O estafermo Isabel Moreira é apoiado por Francisco Pedro Balsemão

A Isabel Moreira considera — num artigo no semanário Expesso — que o Partido Comunista é um partido “moderado, que coloca a dignidade humana no centro e como prioridade da acção política, adoptando uma cultura democrática, repudiando extremismos ou populismos”. E logo a seguir diz que o CHEGA é o único partido português que não é “democrático e moderado”.

Não é anormal que uma psicótica escreva isto; o que é uma anormalidade é que o grupo mediático fundado por Pinto Balsemão publique uma aberração deste calibre.

isabel moreira-infodivel-webO CHEGA deveria abster-se de participar em qualquer tipo de programa no grupo da SIC. O Francisco Pedro Balsemão é uma vergonha nacional. Quando chegar a hora do Estado financiar a empresa privada dos Balsemão, não nos devemos esquecer da colaboração esquerdopata de Isabel Moreira ou do Daniel Oliveira.

A Isabel Moreira diz que o CHEGA é fassista porque propõe a legalização da prisão perpetua; consequentemente, a Isabel Moreira chega à conclusão de que a grande maioria dos países europeus é fassista; e o Francisco Pedro Balsemão parece concordar com ela.

Ou seja: segundo a Isabel Moreira, cerca de 40 países europeus são fassistas, entre estes, a Alemanha, a França, a Itália, a Bélgica, a Áustria, a Grécia, a Suécia, a Dinamarca, a Finlândia, a Irlanda, a Islândia, Luxemburgo, Polónia, Chéquia, Roménia, Suíça, e a maioria dos países do Leste da Europa — são todos países fassistas porque têm prisão perpetua. E o Francisco Pedro Balsemão anui. Segundo a Isabel Moreira, o único país que não é fassista é o Portugal governado pela Esquerda que protege o Lumpemproletariado.

Este tipo de raciocínio coloca a Isabel Moreira dentro do Bloco de Esquerda ou do Livre. 

A Isabel Moreira diz que o CHEGA é fassista porque não gosta de pedófilos e defende a castração química de pedófilos.

Ora, temos aqui uma lista de países europeus fassistas que legalizaram a castração de pedófilos: Polónia, Estónia, Itália (que está em debate legislativo sobre o assunto), Chéquia (que legalizou a castração cirúrgica, ou seja, a remoção física dos testículos), Alemanha, França, Reino Unido, Suécia, Dinamarca e Áustria. São todos países fassistas; o único país europeu que não é fassista é Portugal governado pelo Partido Socialista da Isabel Moreira controlado pelo Bloco de Esquerda  e LIVRE, e promovido pelo anti-fassista pró-pedófilo Francisco Pedro Balsemão.

Depois, a Isabel Moreira (apoiada pelo Francisco Pedro Balsemão) diz que o CHEGA é fassista porque defende a “perda da nacionalidade portuguesa para cidadãos naturalizados condenados por determinados crimes graves”.

Ora, segundo a Isabel Moreira (com o apoio do Francisco Pedro Balsemão) os seguintes países europeus também são fassistas: a Bélgica, a Lituânia, a Alemanha, a França — e até a Espanha do socialista Sánchez em determinados crimes. Todos estes países fassistas prevêem a possibilidade de retirada de nacionalidade adquirida em determinadas situações de criminalidade grave.

Depois, a Isabel Moreira mente (e o Francisco Pedro Balsemão aplaude a mentira), quando escreve que o CHEGA defende “a privatização alargada da saúde e da educação e a extinção do Ministério da Educação”. O CHEGA defende a privatização da área da Saúde na mesma medida em que é defendida pelo CDS, pela IL [Iniciativa Liberal], e pela ala liberal do Partido Social Democrata; e o CHEGA nunca defendeu a extinção do Ministério da Educação (a Isabel Moreira deve estar a confundir a IL [Iniciativa Liberal] com o CHEGA).

De facto, a Isabel Moreira diz a verdade quando escreve (indignada e apoiada por Francisco Pedro Balsemão na sua indignação) que o CHEGA defende “o fim do financiamento público de interrupções voluntárias da gravidez e de tratamentos de afirmação de género”.

Porém, a verdade é que eu não tenho que pagar — através do Serviço Nacional de Saúde pago por todos os contribuintes — os custos das cambalhotas irresponsáveis dos outros: quem quer abortar, que pague o respectivo aborto do seu próprio bolso. E também não temos todos que pagar, do nosso bolso, a promoção do trans-humanismo antinatural e desumano promovido pela Ideologia de Género que a Isabel Moreira defende como coisa boa.

Depois, a Isabel Moreira (apoiada pelo Francisco Pedro Balsemão) diz que o CHEGA é fassista porque defende “restrições muito severas à imigração, incluindo endurecimento do acesso à nacionalidade, limitação do reagrupamento familiar, reforço das expulsões e maior facilidade na retirada de autorizações de residência em determinadas situações; a redução drástica do Estado social nas primeiras formulações do partido, defendendo um "Estado arbitral" em vez de um Estado prestador”.

Ou seja, a Isabel Moreira diz que a maioria do povo português é fassista porque defende “restrições muito severas à imigração”: para ela, os únicos democratas são as pessoas que constituem as cúpulas políticas conjugadas do Partido Socialista, do Partido Comunista, do LIVRE e do Bloco de Esquerda — ¡que horrível cheiro a povo!

Depois, a Isabel Moreira escreve o seguinte:

“Uma moção aprovada na Convenção de 2020 defendia a esterilização de mulheres que recorressem repetidamente ao aborto”.

Uma simples pesquisa no Google revela que não é verdade que o CHEGA tenha aprovado ou defenda a esterilização de mulheres em Portugal.

Uma simples pesquisa no Google revela que não é verdade que que o CHEGA tenha aprovado ou defenda a esterilização de mulheres em Portugal. Se a Isabel Moreira continua a propagar mentiras deste calibre nos me®dia, sem qualquer contraditório e com o apoio explicito e declarado de Francisco Pedro Balsemão, não podemos garantir a sua segurança.

Em Setembro de 2020, durante a III Convenção Nacional do Chega, um militante do partido (Rui Roque) submeteu uma moção estratégica intitulada "Moção Estratégica Global para Portugal" que sugeria a retirada de ovários a mulheres que realizassem abortos legais. A direcção do partido distanciou-se imediatamente da proposta, e os delegados presentes na convenção rejeitaram o documento com 85% dos votos contra.

O líder do Chega, André Ventura, classificou publicamente a moção de Rui Roque como "bizarra", "grotesca" e contrária aos valores fundamentais do partido. O autor da proposta acabou por se desvincular do Chega poucas semanas depois.

A Isabel Moreira é um nojo enquanto pessoa. Nojenta, mentirosa, psicopata, um estafermo em forma de mulher. Ela é aquilo a Berlusconi chamou de “infodível”: nem com saco enfiado a tapar-lhe a cara.

Mas pior do que a Isabel Moreira é o Francisco Pedro Balsemão: esta besta não promove a liberdade de imprensa: promove a publicação enviesada, falsa, ideologicamente contaminada e orientada, e todos os valores que pretendem minar a democracia, alegadamente “em nome da democracia”.

A Equipa de Demolição da Civilização (1)

Somos uma sociedade em que os “intelectuais” (Susana Peralta, Joana Marques Brás & Comandita) são pagos a peso de ouro para defender publicamente (nos me®dia) a ideia de que a nossa civilização e sociedade não devem existir.

Ontem passei, por acaso, pela RTP no programa “Estado da Arte”, um programa de debate mediado pela jornalista Alberta M. Fernandes, e que tem (semanalmente) a presença, no comentário, de Susana Peralta (51 anos, claramente conotada com o Bloco de Esquerda ou com o LIVRE) Joana Marques Brás (24 anos, actriz, também da Esquerda “progressista”), Henrique P. Mesquita (28 anos, funcionário da Porto Editora), e Rodrigo Moita Deus (48 anos, o mais ajuizado do grupo, mas, ainda assim, “liberal”).

Mal sintonizei o programa e vi o Rodrigo Moita Deus a queixar-se de que a Joana Marques Brás lhe tinha (implicitamente) chamado de “racista” por razão (d’aquele) ter criticado as políticas de imigração em massa protagonizadas pela Geringonça.

E, mais uma vez, concluí ser impossível ter qualquer tipo de diálogo com os ditos “progressistas”: se discordamos deles, somos imediatamente chamados de xenófobos, homófobos, transfóbos, misóginos, sexistas, machistas, rassistas, fassistas, escrotos patriarcais, supremacistas branquelas, pais de família, marialvas, negacionistas, chalupas, grunhos, preconceituosos e reaccionários.


A Susana Peralta e a Joana Brás fazem parte daquilo a que podemos chamar de “Equipa de Demolição da Civilização” — assim como o Partido Comunista, o Bloco de Esquerda, o LIVRE, a ala Esquerda radical do Partido Socialista representada por Isabel Moreira, e até alguns elementos notórios do PSD como por exemplo o José Pacheco Pereira.

Aquilo a que chamamos de “civilização” é composto por vários pilares, por exemplo:

1/ Lei e Ordem,

2/ Fronteiras Nacionais,

3/ Meritocracia,

4/ Igualdade na Justiça,

5/ protecção das crianças e adolescentes,

6/ industrialização,

7/ liberdade de expressão,

8/ protecção da vida humana e fé no futuro de uma sociedade livre.

Todos estes pilares da civilização estão a ser ameaçados pela Equipa de Demolição da Civilização.

Até meados da década de 1970, a ameaça da Equipa de Demolição contra a civilização era frontal, inequívoca, violenta muitas vezes. Com o esboroamento da URSS em finais da década de 1980, a Equipa de Demolição da Civilização passou a actuar pelos flancos, de forma dissimulada, sub-reptícia, hipócrita muitas vezes.

Pretendem demolir a civilização para a substituir por um sistema utópico construído através de uma fé metastática (a crença de que é possível mudar a natureza fundamental da Realidade e da Natureza Humana).

A crítica da Equipa de Demolição da Civilização não é a de que a nossa civilização funciona mal, mas é que a civilização funciona normalmente.

Ora, é este “normal” do funcionamento  da civilização que terá que ser (alegadamente) “arrebentado” pela Equipa de Demolição para que possa surgir daí um paraíso na Terra. É uma espécie de “destruição criativa” Schumpeteriana mas à maneira da Esquerda neomarxista.

Os pseudo-intelectuais “progressistas”, os “intelectuais” anti-civilização do tipo Susana Peralta ou Joana Brás, dizem que “amam a humanidade”, mas de facto odeiam o ser humano (odeiam a Natureza Humana).

Vêem a Lei e Ordem, as Fronteiras Nacionais, e a Meritocracia como estratégias criminosas de opressão.

Vêem a expressão da Realidade e dos factos, não como prova contra os seus projectos radicais, mas antes como prova de que os seus projectos radicais não têm sido suficientemente radicais, e que é necessário radicalizar ainda mais.

Somos uma sociedade em que os “intelectuais” (Susana Peralta, Joana Marques Brás & Comandita) são pagos a peso de ouro para defender publicamente (nos me®dia) a ideia de que a nossa civilização não deve existir. Isto vai ter que acabar. É tempo de os “progressistas” irem cavar batatas.

A Isabel Moreira e a Realidade Normativa

«Isabel Moreira partilhou na sua conta do X o "parecer" da CIG – um antro de trans-activistas durante anos -, que conclui que a actual lei da autodeterminação de género é fantástica. Isto apesar da actual lei permitir a qualquer jovem mentalmente descompensado, o acesso imediato a uma identidade e um marcador de género diferente, sem qualquer diagnóstico rigoroso com todas as consequências imprevisíveis e trágicas que resultam daqui.

Desde que ela postou, chovem comentários na conta dela. São centenas e centenas a contestá-la. Dá gosto ver que o Wokismo acabou. Os portugueses já não receiam demonstrar de forma clara que não vão ficar calados perante os perigos desta gente alucinada.

Que o Presidente da República tenha bem noção disso. »

MOMENTO RELAX PARA QUEM NÃO SUPORTA A ISABEL MOREIRA

O dimorfismo sexual é uma característica da Realidade Normativa, mas a Isabel Moreira não concorda com a normatividade da realidade implícita no dimorfismo sexual.

Por exemplo, a Isabel Moreira acredita que se cortarem uma perna a 51% dos carneiros do mundo inteiro, os carneiros deixam de ser quadrúpedes. É uma crença. Mas toda a gente normal sabe que, ainda que os seres humanos cortassem as pernas aos carneiros, estes não deixariam de ser quadrúpedes.

O que está aqui em causa é o bom-senso, por um lado, e o senso-comum, por outro lado. A Isabel Moreira não tem nem uma coisa nem outra. A Isabel Moreira é doente mental.

Entre a Cristina Ferreira e a Isabel Moreira, venha o diabo e escolha

Aconteceu recentemente um confronto político e ideológico entre o liberalismo levado às suas últimas consequências (Cristina Ferreira), por um lado, e por outro lado o cientificismo de Esquerda (Maria João Faustino, Isabel Moreira, etc.).

cristina ferreira web

No liberalismo (representado aqui por Cristina Ferreira), o negócio está em primeiro lugar; o negócio é o mais importante, e independentemente das consequências sociais, culturais e éticas.

O liberal dá valor ao Estado de Direito porque este promove a liberdade de mercado — em contraponto à posição do cidadão conservador que dá valor à liberdade de mercado porque esta promove o Estado de Direito.

O que me separa da Cristina Ferreira é que eu gosto da liberdade de mercado porque promove o Estado de Direito — ao passo que a Cristina Ferreira inverte as premissas da equação: para ela, a liberdade de mercado é um fim em si mesmo, e não apenas um meio. Para a Cristina Ferreira, a liberdade de mercado é mais importante do que o Estado de Direito.

Porém, o grupo de pessoas que se opõe à Cristina Ferreira nesta carta aberta (Maria João Faustino, Isabel Moreira, Francisco Louçã, Marta Crawford, entre outros) não é composto de cidadãos conservadores que prezam a liberdade e o Estado de Direito, mas antes é composto por agentes políticos de Esquerda para-totalitária (passo a redundância) que manipulam a ciência no sentido de impôr coercivamente a sua agenda política e ideológica.

Imaginem, por absurdo, que um grupo de pessoas ligadas à ala radical do Partido Socialista, e ao Bloco de Esquerda, afirma o seguinte:

“A ciência demonstra-nos que os “fassistas” têm que ser mortos”.

E, recorde-se que, em nome da pseudo-ciência já se promoveram os maiores massacres de seres humanos que a História já registou.

É neste sentido que os radicais signatários da referida carta aberta invocam a necessidade de recurso a “especialistas devidamente qualificados” — como se a ciência pudesse formatar a ética, por um lado, e moldar as relações entre os seres humanos, por outro lado: eles representam a morte da ética em nome da imposição da pseudo-ciência como modelo de formação política e ideológica para-totalitária.

Aquilo que é eticamente auto-evidente para um cidadão conservador, passou a ser necessariamente passível de “prova científica” arbitrária, para um radical de Esquerda. A ética foi, alegadamente e para estes radicais, substituída pela ciência (como se isto fosse possível).

A ideia de “responsabilidade moral” (ética) reside na experiência subjectiva, enquanto que a ciência só concebe acções determinadas pelas leis da natureza, e não concebe autonomia, nem sujeito, nem consciência e nem responsabilidade. A noção de “responsabilidade” é não-científica. A ética e a moral pertencem ao domínio da metafísica que se caracteriza pela falta de “bases objectivas”.

Na sua ânsia de combater a fundamentação ética herdada de milénios de cultura europeia (desde Sócrates a Nicolau Hartmann, passando por Santo Agostinho e S. Tomás de Aquino), os radicais de Esquerda do Partido Socialista, do Bloco de Esquerda e do LIVRE pretendem substituir essa fundamentação ética (que se baseia na Natureza Humana) por leis arbitrárias ditas “científicas” que corroborem a necessidade de restrição drástica da liberdade política.

Para que haja ciência é necessário postular a insignificância do universo e da natureza do ser humano — porque a neutralidade axiológica não é uma conclusão científica, mas antes é um postulado metodológico de quem faz ciência.

E é exactamente isto que os radicais de Esquerda pretendem: a manipulação da ciência (cientificismo) como meio de erradicação (na equação da Cultura e na organização social) do conceito de Natureza Humana.

Para aturar o comissário Tiago Freitas, é preciso paciência de chinês

S. Tomás de Aquino escreveu que “não devemos respeitar quem não merece respeito”; mas um tal Tiago Freitas — que, aparentemente, mete o Santo numa algibeira — diz-nos que devemos não só respeitar, mas também demonstrar reverência em relação a gente desprovida de bom-senso.

Na questão da Ideologia de Género (e na lei dos “transgéneros”), as posições da Esquerda (e da Isabel Moreira, por exemplo) são, a todos os níveis, indefensáveis.

Vai daí, o Freitas faz um “spin-off” (“dá a volta ao texto”): diz ele que a maluquice da Ideologia de Género não está apenas na Esquerda, mas está também em quem critica as posições da Esquerda em matéria de “identidade de género” — trata-se da aplicação da falácia lógica “Tu Quoque“: a melhor forma de anular o valor de uma crítica é dizer que quem critica também não tem razão.

“Nesse domínio , a sugestão de Isabel Moreira de que aqueles que aprovaram a alteração da lei de 2018, e por essa razão, são cúmplices retroactivos da morte de Gisberta, é de um capciosismo intelectual raramente visto, e que merecia outra censura pública.

Do outro [da Direita], um discurso trocista, que reduz vidas humanas a cromossomas, piadas sobre “XX e XY” ou comentários de mau gosto sobre corpos e parte da fisionomia humana.

Ambos os lados falham o essencial: o respeito.”

Convém dizer que a palavra “capciocismo” não existe no dicionário de Língua Portuguesa. Existe, outrossim, a palavra “capciosidade” que deveria ter sito utilizada em seu lugar.

Este tipo de “spin-off”, que atenua a crítica ao Delírio Interpretativo próprio da Esquerda mediante a extensão, à Direita, da “culpa” (“são todos culpados”), é próprio dos comissários do Totalitarismo de Veludo que actuam nos me®dia — por exemplo, o Freitas, o Daniel Oliveira, Clara Ferreira Alves, Pedro Marques Lopes, etc. —, que se encarregam de universalizar a merda produzida pela Esquerda, por um lado (por exemplo, quando o Daniel Oliveira dizia que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista eram “partidos da social-democracia”), e por outro lado atacar a Direita mesmo quando esta tem razão mediante uma qualquer Falsa Dicotomia e do sofisma “Tu Quoque“.

Se o Imperador Calígula vivesse hoje, o Freitas diria que ele mereceria respeito em nome da “complexidade”.

A “complexidade” é a palavra mágica que resgata a psicose de Esquerda. A “complexidade” significa, aqui, a intelectualização da maluqueira: “não devemos criticar o maluco porque ele é complexo”.

Escreve, o Freitas:

“No desporto, por exemplo, a questão da equidade não pode ser ignorada: diferenças biológicas são reais e relevantes.

Já em contextos como concursos de beleza, onde não existe essa vantagem estrutural, a participação de mulheres trans não levanta o mesmo tipo de problema, podendo até ser motivo de reconhecimento. No fundo, o problema não está na diversidade. Está na incapacidade de a discutir com nuance.”

Reparem como o comissário Freitas começa por aplicar o termo auto-contraditório “mulheres trans”, que desafia o Princípio de Identidade — princípio fundamental segundo o qual uma mesma proposição não pode ser, ao mesmo tempo, verdadeira e falsa e sob a mesma relação, e enuncia-se: A = A.

Uma mesma pessoa não pode ter cromossomas XX e cromossomas XY. A proposição “mulheres trans” é uma contradição em termos.

Por outro lado, o comissário Freitas extirpa, da beleza, a genuinidade que é própria e é intrínseca da beleza. Seria como se o Freitas comparasse uma flor de plástico com uma flor natural, e dissesse que têm o mesmo valor.

Aquilo que é genuíno tem sempre mais valor do que o que é artificial. Como bom esquerdóide, o comissário Freitas menospreza a Natureza, em geral, e a Natureza Humana em particular.

O “spin-off” do comissário Freitas pretende justificar o absurdo da Ideologia de Género, mas alternativamente de uma forma mais “complexa”. Pretende salvar as aparências, está em missão de resgate das Isabéis Moreiras deste país.

A doença mortal da Igreja Católica

A Igreja Católica está moribunda. As notícias acerca do actual Papa Pachamama e dos padres progressistas e neomarxistas, revelam já uma Igreja Católica ferida de morte. A infiltração da Esquerda mais radical no seio da Igreja Católica, desde que o papa Chiquinho entrou no Vaticano, tem levado a uma derrocada, lenta mas persistente, da instituição católica.

Senão, vejamos este título de uma “notícia” da Rádio Renascença (presumivelmente católica), assinada por uma tal Manuela Pires:

doença catolica web

Imagine o leitor que 99% dos deputados do parlamento eram de Direita, e que apenas 1% eram de Esquerda. A tal Manuela escreveria o título da mesma forma: “A Direita ficou isolada.” Isto é a inversão factual da realidade, por razões estritamente ideológicas.

A Rádio Renascença é tão credível quanto o jornal Púbico; mas o problema não é esse: o problema é que, alegadamente, a Rádio Renascença é um órgão de Comunicação Social que é propriedade da Igreja Católica. A Rádio Renascença é, ou deveria ser, (supostamente) católica. É suposto que a Rádio Renascença diga a verdade, ou seja, que não diga que uma minoria “isola” a maioria.

Desde que eu fui assistir a uma missa católica, aqui no norte de Portugal, e o padreco começou a dançar samba no presbitério, ao som da música do coro, nunca mais fui a uma missa. Para mim, a Igreja Católica acabou.

Todo o mundo, hoje e em Portugal, é de Esquerda! Que alívio!

Eu tenho andado arredio da blogosfera, essencialmente num período de reflexão, mas também por assombro face aos recentes acontecimentos nacionais e internacionais. Por vezes dá a sensação de que entrei numa espécie de Twilight Zone, em uma realidade nebulosa, semi-opaca, em que não se enxerga a Razão e a Lógica.

Por exemplo, quando verifiquei o apoio explicito de todos os partidos políticos portugueses (com excepção do CHEGA) a um candidato presidencial socialista, senti que toda a minha opinião política, desde os meus 18 anos, deixou de fazer sentido, como se o meu mundo político tivesse desabado.

Eu sempre pensei que havia uma Direita portuguesa; mas a verdade é que nunca houve Direita em Portugal: há, sim, partidos que, circunstancialmente, “fecham” a Esquerda à direita desta. Ser de Direita, em Portugal, é pertencer à dinâmica radical da Esquerda que esgaça a Janela de Overton.

A actual aliança entre os dois partidos do Rotativismo no sentido de censurar as redes sociais corrobora a ideia segundo a qual todo o governo é autenticamente de Esquerda se mantém uma polícia política. A actual Direita portuguesa nada mais é do que uma Esquerda desejosa de digerir em paz.

Todo o mundo, hoje e em Portugal, é de Esquerda! Que alívio!

No plano internacional, assisto, atónito, à irracionalização sistemática da política conduzida pelo estertor dos Estados Unidos enquanto líder mundial.

Por vezes fico tão estupefacto com as noticias me®diáticas que fico tolhido no meu raciocínio: é como se me dissessem que a ciência chegou à conclusão de que 2 + 2 = 25: toda a estrutura lógica desaba em nome de uma irracionalidade vencedora e imbatível. Aplica-se, aqui, o pensamento progressista segundo o qual a “lógica evolui”: ora, a “evolução da lógica” levou à sua própria negação.

Há quem diga que o mundo voltou ao século XIX; mas não é verdade: voltamos à Idade do Ferro.

O prelúdio da deriva “católica” do Bloco de Esquerda

Já escrevi aqui (na categoria “José Manuel Pureza”) que a nova deriva “católica” do Bloco de Esquerda do José Manuel Pureza é extremamente perigosa; mas ainda não vi ninguém da Direita a chamar a nossa atenção para o “novo” Bloco de Esquerda.

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Não tarda muito (isto é uma hipérbole) e iremos ver o José Manuel Pureza no lugar de Padre a conduzir a missa em directo na televisão, e com jeitinho o papa Leãozinho faz dele cardeal.

A nova ameaça é a aliança entre a hierarquia da Igreja Católica (o clero) e a Esquerda radical, iniciada pelo papa Chico e normalizada agora pelo Leãozinho.

O último papa foi Bento XVI. As duas personagens que se lhe seguiram não representam a Igreja Católica: não são hereges; são apóstatas.

A angústia da Igreja Católica progressista e apóstata, perante a miséria das multidões, obscurece a sua consciência de Deus.

Disse Jesus Cristo aos seus apóstolos:

“Sereis expulsos das sinagogas; há-de chegar mesmo a hora em que quem vos matar pensará estar a prestar um serviço a Deus! E farão isto por não terem conhecido o Pai nem a mim.”

S. João, 16, 2-3

O católico medieval sentia a transcendência como um atributo do objecto que é perceptível ao sujeito; no catolicismo apóstata da Igreja Católica do papa Leãozinho e do Bloco de Esquerda, não só a transcendência é um conceito absurdo, como dizer-se “cristão” é uma forma de indicar que não se luta contra o Cristianismo a partir de fora, mas sim a partir de dentro das estruturas e hierarquias institucionais cristãs (à boa maneira de Gramsci).

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Donald Trump foi eleito duas vezes exactamente por causa desta Esquerda radical — desde Barack Obama até Joe Biden — acolitada pela Igreja Católica do Chiquinho.

Donald Trump tirou partido do voto popular contra a Esquerda da Ideologia de Género e do marxismo cultural , para se enriquecer, a si e à sua família, mas também para encher os bolsos dos seus acólitos mais próximos.

Donald Trump está a roubar o seu país.

Donald Trump é o presidente mais corrupto da História dos Estados Unidos, e transformou o seu país em uma república das bananas — tudo isto graças ao voto popular contra uma Esquerda radical anti-científica e intelectualmente corrupta, que recusa e nega as categorias lógicas da realidade.

A Esquerda radical não está isenta de culpa na eleição de Donald Trump.

A direita e a esquerda no Evangelho de S. Mateus

As noções actuais de “direita” e “esquerda” provêm da Revolução Francesa e da forma como os deputados da nova Assembleia Nacional Francesa se distribuíram pelos assentos.

Porém, no Evangelho de S. Mateus mencionou-se já a diferença dicotómica entre esquerda e direita.

Mateus, 25, 31-33

“Quando o filho do Homem vier na sua glória, acompanhado por todos os seus anjos, há-de sentar-se no seu trono de glória. Perante Ele, vão reunir-se todos os povos e Ele separará as pessoas umas das outras, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos.

À sua direita porá as ovelhas e à sua esquerda, os cabritos.”

Idem, 25, 34

“O Rei dirá, então, aos da sua direita: ‘Vinde, benditos do meu Pai! Recebei em herança o Reino que vos está preparado desde a criação do mundo’.”

Idem, 25, 41

“Em seguida, dirá aos da esquerda: ‘afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, que está preparado para o diabo e para os seus anjos!’”

Há mais de dois mil anos, Jesus Cristo sabia bem a diferença entre esquerda e direita.

Mais uma “polémica artificial” para o Zé Mané Pureza

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Quando o deputado único do Bloco de Esquerda falar no paralamento, aconselho aos deputados do CHEGA seguirem o exemplo do Mister Bean — porque, segundo a Mariana Mortágua e o Zé Mané, não se trata de um insulto: é apenas uma forma inócua de expressão.

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