O monhé vai ter que mudar a Constituição, por causa da disciplina obrigatória de “Educação para a Cidadania”

«Diz a Constituição:

Os pais têm o direito e o dever de educação dos filhos.” E acrescenta: “Incumbe ao Estado para protecção da família cooperar com os pais na educação dos filhos” – não são os pais a agachar-se diante do Estado, é o Estado a cooperar com os pais.

A Constituição reforça o dever de o Estado garantir a protecção da família, de pais e mães, “na realização da sua insubstituível acção em relação aos filhos, nomeadamente quanto à sua educação”. O dever é de protecção, não é de agressão. »

2021-22, o ano da liberdade de educação, por José Ribeiro e Castro

O monhé vai te que pedir à Isabel Moreira que elabore uma reforma da Constituição que retire o poder paternal aos pais das crianças, para que se consume a ideia de “Educação para a Cidadania” marxista cultural.


A ler : Aulas de Cidadania. Tribunal dá razão parcial a família de Famalicão

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O conceito de “equidade”, segundo a Esquerda

Para a Esquerda, equidade é uma corruptela do conceito de “equidade” segundo Aristóteles.


Uma vez que o princípio de justiça não pode ser uma igualdade aritmética — não se pode pretender o nivelamento de todas as condições — o problema que se põe é o da distribuição social equitativa dos constrangimentos, dos fardos, dos privilégios e das honrarias.

A equidade não é igualdade: antes, é o equilíbrio, conformidade e justa medida da Justiça.

A aplicação do conceito aristotélico de “Equidade”, distingue-se do “direito” comum porque consiste na correcção da lei positiva mediante a consideração da lei natural, nos casos em que a sua aplicação pudesse contribuir para uma maior e melhor justiça.

Segundo Aristóteles, a equidade é a Justiça que diz mais respeito ao espírito, do que à lei, e que pode mesmo moderar ou rever esta última, na medida em que se mostre insuficiente devido ao seu carácter geral.


Para a Esquerda, “equidade” é o resultado de uma relação de soma-zero entre pessoas (ou entre determinados grupos de pessoas) — em que o ganho de uma pessoa (ou grupo de pessoas) representa, necessariamente e sempre, uma perda para outra pessoa ou grupo de pessoas.

Para a Esquerda, para que o negro ganhe seja o que for, o branco tem necessariamente que ser prejudicado.
Meus amigos: isto vai ter que acabar — a bem ou a mal!

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Em 2020, o branco Kyle Rittenhouse baleou três criminosos (negros) em legitima defesa; teve que pagar 2 milhões de US Dollars de fiança depois de vários meses na pildra, e nenhum advogado quis representá-lo.

Há poucos dias, o negro Timothy Simpkins levou uma arma de fogo para a escola, baleou 4 pessoas brancas incluindo um professor, foi libertado com uma fiança de 25 mil US Dollars em menos de 24 horas depois do crime.

Ó Abreu!: ¿o que é um “negacionista”?!

Temos aqui um Abreu a “tocar rabecão”, alegadamente contra os “negacionistas” — mas fico sem saber o que é um “negacionista”, na medida em que, ao Abreu, não lhe interessam as definições: a rabeca do Abreu pauta-se pelo toque de caixa da ideologia.

E mais, pergunto eu ao Abreu: ¿o que é a “extrema-direita”?

Sem estas noções bem claras nos nossos espíritos, ficamos todos — apenas e só — nos conceitos abstractos que (aparentemente) conduzem ideologicamente o Abreu.

pass-auf-ao-burro-webEsta coisa de dizer das pessoas, com quem nós não concordamos, que são da “extrema-direita” ou que são “fassistas”, é próprio de indigentes intelectuais.
Mas tratando-se de um professor universitário, a coisa assume um contorno muito mais grave. Naturalmente que, para o referido “lente”, quem discorda da mundividência dele deve ser interditado — começa a estar na moda, entre as “elites” na Europa, o modus operandi do Estaline que mandava internar em psiquiatria os dissidentes políticos.

A culpa não é dele: a culpa é de quem o fez professor universitário. Infelizmente, há muita merda como esta, por aí…

Napoleão dizia, e com razão, que “não devemos atribuir à psicopatia o que pode ser explicado pela malícia”.

Mas isso era o Napoleão, que tinha dois dedos de testa. Com “professores” destes, e em barda, estamos todos futricados. A criatura não consegue distinguir o insulto, por um lado, e a manifestação política entendida em si mesma, por outro lado — o que é sinal de cegueira ideológica asinina.

É perfeitamente possível realizar uma Manif política sem que os manifestantes incorram em ataques pessoais (insultos); mas o asno julgador confunde propositadamente as duas coisas — porque, no arquétipo mental do referido lente jumentil, a dissensão em relação a um qualquer intérprete do actual regime político é, em si mesma, entendida como um ataque ad Hominem.

É claro que quem insultou deve ser punido pela lei; mas não deve ser punido porque se manifestou publicamente contra o que o Ferro Rodrigues representa politicamente! — ora, o que aquela cavalgadura defende é que se puna o manifestante anónimo, por delito de opinião. Quando eu falo em “Totalitarismo de Veludo”, é também disto que se trata. Grande besta!

Existem presos políticos nos Estados Unidos de Joe Biden

Pela primeira vez desde o tempo de Joseph McCarthy, existem nos Estados Unidos prisioneiros políticos detidos sem culpa formada e sem previsão de marcação de julgamento.

Um “preso político” é alguém que está preso apenas em razão das suas posições e opiniões políticas — e por isso não é possível, ao Estado, atribuir-lhe qualquer tipo de acusação criminal prevista no Código Penal.

joe-biden-dementia-webVários cidadãos americanos (dezenas) que participaram na invasão do Congresso a 6 de Janeiro de 2021 estão detidos numa prisão de Washington sem culpa formada e sem que haja a previsão de qualquer julgamento a médio prazo. Poderão passar anos na cadeia sem julgamento.

Há poucos dias, um oficial do exército americano — Tenente-coronel Stu Scheller — foi detido sem culpa formada e enviado para isolamento total penitenciário, por ter emitido opinião pública crítica em relação à forma como Joe Biden processou a retirada dos Estados Unidos do Afeganistão.

Segundo o seu (dele) advogado, o Tenente-coronel Stu Scheller poderá passar anos na cadeia e sem culpa formada — a julgar pela informação proveniente do próprio ministério público (State Attorney) encarregado do caso.

Repare, caro leitor, que a justiça americana consegue ser hoje pior do que a portuguesa! — o que é obra!

Isto é o que acontece quando a Esquerda toma o Poder: os direitos dos cidadãos são atropelados sistematicamente, e a Constituição é violada a bel-prazer pela elite esquerdista.

Uma imagem da decadência cultural (e das elites) na União Europeia

Vemos, na imagem abaixo, um(a) deputada(o) transgénero eleito(a) pelo partido alemão “Verdes” (Die Gruenen).

Este (a foto) é o símbolo de uma Europa que o político Paulo Rangel gosta, a ponto de defender a alienação total da soberania portuguesa em favor de um leviatão europeu — Paulo Rangel é euro-federalista.

Neste ambiente de decadência cultural, o homossexual Paulo Rangel está nas suas sete quintas. Aconselho os militantes do PSD a elegê-lo para presidente, a ver se o CHEGA ganha mais votos.

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A análise das eleições autárquicas feita por um camelo que dá pelo nome de Fernando Rodrigues

“André Ventura e o Chega tiveram algumas derrotas importantes. Não conseguiu ganhar Moura, uma grande derrota para André Ventura sem dúvida. Não conseguiu outro grande objectivo – captar em força os abstencionistas; não consegui outro objectivo – eleger 2 vereadores em Lisboa. Não teve grandes resultados em lugar nenhum. Não conseguiu ficar em terceiro a nível nacional, ficando em sexto lugar e teve resultados fraquíssimos noutros.

Resumindo a primeira grande derrota de André Ventura e do Chega. Outras se seguirão.”

A primeira análise do camelo das Eleições Autárquicas 2021


1/ Para o referido camelo, um partido que ainda há dois anos praticamente não existia acabou por “ser derrotado” nas primeiras eleições autárquicas a que concorreu. Para aquele animal, o CHEGA não necessita de pontos de referência no passado para se avaliarem os resultados presentes.

“O Bloco de Esquerda teve um bom resultado no Porto, conseguindo tirar a maioria à coligação de Direita Liberal de Rui Moreira disfarçado de Independente o que é um feito assinalável e manteve o vereador em Lisboa, aumentando o número de votos. Continua o seu caminho de implementação a nível local em termos nacionais que já devia ser mais elevada. Resumindo no global um mau resultado.”

pass-auf-ao-burro-web2/ Para aquele quadrúpede ruminante, e em contraponto aos alegados “maus resultados do CHEGA”, o Bloco de Esquerda (que já anda na política nacional há mais de duas décadas) “teve alguns bons resultados” — embora tivesse metade dos votos dos do CHEGA, a nível nacional. A isto chama-se “uma análise à moda de José Pacheco Pereira”.

3/ Para aquela cavalgadura com gibas no dorso, “o CHEGA ficou em sexto lugar a nível nacional” (e a grande besta diz que isso é muito mau!), quando sabemos que as coligações partidárias não são, em si mesmas, partidos políticos (por exemplo, a coligação PSD/CDS não é um partido político), e o movimento GRUPO DE CIDADADÃOS também não é um partido político.

Ou seja, em boa verdade, o CHEGA foi o quarto partido mais votado a nível nacional — a seguir ao Partido Socialista, ao PSD e ao Partido Comunista.


Vai ser necessário censurar ainda mais o André Ventura. Aconselho o camelo, a Esquerda e a Direita “fofinha” a proibirem (por decreto-lei do monhé) a entrada do André Ventura na assembleia da república. Não haverá melhor censura que esta.

Temos que saber quem são os censores portugueses no Twitter

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Há gente que pensa que (no Twitter) quem censura em Portugal “são os americanos”; mas não é verdade!: são portugas, mesmo. Em alguns casos (poucos) podem ser brasileiros; mas na maioria dos casos, a censura no Twitter é operada por portugueses sentados em Lisboa.

O que nós temos que fazer é descobrir a identidade dos censores — não para os processar judicialmente, porque isso seria improcedente, dado trata-se de uma empresa privada; mas antes para lhes aplicar um correctivo radical e, quiçá, uma “solução final”.

Essa gente (portugueses) vai ter que pagar com língua de palmo o mal que está a fazer à sociedade portuguesa.

Reparem bem no seguinte: André Ventura foi censurado pelo Twitter no dia seguinte às eleições autárquicas, e por uma razão simples: se lhe tivessem cancelado a conta no Twitter antes das eleições, haveria a possibilidade de um “efeito de vitimização” por parte de André Ventura, o que lhe daria mais votos.

Assim, foi-lhe cancelada a conta e sem qualquer razão invocada para tal, no dia imediatamente a seguir às eleições. E não me venham dizer que esta estratégia censória é planeada por americanos.

Em resumo: temos que saber quem são os Tugas que praticam a censura de ideias em plena democracia; e depois, limpar-lhes o sebo. Para radical, radical e meio!

O estado a que chegou o Estado, no Brasil…!

No Brasil, o sistema judicial constitui-se como um governo sombra, em clara oposição política ao actual executivo federal de Jair Messias Bolsonaro. Isto significa que o sistema judicial não é (nem tenta ser) politicamente neutro.

Por exemplo, esta notícia:

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“A Justiça Federal do Rio de Janeiro deferiu liminar que proíbe o governo federal de “praticar qualquer acto institucional atentatório à dignidade intelectual de Paulo Freire. A decisão da juíza Geraldine Vital, da 27ª Vara Federal do Rio de Janeiro, engloba servidores públicos, autoridades e integrantes do actual governo, que serão multados em R$ 50 mil caso não respeitem a ordem.”


Em Portugal temos o Artº 185 do Código Penal (“ofensa à memória de pessoa falecida”), que diz que “quem ofender gravemente a memória de pessoa falecida, é punido com pena de prisão até 6 meses”.

Porém, se a “ofensa” corresponder à verdade dos factos constatados empiricamente, deixa de ser punível.


No Brasil, a decisão de a “ofensa” ser punível (ou não punível), é arbitrária: depende do tribunal e da opinião de um qualquer juiz, por um lado, e de quem profere a putativa “ofensa”, por outro lado.

Se a “ofensa” tiver origem na Direita política, é certo que irá ser censurada discricionariamente pelo sistema judicial — e independentemente de a “ofensa” corresponder à verdade dos factos verificados empiricamente.

Para o sistema judicial brasileiro, não interessa se aquilo que se diz (neste caso) de Paulo Freire é verdadeiro, ou não.

Quando a “justiça” brasileira (protagonizada por juízes esquerdistas e politicamente activistas) pretende censurar qualquer opinião relevante oriunda da Direita, incorre sistematicamente em actos gratuitos, o que revela que o sistema político brasileiro se encontra em roda livre, à espera, quiçá, de uma urgente intervenção militar.

Os “Spins” do comissário político Daniel Oliveira

Chama-se a isto um “spin”. O Daniel Oliveira, enquanto um dos mais activos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, é especialista em “spins”:

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Vamo-nos habituando aos “spins” do Daniel Oliveira — por exemplo quando ele escreveu que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista são partidos social-democratas, na medida em que (alegadamente) “têm programas social-democratas clássicos” (!).

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Não me admiraria nada que, na opinião do Daniel Oliveira, a culpa da saída vergonhosa dos Estados Unidos do Afeganistão fosse atribuída a Donald Trump.


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“Se a elite política mente sistematicamente, a consequência não é a de que passas a acreditar nas mentiras, mas, em vez disso, ninguém já acredita seja no que for.

E isto porque as mentiras sistemáticas, por sua própria natureza, sofrem constantes mutações; e uma elite mentirosa tem que reescrever a História constantemente.

E se o cidadão já não acredita no discurso político das elites, não pode ter opinião — fica destituído não só da sua capacidade de acção, mas também da sua capacidade de pensar e ajuizar. E, com um povo nestas condições, a elite pode fazer o que quiser.”

→ Hannah Arendt, em entrevista ao escritor francês Roger Errera (1974)