Viva o racismo !

PESSOAS NEGRAS web

É isto que me obriga a ser racista. Eu não queria, mas sou obrigado, pela lógica imposta pela realidade política.

A política correcta impele-nos ao racismo — porque a “discriminação” dita “positiva” é uma forma prática de racismo. Somos racistas porque não temos alternativa: somos impelidos para o racismo pela lógica do sistema.

Se as pessoas no cartaz fossem brancas, a DGS não “apagaria” o cartaz porque — alegadamente — não seria discriminatório. O cartaz só é discriminatório quando as pessoas são negras.

Viva o racismo!

Uma Justiça enviesada irá tornar o ambiente político irrespirável

Imaginem um cartaz do Bloco de Esquerda com as seguintes frases: “A lei é para todos”; e “os capitalistas têm que pagar impostos”.

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Não lembraria ao careca que a AEP fosse processar a Mariana Mortágua por injúria ou difamação — porque o cartaz seria de Esquerda.

ciganos cumprir a lei web

Mas se o cartaz é de Direita — como é o cartaz dos “ciganos que têm que cumprir a lei” —, então já vale a judicialização da política, e a intervenção de uma Justiça enviesada e injusta.

Aplica-se aqui o conceito de tolerância repressiva de Herbert Marcuse:Tudo o que vem da Esquerda é bom, e tudo o que vem da Direita é mau”. E os juízes da república das bananas assinam por baixo.

Mariana Mortágua requiescat in pace

Em espasmos de ressentimento narcísico patológico, a Esquerda radical inventa os males que denuncia para depois justificar o bem que proclama.

mariana mortagua pais mais seguro 400 web

A Esquerda radical não se preocupa com os pobres: preocupa-se exclusivamente com os ricos.

Dizem-se “democratas”, mas quando a democracia os assusta, os esquerdistas usam e abusam do vocábulo “populismo”. São “democratas”, mas não muito.

O esquerdista, na sua obsessiva busca pela igualdade, aplica o mesmo estalão à humanidade inteira, para poder cortar aquilo que a transcende: a cabeça. A decapitação é o rito central da missa esquerdista.

O totalitarismo é a realidade empírica da “Vontade Geral” de Rousseau que foi um dos precursores do Romantismo que caracteriza a Esquerda pós-moderna. Segundo a “Vontade Geral” de Rousseau, a função do tirano é a de libertar cada cidadão da tirania do seu vizinho.

Ao contrário do que disse (ou escreveu) o Sérgio Sousa Pinto (Partido Socialista), a Esquerda actual (pós-moderna ou pós-estruturalista) não provém do Iluminismo, mas antes deriva directamente do Romantismo do fim do século XVIII (Rousseau, os jacobinos, etc.) e princípio do século XIX.

A Esquerda pós-moderna sonega o Iluminismo, por um lado, e por outro lado adopta claramente o cientismo positivista — sendo que o Positivismo é Romantismo das ciências.

A aliança entre o machismo de Esquerda e o Islão

“A mulher tem vindo crescentemente a ser sacrificada no altar da aliança entre os homens de Esquerda e os Imãs (muçulmanos) do país.”

Anna Loufti, a propósito de um evento público em Londres em que as mulheres foram proibidas de participar


E depois vem o Rui Tavares (Livre) dizer (no parlamento) que “o André Ventura é islamófobo” por este querer proibir a Burka no espaço público.

A ideologia que não recompensa a criatividade do indivíduo

Um dos fenómenos que mais temo, vindo da Esquerda, é a burocratização do espírito.

Por exemplo, a ideia de “transformar o mundo” (Karl Marx), que é um cliché progressista e revolucionário, significa, de facto, burocratizar o ser humano. Todo o cliché ideológico burocratiza o espírito humano. Não tenho dúvidas que este cliché (“transformar o mundo”) poderia ter sido utilizado pelo nazi Eichmann. O marxismo cultural (ou politicamente correcto) é a burocratização do espírito no nosso tempo.

Esta “burocratização do espírito” nega ou mitiga o valor da Criatividade; e está bem patente, por exemplo, neste artigo do Ludwig Krippahl. O burocrata esquerdista (passo a redundância) coloca no mesmo plano da análise de valor, a Técnica, por um lado, e a Criatividade (que inclui a arte e a ciência), por outro lado.

A Natureza, para não perecer às mãos da Técnica, “refugia-se” na imaginação de alguns homens; e essa imaginação está na génese da Criatividade — o que significa que a Técnica, por um lado, e a Criatividade, por outro lado, estão em pólos opostos da existência humana; e esta tensão bipolar existencial faz parte do fenómeno da Metaxia humana (segundo Platão).

Porém, esse “refúgio da Natureza na imaginação de alguns homens” aconteceu até ao século XIX; o que surgiu, nos séculos seguintes até à actualidade, foi o impacto da Técnica sobre a imaginação dos imbecis.

E desta imbecilidade humana saiu a ideia de que a Técnica e a Criatividade são equivalentes. Hoje abundam os que se crêem “inovadores” porque imitam os que inovaram no passado, e vem deste equívoco imbecilizante a ideia de que Técnica e a Criatividade têm um valor semelhante.


Vivendo num mundo que a Ciência torna mais abstracto cada dia que passa, no meio da Técnica que submete o ser humano a comportamentos cada vez mais abstractos, no meio de uma sobre-população humana que lhe impõe relações cada vez mais abstractas — o Homem actual tenta escapar a essa abstracção que lhe esconde o mundo e que lhe apergaminha a alma, optando por sonhar com o futuro — este grande abstracto entre os Abstractos. E desse sonho do futuro nasce a distopia do progressismo da Esquerda.

É certo que a originalidade não é algo que se procure, mas é algo que se encontra; mas também é verdade que poucos a encontram.

“Encontrar” a originalidade criativa é apanágio de muito poucos. Por isso, a originalidade criativa deve ser recompensada de forma objectiva e concreta, sem abstracções ideológicas que tolhem a alma do ser humano e lhe burocratizam o espírito.

Mariana Mortágua quer proibir o consumo de carne de porco nas escolas públicas de Lisboa

A Ministra da educação espanhola do governo socialista radical de Sánchez, Pilar (com) Alegria, mandou proibir o consumo de carne de porco nas cantinas das escolas públicas de Ceuta. Além disso, a carne consumida nas ditas escolas terá que ser de animais abatidos segundo a norma islâmica Halal, ou seja, sangrados calmamente até à morte.

A notícia supracitada é verdadeira.

Agora vem a notícia que, por agora e para já, é falsa:

Mariana Mortágua pretende seguir o exemplo da Ministra do radical Sánchez e proibir o consumo de carne de porco nas escolas públicas lisboetas, para não ofender os islamitas que se põem de cu para o ar no Martim Moniz. Ademais, as duas leitoas (a Mariana e a Alexandra), por razões privadas, aplaudem a iniciativa da Mortágua.

A Esquerda radical portuguesa — que inclui Mariana Mortágua, o Rui Tavares, e/ou o jornaleiro Daniel Oliveira — é de opinião de que o Islamismo não tem rigorosamente nada a ver com o Islão, e portanto acredita que é possível pegar num cagalhão pela sua parte mais limpa. politicamente correcto web66

Isabel Moreira e a ditadura do Direito Positivo

Imagine, o leitor, que insignes constitucionalistas — por exemplo, Isabel Moreira, Vital Moreira, Jorge Miranda, Tiago Duarte, Pedro Bacelar de Vasconcelos, Marcelo Rebelo de Sousa, etc. — se reúnem para reformulação da Constituição portuguesa, e introduzem um novo artigo da Constituição que rezaria assim (mutatis mutandis):

“Devido à inconsistência cognitiva do povo português, deve o Estado monitorizar a informação veiculada pelos órgãos de comunicação social.”

Através da Constituição, ficaria assim definida e catalogada a burrice do povo português. O povo seria considerado “burro” por decreto de artigo constitucional. E todos os constitucionalistas estariam de acordo, e, sequitur, a classe política aplaudiria a nova norma.

¿O leitor acharia estranho? Eu não acho estranho. No Direito Positivo, tudo é possível. Eu ainda sou do tempo da disciplina — do 7º ano dos Liceos — de Organização Política e Administrativa da Nação.


O Direito Positivo é como uma folha Excel em branco em que uma elite de constitucionalistas de merda pode escrever as fórmulas legais e ilógicas que quiser.

De modo semelhante, os constitucionalistas da III república — por exemplo, Jorge Miranda — decretaram que o Estado deve ignorar a confissão religiosa da maioria do povo português, ou seja, o catolicismo que é a religião do povo desde a fundação da nacionalidade no século XII.

Meia dúzia de constitucionalistas (como a Isabel Moreira) não só ignoram os sentimentos religiosos da maioria do povo, como desprezam a História de Portugal.

É isto que temos: uma pequeníssima elite de Esquerda a cagar no povo.

Ao contrário do que a Isabel Moreira diz, o Estado português é “secular” (no sentido de “secularismo”), mas não é “laico” (no sentido de “laicismo”) como ela diz — até porque não existe o termo “Estado laico” na Constituição portuguesa.

Dizer, como diz a Isabel Moreira, que “Portugal é formalmente um Estado laico”, é falso: em vez disso, Portugal é um Estado secular; mas explicar à Isabel Moreira a diferença entre secularismo e laicismo é pura perda de tempo.

A Constituição (e o Direito Positivo) não pode ser objecto de pura opinião pessoal, e deve ter fundamentos metajurídicos de Direito Natural. 

Estamos entregues à bicharada. Estamos f*d*dos.

O Partido Socialista de Isabel Moreira é um partido radical de Esquerda

Marcos Perestrello — e outras figuras moderadas do Partido Socialista, como por exemplo António José Seguro ou Sérgio Sousa Pinto — já “toparam” que gente como Isabel Moreira atrasa o Partido Socialista, ou seja, é altamente improvável que o Partido Socialista volte a ser governo com protagonistas de relevo como Isabel Moreira, Ascenso Simões, Ana Gomes, Pedro Delgado Alves, Alexandra Leitão ou Pedro Nuno Santos. O próprio Brilhante Dias subiu a pulso no partido no tempo da Geringonça.

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Os socialistas moderados — que se situam no grupo dos “liberais de Esquerda” segundo a nomenclatura anglo-saxónica — têm (ou tinham) duas vertentes práticas (práxis) essenciais: 1/ a protecção especial das pessoas vulneráveis, e 2/ a promoção da igualdade social.

O actual Partido Socialista já não é “liberal de Esquerda”: em vez disso, é um partido radical de Esquerda que se identifica, por exemplo, com o Bloco de Esquerda e com o LIVRE — deixando ao PSD a janela política para ocupar o espaço do socialismo liberal.

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Um exemplo de uma pessoa “liberal de Esquerda” é a autora inglesa J. K. Rowling que se opõe à Ideologia de Género para proteger as crianças e assegurar às mulheres os seus espaços privados.

Ademais, na sua qualidade de “liberal de Esquerda”, J. K. Rowling opõe-se também ao chamado “suicídio assistido”, por se preocupar com os riscos de coerção, por um lado, e por outro lado por causa da mensagem que a lei da eutanásia faz passar às pessoas mais vulneráveis.

O actual Partido Socialista é a antítese das posições éticas e políticas da liberal de Esquerda J. K. Rowling; o actual PS é o partido da Isabel Moreira: é um partido radical, ao nível do Bloco de Esquerda ou do LIVRE.

O genocídio dos europeus programado pela Esquerda

Na primeira imagem (de Londres), aqui em baixo, vemos um convite público do governo britânico aos cidadãos brancos: “esterilizem-se, para que as cidades fiquem menos apinhadas de gente”.

Esta mensagem é passada como sendo virtuosa, e utiliza até, cinicamente, figuras de crianças brancas no cartaz.

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Porém, ao mesmo tempo que os governos europeus controlados pela Esquerda ("World Economic Forum", alguns magnatas como George Soros, Bill Gates, etc) pediam aos brancos para se suicidarem como etnia, importavam pretos aos magotes — como podemos ver na segunda imagem.

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Ou seja, para a Esquerda, os brancos são para eliminar, e os pretos são para entrar em barda.

O racismo da Esquerda é radical, no sentido em que defende o genocídio dos europeus como política de Estado.

Esta política demográfica genocida e anti-europeia é basicamente irracional: o único critério inteligível e lógico é o de quequalquer coisa é melhor do que a actual demografia com brancos em maioria”.

Para a Esquerda, e por razões puramente ideológicas, os brancos europeus representam o demónio; e, portanto, é preferível, até, a existência de marcianos em circulação do que de brancos.