Mariana Mortágua requiescat in pace

Em espasmos de ressentimento narcísico patológico, a Esquerda radical inventa os males que denuncia para depois justificar o bem que proclama.

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A Esquerda radical não se preocupa com os pobres: preocupa-se exclusivamente com os ricos.

Dizem-se “democratas”, mas quando a democracia os assusta, os esquerdistas usam e abusam do vocábulo “populismo”. São “democratas”, mas não muito.

O esquerdista, na sua obsessiva busca pela igualdade, aplica o mesmo estalão à humanidade inteira, para poder cortar aquilo que a transcende: a cabeça. A decapitação é o rito central da missa esquerdista.

O totalitarismo é a realidade empírica da “Vontade Geral” de Rousseau que foi um dos precursores do Romantismo que caracteriza a Esquerda pós-moderna. Segundo a “Vontade Geral” de Rousseau, a função do tirano é a de libertar cada cidadão da tirania do seu vizinho.

Ao contrário do que disse (ou escreveu) o Sérgio Sousa Pinto (Partido Socialista), a Esquerda actual (pós-moderna ou pós-estruturalista) não provém do Iluminismo, mas antes deriva directamente do Romantismo do fim do século XVIII (Rousseau, os jacobinos, etc.) e princípio do século XIX.

A Esquerda pós-moderna sonega o Iluminismo, por um lado, e por outro lado adopta claramente o cientismo positivista — sendo que o Positivismo é Romantismo das ciências.

A aliança entre o machismo de Esquerda e o Islão

“A mulher tem vindo crescentemente a ser sacrificada no altar da aliança entre os homens de Esquerda e os Imãs (muçulmanos) do país.”

Anna Loufti, a propósito de um evento público em Londres em que as mulheres foram proibidas de participar


E depois vem o Rui Tavares (Livre) dizer (no parlamento) que “o André Ventura é islamófobo” por este querer proibir a Burka no espaço público.

A ideologia que não recompensa a criatividade do indivíduo

Um dos fenómenos que mais temo, vindo da Esquerda, é a burocratização do espírito.

Por exemplo, a ideia de “transformar o mundo” (Karl Marx), que é um cliché progressista e revolucionário, significa, de facto, burocratizar o ser humano. Todo o cliché ideológico burocratiza o espírito humano. Não tenho dúvidas que este cliché (“transformar o mundo”) poderia ter sido utilizado pelo nazi Eichmann. O marxismo cultural (ou politicamente correcto) é a burocratização do espírito no nosso tempo.

Esta “burocratização do espírito” nega ou mitiga o valor da Criatividade; e está bem patente, por exemplo, neste artigo do Ludwig Krippahl. O burocrata esquerdista (passo a redundância) coloca no mesmo plano da análise de valor, a Técnica, por um lado, e a Criatividade (que inclui a arte e a ciência), por outro lado.

A Natureza, para não perecer às mãos da Técnica, “refugia-se” na imaginação de alguns homens; e essa imaginação está na génese da Criatividade — o que significa que a Técnica, por um lado, e a Criatividade, por outro lado, estão em pólos opostos da existência humana; e esta tensão bipolar existencial faz parte do fenómeno da Metaxia humana (segundo Platão).

Porém, esse “refúgio da Natureza na imaginação de alguns homens” aconteceu até ao século XIX; o que surgiu, nos séculos seguintes até à actualidade, foi o impacto da Técnica sobre a imaginação dos imbecis.

E desta imbecilidade humana saiu a ideia de que a Técnica e a Criatividade são equivalentes. Hoje abundam os que se crêem “inovadores” porque imitam os que inovaram no passado, e vem deste equívoco imbecilizante a ideia de que Técnica e a Criatividade têm um valor semelhante.


Vivendo num mundo que a Ciência torna mais abstracto cada dia que passa, no meio da Técnica que submete o ser humano a comportamentos cada vez mais abstractos, no meio de uma sobre-população humana que lhe impõe relações cada vez mais abstractas — o Homem actual tenta escapar a essa abstracção que lhe esconde o mundo e que lhe apergaminha a alma, optando por sonhar com o futuro — este grande abstracto entre os Abstractos. E desse sonho do futuro nasce a distopia do progressismo da Esquerda.

É certo que a originalidade não é algo que se procure, mas é algo que se encontra; mas também é verdade que poucos a encontram.

“Encontrar” a originalidade criativa é apanágio de muito poucos. Por isso, a originalidade criativa deve ser recompensada de forma objectiva e concreta, sem abstracções ideológicas que tolhem a alma do ser humano e lhe burocratizam o espírito.

Mariana Mortágua quer proibir o consumo de carne de porco nas escolas públicas de Lisboa

A Ministra da educação espanhola do governo socialista radical de Sánchez, Pilar (com) Alegria, mandou proibir o consumo de carne de porco nas cantinas das escolas públicas de Ceuta. Além disso, a carne consumida nas ditas escolas terá que ser de animais abatidos segundo a norma islâmica Halal, ou seja, sangrados calmamente até à morte.

A notícia supracitada é verdadeira.

Agora vem a notícia que, por agora e para já, é falsa:

Mariana Mortágua pretende seguir o exemplo da Ministra do radical Sánchez e proibir o consumo de carne de porco nas escolas públicas lisboetas, para não ofender os islamitas que se põem de cu para o ar no Martim Moniz. Ademais, as duas leitoas (a Mariana e a Alexandra), por razões privadas, aplaudem a iniciativa da Mortágua.

A Esquerda radical portuguesa — que inclui Mariana Mortágua, o Rui Tavares, e/ou o jornaleiro Daniel Oliveira — é de opinião de que o Islamismo não tem rigorosamente nada a ver com o Islão, e portanto acredita que é possível pegar num cagalhão pela sua parte mais limpa. politicamente correcto web66

Isabel Moreira e a ditadura do Direito Positivo

Imagine, o leitor, que insignes constitucionalistas — por exemplo, Isabel Moreira, Vital Moreira, Jorge Miranda, Tiago Duarte, Pedro Bacelar de Vasconcelos, Marcelo Rebelo de Sousa, etc. — se reúnem para reformulação da Constituição portuguesa, e introduzem um novo artigo da Constituição que rezaria assim (mutatis mutandis):

“Devido à inconsistência cognitiva do povo português, deve o Estado monitorizar a informação veiculada pelos órgãos de comunicação social.”

Através da Constituição, ficaria assim definida e catalogada a burrice do povo português. O povo seria considerado “burro” por decreto de artigo constitucional. E todos os constitucionalistas estariam de acordo, e, sequitur, a classe política aplaudiria a nova norma.

¿O leitor acharia estranho? Eu não acho estranho. No Direito Positivo, tudo é possível. Eu ainda sou do tempo da disciplina — do 7º ano dos Liceos — de Organização Política e Administrativa da Nação.


O Direito Positivo é como uma folha Excel em branco em que uma elite de constitucionalistas de merda pode escrever as fórmulas legais e ilógicas que quiser.

De modo semelhante, os constitucionalistas da III república — por exemplo, Jorge Miranda — decretaram que o Estado deve ignorar a confissão religiosa da maioria do povo português, ou seja, o catolicismo que é a religião do povo desde a fundação da nacionalidade no século XII.

Meia dúzia de constitucionalistas (como a Isabel Moreira) não só ignoram os sentimentos religiosos da maioria do povo, como desprezam a História de Portugal.

É isto que temos: uma pequeníssima elite de Esquerda a cagar no povo.

Ao contrário do que a Isabel Moreira diz, o Estado português é “secular” (no sentido de “secularismo”), mas não é “laico” (no sentido de “laicismo”) como ela diz — até porque não existe o termo “Estado laico” na Constituição portuguesa.

Dizer, como diz a Isabel Moreira, que “Portugal é formalmente um Estado laico”, é falso: em vez disso, Portugal é um Estado secular; mas explicar à Isabel Moreira a diferença entre secularismo e laicismo é pura perda de tempo.

A Constituição (e o Direito Positivo) não pode ser objecto de pura opinião pessoal, e deve ter fundamentos metajurídicos de Direito Natural. 

Estamos entregues à bicharada. Estamos f*d*dos.

O Partido Socialista de Isabel Moreira é um partido radical de Esquerda

Marcos Perestrello — e outras figuras moderadas do Partido Socialista, como por exemplo António José Seguro ou Sérgio Sousa Pinto — já “toparam” que gente como Isabel Moreira atrasa o Partido Socialista, ou seja, é altamente improvável que o Partido Socialista volte a ser governo com protagonistas de relevo como Isabel Moreira, Ascenso Simões, Ana Gomes, Pedro Delgado Alves, Alexandra Leitão ou Pedro Nuno Santos. O próprio Brilhante Dias subiu a pulso no partido no tempo da Geringonça.

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Os socialistas moderados — que se situam no grupo dos “liberais de Esquerda” segundo a nomenclatura anglo-saxónica — têm (ou tinham) duas vertentes práticas (práxis) essenciais: 1/ a protecção especial das pessoas vulneráveis, e 2/ a promoção da igualdade social.

O actual Partido Socialista já não é “liberal de Esquerda”: em vez disso, é um partido radical de Esquerda que se identifica, por exemplo, com o Bloco de Esquerda e com o LIVRE — deixando ao PSD a janela política para ocupar o espaço do socialismo liberal.

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Um exemplo de uma pessoa “liberal de Esquerda” é a autora inglesa J. K. Rowling que se opõe à Ideologia de Género para proteger as crianças e assegurar às mulheres os seus espaços privados.

Ademais, na sua qualidade de “liberal de Esquerda”, J. K. Rowling opõe-se também ao chamado “suicídio assistido”, por se preocupar com os riscos de coerção, por um lado, e por outro lado por causa da mensagem que a lei da eutanásia faz passar às pessoas mais vulneráveis.

O actual Partido Socialista é a antítese das posições éticas e políticas da liberal de Esquerda J. K. Rowling; o actual PS é o partido da Isabel Moreira: é um partido radical, ao nível do Bloco de Esquerda ou do LIVRE.

O genocídio dos europeus programado pela Esquerda

Na primeira imagem (de Londres), aqui em baixo, vemos um convite público do governo britânico aos cidadãos brancos: “esterilizem-se, para que as cidades fiquem menos apinhadas de gente”.

Esta mensagem é passada como sendo virtuosa, e utiliza até, cinicamente, figuras de crianças brancas no cartaz.

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Porém, ao mesmo tempo que os governos europeus controlados pela Esquerda ("World Economic Forum", alguns magnatas como George Soros, Bill Gates, etc) pediam aos brancos para se suicidarem como etnia, importavam pretos aos magotes — como podemos ver na segunda imagem.

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Ou seja, para a Esquerda, os brancos são para eliminar, e os pretos são para entrar em barda.

O racismo da Esquerda é radical, no sentido em que defende o genocídio dos europeus como política de Estado.

Esta política demográfica genocida e anti-europeia é basicamente irracional: o único critério inteligível e lógico é o de quequalquer coisa é melhor do que a actual demografia com brancos em maioria”.

Para a Esquerda, e por razões puramente ideológicas, os brancos europeus representam o demónio; e, portanto, é preferível, até, a existência de marcianos em circulação do que de brancos.

O inimigo do comunismo não é o capitalismo: é o Cristianismo

O Judaísmo (religião) representa (símbolo) a génese do Cristianismo, entendido, este último, como religião e cultura.

O Cristianismo surgiu em ambiente cultural judaico; e a ponto de os discípulos de Jesus Cristo se considerarem a si próprios partes de uma vergôntea do Judaísmo. A ideia de Cristianismo como religião independente do Judaísmo só se afirmou e fundamentou com a Patrística, já no segundo século depois de Jesus.

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Quando a Esquerda ataca os judeus (por exemplo, quando o Bloco de Esquerda e a Mariana Mortágua defendem abertamente o terrorismo do Hamas), pretende atacar a génese do Cristianismo.

A Esquerda, aqui, é “radical”, no sentido em que pretende ir às “raízes” do “problema cristão”. Por outro lado, na sua sanha contra o “problema cristão”, a Esquerda alia-se (escandalosamente) ao inimigo fidagal, civilizacional e histórico do Judaísmo e do Cristianismo: o Islamismo.

Quando me dizem que “há uma Direita que alinha com a Esquerda no ataque aos judeus”, eu respondo que “com a verdade me enganas”. Quando uma certa dita “direita” alinha com a Esquerda em aspectos civilizacionais e culturais, estamos em presença de uma deriva de esquerda, e não de uma Direita propriamente dita.

Nenhuma Direita digna desse nome faz o jogo anti-civilização próprio da Esquerda.

Isto não significa que tudo o que Israel faz é correcto, e que os judeus são perfeitos (ver: Grupo dos Trezentos); significa que a alternativa a Israel (enquanto génese civilizacional) é muito pior, totalitária e tenebrosa até, e está fora de questão.

Quando, em princípios do século XX, teóricos marxistas (por exemplo, Lukács ou Gramsci, Escola de Frankfurt e o marxismo cultural) chegaram à conclusão de que o grande inimigo da expansão do comunismo na Europa era o Cristianismo, abriu-se uma “época de caça” ao Judaísmo e ao Cristianismo que dura até hoje. O bastião do Cristianismo (enquanto religião) e o seu último reduto deslocou-se da Europa para os Estados Unidos, e é neste contexto que o cristão Charles Kirk foi assassinado.

Na Europa, até o Vaticano já foi neutralizado pela tripla aliança constituída pelo marxismo / maçonaria irregular / Islamismo.

Em Inglaterra, a igreja anglicana é uma palhaçada em que os edifícios das igrejas cristãs são cedidas aos imigrantes muçulmanos locais para as cinco rezas diárias do Islão — no mesmo país onde o actual rei se diz apologético do Islamismo. Pior do que isto é impossível. A Inglaterra está a cair de podre, a começar pelas elites.

A Esquerda começou por ser “Rousseau” (Revolução Francesa, socialismo utópico do século XIX); depois passou a ser “Hegel” (Karl Marx, Mussolini e Hitler); actualmente, a Esquerda mudou de táctica: adoptou a imoralidade e o incesto (Nietzsche e o Islamismo).

Assistimos hoje ao fim da Esquerda. Charles Kirk foi um mártir.

A Esquerda americana já perdeu a guerra ideológica e cultural

Com o assassinato de Charlie Kirk, a Esquerda americana perdeu a guerra ideológica e cultural. O próprio senador americano e esquerdista Adam Schiff já o reconheceu publicamente.

Uma vez que o movimento político “Woke” foi “processado” nos Estados Unidos (nas universidades privadas) a partir de elementos ideológicos do marxismo cultural  (da Escola de Frankfurt até à década de 1960, e depois com Marcuse e Wilhelm Reich nos Estados Unidos na década de 1960), por um lado, e do Pós-estruturalismo francês (Derrida, Foucault, Deleuze, etc) por outro lado, e estruturado ideologicamente com uma determinada práxis a partir da década de 1980 — a derrota da Esquerda americana significa o prenúncio de decadência acelerada da Esquerda europeia, salvo se esta se reestruturar ideologicamente (mudar de rumo ideológico), o que não vejo acontecer.

No dia em que foi anunciado a morte de um mártir (Charlie Kirk) às mãos da Esquerda “Woke”, a presidente da União Europeia, Ursula von der Leyen, vem anunciar o fim da agenda política da Esquerda europeia na área da energia e, implicitamente, na área da indústria automóvel: é uma questão de tempo até que os dogmas aquecimentistas se desmoronem na cultura ocidental.