
Ruth Bader Ginsburg: a judia asquenazita que defendeu o holocausto dos negros


Os esquerdistas lunáticos da Califórnia dizem que vão banir a venda de carros a gasolina a partir do ano de 2035.
A minha conta no Twitter foi bloqueada, alegadamente por “glorificação da violência”, porque publiquei o seguinte (ver imagem abaixo):
O “Link” apontava para aqui.
Não publiquei quaisquer imagens violentas nem qualquer tipo de incitamento à violência. Foi apenas e só o texto que consta da imagem supra (ver aqui a imagem da informação de censura do Twitter).
ADENDA:
Kyle Rittenhouse é um jovem americano de 17 anos que foi preso na cidade de Kenosha (Estados Unidos) porque se defendeu (utilizando uma arma de fogo) dos ataques armados (com armas de fogo) dos marxistas do Black Lives Matter.
Acontece que o processo de Kyle Rittenhouse ainda não transitou em julgamento, pelo que se presume a sua (dele) inocência salvo decisão do tribunal em sentido contrário.
Porém, para a extrema-esquerda e para os seus mentores e financiadores globalistas bilionários (em que se inclui a empresa do Twitter), Kyle Rittenhouse é já considerado culpado, e por isso qualquer defesa do jovem é entendida (pelos radicais e pelo Twitter) como uma “glorificação da violência”.
Eu tenho um sério preconceito negativo em relação às mulheres na política — vai-se lá saber por que razão …!
O Pacheco Mao Tsé Tung vem aqui com uma ladainha para enganar tolos: “os que atacam a democracia usam a corrupção como pretexto”.
E ¿como é que o Pacheco socialista explica o facto de os países democráticos anglo-saxónicos — Reino Unido (12 em 198), Austrália (12 em 198), Canadá (12 em 198), Nova Zelândia (1 em 198), e mesmo os Estados Unidos (23 em 198) — terem um nível de corrupção muito inferior ao português (30 em 198)?
Quando o Luís Filipe Vieira espera 9 anos para que um tribunal decida um processo de litígio com o Estado, o presidente do Benfica nem sequer deveria ser acusado no actual processo! O Estado deveria ter vergonha!
Ou seja: o Estado prevarica e auto-corrompe-se; mas o cidadão é que é o “corrupto”!
Não se admite, em um Estado de Direito, que um cidadão espere 9 anos por uma decisão judicial! E depois, o Pacheco Mao Tsé Tung vem responsabilizar o mundo do futebol pela corrupção que grassa em Portugal…
Por alguma razão é que Portugal e Espanha apresentam o mesmo nível de corrupção (30 em 198): o que ambos os países têm em comum é o tipo de burocracia estatal própria dos países socialistas.
O Estado socialista corrompe. E o Pacheco Mao Tsé Tung faz parte do problema da corrupção em Portugal.
Elon Musk é o exemplo acabado do super-charlatão do século XXI, uma espécie de Álvaro dos Reis globalista.
A grande mentira que os me®dia coniventes alardeiam é de que o carro eléctrico poderá substituir o carro a motor de combustível fóssil. E já nem falo nos aspectos ambientais!: talvez a maior aldrabice do politicamente correcto é afirmar que o carro eléctrico é mais amigo do ambiente do que o carro a combustível fóssil. Totalmente falso.
Por exemplo, para substituir os carros de combustível fóssil, apenas na Califórnia, por carros eléctricos, serão necessários:
Isto é só para a Califórnia!
Agora imaginem o que é substituir os carros todos do mundo inteiro! A solução seria a crosta do planeta Terra totalmente esburacada com novas minas de cobalto, de lítio, de neodímio, e de cobre.
A substituição de todos os automóveis de combustível fóssil do mundo, por carros eléctricos, é absolutamente impossível.
A agenda política globalista — patrocinada pela extrema-esquerda caciquista que é financeiramente sustentada pelos plutocratas americanos — é a da restrição radical do automóvel privado: apenas os ricos e as elites terão acesso ao automóvel privado e à mobilidade facilitada.
O resto da população terá o estatuto do chinês circunscrito à sua cidade, a andar a pé ou de bicicleta, e ferozmente controlado pelo Estado.
É disto que se trata quando falamos do “progresso do carro eléctrico”.
Este artigo do Padre Gonçalo Portocarrero de Almada é um exemplo do discurso educadinho e politicamente correcto que putativamente se opõe à “extrema-esquerda”, mas que, no fundo, faz o jogo político desta. É um discurso timorato, que acaba por dar alguma razão ao maoísta Pacheco que acusa a Igreja Católica de estar por detrás das reclamações do pai Artur de Famalicão.
Dizem-se muitas asneiras sobre o ensino no tempo de Salazar e Caetano. Por exemplo, quando o Padre compara a disciplina liceal de Organização Política e Administrativa da Nação, por um lado, com a actual disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, por outro lado, “esquece-se” que a disciplina Organização Política e Administrativa da Nação não era nuclear (não era obrigatória, mas antes era optativa): muita gente optava por ela porque era uma disciplina fácil (tínhamos que fazer, obrigatoriamente, o total de seis disciplinas do 7º ano dos liceus; eu fiz essa disciplina).
Qualquer tentativa de modificar a actual disciplina de Cidadania e Desenvolvimento — como defende o Padre — é “chover no molhado”, porque a referida disciplina foi construída pela Esquerda para não ser modificável, de modo algum.
Este tipo de discurso conciliatório e sacerdotal da Não-esquerda é música para os ouvidos radicais como os do ideólogo jacobino Pacheco.
A Não-esquerda tem que começar a perceber que não é possível qualquer tipo de compromisso com a actual Esquerda — que inclui o Partido Socialista de António Costa.
O Partido Socialista de Mário Soares já não existe. O “socialismo de rosto humano” acabou.
Uma criatura que dá pelo nome de Bárbara Reis escreveu o seguinte no jornal Púbico (a propósito da oposição à obrigatoriedade das aulas de “Cidadania e Desenvolvimento”):
“A objecção de consciência refere-se a acções, não a ideias. Implica agir, fazer uma coisa”.
Antes de mais, vamos saber o que significa “ideias” (quando começamos a definir, o esquerdalho começa a fugir).
A ideia é aquilo através do qual o pensamento se relaciona com o real (Espinoza).
Embora eu não goste de Espinoza, é impossível recusar esta definição (dele) sob pena de sermos ainda mais burrinhos do que a Bárbara Reis.
Para a Bárbara Reis (como para todos os marxistas!), o ser humano é livre porque age; a Bárbara Reis aproxima-se ontologicamente da realidade dos animais irracionais, categoria a que ela pertence por mérito próprio.
Para nós, outros que discordamos dela, o ser humano age porque é livre: a liberdade é anterior à acção, por um lado, e por outro lado a acção livre depende das ideias que temos.
Ora, para sermos livres temos que nos distinguir dos animais irracionais (de tipo “Bárbara Reis”) e temos que ter ideias.
As ideias são a condição da acção livre (utilizando uma linguagem kantiana).
Sendo que a ideia é “aquilo através do qual o pensamento se relaciona com o real”, não é possível qualquer tipo de acção livre — repito! Livre! — sem as ideias que a condicione.
Por isso é que é perfeitamente legítimo — por exemplo e imaginando aqui o absurdo — a objecção de consciência em relação a aulas que ensinem às crianças as putativas “virtudes do holocausto nazi”.
A objecção de consciência em relação às ideias dos nazis é a condição da prevenção da repetição histórica da acção hedionda que matou milhões de pessoas inocentes.
E por isto tudo é que a Bárbara Reis é uma criatura burrinha todos os dias (Graças a Deus!).
Quando1 a “construção da realidade” do “marxismo científico” falhou2, os marxistas optaram pela desconstrução da Realidade (pós-modernismo: Derrida, Foucault, Bloco de Esquerda, etc.)
Notas
1. Na esteira da influência cultural Iluminista.
2. porque essa construção marxista foi baseada em uma ideologia e não na ciência, como o demonstrou Karl Popper através do princípio da falsificabilidade.