A dialéctica é fio dental no ânus do esquerdista

O estafermo Augusto Santos Silva, a propósito dos crimes dos ciganos, escarrou, do alto do seu púlpito, que “em Portugal não há responsabilidades criminais colectivas”.

A jornaleira Cristina Roldão alardeia, no pasquim Púbico, o fúfio argumento segundo o qual “os portugueses têm responsabilidade colectiva em relação aos crimes do colonialismo”.

A dialéctica do esquerdalho é assim: quando os exploradores desaparecem, os explorados dividem-se entre exploradores e explorados.

Seja de uma maneira, ou de outra, estamos sempre f*d*dos. É a dialéctica, idiota!

A Esquerda puritana, progressista e igualitarista, e o Princípio de Pareto

O Princípio de Pareto, baseado na observação empírica da realidade, constata que (mutatis mutandis) 80% dos efeitos derivam de 20% de causas. Wilfredo Pareto constatou, por exemplo, que 80% das terras em Itália pertenciam a 20% da população; ou que apenas 20% das ervilheiras do seu jardim continham 80% das ervilhas.
Hoje sabemos empiricamente, por exemplo, que 80% das vendas de uma empresa são realizadas em cerca de 20% dos clientes. Ou que 80% das reclamações recebidas em um empresa vêm de 20% dos clientes; ou que 80% dos lucros de uma empresa têm origem em 20% dos empregados; ou que 80% das vendas de uma empresa são realizadas por apenas 20% dos vendedores.

Portanto, a diferenciação produtiva é inerente à própria realidade empiricamente verificável.

A elite progressista e igualitarista de Esquerda (passo a redundância), não nega explicitamente a realidade constatada empiricamente pelo Princípio de Pareto: estes aspirantes à elite apenas pretendem ocupar o lugar social dos privilegiados (pretendem ser eles os privilegiados, e não os que são garantidos pela Lei Natural e pelo Princípio de Pareto)— não por mérito próprio, mas por usurpação de direitos alheios; pretendem criar uma elite alternativa à existente, que se baseie, não nos méritos próprios, mas na legitimidade do uso da força bruta do Estado para o exercício de uma tirania anti-natura e puritana.

“Um direito digno desse nome não pode ser um direito que caduca quando a força bruta do Estado acaba” [Rousseau].

O que a Esquerda progressista e igualitarista pretende é a instituição e legitimação de uma força bruta do Estado que lhes garanta um estatuto de privilégio que escape à lei natural e, neste caso, ao Princípio de Pareto. São os herdeiros do narcisismo exacerbado dos puritanos do século XVII e dos gnósticos da Antiguidade Tardia: assumem, para si próprios, um estatuto divino, consideram-se (a si mesmos) uma espécie de semi-deuses.

“O gnosticismo é um sistema de crenças que nega e rejeita a estrutura da realidade, particularmente a realidade da natureza humana, e substitui-as por um mundo imaginário construído por intelectuais gnósticos e controlado por activistas gnósticos.”

— Eric Voegelin, “A Nova Ciência da Política”, 1952


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Tal como aconteceu com os puritanos [principalmente os calvinistas e derivados] do século XVII, os puritanos actuais (a Esquerda progressista e igualitarista) assumem que:

1/ a imperfeição da Natureza Humana (e de todas as criações humanas) resultam de uma sociedade injusta e imperfeita [“a culpa é da sociedade”];

2/ o mundo é defeituoso e falho, mas o Homem pode torná-lo perfeito ou, pelo menos, impôr um “mundo melhor” contra, ou apesar da Natureza Humana;

3/ o puritano exige, de si mesmo, um auto-julgamento elitista e uma abnegação própria de uma religião política (ideologia);

4/ o puritano é um individualista que despreza a individualidade — na medida em que a soteriologia puritana depende ou da sua relação directa com Deus (no caso dos puritanos do século XVII), ou do seu estatuto auto-assumido de privilegiado ontológico (a auto-assumida “elite da sociedade”, cuja salvação hic et nunc, imanente e histórica, está ontologicamente garantida). O novo puritano não padece de sentimento de culpa, porque “está salvo” (soteriologia) em função da auto-assunção do seu próprio estatuto salvífico.

5/ a experiência da conversão à doutrinaideologia) e consequente salvação imanente (soteriologia histórica) deu — ao puritano progressista e esquerdista militante — privilégios especiais, mas exige obrigações especiais.

6/ As obrigações especiais incluem a imposição (à sociedade inteira), por parte dos puritanos, de uma nova moral que exige uma obediência política rígida, mesmo tirânica.

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As leis proibicionistas, próprias dos puritanos e dos progressistas actuais, resultam da auto-presunção de superioridade moral dos puritanos (os do século XVII e os do século XXI).

No século XVII, os puritanos invocavam o Livro do Apocalipse para anunciar o fim do mundo. Os puritanos actuais, por exemplo com a profetisa Greta Thunberg e os seus milhões de acólitos, invocam a “ciência das certezas absolutas” (cientismo) para anunciar o fim dos nossos dias devido às “filhas e filhos da perdição” (a Direita).

Os puritanos [os da Antiguidade Tardia, do século XVII e do século XXI (estes últimos, os puritanos secularistas)] são predestinados, receberam os “frutos do espírito”.

O puritanismo, no seu sentido negativo, é, hoje, menos comum entre os calvinistas do que entre os progressistas esquerdistas (passo a redundância) que transportam a tradição puritana de forma inconsciente: os puritanos contemporâneos (o esquerdopatas) emulam as características emocionais e emotivas dos seus precursores do século XVII: um moralismo novo e considerado “superior” (o Wokismo que, por exemplo. legaliza o aborto generalizado de seres humanos mas proíbe as touradas), e o prazer imenso em apontar os pecados aos outros (os de quem discordam), e o amor dedicado à “caça às bruxas” (Cancel Culture).

Os puritanos progressistas e secularistas actuais têm os defeitos dos puritanos do século XVII, mas não têm as suas virtudes.

A Esquerda, a Isabel Moreira, a traição do Celinho, e a inversão do sujeito / objecto

Uma das características da mente revolucionária (puritanismo neognóstico) é a inversão do sujeito/objecto (inversão do ónus da prova e inversão da culpa) : tanto no nazismo como no comunismo, a culpa dos actos de horror causados pelos revolucionários é sempre das vítimas, porque (alegadamente) estas não compreenderam as noções revolucionárias que levariam ao inexorável futuro perfeito e destituído de qualquer “mal”.

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Segundo a propaganda revolucionária, as vítimas dos revolucionários não foram assassinadas: antes “suicidaram-se”, e a acção da mente revolucionária é a que obedece, sem remissão, a uma verdade dialéctica imbuída de uma certeza científica que clama pela necessidade desse futuro sem “mal” ― portanto, a acção da mente revolucionária é impessoal, isenta de culpa ou de quaisquer responsabilidades morais ou legais nos actos criminosos que comete.

Segundo a mente revolucionária, as pessoas assassinadas por Che Guevara ou por Hitler, foram elas próprias as culpadas da sua morte (“suicidaram-se”), por se terem recusado a compreender a inexorabilidade do futuro sem “mal” de que os revolucionários seriam simples executores providenciais.

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Quando o pseudo presidente da república veio dizer que o povo português deveria pagar reparações históricas (dinheiro) às ex-colónias (falácia de Parménides), e o CHEGA iniciou posteriormente um processo político e judicial de traição à Pátria — a Esquerda (que inclui o Partido Socialista de Isabel Moreira) diz que o CHEGA incorre em crime de difamação: é a inversão revolucionária do sujeito/objecto: a culpa é das vítimas das invectivas do presidente da república senil, e de quem defende os interesses do povo, nesta contenda.

A Helena Damião utiliza Kant para negar Kant

Dois dos paradoxos do Pós-modernismo são a legitimação racional da Contradição (Estimulação Contraditória e Compartimentação), por um lado, e a redução de toda a realidade a “construções sociais”, por outro lado.

Dou um exemplo: em Espanha, um vasto grupo de jornalistas, afectos ao Partido Socialista espanhol, publica um manifesto contra a liberdade de imprensa… mas, alegadamente, em nome da defesa liberdade de imprensa! É a legitimação racional da Contradição (Estimulação Contraditória e Compartimentação) como estratégia política.

Outro exemplo da cultura pós-modernista é o da Helena Damião, que defende aqui, alegadamente, o conceito de Liberdade e de Educação, segundo Kant, mas ocultando dos leitores a importância do indivíduo na filosofia de Kant, por um lado, e a importância da disciplina no conceito de Educação de Kant, por outro lado.

Para Kant, a disciplina é a parte negativa da educação ; e a instrução é a parte positiva da Educação.

“Um governo que fosse fundado sobre o princípio da benevolência para com o povo, tal como a do pai para com os filhos, quer dizer, uma governo paternal (imperium paternale), no qual, por consequência, os súbditos, quais filhos menores, incapazes de decidir do que para eles é verdadeiramente útil ou prejudicial, são obrigados a comporta-se de maneira unicamente passiva, a fim de esperar apenas do juízo do Chefe de Estado o modo como devem ser felizes, e apenas da sua bondade que ele igualmente o queira — um tal governo, digo, é o maior despotismo que se pode conceber ”.

→ Kant, “Teoria e Prática”, 1793, II, p. 31


Ora, o socialismo (a Esquerda em geral) que a Helena Damião defende é a antítese do conceito de “liberdade” e de “educação” defendida por Kant. Para a Esquerda, a escola pública deve “educar” as crianças, substituindo-se aos pais. Ora, é este tipo de escola pública que a Helena Damião chama de “instituição maravilhosa”.


A partir de Rousseau, “a educação transformou-se num instrumento da política, e a própria actividade política foi concebida como uma forma de educação”.

→ Hannah Arendt, “Entre o Passado e o Futuro”, 2006, pág. 186).

“Porque a criança tem necessidade de ser protegida contra o mundo, o seu lugar tradicional é no seio da família.”

(idem, pág. 196)

(…)

“A própria responsabilidade alargada pelo mundo que a educação assume, implica, como é óbvio, uma atitude conservadora.”

(ibidem, pág. 202)


Chegou o momento de substituir o conceito de Ministério da Educação pelo de Ministério da Instrução, como aconteceu na Primeira República (Leonardo Coimbra foi ministro da Instrução).

A educação é competência dos pais e/ou família; a instrução é competência da escola pública — sendo que “escola pública” não tem que ser necessariamente “escola estatal”: as escolas privadas também são públicas.

O progresso politicamente correcto no Reino Unido

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“Vem aí a primeira geração livre de fumo: venda de tabaco e vaporizadores a quem nasceu depois de 1 de Janeiro de 2009 — actualmente com 15 anos — vai passar a ser crime no Reino Unido a partir de Abril do próximo ano.”

Quem nasceu depois de 2009 nunca mais poderá comprar tabaco no Reino Unido


Quem nasceu depois de 2009 nunca mais poderá comprar tabaco no Reino Unido, mas poderá cortar a pila (se for YX) ou extrair os ovários ou abortar à fartazana sem conhecimento dos pais (se for XX).

E mais: não poderá comprar tabaco, mas poderá comprar legalmente Cannabis.

É o progresso.

A pseudo-informação e sub-informação dos jornaleiros portugueses

Aconselho a leitura deste artigo acerca da censura exercida em Portugal pelos “jornalistas”, com o apoio dos donos dos jornais — por exemplo, a censura do jornal Público apoiada por Cláudia Azevedo que é proprietária do jornal.

O mesmo se passa com o Pinto Balsemão que é dono do grupo Impresa que detém a televisão SIC, o semanário Expresso e outros me®dia.

Os proprietários de jornais, em Portugal, são coniventes com os jornaleiros de extrema-esquerda.

O pior, porém, passa-se na RTP — que é um canal de televisão do Estado, pago por todos os portugueses. A RTP é uma coutada da aliança entre os dois partidos rotativistas (Partido Socialista + PSD) e a extrema-esquerda. Eu estou absolutamente convencido de que se o CHEGA tiver um dia a maioria absoluta no parlamento, a RTP não muda um milímetro — porque o Poder da maçonaria é descomunal.

A essência do actual sistema político, controlado pela Esquerda (Partido Socialista, PSD) e extrema-esquerda (Bloco de Esquerda, Livre, Partido Comunista), é a pseudo-informação (propaganda ideológica através dos me®dia) e a sub-informação (censura mitigada — censura parcial — dos factos).

No caso da recente reunião em Bruxelas de nacionalistas e conservadores, de que nos fala o referido artigo, os jornaleiros portugueses (com a bênção dos capitalistas donos dos jornais) exerceram a sub-informação misturada com pseudo-informação.

Não fosse Portugal pertencer à União Europeia, já estaríamos numa ditadura esquerdista.

A Isabel Moreira é nitidamente marxista. E chalupa.

“As pessoas quando têm o poder só para elas, quando têm esses privilégios, custa-lhes que outros que não tinham acesso a esses direitos passem a ter. Não querem dividir o seu lugar de poderafirma a jurista e deputada socialista Isabel Moreira a propósito do livro “Identidade e da Família”, onde se defende que o casamento entre pessoas do mesmo género deveria ser proibido.

“Felizmente, a esmagadora maioria da sociedade portuguesa está confortável com uma constituição que diz que somos mesmo todos e todas iguais”.

Nota: “Constituição” deve ser escrito com C maiúsculo. Jornaleiros de merda. Assassinos da Língua Portuguesa. Filhos-de-puta.


A Isabel Moreira vê as relações íntimas entre pessoas como “relações de Poder”.

Esta visão da sociedade é doentia e marxista (passo a redundância). A Isabel Moreira é nitidamente marxista. Aliás, o José Pacheco Pereira tem a mesmíssima visão engelsiana da família e do casamento.

“Poder” pode ser definido como sendo a faculdade de exercer sobre o ser humano (e “a ser humana”, para ser politicamente correcto) uma dominação tal que conseguimos obter dele acções ou comportamentos que não teria adoptado espontaneamente.

Em última análise, o Poder pode (mesmo em tempo de paz) ser um Poder de vida e de morte.

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Reduzir as relações íntimas e familiares entre seres humanos ao Poder, é próprio de uma mente doente que necessita de tratamento psiquiátrico urgente.

Coloca-se o problema de saber como é que o Poder se exerce, quais os meios através dos quais se obtém uma obediência que, em casos últimos e extremos, pode ir até à aceitação da sua própria morte. Depois, há que saber se a obediência ao Poder — mesmo que este seja injusto — é sempre um dever; ou se a resistência ao Poder é, em certos casos, um direito e mesmo um dever.


Na antiga Atenas, as relações íntimas e familiares ficavam fora da Pólis (fora da política).

A política ficava à porta da casa de família ateniense. A visão engelsiana da Isabel Moreira e do José Pacheco Pereira emula Esparta, em vez de Atenas.

Baseando-se no mito de Esparta, Platão escreveu a sua utopia na “República”.

A família natural é abolida: os amigos — diz Platão — devem ter tudo em comum, incluindo mulheres e filhos. Não há família nuclear: é a suruba pegada. É foder à desgarrada.

As raparigas deverão ter uma educação igual à dos rapazes, incluindo a arte da guerra. As mulheres serão em tudo iguais aos homens: “a mesma educação que faz um bom magistrado terá igual efeito em uma mulher”. O casamento da república segue o padrão mítico de Esparta: os noivos e noivas serão (aparentemente) juntos à sorte (aleatoriamente), mas a verdade é que os governantes da cidade (o Estado) decidirão quem casa com quem, segundo princípios eugénicos.

Todas as crianças devem ser separadas dos pais ao nascer, e ter-se-á todo o cuidado em que os pais as não conheçam, e nem elas aos pais (deixaria de existir uma árvore genealógica das crianças, tal como acontece parcialmente hoje já, com a adopção de crianças por pares de invertidos). Crianças deformadas e filhos de pais inferiores eram eutanasiadas ou abortadas. Nos casamentos feitos pelo Estado, as pessoas não têm opinião: têm de pensar segundo o seu dever para com o Estado e não segundo as emoções vulgares que “os poetas malditos” (segundo Platão, que não gostava dos poetas) costumam celebrar.

Na utopia republicana de Platão, como não se sabe quem são os pais (uma cambada de filhos-de-puta), pode-se chamar “pai” a quem quiser que tenha uma idade conveniente — e o mesmo quanto a “mãe”, “irmão” e “irmã”. E não há casamento entre “pai” e “filha”, ou “mãe” e “filho”; em geral mas não absolutamente, devem evitar-se os casamentos de “irmão” e “irmã”. No fundo, Platão proibia todos os casamentos, excepto os de “irmão-irmã”, que considera excepção rara.

O que Platão pretendia — seguindo o modelo de Esparta — era a diminuição das emoções privadas (tal como defende hoje a socialista Isabel Moreira), removendo os obstáculos ao domínio do espírito público — o domínio absolutista do Estado, “o mais frio dos monstros frios” (Nietzsche) — e incentivando a ausência da propriedade privada.

Essa nova utopia é a da esquerda pós-modernista que se manifesta em Portugal no Bloco de Esquerda da Mariana Mortágua e no Partido Socialista da Isabel Moreira, e que se traduz na guerra cultural e jurídica contra a família natural.


E, nesta nova utopia ideológica, são da maior importância os “direitos” LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] e a ideologia de género.

Tal como em Esparta e na utopia de Platão, o combate contra a família natural é concebido como um meio de absolutização do Estado e tendo em vista a eliminação da propriedade privada.

O movimento político LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] e a ideologia de género pretende a abolição legal dos sexos — como podemos verificar na actual guerra contra a distinção entre os WC masculino e feminino. Ou seja, pretende-se a dessexualização da sociedade, em que deixam de existir o masculino e o feminino. E, a partir do momento em que a humanidade é dessexualizada, acabamos em uma sociedade desumanizada na qual não existe uma mãe legal, ou um pai legal, ou irmãos e irmãs legais sem a autorização do Estado (tal como na utopia de Platão). Por exemplo, hoje já vemos que, em vez de pai e mãe, os documentos de registo das crianças têm “progenitor A” e “progenitor B”: os termos “pai” e “mãe” estão a ser juridicamente eliminados.

Nessa sociedade defendida pela Esquerda, as relações humanas mais íntimas sofrem um duro golpe: a família natural é abolida por lei e de facto.

Uma sociedade dessexualizada defendida pela Isabel Moreira é, em última instância, uma sociedade totalitária porque erradica da Lei e da Cultura as mais básicas relações humanas, e principalmente a ligação entre a mãe e filho.

A Isabel Moreira ou é chalupa, ou é um monstro.

O progressista Ludwig Krippahl : “a única verdade verdadeira é a da Esquerda quando esta diz a verdade que o CHEGA diz”

Neste textículo, o progressista Ludwig Krippahl defende a ideia segundo a qual existe de facto um “politicamente correcto” (no caso vertente, o politicamente correcto actual coincide em grande parte com o “marxismo cultural” ou “movimento ideológico pós-modernista”, como lhe quiserem chamar), por um lado; mas por outro lado ele diz que o politicamente correcto é mau, principalmente, porque beneficia o CHEGA.

Ou seja, para o progressista Ludwig Krippahl, não é a negação da expressão da verdade que, de facto e em primeiro lugar, o preocupa: o que é preocupante é que a expressão da verdade beneficie o CHEGA.

Quando o CHEGA diz a verdade, para o progressista Ludwig Krippahl isso significa que a verdade expressa pelo CHEGA torna-se “tomaticamente” xenófoba, homófoba, transfóba, misógina, sexista, machista, rassista, fassista, escroto patriarcal, supremacista branquela, pai de família, marialva, negacionista, chalupa, preconceituosa e reaccionária.

Ou seja, a verdade, vinda da boca do CHEGA, é falsa. A única verdade boa, segundo o progressista Ludwig Krippahl, é aquela que vem da Esquerda quando esta diz a mesma coisa que o CHEGA diz.

A profunda desonestidade do “progressismo” do Ludwig Krippahl

Quando a Mariana Metágua declarou exclusividade no parlamento, e estava com avenças salariais no sector privado — o Ludwig Krippahl prefere criticar o André Ventura (ver ficheiro PDF)  por não ter declarado exclusividade, enquanto deputado, e trabalhado para o sector privado.

Isto revela, por si só, a profunda desonestidade do progressista Ludwig Krippahl, que traduz o conceito de “tolerância repressiva” de Herbert Marcuse: “quando a Esquerda faz merda, só criticamos a merda da Direita e projectamos a nossa culpa para a Direita”.

O argumento primeiro contra o CHEGA é o seguinte:

“O CHEGA até tem razão em relação à corrupção em Portugal, mas não adianta ter razão: temos que nos conformar com o status quo”.

Outra característica do argumentário do Ludwig Krippahl contra o CHEGA é o de que este partido não apoia ou não defende o multiculturalismo. E o progressista Ludwig Krippahl considera isso um mal.

Para o Ludwig Krippahl, quando o CHEGA diz que “o partido é neutro em questões religiosas”, isso deveria significar “apoio ao multiculturalismo”.

Neutralidade religiosa = apoiar o multiculturalismo.

Toda a História de Portugal, a herança cultural centenária de um povo, segundo o progressista Ludwig Krippahl, deve ser expurgada e erradicada em nome da “neutralidade religiosa” e da “diversidade”, que é literalmente sinónimo de “multiculturalismo”. E depois, diz ele que o CHEGA não é coerente.

O progressista Ludwig Krippahl defende o multiculturalismo, alegadamente em nome da liberdade.

Ora, em uma sociedade multiculturalista, a intervenção do Estado na sociedade civil é necessariamente muito maior, quando comparada com a intervenção estatal numa sociedade em que exista uma suficiente coesão social e cultural.

O Ludwig Krippahl defende uma maior intervenção do Estado na sociedade, e em nome da “liberdade”. E depois diz que o CHEGA é contraditório e ambíguo.

¿Por que razão os esquerdistas não gostam de banho?

É sabido que o Che Guevara raramente tomava banho, e cheirava que tresandava; e o mesmo se diz de Frida Kahlo: nem entre amantes se lavava.

Hoje, os exemplos do Che e da Frida são seguidos pelo esquerdalho. Parece que o anti-higiénico é revolucionário.

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