Um idiota chamado Francisco Camacho

o idiota camacho webToda a gente sabe que o iberismo foi sempre (desde meados do século XIX) um ideário da Esquerda (por exemplo, Saramago), por um lado, e da maçonaria irregular, por outro lado — se bem que uma certa Esquerda, e a maçonaria irregular, justapõem-se.

Fernando Pessoa escreveu bastamente sobre o iberismo defendido também pelos revolucionários esquerdistas e maçons da 1ª república portuguesa.

E ¿não é que vem um idiota jornaleiro (de seu nome, Francisco Camacho) afirmar que o iberismo é defendido por aqueles a quem ele chama de “conservadores”?!

Salazar apoiou Franco na guerra civil espanhola — não porque Salazar fosse iberista, mas porque Franco combatia os iberistas da Esquerda espanhola.

Ora, pelas mesmas razões por que aquele avejão diz que o CHEGA é iberista ao aproximar-se do VOX espanhol, a avantesma irá dizer que o Salazar era iberista por se ter aproximado de Franco…

O comentário político anda muito fraquinho… e quando não têm argumentos contra o CHEGA, inventam-nos — e a tal ponto que até o Ministério Público, que deveria manter-se neutral do ponto de vista partidário, assume posições políticas públicas contra o partido CHEGA.

Não me venham dizer que isto é “simples coincidência”

miss england 2021miss ireland 2021miss france

A elite cria propositadamente os problemas; e depois invoca a necessidade de restrição da liberdade política para os resolver.

Seria absolutamente impensável — impossível! — que uma mulher da minoria branca, por exemplo, na África do Sul, pudesse ser nomeada “Miss África do Sul”; não há sequer a possibilidade política de se abrir uma excepção.

Porém, na Europa, o critério das elites políticas é exactamente o contrário: uma mulher que não seja branca está condenada a ser Miss Qualquer Coisa.

Ou seja, a mulher europeia, que pertence à maioria étnica e autóctone, tem vindo a ser desprezada pelas elites políticas globalistas que defendem a substituição populacional na Europa.

É este tipo de discriminação politicamente correcta que incentiva o potencial recrudescimento do racismo na Europa: o sentimento generalizado de injustiça.

Por isto é que as elites actuais (incluindo a Marine Le Pen, em França) defendem um Estado todo-poderoso e para-totalitário, com fortes restrições à liberdade política dos indivíduos: primeiro, a elite cria propositadamente os problemas, e depois invoca a necessidade de restrição de liberdade política para os resolver.

“Um louco é alguém que perdeu tudo, excepto a razão” → (G. K. Chesterton)

“Fonseca e Castro foi suspenso pelo Conselho por manifestar-se nas redes sociais contra a pandemia e depois de interromper um julgamento por o procurador e o funcionário judicial se terem recusado a tirar as máscaras, no Tribunal de Odemira.

Fonseca e Castro começou por exigir que todos tirassem a máscara para se identificarem. “Com as caras tapadas não sei quem são”. Contrariados, acederam. Um dos conselheiros ainda ripostou, dizendo ao juiz que podia consultar o seu nome no site do CSM.”

o juiz Rui Fonseca e Castro enfrentou os seus carrascos sem medo

A propósito de “uma certa casa de Bruxelas onde se pratica “bondage” e S&M”

No mundo gay, e bastas vezes, o “bondage” e o sadomasoquismo são o prato do dia.

casa de Bruxelas onde se pratica bondage

Naturalmente que o José Magalhães não tem provas do que afirmou — e daí as suas (dele) manobras de diversão. Porém, como diz o povo português, “não há fumo sem fogo”. Ou, como diz o povo em Espanha, “que las hay, las hay!”.

João Bidé não faz por mal: é apenas estúpido

Eu não acredito que o João Bidé aja propositadamente para prejudicar o seu próprio país. Acontece que o João tem um QI inapropriado para o exercício da função presidencial, por um lado, e por outro lado, é estúpido.

Segundo Cipolla (As Leis Fundamentais da Estupidez Humana), pessoas que julgámos, à primeira vista, serem inteligentes e racionais, muitas vezes revelam-se de uma estupidez atroz (1ª lei).

Por outro lado, a probabilidade de uma pessoa ser estúpida é independente de qualquer outra característica dessa pessoa (2ª lei). A estupidez é natural, endógena. Uma pessoa é estúpida da mesma forma que é, por exemplo, loura e de olhos azuis, ou que pertence a um determinado grupo sanguíneo ― ou outra característica física específica. Existem estúpidos entre pobres e ricos, entre letrados e analfabetos, e a proporção de estúpidos é semelhante em todos os grupos sociais.

A lei de ouro (a 3ª lei): uma pessoa estúpida é aquela que causa danos a outra pessoa ― ou a um grupo de pessoas ― sem que tenha algum beneficio com a sua atitude, e inclusivamente correndo o risco de sair prejudicada em resultado dos seus actos. Ora, isto define o João Bidé em todo o seu esplendor!

O estúpido é a pessoa mais perigosa que existe (5ª lei).

Ou, conforme confidenciou Barack Obama acerca do João Bidé: “Não subestimem a capacidade que o João tem de f*der esta merda toda!”

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Jacinda Ardern, a Primeira-ministra socialista da Nova Zelândia

Depois de um ataque islâmico contra seis pessoas, em um supermercado na capital da Nova Zelândia e em que três pessoas ficaram em estado graveJacinda Ardern, a Primeira-ministra socialista da Nova Zelândia, mostrou-se preocupada com as eventuais represálias do povo em relação ao Islamismo e aos islamitas.

Esta senhora interpreta, na perfeição, a ideia de politicamente correcto que defende o princípio segundo o qual é perfeitamente possível agarrar um cagalhão pela sua parte mais limpa.

«…Asked about concerns of a backlash against New Zealand’s Muslim community, Ardern said it “would be absolutely wrong” to “direct any frustration at anyone beyond this individual.”

“What happened today was despicable. It was hateful, it was wrong, it was carried out by an individual, not a faith, not a culture, not an ethnicity, but an individual person who was gripped by ideology that is not supported here by anyone or any community.”»

Em resumo: a ideia (da senhora) é a seguinte: “não há nada no Islão que incentive ou apele à morte dos infiéis”. Só quem não leu o Corão pode ter esta ideia.

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O Anselmo Borges, o Queiruga, e a galinha que nasceu primeiro que o ovo

1/ A propósito deste texto (ler em PDF) do “padre” Anselmo Borges: discordo totalmente do seu ponto 2., por exemplo.

“Assim, como escreve A. Torres Queiruga, na estrutura íntima do processo religioso não se interpreta o mundo de uma determinada maneira porque se é crente ou ateu, mas é-se crente ou ateu porque a fé ou a não crença aparecem ao crente e ao ateu, respectivamente, como a melhor maneira de interpretar o mundo comum””

Ou seja, o Anselmo (e o Queiruga) têm a certeza de que “quem nasceu primeiro foi a galinha, e não o ovo”.


Depois, o Anselmo implica (ou defende) a absolutização da subjectividade no processo de interpretação do mundo: se vês o mundo de uma forma ou de outra, deve-se exclusivamente à interpretação que fazes dele, e que pode ser diferente da interpretação do teu vizinho.

(pergunto-me muitas vezes como é que este indivíduo é professor universitário de filosofia)

Há limites para o Construtivismo (a construção do mundo por nós, enquanto indivíduos); e o principais limites são o da intersubjectividade, por um lado, e o pensamento lógico, por outro lado.

Ou seja, a “realidade para nós” (a realidade construída por nós, indivíduos) tem os limites impostos pela intersubjectividade (ou, mutatis mutandis, “objectividade”) e pelos axiomas da lógica (que não são físicos). A “realidade para nós” (a subjectividade) não é (metaforicamente) uma auto-estrada sem limite de velocidade — a não ser no mundo louco dos esquerdistas (e gnósticos) como o do Anselmo Borges.

Cada indivíduo vive a sua vida a partir de uma determinada cosmovisão que nunca é resultado de uma reflexão racional.

Através da citação supra, o Anselmo Borges (e o Queiruga) eliminam o conceito de “interpretação pré-racional” — que é aquela que existe antes de o indivíduo pensar/reflectir que “a interpretação racional que tem do mundo, é a melhor”.

A “interpretação pré-racional” é uma hipótese de fundo não-reflectida (não racionalizada) sobre o sentido da vida e sobre o valor das coisas: cada indivíduo vive a partir de uma determinada cosmovisão que nunca é resultado de uma reflexão racional.

Se alguém vive a sua vida segundo a ideia de que a vida não obedece a nenhum valor superior, ou quando alguém goza a vida sem quaisquer limitações físicas e/ou éticas, ou assume que a vida não tem qualquer sentido, ou de que tudo depende do ponto de vista que se assume — então esse alguém também já fez uma interpretação pré-racional da existência.

Neste sentido, é mais verdadeiro que se diga que “interpretamos o mundo de uma determinada maneira porque se é crente ou ateu”, do que dizer que “é-se crente ou ateu porque a fé ou a não crença aparecem ao crente e ao ateu, respectivamente, como a melhor maneira de interpretar o mundo”.

Ou seja, é mais verdadeiro (baseados na experiência) defender o oposto do que é defendido pelo Anselmo Borges.


2/ Estou parcialmente de acordo com o ponto 1. do texto do dito “padre”: a Igreja Católica deveria abster-se, dentro do possível, de citar as cartas deuteropaulinas — como é o caso da Carta de S. Paulo aos Efésios.

As chamadas epístolas “deuteropaulinasnão foram escritas por S. Paulo, a ver:

Efésios, Colossenses, 2 Tessalonicenses, 1 Timóteo, 2 Timóteo, Tito.

As que não fazem parte desta lista foram mesmo escritas por S. Paulo. Porém, mesmo nas que se demonstrou terem sido escritas por S. Paulo, existem as chamadas “interpolações”, como por exemplo em 1 COR 14, 34-35 — ou seja, esta passagem de Coríntios 1 não é de S. Paulo.

As “interpolações” têm origem em notas marginais que os monges escribas, mais tarde e já na Alta Idade Média, incorporaram no próprio texto, inserindo-as em alguns casos em um determinado lugar, e noutros casos, noutro lugar.