Quem semeia ventos, colhe tempestades

Walter Lübcke foi o político “conservador” e de “direita” alemão que afirmou (várias vezes) nos me®dia que “os cidadãos alemães que não gostam da imigração islâmica em massa são livres de abandonar a Alemanha” (ver vídeo).

Walter Lübcke apareceu ontem, morto, no jardim da sua casa, com um balázio na tola.

A Alemanha gastou mais em dois anos com os “refugiados” do que o empréstimo da Troika a Portugal

 

Quando, entre 2009 e 2012, Portugal necessitou de um empréstimo da União Europeia (leia-se, da Alemanha) para salvar a economia portuguesa e resgatar a Banca, os portugueses foram alvo de um chorrilho de insultos vindos da parte dos políticos alemães e dos seus acólitos do norte da Europa.

Germany spends record 23 billion euros on refugees

Ora, aproximadamente o montante que a Alemanha da Angela Merkel emprestou a Portugal (não foi dinheiro dado! Foi dinheiro emprestado com taxa de juro alta!), cerca de 23 mil milhões de Euros, foi gasto pela Alemanha só e apenas no ano passado (2018), com os chamados “refugiados” islâmicos amigos da Angela Merkel.

Já no ano de 2017, a Angela Merkel gastou 21 mil milhões de Euros com os “refugiados” Maome(r)danos — o que perfaz uma despesa de 44 mil milhões de Euros apenas nos últimos dois anos.

Ora, se os portugueses necessitassem de um empréstimo (não é dinheiro oferecido! Falo de empréstimo a juros!) desse valor, teríamos o ministro das Finanças da Alemanha a insultar os portugueses.

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A hipocrisia do CDS da execrável Assunção Cristas e do oportunista Nuno Melo

 

asscristas-mesquita1-webNuno Melo diz que o partido espanhol VOX “não é de extrema-direita” — tentando assim cativar os votos da população portuguesa que é contra a imigração em massa e descontrolada, contra a Ideologia de Género, contra a islamização da Europa.

Porém, por outro lado, o CDS liderado pela execrável Assunção Cristas defende a Ideologia de Género  — nomeadamente quando “alinha” com as iniciativas políticas gayzistas do Bloco de Esquerda, como é o caso desta iniciativa do CDS de Assunção Cristas em Lisboa.

Nuno Melo acaba (sem querer) por ter alguma razão: o VOX não é de extrema-direita: em vez disso, é o CDS que pertence à Esquerda; ou melhor dizendo: o CDS “fecha” a Esquerda à direita.

As posições dos partidos são relativas: quando o CDS da execrável Assunção Cristas “alinha” com as posições do Bloco de Esquerda no que diz respeito à Ideologia de Género, então segue-se que qualquer partido que se oponha à Ideologia de Género passa a ser de “extrema-direita”.

A estória da catedral de Notre Dame está muito mal contada pelos me®dia

O discurso político da Esquerda é uma fraude


A estratégia do Lula da Silva foi a mesma do Francisco Louçã (Bloco de Esquerda): afirmava que “morrem milhares de mulheres em Portugal por causa do aborto clandestino”, mas nunca explicaram qual era a fonte desse número indefinido .

Mas a verdade é que conseguiram enganar o povo português (com a ajuda da União Europeia), e agora essa mesma Esquerda pretende importar milhões de imigrantes africanos (carne para canhão) porque não nascem crianças portuguesas suficientes.

E o mesmo se passa em Espanha: será necessário importar 260 mil imigrantes por ano para compensar o aborto (utilizado como contraceptivo) e a baixa natalidade em Espanha.

Olho por olho, dente por dente (não há alternativa a isto, senão através de um totalitarismo)

 

Nunca ouvimos o turco Cerdogan criticar qualquer ataque terrorista islâmico contra os “cafres” na Europa. Jamais!. Mas quando aconteceu o ataque de hoje na Nova Zelândia contra os Maome(r)das, o turco Cerdogan veio amaldiçoar o perpetrador.

Os muçulmanos são como a perca africana: primeiro destroem o meio-ambiente em que vivem, matando todas as outras espécies de peixe; e quando só restam os da sua espécie, devoram-se uns aos outros.

Mas, ainda mais grave, é a atitude da classe política europeia em geral, e sobretudo a Esquerda. Quando aconteceu o ataque islâmico em Manchester contra crianças “cafres”, não vimos nem o Marcelo Rebelo de Sousa, nem a classe política portuguesa em geral, manifestar a sua repulsa nos canais de televisão: parece que a classe política europeia se resignou ao terrorismo Maome(r)das.

A classe política fala em “supremacia branca” quando se refere ao terrorista da Nova Zelândia, mas nunca se referiu à violência extrema do radicalismo Maome(r)das na Europa como sendo “supremacia islâmica”. Estamos entregues a uma classe política composta por filhos-de-puta.

Ora, esta dualidade de critérios por parte das elites ocidentais, perante a violência brutal do Maome(r)dismo, tem como consequência a radicalização de sinal contrário, tal como aconteceu hoje na Nova Zelândia. Mas ainda estamos no prelúdio deste processo político radicalizado — porque a crescente violência dos Maome(r)das na Europa vai implicar (mais tarde ou mais cedo) uma reacção radical dos “cafres” indígenas europeus.

Dutch professor integrate Muslims

A probabilidade de uma guerra civil na Europa é muito grande, porque é impossível a qualquer sociedade assimilar culturalmente pessoas oriundas de países islâmicos — a não ser que se institua na União Europeia um sistema totalitário do tipo chinês (sinificação), em que a repressão sobre os muçulmanos é brutal. Aliás, estamos já a caminhar para um totalitarismo na União Europeia.

Os muçulmanos são como a perca africana: primeiro destroem o meio-ambiente em que vivem, matando todas as outras espécies de peixe; e quando só restam os da sua espécie, devoram-se uns aos outros.

A ideia segundo a qual “o pluralismo e a diversidade de religiões é querida por Deus”, é directamente contrária à fé católica

 

1/

Este é um princípio decisivo para quem queira estar na religião/religiões com dignidade: Deus não precisa que O defendam; as pessoas sim. Porque é isso que Deus quer, o seu único interesse são as pessoas”.

O Anselmo Borges diz que “Deus não precisa que O defendam”, por um lado; mas, por outro lado, ele fala em defesa de Deus (“porque é isso que Deus quer, o seu único interesse são as pessoas”). O Anselmo Borges pretende fazer a defesa de Deus dizendo que “Deus não precisa que O defendam” — o que não é senão uma forma sinistra de o defender, mas de uma forma negativa.

O Anselmo Borges é uma contradição com pernas. O que me admira é que ninguém, dentro da estrutura eclesiástica da Igreja Católica portuguesa, tenha coragem de lhe fazer frente na praça pública.

2/

É claro que o Anselmo Borges vem fazer a defesa da visita do papa Chiquinho aos Emirados Árabes Unidos — um país que se rege pela lei islâmica da Sharia e que, por isso, pratica a pena-de-morte, e aplica o imposto da Jizya aos católicos. Mas estes factos insofismáveis, que demonstram que não existe reciprocidade nos países islâmicos, são escondidos da opinião pública em nome do marxismo cultural.

A ideia segundo a qual “o pluralismo e a diversidade de religiões é desejada por Deus” (ideia esta defendida pelo Chicão e pelo palerma Anselmo Borges), é directamente contrária à fé católica.

O pluralismo e a diversidade religiosas, entendidas exclusivamente em si mesmas e por princípio, são um mal — e por isso não podem ser desejadas por Deus. As ditas “religiões” que não incluem em si mesmas o conceito de Santíssima Trindade, são falsas religiões. Ponto final.

Neste sentido, podemos dizer que o Chico é um apóstata: ele pode ser aquilo que ele quiser, mas certamente não é um católico.

3/

A Igreja Católica segundo o Chico é assustadora, porque, por exemplo, não tem em consideração o conceito islâmico de Taqiyya. O Chico condena a Igreja à imolação no altar da lei islâmica (Sharia) — e isto em nome do “pluralismo”, “fraternidade”, “diversidade”, etc.

As pessoas (como o Anselmo Borges) têm fraca memória, e já se esqueceram do que aconteceu à Esquerda depois da revolução islâmica no Irão. A Esquerda iraniana aliou-se aos Aiatólas contra o Xá, e depois os islamitas assassinaram tudo o que mexia à esquerda. O mesmo irá acontecer com a Igreja Católica do Chicão.

Deus o leve mais cedo do que tarde, antes que cause mais alarde.

4/

O facto de haver liberdade (jurídica) de praticar uma determinada religião, não significa que eu seja obrigado a reconhecer ou a aceitar a ideia segundo a qual “todas as religiões são iguais” — aliás, este mesmo princípio é seguido pela lei islâmica nos Emirados Árabes Unidos, onde os católicos pagam um imposto específico pelo simples facto de serem católicos (Jizya).

Ora, é isto que o Chico defende (que as religiões são todas iguais), alegadamente em nome da Igreja Católica e contra a doutrina da Igreja.

Vemos em baixo um vídeo em que o francês Eric Zemmour explica o conceito de islamização de um determinado território. Mas, a julgar pelo Anselmo Borges (que segue o seu guru Chicozinho), a islamização da Europa é aceitável em nome do “pluralismo”, “fraternidade”, “diversidade”, etc..

É espantoso como o Anselmo Borges fala do Islamismo, quando parece objectivamente que ele nunca leu o Alcorão.

Só uma besta quadrada do calibre do Anselmo Borges (ou/e o Chico) pode afirmar que “as religiões são todas iguais”. De facto, não são!

 

A islamização crescente da cultura europeia

 

Marcus Franz, médico austríaco e ex-deputado ao parlamento da Áustria, diz que as raparigas austríacas (leia-se, “austríacas  brancas”) já começaram a usar o véu islâmico para evitar serem acossadas sexualmente na rua, ou ser mesmo violadas por imigrantes muçulmanos.