O bom racismo e o mau racismo

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Segundo a “elite” política de Esquerda, este é o bom racismo; o mau racismo é o que vem dos portugueses — este racismo é bom porque se baseia na Oikofobia e na lógica da tolerância repressiva, do marxista Herbert Marcuse.

Com este racismo contra os portugueses, o Monhé das Cobras não se preocupa — porque é o racismo bom. O monhé preocupa-se apenas e muito com o racismo mau dos filhos-de-puta dos portugueses indígenas.

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O ressentimento do brasileiro, em relação ao cidadão português, é patológico

O politicamente correcto diz que “não devemos generalizar” — mesmo quando a esmagadora maioria das inferências aponta no sentido da necessidade de generalização. Não nos esqueçamos que a ciência é feita de generalizações.

abel ferreira brasil

Porém, salvo raríssimas excepções, os brasileiros nutrem um ressentimento irracional em relação aos portugueses — ressentimento que Theodore Dalrymple tratou assim:

“Com um ressentimento cuidadosamente nutrido, um homem pode passar a vida a culpar outrem, ou toda a sociedade, pelos seus fracassos — o que lhe permite ser simultaneamente um fracasso e sentir-se moralmente superior ao mundo”.

O brasileiro ressentido sente-se superior ao mundo.

lula da silva treinador

Por exemplo, tivemos — durante cerca de 20 anos — em Portugal um CEO da TAP (Transportes Aéreos Portugueses) que é brasileiro, e nunca ouvimos ninguém criticá-lo por ser brasileiro; e há muitos casos de brasileiros com sucesso em Portugal que ninguém critica apenas por serem brasileiros.

O ressentimento brasileiro, em relação ao português, é absolutamente irracional.

E os portugueses devem tirar as devidas ilações desse ressentimento brasileiro — porque o politicamente correcto (leia-se, por exemplo, Marcelo Rebelo de Sousa) diz que que a “xenofobia” só é má se o cidadão português a praticar; mas se o ressentimento contra os portugueses é brasileiro, a Esquerda portuguesa fica muito feliz.


Nota: “generalizar” é praticar a variedade de indução ou de extrapolação que consiste em passar do singular, ou do individual, ao geral ou ao universal.

O psicopata Marcelo recusa a experiência

É espantoso como as “elites” politicamente correctas — por exemplo, o José Pacheco Pereira, ou o Marcelo — consideram que qualquer tipo de entrave à imigração desbragada é uma manifestação de “racismo”. A julgar por aqueles dois, qualquer tipo de disciplina ou critério na admissão de estrangeiros em Portugal, é “racismo” e “xenofobia”.

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Exmo. Senhor Marcelo:

Já estamos cansados de aturar V. Exª.!

Pergunte ao povo português — excluindo os militantes dos partidos que controlam o regime — o que pensa da imigração descontrolada. Quando a merda atingir a ventoinha, você já não vai estar disponível para ser julgado; mas a sua memória será vilipendiada, se Deus quiser!

A dignidade da pessoa humana” é a pata que o pôs, senhor presidente! A “dignidade da pessoa humana” também se aplica aos portugueses…. ¿entendeu?!, seu estafermo!

Temos um presidente da república que trabalha paradoxal- e afincadamente para a destruição da nação a que preside — porque, ao contrário do que ele diz, o problema da imigração desbragada não é principal- e propriamente de “raça”, mas antes é de “cultura”. A raça é apenas um epifenómeno.

Num momento em que os líderes de muitos países da Europa já reconhecem que o multiculturalismo não beneficia os seus países, temos um proeminente burro em Portugal que segue canina- e asininamente as instruções multiculturalistas da plutocracia globalista.

Diz, o asno, que “não se deve generalizar” — quando a ciência, por exemplo, é feita de generalizações baseadas em factos.

Quando os factos nos induzem em determinado sentido, devemos (sim!) generalizar! Não há uma só generalização sociológica que não pareça inadequada àquele que aspira a uma utopia, ou a quem tem intenções cobiçosas de glória e/ou dinheiro.

Portugal está a ser (literalmente) invadido por culturas diferentes da nossa, o que vai ter, a breve trecho, sérias repercussões na coesão social: é tempo de aprendermos com a experiência dos outros países da Europa — e não seguir as opiniões do psicopata Marcelo que, do alto da sua torre de marfim, se recusa a aprender com a experiência.

O filho-de-puta do monhé quer destruir Portugal

O monhé está a incentivar a actividade de tráfico humano proveniente de países hindustânicos e do Oriente Médio. Esta é uma das razões por que o monhé é um filho-de-puta — mas também porque a substituição populacional (ler em ficheiro PDF) é um desiderato pessoal do monhé que odeia o povo português.

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O monhé pretende transformar Portugal em uma espécie de Paquistão; e a classe política, em geral, padece de Oikofobia: “junta-se a fome com a vontade de comer” — e quem se f*de é o povo português.

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E não podemos esquecer o Marcelo, o pior Chefe de Estado português de todos os tempos; nem o Conde de Andeiro foi tão nocivo a Portugal.

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O Partido Socialista do monhé diz que a “substituição populacional portuguesa” é uma “Teoria da Conspiração racista”

Segundo o Partido Socialista do Monhé das Cobras (acolitado pelos me®dia corruptos), a tese da “substituição populacional portuguesa” por imigrantes é coisa de “racistas de extrema-direita”.

Alegadamente, trata-se de uma Teoria da Conspiração: a “substituição populacional” simplesmente não existe.

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A nacionalidade portuguesa está em saldo: já vale quase nada

Graças ao monhé-mor (o Grande Babush Monhé), a nacionalidade portuguesa está em saldo: basta passar ali pelo Largo do Martim-Monhés, em Lisboa, para constatar o facto de o monhé-mor ter mudado a lei da imigração para poder importar a monhezada toda…

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A nova lei do monhé-mor é anti-semita, o que revela a impressão digital do Bloco de Esquerda: os descendentes dos judeus sefarditas portugueses (expulsos por D. João II e por D. Manuel I), têm que demonstrar “provas de ligação efectiva e duradoura a Portugal”; mas os cidadãos dos PALOP, sem qualquer vínculo e/ou ligação a Portugal, têm as portas abertas a uma cidadania que já vale muito pouco. cidadania


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É isto que a aliança entre o IL (Iniciativa Liberal), e o Partido Socialista do monhé, pretende para Portugal

escravatura em serpa

“Cerca de duas centenas de imigrantes moldavos estarão a ser escravizados em Serpa, cidade do concelho de Beja. Além de trabalharem horas a fio sem condições, nem sempre auferem um salário. A remuneração, suspeita-se, estará a ser enviada para uma pessoa que se encontra fora do país.”

é disto que o IL (Iniciativa Liberal) gosta!