A aliança entre Trotski e George Soros

Este palavreado do Ludwig Krippahl revela essencialmente duas coisas:

1/ a velha tese de Karl Marx segundo a qual “no futuro, a tecnologia substituirá o trabalho humano” — o que constitui (alegadamente e segundo os marxistas) “uma contradição do capitalismo que conduzirá à vitoria final do comunismo” e ao advento dos “amanhãs que cantam”;

2/ a ideia segundo a qual não há qualquer alternativa política à aliança tácita (existente hoje) entre a plutocracia globalista, por um lado, e os capatazes e capangas políticos esquerdistas locais (no Ocidente), por outro lado — o que constitui uma nova forma de fascismo à escala global (ver “sinificação”).


II) Por exemplo: a Índia e a China são dois países que produzem (de longe!) a maior quantidade de CO2 em todo o mundo, mas não vemos os mentores políticos da esquerdista Greta Thunberg a fazer críticas a estes dois países; a crítica “ecológica” da Esquerda é feita sistematicamente a países do Ocidente.

Quando o Ludwig Krippahl diz que “o rendimento real nos Estados Unidos está estagnado”, esta ideia é falsa; ou melhor: está desactualizada: no consulado de Donald Trump, o rendimento real dos trabalhadores americanos (blue collar workers) subiu substancialmente. E esta subida de rendimentos reais dos trabalhadores deve-se principalmente à recusa — por parte de Donald Trump — das políticas globalistas das presidências anteriores desde o Bush pai até Barack Hussein Obama.

A aspiração globalista plutocrata (não confundir “globalismo” e “globalização”), de hegemonia política através da eliminação de fronteiras nacionais, coincide com a utopia (marxista) do internacionalismo trotskista (Les bons esprits se rencontrent…). É neste sentido que podemos dizer que o Ludwig Krippahl, embora tendo ideias marxistas, podia perfeitamente ser eleitor votante circunstancial do IL (Iniciativa Liberal), o que diz muito sobre a essência deste partido político.

Ademais, e ao contrário do que defende o Ludwig Krippahl, a “precariedade no trabalho” não é necessariamente um coisa má: desde logo porque a “precariedade” lança as oportunidades de primeiro emprego nos jovens que, de outro modo, não existiriam. Graças à “precariedade” — que os marxistas e o Ludwig Krippahl desprezam —, a taxa de desemprego nos Estados Unidos está em níveis históricos muito baixos.

Se a precariedade é causa de emprego extraordinário, então que Viva A Precariedade!

I) no que diz respeito ao ponto 1.: a ideia de Karl Marx e de Ludwig Krippahl segundo a qual “no futuro, a tecnologia substituirá o trabalho humano”: esta ideia é engenhosa e difícil de desmontar, porque especula acerca do futuro (“determinismo tecnológico” marxista).

O bom marxista é um profeta da desgraça presente, que anuncia o iminente (e imanente) surgimento do paraíso na Terra (a imanentização do Escathos).

A essência de toda a teoria económica marxista é a especulação determinista acerca do futuro (a imanentização do Escathos). Para a mente revolucionária, o futuro almejado será inexoravelmente atingido (o futuro utópico é uma certeza; não pode ser mudado); vem daqui a certeza do Ludwig Krippahl em relação ao futuro com que ele especula.

Como marxista dissimulado, o Ludwig Krippahl confunde “justiça” e “igualdade”; para ele, estes dois conceitos são inseparáveis — esquecendo que “a desigualdade injusta não se cura com igualdade, mas com desigualdade justa” (Nicolás Gómez Dávila).

Os últimos aristocratas do Ocidente

Quando ouvi a Joacine “Vai-te Katar” Moreira a berrar na televisão, lembrei-me desta frase de Nicolás Gómez Dávila:

“A sociedade moderna deteriora-se tão depressa que, em cada nova manhã, contemplamos com nostalgia os adversários de ontem. Os velhos militantes do Partido Comunista já começam a parecer-nos os últimos aristocratas do Ocidente”.

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O jornal Púbico e o Grupo SONAE

Este artigo no “Porta Da Loja” denuncia o Totalitarismo de Veludo vigente no consulado de António Costa e de José Pacheco Pereira / Rui Rio.

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Eu estou convencido de que mesmo que o jornal Púbico não vendesse 1 único exemplar, a SONAE continuaria a “pagar o pato” / prejuízo da propaganda ideológica esquerdista. Essa é uma das razões por que não frequento os supermercados Continente, e, sempre que possível, evito entrar nos centros comerciais da SONAE.

O partido Chega de André Ventura já entrou em decadência

Tal como aconteceu com a “Direitinha” que é o PSD de Rui Rio e o CDS de Assunção Cristas, o CHEGA do André Ventura já assimilou e interiorizou a campanha de pânico moral imposta pela Esquerda; e, por isso, o partido CHEGA entrou já em decadência.

Para que o partido CHEGA pudesse crescer substancialmente, teria que passar (para o povo) a ideia de que não é permeável às invectivas ideológicas da Esquerda.

A razão por que o PSD de Rui Rio e, principalmente o CDS de Assunção Cristas, diminuíram drasticamente o seu apoio popular, foi a ideia — aceite pelo povo — segundo a qual estes dois partidos “obedecem” ideologicamente à Esquerda (excepto na economia).

A tentativa de André Ventura em colocar o CHEGA ao “centro” — como se o “centro” não fosse uma posição relativa! — vai desmobilizar o partido. Requiescat in pace!

O inferno ético idealizado pela Esquerda

“Mais repulsivo que o futuro que os progressistas involuntariamente preparam, é o futuro com que sonham.”

Nicolás Gómez Dávila 


we live in hell web


Imagem daqui

Do Direito Tradicional, ao Direito Natural e à irracionalidade actual do Direito

O ilustre José, do blogue “Porta Da Loja“, escreveu o seguinte (a propósito da tentativa de assassinato profissional do juiz Carlos Alexandre, vindo da parte do Partido Socialista):

«Uma medida cirúrgica, visando um juiz de Direito, é um acto legislativo ilegal. As leis são gerais e abstractas e por isso será inadmissível tal procedimento.»

A tentativa positivista de racionalização total do Direito desembocou na actual irracionalidade do Direito.

O princípio segundo o qual “as leis são gerais e abstractas” é um bom e clássico princípio de justiça — mas o problema é que o Direito (com o advento do pós-modernismo) se afastou da Justiça quando erradicou (da estrutura formal do Direito Positivo) qualquer fundamento metajurídico (do próprio Direito) — por isso é que a Isabel Moreira diz que o Direito “é anti-natural, felizmente”.

A ideia segundo a qual cada caso concreto (da vida social humana) é subsumido numa regra geral que transcende a sua singularidade (a singularidade do “caso concreto”) é um dos pilares do Direito Natural iluminista (o início da racionalização do Direito), que se opôs ao Direito Tradicional na Europa.

Se o Direito Natural (com Wolff, por exemplo) tem já em si princípios racionais, o seu fundamento depende de princípios de ordem metajurídica (“metajurídico” = “aquilo que está para além do jurídico”), como por exemplo, a Razão, a Natureza, a metafísica, os valores do Cristianismo.

Porém, o actual Direito Positivo (pós-moderno) levou a subsunção (da generalização da regra) para além do limite racional desejável, ou seja, introduziu no Direito um novo factor de irracionalização: a redução (arbitrária), da norma jurídica, ao facto.

A tentativa positivista de racionalização total do Direito desembocou na actual irracionalidade do Direito.

A racionalização total do Direito (ler, sobre este assunto, Max Weber, “A Sociologia do Direito”, se conseguirem encontrar o livro traduzido na porcaria actual das editoras portuguesas), levada a cabo (nomeadamente) por Kelsen, é o corolário lógico da “evolução” do positivismo na estrutura formal do Direito.

Essa racionalização total do Direito supõe a negação de todos os princípios metajurídicos, em favor da afirmação de um Direito que não tem outro fundamento senão a arbitrariedade da vontade humana, ou melhor, a arbitrariedade total da vontade das elites (ou seja, aquilo que Rousseau chamou de “Vontade Geral“).

Por detrás da actual irracionalidade do Direito, está o conceito (hipócrita e politicante conveniente, na sua essência) de “sublimação jurídica” que exige que o Direito tenha um carácter exclusivamente formal, ou seja, exige um Direito que recuse a “racionalidade substancial” (que recuse os tais “fundamentos metajurídicos” do Direito, como por exemplo os imperativos éticos); mas a “sublimação jurídica”, tida em um determinado Zeitgeist pós-moderno, pode significar (legalmente) o avanço de uma qualquer agenda política de engenharias sociais (politicamente arbitrária e elitista) avessa a um outro determinado status quo cultural e político.

No mundo pós-moderno, a transformação positivista extremista do Direito é consequência do surgimento da crença de que a legalidade é o fundamento da legitimidade. 1

E, por isso, neste sentido, se torna legal (e por isso legítimo) o afastamento do juiz Carlos Alexandre através da instituição de uma norma legal que se adeqúe cirurgicamente a um determinado facto que fundamente o afastamento do juiz — é a própria irracionalidade do “Direito das elites” a funcionar.

O corolário da racionalização total do Direito é o afastamento progressivo do Direito em relação a uma ética com princípios universais 2 . A ética, subjacente ao Direito, torna-se arbitrária e dependente do critério das elites a cada momento histórico  (“Vontade Geral“).


Notas

1. neste sentido, por exemplo, o chamado “casamento” gay significa a redução da norma ao facto, por um lado, e por outro lado traduz a ideia de que o “casamento” gay é legítimo apenas porque é legal.

2. em bom rigor, não existe outro tipo ética senão aquele com princípios universais.

O pânico moral da nova Inquisição esquerdista

politicamente correcto gráfico webO António Balbino Caldeira (ABC) é o exemplo do pânico moral imposto pela Esquerda: a reacção à censura de opiniãoqualquer que seja o tipo de opinião, desde que não coincida com os cânones do politicamente correcto do esquerdalho — é de pânico: tal como a vítima da velha Inquisição, o ABC jura a pés juntos que “não é racista”.

Uma das consequências do pânico moral que a Esquerda instituiu é a de que o cidadão tem que provar a sua inocência: é a chamadainversão do ónus da prova”; não são os censores que têm que provar a culpa do acusado: é o próprio acusado que tem que provar que é inocente (neste caso, que não é “racista”) 1.

Foi o que fez o António Balbino Caldeira com esta lengalenga, em que ele jura “que não é racista” — tal como a súplica do condenado à fogueira ou à forca, no tempo em que os acusados tinham que provar que estavam inocentes.

Mas não lhe adianta muito: o novo tribunal do santo ofício, coordenado pelos plutocratas globalistas em aliança tácita com os caciques locais radicais de Esquerda, já lhe colou o rótulo. Perante a acusação que o incrimina automaticamente, só resta ao ABC enfiar a carapuça e sair de cena, entrar no anonimato. De nada lhe adianta chorar baba e ranho e de pedir perdão pelo pecado que não cometeu.

O que há de mais pérfido no governo dito “democrático” de Esquerda, é que consegue ser pior do que uma ditadura: é um regime de Silêncio que se verga a uma pretensa “Tolerância” Tirana.

Adenda: aconselho a leitura deste artigo da Helena Matos no Observador (ver aqui em PDF).


Nota
1. A plataforma mais livre, do ponto de vista da liberdade de expressão, é o Twitter.


Porém, convém dizer que quem cesura o ABC no FaceBook (como já me censuraram também; não tarda muito e o ABC será apodado de “Radical de Extrema-direita) é português: embora com o patrocínio do FaceBook nos Estados Unidos, os censores do FaceBook em Portugal são portugueses. São militantes políticos esquerdistas que actuam no Facebook.

YouTube cancelou a minha conta

stalin-yt-webjpgO YouTube cancelou a minha conta alegando que esta tinha “conteúdo sexual explícito”; naturalmente que essa alegação é absolutamente falsa, embora eu não possa demonstrar a falsidade do argumento porque a conta já não existe.

A verdade é que o meu canal tinha conteúdos “politicamente reaccionários” — vídeos expondo e denunciando a Esquerda. Já há muito tempo que o canal vinha sendo alvo de censura por parte de censores brasileiros do YouTube — os censores brasileiros ocupam-se de quase todos os conteúdos em língua portuguesa do YouTube.

Por ser de Direita, o canal foi cancelado. Esta é a verdade.

Vivemos numa “cultura de cancelamento” (“cancel culture”), em que as multinacionais e os plutocratas globalistas se aliam tacitamente ao internacionalismo militante da Esquerda radical, e impõem massivamente a censura da opinião.

Eu abri nova conta em http://bit.ly/2sbCiJd .

“Racismo” não é sinónimo de “existência de raças”

Ele há um tipo de politicamente correcto que, não sendo monopólio da Esquerda, tem um medo da Esquerda que se péla. É o caso do politicamente correcto vindo do António Balbino Caldeira.

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Uma das características do politicamente correcto é a negação da realidade; é olhar para a realidade e negá-la: por exemplo, quando se nega a existência de “etnias antropo-biológicas” (vulgo “raças”). É o caso do António Balbino Caldeira : nega a existência de raças. É uma expressão do politicamente correcto.


Antes de mais, vamos definir “racismo” (quando definimos uma coisa, o politicamente correcto foge a sete pés!):

“Racismo” é a doutrina  ou teoria  segundo a qual existe uma hierarquia entre raças, e vontade de preservar a “raça superior” de qualquer cruzamento.


orgulho-racista-webA afirmação da superioridade de uma raça ou de um povo é justificação, a partir deste axioma na definição supracitada, para o pretenso direito à dominação de outros grupos ou raças considerados como inferiores.

Para o politicamente correcto em geral, a diferença é sinónimo de hierarquia; e numa sociedade igualitarista extremada, até a Não-esquerda pretende negar a objectividade de qualquer diferença que não pertença à subjectividade da pessoa — ou seja: “as diferenças subjectivas existem; as objectivas não existem”; o império (politicamente correcto) da subjectividade erradica o mundo objectivo.

O problema do politicamente correcto da Não-esquerda é que confunde (ou mistura) a diferença (ou seja, a existência objectiva de raças diferentes), por um lado, com o racismo e/ou a xenofobia, por outro lado.

Ou seja, reconhecer a evidência da existência objectiva de raças, não é sinónimo racismo — ao contrário do que o ABC parece pensar.

Por exemplo, olhar para um chinês da Manchúria e para um dinamarquês descendente dos Vikings, e afirmar que “não existem raças” é puro delírio interpretativo. É claro que existem raças. Mas o ABC parece dizer que não: “não existe qualquer diferença entre um chinês e um dinamarquês” (parece dizer ele): “a aparente diferença é pura ilusão de óptica!”

O ABC faz lembrar o Groucho Marx : “¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?!”.

Ora a diferença entre raças (na espécie humana) não significa necessariamente que uma determinada raça (em termos gerais) seja superior a outra raça qualquer (a definição de racismo). Esta confusão entre “diferença”, por um lado, e “hierarquia”, por outro lado, é uma característica da influência do marxismo na cultura da Não-esquerda a que pertence o ABC.

A legalização da eutanásia, e a “destruição criativa” da sociedade

A Ana Sofia de Carvalho faz aqui um “diagnóstico” correcto acerca da posição putativamente “libertária” da Esquerda em matéria da legalização da eutanásia (que inclui o PSD de Rui Rio), mas depois ela aplica-lhe o “tratamento analítico” errado.

“Volto uma vez mais ao tema da eutanásia. Confesso que ao ler a exposição de motivos dos projectos de lei apresentados pelo BE, PS e PAN me fez revisitar uma corrente filosófica, denominada de libertária, que teve como principal autor um filósofo de Harvard, Robert Nozick.”

A crítica feita, por diversos filósofos, ao “libertarismo” de Nozick, é devastadora!

Desde logo, a crítica do filósofo Michael Sandel, que demonstra que o erro dos libertários é o de “adoptarem uma concepção voluntarista do sujeito” — isto é, adoptam a ideia segundo a qual o sujeito preexiste (existe anterior- e separadamente) aos fins que ele próprio elege. Em bom rigor, é impossível que o sujeito tenha um tal desapego de si mesmo a respeito dos fins, e por isso torna-se necessária a admissão de que a própria identidade (do sujeito) é constituída por aqueles fins.

Sandel defende a ideia segundo a qual a questão de saber se o Estado deve recusar intervir no tema do aborto depende da verdade ou falsidade da doutrina moral que concebe o aborto como um assassínio — e apenas se as teses substantivas da Igreja Católica sobre este assunto se revelarem falsas se terá o direito de exigir do Estado que permaneça neutro nesta matéria.

Ou seja, em matéria do aborto, o Estado actual não é neutro! E o mesmo se aplica à lei da eutanásia. Defender a ideia de neutralidade do Estado em matéria do aborto ou da eutanásia, é um sofisma.


eutanasia-velhariasA crítica do filósofo MacIntyre à chamada “escolha soberana” do indivíduo, em relação a uma escolha com a qual não estaria previamente comprometido, é a de que o sujeito (o indivíduo) é, em primeiro lugar, um agente (uma pessoa que age), e, nesta qualidade de agente, deve dar um sentido inteligível às suas acções. Ora, esse sentido inteligível não pode resultar de um acto isolado, mas, pelo contrário, deve ser encontrado numa sequência de actos, para que possa adquirir um mínimo de inteligibilidade. Essa “sequência de actos” é parte da identidade do individuo.

Qualquer interpretação de uma “acção deliberada” do sujeito necessita de ser contextualizada para adquirir sentido — e esse contexto não é objecto de escolha por parte do agente, mas antes é imposto ao agente. Esse contexto é constituído, em primeiro lugar, por um conjunto de práticas para as quais não estabelecemos (nós próprios, enquanto indivíduos isolados) as respectivas regras (por exemplo, através da herança histórica, ou da tradição).

Portanto, antes de a Ana Sofia de Carvalho criticar as posições contraditórias da Esquerda utilitarista (Bloco de Esquerda, PAN, Partido Socialista, PSD), deveria (em primeiro lugar) criticar a própria posição libertária de Nozick que se apoia numa concepção voluntarista do sujeito.

Ou seja, o Estado não é neutro, e esta Esquerda utilitarista sabe muito bem disso!

É suposto, segundo a Esquerda, que a legalização da eutanásia — assim como aconteceu com a legalização do aborto — deva ser financiada e imposta coercivamente pelo Estado em nome de uma putativa (e inexistente, em termos práticos) “liberdade do indivíduo a escolher”.

A legalização da eutanásia — assim como a legalização do aborto — serve fins políticos inconfessáveis e sinistros; e é sustentada por dois tipos de agentes políticos: os ignorantes — como é o caso de Rui Rio ou dos dirigentes do PAN (Pessoas-Animais-Natureza) — ou os que defendem a “destruição criativa da sociedade”, como é o caso da liderança do Bloco de Esquerda.