


Chama-se a isto um “spin”. O Daniel Oliveira, enquanto um dos mais activos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, é especialista em “spins”:
Vamo-nos habituando aos “spins” do Daniel Oliveira — por exemplo quando ele escreveu que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista são partidos social-democratas, na medida em que (alegadamente) “têm programas social-democratas clássicos” (!).

Não me admiraria nada que, na opinião do Daniel Oliveira, a culpa da saída vergonhosa dos Estados Unidos do Afeganistão fosse atribuída a Donald Trump.
“Se a elite política mente sistematicamente, a consequência não é a de que passas a acreditar nas mentiras, mas, em vez disso, ninguém já acredita seja no que for.
E isto porque as mentiras sistemáticas, por sua própria natureza, sofrem constantes mutações; e uma elite mentirosa tem que reescrever a História constantemente.
E se o cidadão já não acredita no discurso político das elites, não pode ter opinião — fica destituído não só da sua capacidade de acção, mas também da sua capacidade de pensar e ajuizar. E, com um povo nestas condições, a elite pode fazer o que quiser.”
→ Hannah Arendt, em entrevista ao escritor francês Roger Errera (1974)
Pelo menos aqui, no norte de Portugal, é vulgar o ápodo desagradável de “safardana” (porém, é preciso ter muito cuidado com os “crimes públicos” outorgados pelo Ministério Público).
“Safardana” sofreu uma evolução semântica, a partir de “sefardita” — da mesma forma que “madraço” (que significa preguiçoso, ocioso, vadio) refere-se a alguém que frequenta (ou frequentou) uma Madrassa (um madraçal islâmico, ou mesmo até o ISCTE).
“Rapport Herland : L’Inde poursuit le scientifique de l’OMS Soumya Swaminathan : L’Inde est à l’avant-garde pour ce qui est de demander des comptes à l’OMS. L’Indian Bar Association (IBA) poursuit désormais le Dr Soumya Swaminathan, scientifique en chef de l’OMS.”
A Índia acusa a “cientista” da OMS (Organização Mundial de Saúde), Soumya Swaminathan, de assassínio em massa.
É assim que se manifesta a tolerância repressiva do Totalitarismo de Veludo.
Pode ser que o Ferro “se ferre”. Nunca se sabe… “a tudo se chega enquanto a vida dura”, e tudo dura enquanto a morte não chega…

É neste “tom” que a imprensa peruana celebra a morte de Abimael Guzmán, o chefe histórico do Sendero Luminoso e genocida inveterado.

Já na imprensa portuguesa, por exemplo, o jornal Público (o jornal dos herdeiros de Belmiro de Azevedo) publica uma respeitosa notícia acerca da morte de um “revolucionário”.
O partido radical marxista alemão Die Linke utiliza cartazes em língua árabe para as próximas eleições legislativas no dia 26 de Setembro, na Alemanha.
Les bons esprits se rencontrent… é a aliança entre o Karl Marx e o Maomé.

Uma avantesma que fez da democracia aquilo que quis. Desrespeitou o voto do povo. Tivemos um radical marxista como presidente da república. Não me deixa nenhuma saudade.
