O cínico Paulo Rangel

Fulano toma uma determinada posição ética ou moral. E, face a essa atitude de Fulano, há sempre quem pergunte: “¿o que é que ganhas com isso?”.

Trata-se de uma falácia (falácia da interrogação): quem faz a pergunta parte do princípio (ad Hominem) de que a posição ética ou moral de Fulano não é genuína, e que implica apenas algum tipo de ganho político ou material.

Holanda: uma achega à reacção de Costa: «este padrão de táctica diplomática em Costa não é inédito. Em Junho, ele também garantiu “à cidade e ao mundo”, que, com a sua veia europeia, havia entronizado Timmermans como Presidente da Comissão – o que faria dele um influente “king maker”. Resultado: isso simplesmente não aconteceu e o espanhol Sánchez, que até aí o acompanhara, abandonou-o sem dó, para “sacar” para a Espanha o Alto Representante para a Política Externa.» (Paulo Rangel)

A ideia de Paulo Rangel é a de que António Costa toma qualquer tipo de posição pública — ética, moral ou política — para “ganhar alguma coisa com isso”. Como escreveu Óscar Wilde, Paulo Rangel tem a mundividência de “um cínico que sabe o preço de tudo e o valor de nada.”

O Coronavirus ou “vírus da China” é uma arma biológica

«Researchers at DeCode genetics have found 40 mutations of the coronavirus in Iceland alone; one individual had been infected by two variants at the same time.»

Iceland has good and bad news about the Coronavirus

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Investigadores descobriram que o chamado “vírus da China” sofreu (pelo menos) 40 mutações, e apenas na Islândia. Cada mutação do vírus corresponde a uma estirpe, ou a uma subespécie do vírus (variantes). Descobriram também que uma pessoa islandesa foi infectada simultaneamente por duas estirpes (duas variantes) do vírus da China.

Estas descobertas científicas permitem afirmar que o vírus da China não é um simples vírus: é uma arma biológica de origem chinesa — 40 variantes de um mesmo vírus, e apenas em um território minúsculo como é a Islândia, indiciam engenharia humana.

Imaginem a quantidade de variantes que o referido vírus pode assumir em um país com a população dos Estados Unidos… !

Há dias escrevi aqui o seguinte:

“A probabilidade de o vírus da China ter tido origem no laboratório (biológico) da cidade Wuhan é (pelo menos) tão credível como a narrativa jornaleira da probabilidade do mercado de animais.

Eu não tenho dúvidas nenhumas acerca do seguinte: o regime comunista chinês — ao contrário do regime russo, construído sobre uma sociedade de tradição cristã — não tem qualquer pejo em sacrificar milhões dos seus próprios cidadãos para causar um qualquer dano ao Ocidente.

Nós não devemos ver a China com os olhos da tradição cristã ocidental: a mente chinesa funciona de modo diferente da nossa.”

Para os dirigentes do Partido Comunista chinês, a morte de alguns milhões de chineses é um pequeno dano colateral na actual guerra fria contra os Estados Unidos.

O que disse o comunista Daniel Oliveira acerca de Jair Bolsonaro

É inacreditável como o comunista Daniel Oliveira continua a ser patrocinado pelo globalista (e Bilderberger) Pinto Balsemão que é, por sinal, o fundador do Partido Social Democrata.

No vídeo abaixo e em directo num programa da SICn, o referido comuna afirmou que “não lamentaremos morte de Bolsonaro por Coronavirus”.

Há coisas que podemos dizer num blogue, como é o meu caso; mas será difícil justificar que se digam num programa de televisão com audiência nacional.

Eu defendo aqui veementemente a ideia segundo a qual – à semelhança de milhões de portugueses — eu não lamentaria a morte do Daniel Oliveira, por Coronavirus ou por outra razão qualquer; e vou mais longe: eu até patrocinaria a morte dele, e contribuiria activamente para as festividades fúnebres que se seguissem a um tão fausto acontecimento.

O cinismo do aproveitamento político da crise do covid19 por parte dos socialistas

Chateia-me o facto de a Esquerda (que inclui o PSD e o CDS de Assunção Cristas) andar há uma década a tentar aprovar os Eurobonds (ou seja, a comunhão socialista das dívidas nacionais dos países da zona Euro), e não o tendo conseguido, aproveitam agora a crise humanitária do covid19 para o conseguir. É de um cinismo próprio de filhos-de-puta.

Com os Eurobonds, um país (como é o caso da Holanda) que tenha uma dívida pública, digamos, de 50% do PIB — e segundo o que os governos socialistas de Portugal, Espanha e Itália pretendem — passará a ser co-responsável pelos desmandos despesistas dos governos socialistas da União Europeia com despesas públicas superiores a 100% do PIB (no caso de Itália, a coisa já anda perto dos 200% do PIB).

Compreendo muito bem a razão por que o Reino Unido se pirou da União Europeia !

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Não obstante a filha-da-putice socialista, concordo com a forma — mas não com o conteúdo — da reacção do socialista António Costa em relação às declarações do ministro holandês.

A forma do discurso de António Costa, contrasta com a forma do discurso de Passos Coelho — e aqui discordo da Helena Matos: Passos Coelho humilhou-se a ele próprio e ao país, ajoelhando-se perante os tigres de papel da União Europeia.

A genuflexão política (de Passos Coelho) é intolerável!

Nenhum país é perfeito, e Portugal tem com certeza os seus defeitos; mas não temos que aturar os flatus vocis de um qualquer ministro de um país que já foi uma colónia espanhola.

Em 2009, a gripe suína matou mais de meio milhão de pessoas, e nenhum país parou

Distinção entre vontade e interesse próprio

Um leitor escreveu:

“certa vez um amigo me fez a seguinte afirmação: “Toda pessoa age por interesse. Isso é um axioma!”.

Eu concordo que a maioria das pessoas age por interesse. Logo não seria um axioma.

O que você poderia falar sobre essa questão?”


Um exemplo de um axioma, na geometria plana: “duas rectas encontram-se, ou não (neste último caso, são rectas paralelas).

Ou seja, é um axioma a proposição segundo a qual “duas rectas se encontram”; mas também é um axioma  que “duas rectas não se encontram” (as rectas paralelas).

O axioma não exige quetodas as rectas se encontrem, ou não se encontrem”.

Portanto, também podemos considerar axiomática (também é axioma) a proposição segundo a qual “a maioria das pessoas age por interesse”.


O problema é saber o que é “interesse” — porque se é verdade que toda a gente age por interesse (interesse = vontade do indivíduo), temos que distinguir “interesse” enquanto vontade, por um lado, de “interesse próprio”, por outro lado.

“Nem toda a gente age sempre por interesse próprio”; esta proposição também pode ser considerada axiomática.

Esta gente tem que ser erradicada / eliminada de Portugal

Esta gente é parte activa do governo de António Costa; esta gente contribui decisivamente para a feitura das leis de Portugal.

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Quando os idosos com covid19, provenientes de lares de terceira idade, são enviados para o hospital militar do Porto (que tem as condições mínimas e precárias de acolhimento), esta gente defende a nacionalização de hospitais privados de luxo para acolher criminosos!

Reparem como esta gente diz que os reclusos criminosos são “prisioneiros” — utilizam a linguagem militar, em que o “prisioneiro” é consequência de uma guerra, e não de uma actividade criminosa.

O Lumpemproletariado é a essência da estratégia de acção política desta gente.

Não existem pontos de contacto ideológico entre o bom-senso e o senso-comum nacional, por um lado, e esta gente, por outro lado.

Não podemos continuar a conviver com esta gente. Esta gente está a destruir o nosso país.

Esta gente tem que ser eliminada — física- e espiritualmente.
Esta gente está a mais, em Portugal.