.

Mas não lhe adianta muito: o novo tribunal do santo ofício, coordenado pelos plutocratas globalistas em aliança tácita com os caciques locais radicais de Esquerda, já lhe colou o rótulo. Perante a acusação que o incrimina automaticamente, só resta ao ABC enfiar a carapuça e sair de cena, entrar no anonimato. De nada lhe adianta chorar baba e ranho e de pedir perdão pelo pecado que não cometeu.

O que há de mais pérfido no governo dito “democrático” de Esquerda, é que consegue ser pior do que uma ditadura: é um regime de Silêncio que se verga a uma pretensa “Tolerância” Tirana.

Adenda: aconselho a leitura deste artigo da Helena Matos no Observador (ver aqui em PDF).


Nota
1. A plataforma mais livre, do ponto de vista da liberdade de expressão, é o Twitter.


Porém, convém dizer que quem cesura o ABC no FaceBook (como já me censuraram também; não tarda muito e o ABC será apodado de “Radical de Extrema-direita) é português: embora com o patrocínio do FaceBook nos Estados Unidos, os censores do FaceBook em Portugal são portugueses. São militantes políticos esquerdistas que actuam no Facebook.

YouTube cancelou a minha conta

stalin-yt-webjpgO YouTube cancelou a minha conta alegando que esta tinha “conteúdo sexual explícito”; naturalmente que essa alegação é absolutamente falsa, embora eu não possa demonstrar a falsidade do argumento porque a conta já não existe.

A verdade é que o meu canal tinha conteúdos “politicamente reaccionários” — vídeos expondo e denunciando a Esquerda. Já há muito tempo que o canal vinha sendo alvo de censura por parte de censores brasileiros do YouTube — os censores brasileiros ocupam-se de quase todos os conteúdos em língua portuguesa do YouTube.

Por ser de Direita, o canal foi cancelado. Esta é a verdade.

Vivemos numa “cultura de cancelamento” (“cancel culture”), em que as multinacionais e os plutocratas globalistas se aliam tacitamente ao internacionalismo militante da Esquerda radical, e impõem massivamente a censura da opinião.

Eu abri nova conta em http://bit.ly/2sbCiJd .

“Racismo” não é sinónimo de “existência de raças”

Ele há um tipo de politicamente correcto que, não sendo monopólio da Esquerda, tem um medo da Esquerda que se péla. É o caso do politicamente correcto vindo do António Balbino Caldeira.

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Uma das características do politicamente correcto é a negação da realidade; é olhar para a realidade e negá-la: por exemplo, quando se nega a existência de “etnias antropo-biológicas” (vulgo “raças”). É o caso do António Balbino Caldeira : nega a existência de raças. É uma expressão do politicamente correcto.


Antes de mais, vamos definir “racismo” (quando definimos uma coisa, o politicamente correcto foge a sete pés!):

“Racismo” é a doutrina  ou teoria  segundo a qual existe uma hierarquia entre raças, e vontade de preservar a “raça superior” de qualquer cruzamento.


orgulho-racista-webA afirmação da superioridade de uma raça ou de um povo é justificação, a partir deste axioma na definição supracitada, para o pretenso direito à dominação de outros grupos ou raças considerados como inferiores.

Para o politicamente correcto em geral, a diferença é sinónimo de hierarquia; e numa sociedade igualitarista extremada, até a Não-esquerda pretende negar a objectividade de qualquer diferença que não pertença à subjectividade da pessoa — ou seja: “as diferenças subjectivas existem; as objectivas não existem”; o império (politicamente correcto) da subjectividade erradica o mundo objectivo.

O problema do politicamente correcto da Não-esquerda é que confunde (ou mistura) a diferença (ou seja, a existência objectiva de raças diferentes), por um lado, com o racismo e/ou a xenofobia, por outro lado.

Ou seja, reconhecer a evidência da existência objectiva de raças, não é sinónimo racismo — ao contrário do que o ABC parece pensar.

Por exemplo, olhar para um chinês da Manchúria e para um dinamarquês descendente dos Vikings, e afirmar que “não existem raças” é puro delírio interpretativo. É claro que existem raças. Mas o ABC parece dizer que não: “não existe qualquer diferença entre um chinês e um dinamarquês” (parece dizer ele): “a aparente diferença é pura ilusão de óptica!”

O ABC faz lembrar o Groucho Marx : “¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?!”.

Ora a diferença entre raças (na espécie humana) não significa necessariamente que uma determinada raça (em termos gerais) seja superior a outra raça qualquer (a definição de racismo). Esta confusão entre “diferença”, por um lado, e “hierarquia”, por outro lado, é uma característica da influência do marxismo na cultura da Não-esquerda a que pertence o ABC.

A contrição do Anselmo Borges “Pachamama”

“O diálogo entre os comunistas e os católicos tornou-se possível desde que os comunistas falsificam Marx e os católicos deturpam Cristo”

→ Nicolás Gómez Dávila


papa-chico-montagem-webO Anselmo Borges “Pachamamalamenta aqui que “o marxismo não seja [hoje] um guia para quase ninguém”; e que, por isso, “há um grande vazio” e que “o que agora existe é uma grande inesperança/desesperança”. E quando o marxismo era um guia para muita gente — diz o Anselmo Borges “Pachamama” — “havia futuro: era uma sociedade que, apesar dos problemas, tinha futuro e tinha projectos de longo alcance”.

Por outro lado, o Anselmo Borges “Pachamama” critica ferozmente o passado histórico [da Europa], e faz o elogio da utopia futurista dos “amanhãs que cantam” — confundindo a utopia da imanência do Escathos  com o próprio Deus :

«Aquele Deus de quem o teólogo Karl Rahner disse que é “o Futuro Absoluto”, Futuro de todos os passados, Futuro de todos os presentes, Futuro de todos os futuros, na consumação e plenitude da existência de todos os homens e mulheres de todos os tempos»

O católico progressista/moderno — da laia do Anselmo Borges “Pachamama” — fala de “dimensão histórica” do cristianismo a fim de perverter a historicidade da sua origem, reduzindo-o à imanência de múltiplas metas históricas. “Reino de Deus”, no léxico progressista do Anselmo Borges “Pachamama”, é o sinónimo eclesiástico de “reino do homem”.

Neste contexto, a diabolização do passado [europeu] significa, para o Anselmo Borges “Pachamama”, a reificação de um futuro perfeito constituído pela construção do paraíso na Terra, e que passa pelo resgate do marxismo.

Enquanto isto não acontece — enquanto o marxismo não for resgatado —, “aquilo a que chamamos o progresso é [este] um vendaval”. Ou seja, — segundo o Anselmo Borges “Pachamama” — o progresso [seja o que isso signifique] só faz sentido [estético e ético] se emoldurado pelo marxismo.


O Anselmo Borges “Pachamama” remata o seu [dele] textículo da seguinte forma:

«A crise do nosso tempo manifesta-se essencialmente no esquecimento e obturação das grandes perguntas, decisivas, perguntas metafísico-religiosas

anselmo-borges-web¿E o que é que o Anselmo Borges “Pachamama” defende para remediar a situação da tal “crise metafísica” (para além de lamentar a decadência do marxismo)?

  • Defende a marxização do Cristianismo, por exemplo através da substituição da doutrina milenar da Igreja Católica pela Nova Teologia (e pela Teologia da Libertação);
  • defende a imanentização do Cristianismo, retirando-lhe a transcendência (ou atribuindo à transcendência uma função meramente secundária);
  • defende a redução da religião à matéria (seja o que for o que “matéria” signifique) e a politização da religião, ao mesmo tempo que critica aquilo a chama “política reduzida aos negócios” (como se a política pudesse ser, em qualquer tempo, coisa diferente);
  • defende a redução dos mistérios da doutrina da Igreja Católica — de Niceia e/ou de Calcedónia — a simples teorias metafísicas.

“Os tontos que antes criticavam a Igreja Católica, agora dedicam-se à sua reforma.”

— Nicolás Gómez Dávila

Corrida de São Silvestre em Espanha

perspectivas

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