Os dinamarqueses são fassistas

fodenocu webCamaradas!

Os dinamarqueses andaram a vasculhar as estatísticas e chegaram à conclusão de que o custo da imigração não-europeia é de 5 mil milhões de Euros por ano. 

denmark immigration web

Camaradas!

Não devemos vasculhar as estatísticas, porque é anticientífico. A única coisa que podemos vasculhar é a História, para a virar ao contrário!

Em oposição aos fassistas dinamarqueses, temos em Portugal um primeiro-ministro e um ministro da administração interna que são progressistas, porque defendem a imigração em massa de não-europeus, incluindo muçulmanos — o revela, de facto, uma intenção de construir um mundo melhor, à moda do papa Chico.

imigração um futuro melhor web

Camaradas católicos!

Temos que seguir as ideias do papa Chico e denunciar os fassistas dinamarqueses que andam a vasculhar as estatísticas. Como diz o papa Chico: “as estatísticas não dão de comer”.

Os camaradas do Comité Central do nosso partido estão solidários com as ideias do papa Chico e com o clero católico, contra os fassistas dinamarqueses que querem poupar um míseros tostões por ano restringindo a imigração muçulmana, e adoptando uma postura política contra a diversidade cultural.

Abaixo os fassistas dinamarqueses! Viva o Kosta! Viva a Isabel Moreira! Viva o Cabrita! Viva Karl Marx! Viva o António Gramsci! Viva o papa Chico!

A diversidade é a nossa força! A luta contínua! Allahu Akbar!

diversidade-islamica-web

Bruxelas está entregue à bicharada islâmica

Hoje, a verdade acerca do que se passa no mundo é censurado pelo Twitter e pelo FaceBook — ter contas no FaceBook (e no Instagram, que vai dar no mesmo) ou no Twitter serve apenas para confraternizar e/ou “engatar”: qualquer facto (verdadeiro e verificável) que contrarie uma determinada mundividência globalista, é imediatamente censurado.

A alternativa é, de facto, o GAB (o GETTR também censura algumas opiniões). Ou seja: um jornalista que se preze, ou um cidadão consciente, têm contas no GAB. bruxelas-video-web

Por exemplo, vemos aqui um vídeo que jamais (em tempo algum!) passaria no FaceBook ou Twitter; um vídeo que demonstra como a polícia de Bruxelas (a cidade capital da Bélgica e da União Europeia) já não controla as ruas da cidade, onde os Maomedanos fazem praticamente o que querem.

É isto que o CHEGA pretende evitar em Portugal — uma vez que temos um primeiro-ministro que se identifica com a imigração maomerdana.

Jacinda Ardern, a Primeira-ministra socialista da Nova Zelândia

Depois de um ataque islâmico contra seis pessoas, em um supermercado na capital da Nova Zelândia e em que três pessoas ficaram em estado graveJacinda Ardern, a Primeira-ministra socialista da Nova Zelândia, mostrou-se preocupada com as eventuais represálias do povo em relação ao Islamismo e aos islamitas.

Esta senhora interpreta, na perfeição, a ideia de politicamente correcto que defende o princípio segundo o qual é perfeitamente possível agarrar um cagalhão pela sua parte mais limpa.

«…Asked about concerns of a backlash against New Zealand’s Muslim community, Ardern said it “would be absolutely wrong” to “direct any frustration at anyone beyond this individual.”

“What happened today was despicable. It was hateful, it was wrong, it was carried out by an individual, not a faith, not a culture, not an ethnicity, but an individual person who was gripped by ideology that is not supported here by anyone or any community.”»

Em resumo: a ideia (da senhora) é a seguinte: “não há nada no Islão que incentive ou apele à morte dos infiéis”. Só quem não leu o Corão pode ter esta ideia.

jacinda ardern web

Iniciou-se a esterilização dos autóctones de Portugal

A esterilização em massa da sociedade portuguesa dará razão ao Monhé das Cobras, que defende a ideia segundo a qual é necessária a imigração em massa e, se possível, islâmica.

Estamos a assistir, ao vivo e a cores, à vitória das teses de Pinto Balsemão (e dos seus [dele] amigos de Bilderberg), que afirmou (na SICn, na primeira década do século XXI, aquando do segundo referendo do aborto) que “se Portugal tivesse metade da população, seria um país melhor”.

Porém, a nova tese “progressista” é a de que nem sequer se deve tolerar a existência de uma metade autóctone da população: é necessário arranjar um outro povo (imigrantes), se possível com um QI médio de 50 para que seja (pensam eles) mais facilmente manipulável.

marine-le-pen-imigra-web

O Islão é uma barbárie

O Islamismo não é uma religião propriamente dita: em vez disso, é um princípio de ordem política; o Islamismo é uma ideologia política.

Cabul Afeganistao 1970 web

afeganistao decada de 1970 webEstas fotos são da década de 1970, quando o Afeganistão experimentou uma determinada autonomia em relação ao Islão.


Um aviso ao monhé das cobras: a imigração islâmica deve ser banida; e os políticos que incentivarem e promoverem a imigração islâmica devem ser punidos, no futuro, com penas pesadas de prisão (e as penas deverão ser aplicadas retroactivamente). monhe-das-cobras-web

O prometeanismo de Emmanuel Macron, o totalitarismo suave em França, e o abaixamento do QI da população

A França do Macron transformou-se em uma sociedade em que a elite política (a que está ligada a Macron) é presentista; tem o maior desprezo pelo passado (histórico), e revela (ironia do destino!) um sincretismo ideológico entre o globalismo neoliberal, por um lado, e o marxismo cultural, por outro lado (sinificação).

numeros-romanos-webTrata-se de um presentismo que vê no passado (na História) uma ameaça ao prometeanismo pós-religioso da sociedade que se pretende construir, controlada pelo globalismo neoliberal, em aliança tácita com uma certa minoria elitista, caceteira, autóctone e marxista.

Tanto os marxistas culturais como os globalistas (não confundir “globalismo” e “globalização”), acreditam que o mundo é feito pelo ser humano, e que nada lhe é dado, à partida. Esta ideia tem raízes em Francis Bacon.

Para o ser humano prometaico, o passado (histórico) não passa de uma colecção de crimes e de loucuras, e o mundo é a matéria-prima da conquista humana (futura) da perfeição — não existem limites para o destino/futuro do Homem, nem limites para a maleabilidade da Natureza Humana; e não existe uma dimensão trágica da vida humana.

Segundo a mente prometaica (que, basicamente, é, por assim dizer, uma versão alargada da mente revolucionária), o ser humano pode fazer, de si próprio, o que quiser e é, por isso, passível de se tornar perfeito; ou seja: partindo do pressuposto de que “o Homem é aperfeiçoável”, o prometaico conclui (ou infere) que “o Homem tem que se tornar perfeito” (trata-se de uma obrigação ontológica e moral que decorre de uma condição prévia).

Esta perfeição prometaica não é espiritual: é uma perfeição Hic et Nunc (aqui e agora), inerente ao mundo material (presentismo).

A libertação — para o prometaico Macron, por exemplo — é a conquista da felicidade imutável, permanente e total; em que os escolhos (culturais) provenientes do passado, e os inconvenientes existenciais (como, por exemplo, a morte, ou os conflitos inerentes à Natureza Humana) são banidos.

É o LIMITE, entendido no Absoluto Simples, que o prometaico rejeita — e não um qualquer pequeno “limite”, subordinado, e em particular.


paris-orleans-web

O prometeanismo é uma forma de totalitarismo. Ou melhor: é a actual forma de totalitarismo.

Basta ver o que se passa actualmente em França, com o Macron a querer impôr (utilizando a força bruta do Estado) à sociedade francesa um apartheid sanitário (o carneirismo covideiro).

É um forma de totalitarismo suave e orwelliano, travestido de “libertação” (através da opressão, dizem querer “libertar o povo”).

A ideia de “libertação”, vinda das elites políticas prometaicas, é a de um Homem pós-religioso totalmente liberto de todas as circunstâncias especificas e particulares — especialmente liberto em relação ao passado, de modo a poder ser livre para ser, ele próprio, um Ente Glorioso à face da Terra.

O objectivo da libertação prometaica do Homem é a de alimentar, no ser humano, a construção de um Ego sem quaisquer limites (ou limitações).

Em vez de investir na educação dos cidadãos, a sociedade macroniana, presentista, prometaica, pretende que o ignorante se sinta feliz e livre das amarras de um passado considerado “absurdo” e “inútil”.

Tanto o marxismo cultural, como a plutocracia globalista (de que o Macron é um representante eloquente), apostam fortemente na redução de QI médio das populações do Ocidente.

É neste contexto que a numeração romana foi banida dos museus do Louvre e de Carnavalet (os dois principais museus de França); por exemplo, “Luís XIV” passa a ser escrito (no museu) “Luís 14”; ou “século XVIII” passa ser escrito “século 18”.

Esta decisão, tipicamente macroniana, prometaica, pretende adaptar a Alta Cultura ao baixo QI do actual habitante de França que não percebe, por exemplo, por que razão o símbolo “III” significa “3”.

Nos últimos 30 anos, e com a imigração massiva, o QI médio em França tem baixado de uma forma assustadora. É estimado que os estudantes finalistas do ensino secundário francês actual tenham (em média) um nível de QI e conhecimentos semelhantes ao dos finalistas da escola primária em 1950.

Em vez de investir na educação dos cidadãos, a sociedade macroniana, presentista, prometaica, pretende que o ignorante se sinta feliz e livre das amarras de um passado considerado “absurdo” e “inútil”.

Une française de souche + En infödd svensk

Une française de souche

Os me®dia vem dizer que a senhora que pichou a Torre de Belém é “francesa”.

leila-lakel-web

Nenhuma destas duas senhoras teria liberdade de acção política nos seus países de origem. No entanto, ambas defendem a restrição da liberdade dos cidadãos autóctones dos diversos países da Europa.

Acontece que a senhora Leila Lakel nasceu na Argélia; desde logo, o argumento do “solo” não funciona a favor do atributo de “francesa” que os me®dia lhe dão; e muito menos funciona o argumento do “sangue”.

O caso de Leila Lakel é o exemplo acabado de que um imigrante dificilmente sentirá o país de acolhimento (ou a cultura europeia) da mesma forma que um cidadão autóctone sente o seu país histórico.

Existe, nesta senhora, ódio à Europa; ódio ao sucesso histórico da Europa, em contraponto ao fracasso enorme da cultura islâmica de onde ela é oriunda. Por isso é que o Islão e a Esquerda são aliados tácitos: ambos odeiam tudo o que a Europa significa e representa.

O Islão e a Esquerda vivem e alimentam-se de ódio.

En infödd svensk

O caso da senhora Nyamko Sabuni ilustra, de forma complementar, a ideia do poder político imenso granjeado pelas minorias imigrantes e anti-culturais, em uma Europa que vai perdendo as suas referências históricas.

sabuni-web

Esta senhora nasceu no Burundi e teve educação muçulmana (embora seja criticada por, alegadamente, ser anti-islâmica), e sabe-se lá por que razão, é a líder do partido liberal sueco (ainda iremos ver a Joacine “Vai-te Katar” Moreira a liderar partido IL – Iniciativa Liberal); e já se dá ao luxo de exigir a expulsão da Hungria cristã da União Europeia.

Nenhuma destas duas senhoras teria liberdade de acção política nos seus países de origem. No entanto, ambas defendem a restrição da liberdade dos cidadãos autóctones dos diversos países da Europa.

O Ministério da Imigração e quotas de trabalho para imigrantes

O partido político alemão “Die Gruenen” (Os Verdes) é classificado, pela Wikipédia, de “centro-esquerda” — trata-se da mesma teoria política que o (comissário político do Totalitarismo de Veludo) Daniel Oliveira defende quando diz que “o Partido Comunista é um partido social-democrata”.

Um dia destes, o Daniel Oliveira virá dizer que a Al Qaeda é composta por gente ideologicamente moderada que quer o bem da sociedade — o Daniel Oliveira traduz a definição de “politicamente correcto”: é a tentativa de pegar em um cagalhão pela sua parte mais limpa.

Ora, esse partido político alemão, alegadamente de “centro-esquerda”, defende a criação de um Ministério da Imigração; e defende a criação de quotas de trabalho para imigrantes.

ministerio-dos-imigras-web

Pergunto-me:

¿por que razão as elites ocidentais se viraram contra os seus próprios povos?!

Não vai tardar muito, e o Bloco de Esquerda (outro partido “social-democrata”, segundo o Daniel Oliveira) virá secundar os Die Gruenen para se criar um Ministério da Imigração em Portugal; a Esquerda actua como um vírus.

A agenda política da Esquerda (apoiada pelos ditos “liberais”, que de liberais já não têm nada) é contraditória nos seus próprios termos: por um lado, pretendem a abertura de fronteiras à imigração livre (ver o João Bidé nos Estados Unidos, que já importou mais de 1 milhão de imigrantes em apenas seis meses de 2021); ou seja, colocam deliberadamente em causa a própria noção de Estado-Nação; — mas, por outro lado, dizem-se “defensores da democracia representativa”.

Ora, a verdade, verdadinha, é que não é possível a existência de democracia representativa sem a prévia existência do Estado-Nação — foi, talvez, o único legado político positivo de Napoleão: a afirmação política do Estado-Nação.

Caro leitor: os filhos-de-puta de Esquerda (apoiados pelos liberais) estão a enganar os povos!

Por um lado, dizem que são os “democratas por excelência”; e por outro lado, pretendem abolir o Estado-Nação. O que eles pretendem é transformar o mundo à imagem da China — em uma aliança fascista entre a plutocracia globalista e a Esquerda autóctone e indígena de cada zona do globo.

Os filhos-de-puta (não têm outro nome!) estão a tentar acabar com a democracia representativa afirmando que “não há ninguém mais democrata” do que eles.