Não é Direita!: é "Direitinha"!

O meu “problema” em relação à Raquel Varela pode ser resumido da seguinte forma:

“¿ A tragédia da Esquerda? Diagnosticar correctamente a doença, mas agravá-la com a sua terapêutica.”Nicolás Gómez Dávila

É um pouco o que se passa com a pandemia do COVID-19: a doença foi correctamente diagnosticada; mas, a terapêutica, ou é praticamente inexistente, ou agrava a situação da doença.

Acerca da censura do jornal Púbico em relação ao dr Pedro Girão, a Raquel Varela escreve o seguinte (o sublinhado é meu):


gouveia-e-melo-web«Os últimos dias em Portugal merecem uma reflexão – a “despublicação” no Público de um artigo de um médico anestesiologista, depois de aprovado para publicação, com uma linha face às vacinas nos jovens igual à da maioria dos órgãos técnicos e acusado pelo jornal de colocar em causa o “relativo consenso” (se há relativo consenso em Portugal é contra a vacinação de jovens).

Sobre o “tom” do artigo nem me pronuncio – o Público teve 20 anos Vasco Pulido Valente a tratar abaixo de cão tudo e todos como cronista, nunca achei que fosse o grande pensador que a direita, com falta de quadros, construiu, mas jamais achei que devia ter sido apagado, cancelado; ficámos também a saber (para quem não tinha tirado uns minutos a ver os vídeos racistas no Instagram da “influencer”, pode surpreender) que a ex-enfermeira “blogger” Carmen Garcia, acarinhada pelo Público, e o veterinário e virologista Pedro Simas são agora candidatos pelo PSD/CDS às autárquicas; o médico de saúde pública, já era sabido, Ricardo Mexia é director de campanha da coligação da direita em Lisboa, liderada por Carlos Moedas.

Ao mesmo tempo o ex-jornalista Pedro Almeida Vieira torna público que parte dos médicos que subscreveram a actuação do governo na pandemia recebem em alguns meses mais das farmacêuticas do que do SNS, a partir de uma investigação simples dos sites de transparência (mas que nunca nenhum jornalista foi investigar até ele o fazer).»

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Hoje, ser jornalista é ser criminoso

Para a aliança entre a Esquerda e os Neoliberais, os muitos milhares de mortos devido a “vacinas” não passam de “danos colaterais”.

Nos Estados Unidos, dados da VAERS publicados na passada Sexta-feira revelam um total de cerca de 600 mil reacções adversas graves e cerca de 13 mil mortos devido às “vacinas” do COVID-19.

Os meios de comunicação social — vulgarmente chamados de me®dia — são os veículos de insensibilização da população em relação às mortes devidas às ditas “vacinas”.

Hoje, ser jornalista, em geral, é ser criminoso.

Um comissário político do Totalitarismo de Veludo, José Pacheco Pereira

Um dos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, José Pacheco Pereira, apoia indirecta- e tacitamente a censura da opinião e a restrição política da liberdade de expressão (por parte dos me®dia) em relação àqueles a quem ele chama de “negacionistas” — como aconteceu com a censura do jornal Púbico em relação à opinião do médico Pedro Girão.

“Não tenho reservas nenhumas quanto às qualidades que fazem com que um homem não se fique e vá defrontar as feras. Como Soares fazia. Aqui foi o nosso almirante dos submarinos que usou um torpedo bem dirigido para atingir os negacionistas, a sua coragem.”

O José Pacheco Pereira é inqualificável. Não tem nome possível. Porém, é sem dúvida, um personagem rasteiro; um molusco, um animal sem coluna vertebral.

Podemos dizer que o Pacheco encarna, no artigo que escreveu acerca dos “negacionistas”, não só um maniqueísmo estúpido — mas também personifica, em todo o seu esplendor, a falácia ad Verecundiam.

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A tirania da inversão do ónus da prova, ou o absurdo do passaporte de vacinação

A existência de um “passaporte da vacinação” (ou de um “certificado de vacinação”) revela a tirania de um sistema político que considera que todas as pessoas estão doentes, salvo apresentem provas do contrário — da mesma forma que é tirânico um sistema político e judicial (inquisitorial, ou marxista) que considera que todas as pessoas são culpadas, salvo provem o contrário.

O liberalismo gerou a sua própria antítese política.

Mais grave ainda: está cientificamente demonstrado que a vacinação não impede a infecção e a propagação do COVID-19. Ou seja: isto tudo tem pouco a ver com o vírus.

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“Isto aqui é uma orquestra, e quem diz contrário é tolo…” (Zeca Afonso, Os Índios da Meia-Praia”).

O Ministério da Imigração e quotas de trabalho para imigrantes

O partido político alemão “Die Gruenen” (Os Verdes) é classificado, pela Wikipédia, de “centro-esquerda” — trata-se da mesma teoria política que o (comissário político do Totalitarismo de Veludo) Daniel Oliveira defende quando diz que “o Partido Comunista é um partido social-democrata”.

Um dia destes, o Daniel Oliveira virá dizer que a Al Qaeda é composta por gente ideologicamente moderada que quer o bem da sociedade — o Daniel Oliveira traduz a definição de “politicamente correcto”: é a tentativa de pegar em um cagalhão pela sua parte mais limpa.

Ora, esse partido político alemão, alegadamente de “centro-esquerda”, defende a criação de um Ministério da Imigração; e defende a criação de quotas de trabalho para imigrantes.

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Pergunto-me:

¿por que razão as elites ocidentais se viraram contra os seus próprios povos?!

Não vai tardar muito, e o Bloco de Esquerda (outro partido “social-democrata”, segundo o Daniel Oliveira) virá secundar os Die Gruenen para se criar um Ministério da Imigração em Portugal; a Esquerda actua como um vírus.

A agenda política da Esquerda (apoiada pelos ditos “liberais”, que de liberais já não têm nada) é contraditória nos seus próprios termos: por um lado, pretendem a abertura de fronteiras à imigração livre (ver o João Bidé nos Estados Unidos, que já importou mais de 1 milhão de imigrantes em apenas seis meses de 2021); ou seja, colocam deliberadamente em causa a própria noção de Estado-Nação; — mas, por outro lado, dizem-se “defensores da democracia representativa”.

Ora, a verdade, verdadinha, é que não é possível a existência de democracia representativa sem a prévia existência do Estado-Nação — foi, talvez, o único legado político positivo de Napoleão: a afirmação política do Estado-Nação.

Caro leitor: os filhos-de-puta de Esquerda (apoiados pelos liberais) estão a enganar os povos!

Por um lado, dizem que são os “democratas por excelência”; e por outro lado, pretendem abolir o Estado-Nação. O que eles pretendem é transformar o mundo à imagem da China — em uma aliança fascista entre a plutocracia globalista e a Esquerda autóctone e indígena de cada zona do globo.

Os filhos-de-puta (não têm outro nome!) estão a tentar acabar com a democracia representativa afirmando que “não há ninguém mais democrata” do que eles.

A religião da ciência, as alterações climáticas e o COVID-19

Hoje, há (basicamente) dois tipos de pessoas: as que fazem da ciência uma religião, e as que já não acreditam na ciência.

As primeiras, dogmatizam a ciência; não são apenas pessoas ditas “do povo”, mas também ditos “intelectuais” como (por exemplo) os escribas do blogue Rerum Natura.

dragons dogmaPara os religiosos da ciência, basta que alguém publique “um estudo científico que prova qualquer coisa”, para que essa “qualquer coisa” fique definitivamente “provada” desde que não cause uma dissonância cognitiva em função das crenças ideológicas dessa criatura — o que significa que, se “a prova científica de qualquer coisa” for contra as crenças ideológicas do religioso da ciência, essa “prova de qualquer coisa” ou é ignorada ou mesmo hostilizada pela criatura.

Os religiosos da ciência (por exemplo, Carlos Fiolhais ) desligaram as instituições científicas, por um lado, da filosofia e método científicos, por outro lado; das “alterações climáticas” ao “COVID-19”, esse desligamento entre método científico e instituições científicas é, por demais, evidente.

Quando, por exemplo, a Catarina Martins fez recentemente um discurso de cinco minutos (no parlamento) e fala apenas e só de “alterações climáticas”, alegadamente “baseada na ciência”, temos um exemplo concreto de como a ciência é manipulada pela política, por um lado, e por outro lado de como se verifica o desligamento entre as instituições e o método científicos.

A irracionalidade voltou a estar na moda.

A ciência (ou aquilo que se convencionou actualmente ser “a ciência”) é uma poderosa fonte de Poder político — como podemos ver no discurso da Catarina Martins. Porém, o conformismo científico actual (manipulação política da ciência) é a principal inimiga da ciência propriamente dita.

O silêncio do Carlos Fiolhais (entre outros) perante a escabrosa manipulação da ciência por parte da Esquerda, é um escândalo.

Existe actualmente uma tensão entre ditos “cientistas” (da estirpe do Carlos Fiolhais) que pretendem apresentar uma voz unitária e autoritária da ciência, por um lado, e por outro lado, os que defendem a ciência enquanto filosofia que se mantém aberta a alterações de paradigma.

Face aos “religiosos da ciência”, surgem os “cépticos da ciência”.

Por exemplo, se a ciência politizada faz uma previsão incorrecta acerca do COVID-19 que custa ao povo muito dinheiro e restrição da liberdade, esta “ciência” não terá uma segunda oportunidade de dar ordens (de comportamentos) ao povo.

¿O que é uma pergunta “fassista”?

Uma pergunta “fassista” é aquela que causa, no esquerdóide típico, uma dissonância cognitiva que é classificada — pelo esquerdóide — como uma “micro-agressão”.

Um exemplo de uma pergunta “fassista”:

«Em todas as publicações sobre tratamentos seguros para a Covid-19, como a Ivermectina ou a Hidroxicloroquina, o Facebook opta por colocar o aviso: “Alguns tratamentos não aprovados para a Covid-19 podem causar danos graves”.

¿Por que é que o Facebook não coloca o mesmo aviso em relação às vacinas contra a Covid-19?»


Para perguntas “fassistas”, tolerância zero! Nem sequer merecem resposta!

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Hoje é dia de recordar Vera Lagoa (a Cambada está quase extinta)

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“Maria Armanda Pires Falcão, mais conhecida pelo pseudónimo Vera Lagoa, foi uma das mulheres mais carismáticas e influentes da sua geração. Nascida na Ilha de Moçambique, a 25 de Dezembro de 1917, foi pioneira em muitas áreas, cumprindo carreira como cronista, jornalista e empresária.”

Vera Lagoa, um Diabo de saias

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