A Ideologia de Género nas escolas, e o esquerdalho esgrouviado

A família dita “tradicional” — constituída por 1 homem, 1 mulher, e respectivos filhos — é entendida, pela Esquerda, à imagem de Engels e do seu livro “A Origem da Família, da Propriedade e do Estado”, ou seja, é entendida como uma construção social “confessional” (isto é, uma construção judaico-cristã).

O próprio conceito de “família sindiásmica”, de Engels, foi mais tarde adoptado pelo Estruturalismo, com a noção de “família nuclear” (Claude Lévi-Strauss) que adopta as principais características da “família sindiásmica” segundo Engels.

O que é espantoso é que o conteúdo de um livro a-histórico, acientífico, amador, superficial, ficcional até — como é o citado livro de Engels —, é tido ainda hoje como referência por “intelectuais” como José Pacheco Pereira e Rui Tavares, e referenciado benevolamente por mentes esclerosadas como a de Isabel Moreira (que parece não ter estudado o Direito Romano, que é pagão por excelência) ou das manas Mortágua.

O José Pacheco Pereira chegou a dizer, em um programa de televisão, que “quem defende a família [tradicional] quer o domínio do homem sobre a mulher” (sic) — que é, em súmula, o que Engels defendeu no citado livro.

Se observarmos com atenção o discurso de Joana Mortágua no vídeo abaixo, verificamos como ela opõe (claramente!) a “família tradicional” dita de “origem confessional” (judaico-cristã), por um lado, e a “diversidade das famílias”, por outro lado, que inclui a “família homossexual”. Esta oposição é dicotómica: ou uma coisa, ou outra: não há terceiro excluído.

A ideia esquerdista segundo a qual é possível conciliar a “família tradicional de origem confessional” (alegadamente de origem judaico-cristã) e a “diversidade das famílias” (que traduz a ideia da “família sindiásmica” e matriarcal de Engels), é apenas uma figura de retórica do marxismo pós-modernista (marxismo cultural).

Na mente de Joana Mortágua (e da Esquerda em geral), essa conciliação não é desejável nem é sequer possível, porque a “família judaico-cristã” é (alegadamente) o sustentáculo da super-estrutura cultural que impede ou obstaculiza a revolução e a realização do paraíso na Terra.

A escola é pré-política (Hannah Arendt). A formação e a educação das crianças e adolescentes é pré-política.

A doutrinação (ideológica e política) das crianças, desde tenra idade, contra a ideia de “família tradicional”, faz parte de um programa ideológico de ensino nas escolas, elaborado pelo Partido Socialista, acolitado e influenciado pelo Bloco de Esquerda, Partido Comunista, Livre e PAN. É neste contexto que é adoptada a Ideologia de Género nas escolas, como ferramenta de desconstrução da realidade biológica no sentido da afirmação de uma realidade alternativa, acientífica, dogmática e paradisíaca, guiada por uma Fé Metastática ideológica que anuncia a escatologia milenarista dos “amanhãs que cantam”.

Isabel Moreira, o Partido Socialista, a Esquerda obscena e o Casamento Anfíbio

“A deputada do PS Isabel Moreira pediu ao Governo, esta quarta-feira, que retome “com urgência” o processo de regulamentação da gestação de substituição, e avisou que o executivo não pode escolher, “conforme as suas convicções, se respeita uma lei do Parlamento que consagra um direito”, à semelhança do que fez com a morte medicamente assistida.”

Bloqueio na regulamentação da gestação de substituição cria desespero em casais que querem constituir família

isabel-moreira-bw-nome-400-web


“Gestação de substituição” é o termo que os radicais de Esquerda — por exemplo, Isabel Moreira, Mariana Mortágua, Daniel Oliveira, etc. — usam para substituir (na novilíngua orwelliana esquerdopata) o conceito de “barriga de aluguer” que decorre do Casamento Anfíbio — que é o tipo de “casamento” cuja reprodução se processa à maneira dos animais anfíbios.

O putedo e a paneleiragem do Partido Socialista, apoiantes incondicionais do Casamento Anfíbio, defendem a institucionalização (na cultura antropológica) da “barriga de aluguer” que faz da gestação de um ser humano um negócio obsceno, digno do pior que a escravatura nos trouxe no passado, fazendo parte de um utilitarismo que transforma o ser humano em mercadoria.

Esta gente tem que ser parada. A bem ou a mal. Por mim, a coisa ia a mal.

O Lumpemproletariado é a nova classe revolucionária

Quantos mais ladrões, assassinos, sem-abrigo, maltrapilhos, miseráveis, mafiosos existirem em circulação na sociedade, mais a Esquerda rejubila.

Com a desindustrialização, o Lumpemproletariado passou a ser a nova classe revolucionária; sem o Lumpemproletariado, a Esquerda tende a desaparecer.

“Esquerda” significa Partido Socialista + Bloco de Esquerda + Partido Comunista + Livre.

Partidos como o PAN e o PSD tendem a desaparecer, por razões que não cabem agora aqui. O CDS já é defunto, e assim ficará.

sem-abrigo-imigrantes-web

Número de sem-abrigo está a aumentar, cerca de 15% são imigrantes. O que é espantosa é a solução apresentada pela Esquerda para o problema dos sem-abrigo imigrantes:

“A solução não passa por medidas restritivas para a migração, mas antes por receber “todas as pessoas”, dando-lhes as condições mínimas para que possam viver no país, defende presidente da CAIS.”

Isto faz lembrar os últimos tempos do comunismo na URSS, na década de 1980: quando o sistema comunista soviético se desmantelava, a economia paralela atingia mais de 50%, os militantes do Partido Comunista diziam que a solução para o problema soviético era a necessidade de “mais comunismo”.

Temos cerca de 15% de sem-abrigo que são imigrantes. E o que diz a Esquerda? Que temos que importar mais imigrantes, ou seja, “todas as pessoas” que queiram vir para Portugal. Se 500 milhões de imigrantes quiserem vir para Portugal, a Esquerda apoia.

Vivemos num tempo de completa irracionalidade das elites (o imbecil colectivo). Já não sei se isto lá vai com democracia, porque a argumentação lógica deixou de ter validade no discurso público.

O esquerdista é, intrinsecamente, um grande filho-de-p*ta

A Esquerda dá duas razões principais para votar em Kamala Harris:

1/ porque ela é negra;

2/ porque ela é mulher.

Teríamos, assim, na perspectiva de Esquerda, pela primeira vez, uma mulher negra como “presidenta” dos Estados Unidos.


Mas a mesma Esquerda diz-nos que não há diferença entre uma mulher e um homem, e diz-nos que não devemos julgar as pessoas pela cor da pele.

Esta contradição é assumida racionalmente e com orgulho pela Esquerda — causando, na populaça, Estimulação Contraditória e Dissonância Cognitiva em massa.

O esquerdista é, intrinsecamente, um grande filho-de-puta. Não há FDP maior.

A Esquerda está a matar a democracia, em nome da democracia. A Esquerda é liberticida, alegando a defesa da liberdade

“Onde houver culto e veneração dos animais, haverá sempre sacrifícios humanos.

E por detrás do ideal de tratar os animais como se fossem seres humanos, esconde-se o secreto anseio de tratar os seres humanos como se fossem animais.”

(G. K. Chesterton)


Quando uma “larga maioria”, no povo português, é (ainda) contra a eutanásia de seres humanos, a Esquerda proíbe o referendo acerca da eutanásia (ao mesmo tempo que impõe a lei da eutanásia ao povo); quando, alegadamente, há uma “larga maioria” contra as touradas, a Esquerda defende a realização de um referendo a favor da proibição das touradas.

A isto chamamos de “democracia de Esquerda”: é repugnante, ou porque nega a autonomia dos valores (realismo de Platão), e porque viola propositadamente a concreta diferença entre as pessoas (Edmund Burke).

Ao mesmo tempo que a Esquerda defende o isolamento social e cultural dos moribundos humanos, advogando para eles a morte prematura — perpetrada por quem deveria curar, tratar, paliar, em vez de matar —, também defende a proibição legal das touradas. E esta contradição flagrante, absurda, é assumida com pompa e circunstância, com um orgulho solene e reverencial.

Esta é a grande contradição do Utilitarismo da Esquerda:

  • aplica invariavelmente uma proposição positiva, que diz que os homens devem ser considerados como indivíduos egoístas, calculadores e racionais, e que tudo deve ser pensado e elaborado a partir do seu ponto de vista;

— ao mesmo tempo que

  • aplica e uma proposição normativa, que afirma que os interesses dos indivíduos, a começar pelo meu próprio, devem ser subordinados e mesmo sacrificados à felicidade geral ou à da maioria.

Ora, esta contradição (a utilização simultânea destas duas proposições contraditórias, ou estimulação contraditória), quando não é detectada pelo cidadão, é impossível de rebater — porque assenta da Dissonância Cognitiva que cria no cidadão: quando uma determinada autoridade de direito, reconhecida como tal, comporta-se de forma irracional, fazendo com que o cidadão tente conciliar mentalmente essa autoridade de direito, por um lado, e a irracionalidade que se lhe reconhece no seu comportamento, por outro lado, o cidadão assume uma, de duas posições:

  • ou baixa os braços e desinteressa-se da política, aceitando toda a prepotência do Poder da autoridade e sem protestar [1984, George Orwell];
  • ou constrói uma mundividência que tente conciliar o contraditório implícito na acção da autoridade, mediante a obliteração da lógica e/ou através do branqueamento do discurso político, por forma a que a contradição da autoridade seja relegada para um plano invisível [ideologia].

A Esquerda está a matar a democracia, em nome da democracia. A Esquerda é liberticida, alegando a defesa da liberdade.

O silêncio criminoso da Esquerda e dos me®dia

A Esquerda é composta por criminosos. Gente que não merece o mínimo respeito. Merece mais respeito um qualquer animal dito irracional, ou insecto, do que um esquerdista.

o absurdo com luvas

esquerdista merece a morte

As alternativas à democracia ocidental: piratas, ladrões e tiranos

“Quem se poderá sentir obrigado, quando submetido à força por um pirata, um ladrão ou um tirano?”

→ John Locke, “Essays of the Law of Nature”


pirata ladrao tirano web

Isabel Moreira

isabel-moreira-bruxa-web

«Todo o indivíduo que desagrade ao intelectual de Esquerda, merece a morte.

Ser esquerdista é crer que os presságios de catástrofe são augúrios de bonança.

O mau humor é uma secreção específica do intelecto de Esquerda.

O esquerdista berra que ‘a liberdade perece’, quando as suas vítimas se recusam a financiar os seus próprios assassinatos.

O esquerdista vive das genuflexões que são feitas em relação às suas próprias virtudes.

O mundo burguês trata diferentemente os seus inimigos: vomita nos da Direita e absorve os da Esquerda.

Todo o mundo, hoje, é de esquerda. Que alívio!»

(Nicolás Gómez Dávila)

Parir crianças portuguesas é ser “fassista” e “rassista”

Concordo com esta citação de um texto de Rui Ramos:

“(…) não há nada que a extrema-esquerda mais receie do que ver os imigrantes integrarem-se nas sociedades ocidentais, como se integrou a velha “classe operária”. Deseja vê-los confinados em guetos, inseguros e desconfiados, e assim disponíveis para a guerra santa contra o capitalismo e a democracia liberal.”

O que o Rui Ramos pretende dizer é que a nova classe revolucionária (da Nova Esquerda) é o Lumpemproletariado — ao contrário do que acontecia com o marxismo clássico, em que o Lumpemproletariado era considerado maldito por Karl Marx.

Porém, a probabilidade de integração dos imigrantes na nossa sociedade — mormente os islâmicos — é baixíssima (ver singularidade islâmica).   

Olhamos para o exemplo de países da Europa, por exemplo, Reino Unido, Bélgica, Suécia e até a Holanda, e verificamos que a integração dos imigrantes (islâmicos) é praticamente nula. Não existe.

O problema é que, para o liberal Rui Ramos, “integração” tem sobretudo uma conotação económica.

Ou seja, o factor cultural da integração social dos imigrantes é secundarizada por qualquer liberal que se preze. Por isso é que os liberais apoiam o multiculturalismo, e por isso estão a “dar com os burros na água”.

Portanto, a probabilidade de vermos um imigrante do Bangladeche a cantar o fado (ou a apreciá-lo, sequer) é praticamente zero; nem ele, nem a quinta geração dele. E, embora em grau menor, o mesmo tipo de dificuldade probabilística se aplica a um imigrante angolano e/ou brasileiro.

Neste sentido, a imigração “em barda”, para além de criação de uma nova classe revolucionária (o Lumpemproletariado), tem a vantagem (para a Esquerda) e promover a Oikofobia na nossa sociedade — a alienação cultural que é um dos objectivos da Nova Esquerda marxista cultural.

A Esquerda odeia a nossa cultura antropológica apenas pela razão de ela “ser a que existe”.

“Alles muss Anders sein!” (Adolfo Hitler): “Tudo tem que ser diferente!”, berrou o revolucionário alemão. A cultura (no sentido de “cultura antropológica”) que existe é responsabilizada (pela Esquerda) pela irrealização da utopia.

A cultura tem que ser totalmente alterada, virada do avesso, destruída até, para a realização da utopia revolucionária.

Porém, igualmente espantosa é a Direita que temos, bem expressa no João Távora: por um lado, ele não tem “uma visão alarmista do panorama” (da imigração actual), “com a implementação de políticas de integração dos estrangeiros sempre a chegarem, a que nos teremos de habituar ao longo das próximas décadas” (sic). Mas, por outro lado, a Direita que temos está resignada com a crise demográfica “de que já se vem sentindo os resultados e se irá agravar nas próximas décadas” (sic).

Ou seja, para a Direita, assim como para a Esquerda, a imigração é inevitável porque as nossas mulheres (as autóctones) não podem nem devem parir. Ponto final. E quando países (como a Hungria e a Coreia do Sul) têm políticas de incentivo à natalidade autóctone (que o CHEGA também defende para Portugal), uns e outros chamam a essas políticas de “fassistas” e “rassistas”.

Estamos a caminhar para um Planeta Prisão

Olavo de Carvalho escreveu que a Esquerda actual trabalha para um conjunto de bilionários, e que a maior parte dos militantes de partidos de Esquerda (de base) não tem consciência desse facto: só a elite dos movimentos políticos de Esquerda estão cientes da dependência esquerdista em relação aos bilionários globalistas.

Fernando Pessoa chegou às mesmas conclusões, em 1930, quando escreveu acerca do Grupo dos Trezentos.

Em uma recente entrevista televisiva, o financeiro Edward Dowd (que trabalhou por mais de 10 anos para o empório financeiro BlackRock) explicou qual o objectivo da Esquerda internacionalista controlada e manipulada pelos bilionários mundialistas / globalistas: “é um planeta prisão, com um sistema de controlo final” — afirmou.

“Uma vez que o dinheiro digital esteja ligado a todos os cartões de crédito e débito, e a todas as contas bancárias, o controlo social totalitário será um facto” — disse Edward Dowd.

Os bilionários globalistas, controlando os caciques locais de Esquerda no Poder e em conluio com estes, poderão decidir proibir (por exemplo) o consumo de carne de vaca se forem de opinião que “os peidos dos bovinos são coisa importante”, ou “bloquear a tua conta bancária” se pensares fora da caixa politicamente correcta, e controlar, sob critérios totalmente arbitrários e caprichosos, todas as escolhas individuais dos cidadãos.

A ideia segundo a qual “os carros eléctricos são mais amigos do ambiente” é a maior mentira dos tempos actuais, propalada nos me®dia controlados pelos globalistas (do Grupo dos Trezentos) aliados aos caciques locais de Esquerda.

A ideia segundo a qual é possível substituir os carros de motor atmosférico (fósseis) por carros eléctricos é outra grande mentira propagandeada pelos me®dia controlados pelos bilionários globalistas e manipulados pela Esquerda.

Por exemplo, na Europa e em Espanha, a venda de carros eléctricos tem vindo a baixar paulatinamente, por razões de fraca procura (mercado). E mesmo que a procura aumentasse, não seria (jamais!) possível que cada europeu tivesse apenas e só um carro eléctrico.

Estamos a caminhar para um Planeta Prisão. Ou para um novo tipo de feudalismo.