O vírus COVID-19 é um produto laboratorial chinês

Segundo a médica e bióloga investigadora chinesa Li-Meng Yan (que conseguiu fugir da China comunista e vive hoje nos Estados Unidos), o COVID-19 é um produto do laboratório biológico da cidade chinesa de Wuhan — o que, aliás, eu já tinha defendido aqui em Março p.p..

O vírus COVID-19 não existia na Natureza antes de ser criado laboratorialmente pela China.

Li-Meng Yang web


A ler :

Vou deixar a Igreja Católica

Aquilo que o Henrique Raposo escreve, ou/e as opiniões dele, valem zero absoluto. O que me surpreende é que o sítio da Rádio Renascença, dita “católica”, dê eco a opiniões de autênticos mentecaptos.

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Ontem o cardeal Müller afirmou (mutatis mutandis) o seguinte:

“Quando um papa tem uma opinião, e um cardeal (ou mais gente) tem opinião diferente, então aplica-se o princípio “in dubio pro Deo”: devemos então seguir as escrituras”.

E as escrituras contradizem a opinião da pessoa que ocupa o trono pontifício. Só nos resta agora deixar a Igreja Católica e abraçar a Igreja Ortodoxa.

Se os americanos não quiseram investir em Portugal, não podem agora reivindicar direitos de preferência

Quando o governo de Passos Coelho (2010 / 2011) quis privatizar a REN (Rede Eléctrica Nacional) e a EDP, nenhuma oferta credível foi feita a partir dos Estados Unidos (com excepção de uma oferta manhosa de uma EDGE FUND suspeita baseada em um OFF SHORE). Da União Europeia veio uma mão cheia de nada: ninguém credível se chegou à frente para comprar as referidas duas empresas portuguesas valiosas.

As únicas ofertas credíveis vieram da China: duas empresas que pertenciam ao Estado português passaram a pertencer ao Estado chinês.

marcelo-eua-webUma das razões por que Donald Trump foi eleito: Obama destruiu o capitalismo nos Estados Unidos — sendo que “capitalismo” não é a concentração da riqueza (de um país) em meia dúzia de plutocratas; isso é fascismo; ou, como escreveu G. K. Chesterton : “demasiado capitalismo não significa a existência de demasiados capitalistas, mas antes significa a existência de muito poucos capitalistas”.

Na Europa, o capitalismo (propriamente dito) foi destruído pela União Europeia, por duas vias: a primeira, o aumento desmedido das dívidas soberanas nacionais; a segunda, a espoliação dos capitais nacionais, ou seja, o favorecimento da fuga do capital nacional privado, dos diferentes países da União Europeia, para paraísos fiscais, devido ao aumento brutal de impostos.

O investimento (empresarial) dos Estados Unidos em Portugal é muito baixo; talvez o único país da União Europeia que tem recebido investimento americano considerável, é a Irlanda.

E as empresas americanas (em geral) não investem nos países da União Europeia porque, ou estão descapitalizadas (a descapitalização operada pela governança de Obama), ou as grandes empresas que não estão descapitalizadas estão nas mãos de uma dúzia de plutocratas “anti-Trump” que mantêm relações privilegiadas com o Estado chinês (Google, Microsoft, Amazon, Apple, etc.).

É neste contexto de “descapitalização do capitalismo” norte-americano que surge a eleição do “reaccionário” Donald Trump.

O problema é o de que duas das maiores empresas públicas portuguesas já foram vendidas à China. Ou seja, quem não “se chegou à frente” em 2011, não pode agora reivindicar direitos. Se os americanos não quiseram investir em Portugal em tempo de crise, não podem agora reivindicar direitos de preferência.

O Bloco de Esquerda diz que o Padre António Vieira foi um colonialista

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Há duas coisas que a extrema-esquerda (sob o manto de silêncio do Partido Socialista de António Costa, e dos intelectuais de merda da estirpe do José Pacheco Pereira) faz muito bem:

1/ uso e abuso da falácia de Parménides, que consiste em julgar o passado à luz de valores que estão neste momento na moda (o facto de estarem na moda não significa necessariamente que esses valores sejam positivos);

2/ a assunção do contra-factual histórico como sendo uma certeza, o que, no fundo, se resume à Teoria Crítica do marxismo cultural, que assume que a História deveria e poderia ter sido feita de outra maneira. E, para isso, a extrema-esquerda pretende “apagar” a nossa História e/ou destituir a nossa sociedade de uma memória histórica positiva. Trata-se de um projecto político totalitário à imagem de “1984” de George Orwell que escreveu:

“Quem controla o passado, controla…

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¿Substituição da população europeia?!!! É Teoria da Conspiração da extrema-direita fassista!!!

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Na Austrália, a Esquerda não quer que os carros do Estado sejam racistas

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Uma senadora da Esquerda australiana exige que os carros do Estado não sejam da cor branca, alegadamente (ver vídeo abaixo) porque “a cor branca reflecte o passado colonial”.

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A sanha da capital-do-império-que-já-não-existe contra o FC Porto

Na passada Segunda-feira, o FC Porto passou para o primeiro lugar no campeonato nacional, e imediatamente os poderes fácticos lisboetas se insurgem contra o clube, chegando ao ponto de revistar a casa de Iker Casillas.

Naturalmente que tiveram que dizer ao povo do norte que iriam fiscalizar “todos os clubes”: se assim não fosse, não conseguiriam disfarçar a sanha prepotente do poder centralizador da capital-do-império-que-já-não-existe.

O anacronismo actual do cuidado hospitalar, segundo o juramento de Hipócrates

A foto abaixo foi tirada em 1959 em um hospital público inglês; vemos, nela, um grupo de enfermeiras rezando, antes de iniciar o seu turno de trabalho.

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Esta foto é hoje um anacronismo — em um tempo em que (em alguns países) o Estado já pede ao pessoal hospitalar que mate os doentes.

Aliás, o acto de oração, retratado na foto, é (hoje) ilegal; é uma blasfémia contra o Zeitgeist: uma enfermeira que reze em serviço pode ser sujeita a processo disciplinar, porque, alegadamente, é um exemplo de “ódio” que pode ser participado às autoridades.

Em apenas 60 anos, a realidade reflectida naquela foto parece nunca ter existido; e para a dissipação daquela realidade contribuíram também os mentores católicos do concílio do Vaticano II, e os “teólogos” da estirpe do Anselmo Borges — os mesmos que vêm agora hipocritamente carpir contra a legalização da eutanásia patrocinada pelo Estado.