O multiculturalismo dá muito jeito à Esquerda

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O multiculturalismo dá muito jeito para matar judeus que a Esquerda gostaria de matar mas não pode, porque lhe fica mal.

Por outro lado, quanto mais e maiores diferenças culturais existem em uma determinada sociedade, mais o Estado tem que intervir na sociedade para impôr uma disciplina que reprima a “inclusividade” das diferenças.

A luta contra o terrorismo islâmico é inseparável da luta que a sociedade tem travar contra a Esquerda.

Aproxima-se a Singularidade Islâmica, na Europa

mulher islamica em inglaterra kodachrome webO que se está a passar neste momento na localidade de Torre Pacheco e na cidade de Barcelona, em Espanha; em Paris, França; em Londres e em Birmingham, no Reino Unido; e em Dublin, na Irlanda — é o prenúncio da prevalência da Singularidade Islâmica na Europa.


Em matemática, uma “singularidade” é o ponto em um determinado domínio de uma função (matemática) no qual o valor da função se torna indefinido. Em uma singularidade típica, a função “aponta para o infinito”, ou seja, na área em torno da singularidade, o valor da função aumenta à medida em que este se aproxima daquela ― quanto mais próximo da singularidade, maior é o valor; quando o valor chega à singularidade, torna-se infinito.

Em lógica, a singularidade aponta para o absurdo de uma função.

Na astrofísica, o buraco-negro é também referido como uma “singularidade”. Quando a matéria de uma estrela em fim de vida é comprimida para além de um terminado ponto ― conhecido como “raio (radius) de Schwarzchild”―, torna-se impossível a alguma coisa escapar à sua gravidade, produzindo um ponto de massa de uma “densidade infinita”.

Na singularidade, as leis da Física deixam de ser aplicáveis.


Quando a comunidade islâmica imigrante, em um país europeu de tradição cristã, chega a uma determinada percentagem da população total desse país — por exemplo, 10% da população total — surge um fenómeno a que podemos chamar de “singularidade islâmica”, e torna-se impossível a sociedade escapar à sua força centrífuga, produzindo um ponto de massa social e cultural de densidade infinita.

A Singularidade Islâmica aproxima-se da Europa. Quem não quer ver, é cegueta.

Jaime Nogueira Pinto vendeu-se ao sistema globalista

É com alguma perplexidade que eu vejo o Jaime Nogueira Pinto vendido ao sistema globalista, denunciando “ignorantes”, como é o meu caso, que alegadamente “não sabem distinguir entre o Islamismo e o Jihadismo”.

Existe uma certa Direita que acredita ainda no conceito de  “excepcionalidade do povo português” no contexto soberano actual da União Europeia, conceito esse emanado do Estado Novo, e que até uma certa Esquerda (por exemplo, Agostinho da Silva) actual perfilhou ou ainda adopta: a ideia segundo a qual a invasão islâmica na Europa terá consequências diferentes em Portugal do que está a ter no resto da Europa — transformando o cidadão português em uma espécie de “super-homem”, imune às consequências da imigração islâmica em massa. Pura estupidez.

Atrevo-me a dizer que o Jaime Nogueira Pinto não leu o Alcorão; ou então é mentiroso, ou está comprado pelo sistema político actual. Quiçá, está a proteger interesses familiares inconfessos (a família tem muito peso).

Eu li o Alcorão, da frente para trás e vice versa (em língua inglesa); portanto, parece-me que é o Jaime Nogueira Pinto que é o “ignorante”. E li também alguma coisa dos Hadiths. Jaime Nogueira Pinto não resistiria 5 minutos a uma discussão comigo sobre o tema do Islão.

Se o Jaime Nogueira Pinto diz que “não existe Jihadismo no Alcorão”, então ele é ignorante.

É uma pena que estejamos a assistir à emasculação politicamente correcta de alguém que foi uma referência da Direita em Portugal.

Os jornaleiros obedecem acriticamente aos donos globalistas

Selwan-Majd-webEu sinto nojo dos jornalistas, em geral; são parte de uma casta ontológica inferior, agentes do embrutecimento da população, que têm como única função enganar os povos do mundo. São agentes da decepção, do ludibrio, do mal.

Na cidade francesa de Annecy, um imigrante sírio esfaqueou crianças num parque infantil. Imediatamente saiu a “notícia” no Diário de Notícias que o imigrante era cristão. A seguir, esta “notícia” foi secundada por outros me®dia, incluído o Observador. O Polígrafo calou-se.


Porém, a verdade é que o imigrante sírio em causa é, de facto, muçulmano, e chama-se Selwan Majd:

“L’assaillant serait un réfugié syrien nommé Selwan Majd…

Il a prétendu qu’il s’appelait Abd El-Messih Hanoun, mais son vrai nom est « Selwan Majd », un réfugié d’Al-Hasakah au nord de la Syrie.

Il s’était rendu en Turquie avec de faux papiers où il a fait la connaissance d’une touriste suédoise et lui a fait croire qu’il était un musulman converti au christianisme.”

Le terroriste d’Annecy serait un Syrien musulman nommé Selwan Majd…

Entretanto, a mensagem falsa propalada pelos me®dia passou na opinião pública, silenciando a verdade. Mais uma vez, a mentira venceu; até um dia…

O silêncio ruidoso e hipócrita da Esquerda em relação à repressão política talibã brutal em relação às mulheres no Afeganistão

mulheres afegas web

Mensagens clandestinas e nocturnas de mulheres afegãs, nas paredes de Cabul: “Não reconhecemos o governo talibã”. “Queremos liberdade”. “Somos seres humanos”.

Um bom maomerdano viola uma mulher enquanto reza a Alá

allahu-goat-webImaginem um cristão medieval a rezar um Pai-Nosso e duas Avé-Marias enquanto violava uma mulher. E, à medida em que a violação sexual se prolongava no tempo, aquele bom cristão da Idade Média passava a rezar o Terço enquanto “montava” a vítima.

Eu não tenho conhecimento de que alguma vez isto tivesse acontecido no mundo da cristandade. O cristão normal sabe que a violação sexual é um mal intrínseco — fisicamente e espiritualmente.


Mas, para o Islamismo (caracterizado por uma endogamia milenar que reduziu drasticamente o QI médio da população) , a violação de uma mulher é um acto bom, comandado por Alá:

« A survivor of a Muslim rape gang in the UK has said that her rapists would quote the Qur’an to her, and believed their actions justified by Islam.

On another occasion, Muslim migrants in France raped a girl and videoed the rape while praising Allah and invoking the Qur’an. In India, a Muslim gave a Qur’an and a prayer rug to the woman he was holding captive and repeatedly raping. And the victim of an Islamic State jihadi rapist recalled: “He told me that according to Islam he is allowed to rape an unbeliever. He said that by raping me, he is drawing closer to God…He said that raping me is his prayer to God.” In India, a Muslim kidnapped and raped a 14-year-old Hindu girl, and forced her to read the Qur’an and Islamic prayers. In Pakistan, another Christian woman recounted that her rapist was also religious: “He threw me on the bed and started to rape me. He demanded I marry him and convert to Islam.»

France: Muslim who quoted Qur’an while raping his victim

No Islão, quem viola uma mulher é considerado um santo.

O Corão é bem explícito: as suras 4:3, 4:24, 23:1-6, 33:50, 70:30, entre outras, incitam os Maome(r)danos a violarem mulheres para se transformarem em santos.

Naturalmente que, para a Esquerda, pelo facto de eu criticar a santificação da violação das mulheres, por parte dos Maome(r)danos, passo imediatamente a ser classificado de “racista”, “xenófobo” e “islamófobo”.

O Islão é uma barbárie

O Islamismo não é uma religião propriamente dita: em vez disso, é um princípio de ordem política; o Islamismo é uma ideologia política.

Cabul Afeganistao 1970 web

afeganistao decada de 1970 webEstas fotos são da década de 1970, quando o Afeganistão experimentou uma determinada autonomia em relação ao Islão.


Um aviso ao monhé das cobras: a imigração islâmica deve ser banida; e os políticos que incentivarem e promoverem a imigração islâmica devem ser punidos, no futuro, com penas pesadas de prisão (e as penas deverão ser aplicadas retroactivamente). monhe-das-cobras-web

A pergunta do "Polígrafo" : “¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?!”

A imagem, em baixo, foi respigada no Adamastor; mostra uma comparação entre o que se passou, no dia 13 de Maio, no santuário de Fátima e no campo do Martim Moniz, em Lisboa.

Portanto, nós vemos, verificamos in loco; mas segundo o “Polígrafo”, os nossos olhos são mentirosos.

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Agora, caro leitor, imaginem que a Igreja Católica adquiria o hábito de ocupar sistematicamente, por exemplo, a praça do Rossio (em Lisboa) para as suas celebrações religiosas semanais: teríamos a Esquerda a berrar, e a pedir ao governo para enviar a polícia de choque “contra os reaccionários”; mas tratando-se dos parceiros da Aliança entre Marx e Maomé, nem o “Polígrafo” se inibe de sair em defesa deles.

Allauhakbar !

Nota: A frase “¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?!” é de autoria de Groucho Marx; a política portuguesa transformou-se em uma anedota.