A “Esquerda” que infesta os me®dia

canada ultra direita webHoje ligo o rádio do carro, perto das oito horas da manhã, e ouço um jornalista esquerdopata (Fernando Alves) a desancar nos camionistas canadianos, e a defender a necessidade de repressão policial brutal do governo canadiano sobre os ditos camionistas, cujo “crime” é o de reivindicar o fim da vacinação obrigatória imposta por um Estado para-totalitário. E depois apareceu uma jornaleira de serviço defendendo a necessidade de cortar o apoio financeiro e logístico aos camionistas.

Esta é a Esquerda actual, que infesta os me®dia.

A Esquerda actual é contra as manifs, se o Estado globalista não sai fortificado com as posições dos manifestantes. O foco da Esquerda actual é o Estado, e não o povo. Para a Esquerda actual, o povo é merda.

Ainda irei ver o Fernando Alves a defender a legitimidade da lei do KILL SWITCH que se prepara para ser obrigatório a partir de 2026: a polícia poderá parar qualquer automóvel, remotamente, desligando-lhe o motor. O Fernando Alves deve certamente exultar com este reforço do Poder do Estado !

Esta gente é doente. Mas é este tipo de gente que molda a opinião pública, dizendo-se “de Esquerda”, mas obedecendo caninamente aos seus patrões plutocratas globalistas.

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Eu penso que o Polígrafo mente

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Eu lembro-me de receber comissões adicionais ao fim do ano (o chamado “prémio anual de produtividade”) de cerca de 5.000 Euros, e de pagar, de IRS, cerca de 40% sobre esse valor ao Estado. O valor do imposto vinha mesmo discriminado na folha de salário.

Outro exemplo: um proprietário de um imóvel (por exemplo, um apartamento) pode pagar cerca de 30% de IRS sobre o valor das rendas que aufere (contrato de arrendamento). Por isso é que anda tanta gente a fugir aos contratos registados nas Finanças. Ora, um proprietário de um apartamento não é necessariamente rico.

O problema do Polígrafo — e da Esquerda, em geral — é que considera que quem ganha mais do que 1.500 Euros mensais já é rico (com excepção dos funcionários do Estado, que são sempre considerados “pobres”, mesmo que tenham rendimentos milionários); mas acontece que os impostos directos (neste caso, o IRS) pagos pelos funcionários do Estado são simples “transferência de caixa”: o dinheiro sai de um bolso do Estado, e entra noutro bolso do Estado; não é dinheiro fresco, como é o dinheiro do IRS pago pelos trabalhadores do sector privado da economia.

Eu não sou economista, e gostaria de ter uma opinião especializada sobre esta mentira do Polígrafo.

A Esquerda eleitoral uniu-se em torno do monhé Costa para aumentar a corrupção e o nepotismo em Portugal

“O Poder tende a corromper, e o Poder absoluto corrompe absolutamente” → Lord John Dalberg-Acton

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  • Vem aí uma segunda edição da maioria absoluta de Sócrates — mas, desta vez, com uma estratégia muito mais dissimulada e sofisticada, à imagem do manhoso monhé.

  • Os portugueses vão passar (mesmo!) muito mal nos próximos anos, porque o nepotismo e a corrupção passam agora a ser jurídica- e constitucionalmente sustentados (com o silêncio hipócrita da constitucionalista Isabel Moreira), por um lado, e por outro lado, passamos a ter um presidente da república que é uma pura figura de retórica (sempre foi, mas agora mais ainda): resta, agora, ao Marcelo Rebelo de Sousa ir para casa.

  • O monhé Costa, agora, faz o que quer e lhe dá na real gana — tal como eu escrevi acerca da maioria absoluta de Sócrates: “o povo eleitor e José Sócrates fizeram um acordo: o povo diz cobras e lagartos dele, e ele faz o que quiser.”
    António Costa vai fazer o que quiser.

  • A “bazuca de massa” proveniente da União Europeia vai ser distribuída pelos amigos do monhé. No futuro próximo, iremos ter mais “Rendeiros” e “Salgados”,e maçons quejandos, para disfarçar aqueles que não são apanhados pela Justiça.

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  • A verdadeira responsabilidade do desaparecimento progressivo (e progressista) do CDS cabe a Assunção Cristas — e não ao Chicão, e ao contrário do que dizem (convenientemente) os me®dia (corruptos). O Chicão já não foi a tempo de parar o processo de degenerescência do CDS. Enquanto os militantes do CDS não compreenderem uma coisa tão simples como esta, não haverá qualquer hipótese de ressurgimento do CDS.

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  • Rui Rio é um palhaço, que durante anos alimentou a voracidade de Poder do monhé manhoso. Se Rui Rio continuar, vamos ter uma segunda edição do destino do CDS.

  • O IL (Iniciativa Liberal) teve um voto elitista, restrito às duas grandes cidades; o CHEGA teve um voto popular, distribuído por todo o território nacional. O futuro nós dirá se o IL (Iniciativa Liberal) conseguirá negar e retirar ao povo português a sua (deste) integridade territorial e a sua nacionalidade.

  • Portugal continuará a crescer de uma forma anémica, entre 0,5 e 1% por ano. No final da legislatura do monhé corrupto, o PIB per capita da Bulgária e/ou da Turquia serão maiores do que o português, enquanto os amigos e os correligionários do Costa enchem os respectivos bandulhos à custa da corrupção e nepotismo generalizados.

  • Entretanto, todos os anos o monhé irá oferecer dezenas milhões de Euros às empresas de comunicação social (vulgo me®dia), dinheiro esse que pertence ao povo português.
    É assim que se ganham eleições em Portugal: corrompendo tudo e todos.

António Costa é um político muito perigoso

“A liberdade não é uma coisa abstracta, depende das condições de cada um.” → António Costa

Respigado aqui.


Esta noção de “liberdade” é extremamente nociva à própria liberdade, por várias razões.

monhe-das-cobras-webEm primeiro lugar — e como o autor escreveu —, o António Costa reduz a liberdade ao condicionalismo financeiro do indivíduo, o que é uma visão utilitarista de liberdade e do ser humano; e esta visão utilitarista do ser humano não é de origem marxista (vem do inglês Bentham): Karl Marx foi um acérrimo e feroz crítico do Utilitarismo, a que chamou de “moral de merceeiro inglês”.

Em segundo lugar (e mais grave do que a concepção utilitarista do ser humano e da liberdade), a noção de “liberdade”, segundo António Costa, encerra em si mesma uma ideia determinista (ver “determinismo”) da acção humana, em que o livre-arbítrio desaparece para dar lugar a um puro e duro nexo causal no comportamento humano: aqui, sim, há uma influência directa do materialismo dialéctico marxista no pensamento de António Costa — o ser humano é considerado como uma espécie de robô que apenas responde a estímulos cerebrais e materiais.

A Esquerda actual, junta de uma forma sincrética e em uma mesma doutrina existencial, o Utilitarismo (da escola escocesa, por um lado, e do Pragmatismo americano, por outro lado) e o Determinismo (pseudo-científico ou cientismo do século XIX, por um lado, e o materialismo dialéctico marxista, por outro lado), no que diz respeito à concepção ética e moral do ser humano — como podemos verificar, por exemplo, em um dos paladinos da actual Esquerda, que é o australiano Peter Singer (nem a Hannah Arendt escapou ao ardil do materialismo comportamental!).

Ou seja, para António Costa, “o ser humano é livre porque age” — tal qual acontece com um animal irracional.

Em contraponto, e até ao Idealismo de Hegel (Kant defendeu a possibilidade de livre-arbítrio do ser humano, ao separar a “razão pura” e a “razão prática”, e diferencia-se assim radicalmente de Hegel), e desde os pré-socráticos, os filósofos diziam que “o ser humano age porque é livre” — a liberdade, até Hegel, era a condição da acção: os gregos antigos não falavam de “liberdade” porque ela estava implícita no conceito de cidadania — assim como os cristãos da Idade Média não falavam em “religião” (cristã) porque o Cristianismo fazia parte integrante da própria Realidade colectiva e dos indivíduos.

A partir da dialéctica de Hegel e do materialismo dialéctico de Karl Marx, a acção passou a ser a condição da liberdade: com estes dois “filósofos”, aconteceu uma total inversão de parâmetros e de valores.

Karl Popper fez uma crítica demolidora ao determinismo comportamental no ser humano (a chamada Teoria da Identidade, ou Fisicalismo), chamando à atenção para o facto de esta teoria (a Teoria da Identidade) não poder ter qualquer sentido se obedecer aos seus próprios pressupostos.

Se as minhas ideias são produtos ou efeitos da química que se processa na minha cabeça, então nem sequer é possível discutir a neurociência ou a liberdade do António Costa: a teoria da identidade não pode ter qualquer pretensão de verdade, visto que as alegadas “provas”  apresentadas pela neurociência são também também química pura: se alguém defende uma teoria contrária ou oposta ao Fisicalismo, esse alguém também tem razão, dado que a sua química apenas chegou a um resultado diferente. Karl Popper chamou a esta armadilha lógica de “pesadelo do determinismo físico”.

Porém, o mais grave na noção de “liberdade” de António Costa é que ele implicitamente nega a ideia de “liberdade política” que, em juízo universal, é independente das características particulares de cada indivíduo e da necessidade 

(liberdade política ≠ necessidade)

— a não ser que o ser humano seja considerado uma espécie de escravo, o que me parece ser a ideia que António Costa tem do cidadão comum.

A noção de “liberdade” de António Costa coincide simultaneamente com a ideia de “liberdade” que é proveniente da plutocracia globalista (o Utilitarismo e o Pragmatismo), e com a ideia de “liberdade” característica dos materialistas e/ou cientificistas, e/ou do materialismo dialéctico dos marxistas.


António Costa é um político muito perigoso. Esta concepção de “liberdade” nunca seria perfilhada por Mário Soares ou por Manuel Alegre, por exemplo. Com António Costa, o Partido Socialista sofreu uma evidente e clara involução para um radicalismo trauliteiro de Esquerda.

¿O partido IL (Iniciativa Liberal) é de Direita? (parte 1)

Hoje, os ditos “intelectuais” insistem na ideia de que “já não existe Esquerda e/ou Direita”; a primeira vez que ouvi esta tese foi em uma entrevista radiofónica em meados da primeira década do século XXI, na rádio TSF, proferida pela militante do CDS, Teresa Caeiro; fiquei logo “com a pulga atrás da orelha”: quando uma militante proeminente do CDS (e pessoa de confiança de Paulo Portas) diz publicamente que “já não existe Esquerda e/ou Direita”, não seria de estranhar que o CDS acabasse como acabou hoje.

O que define a Esquerda ou a Direita, em primeiro lugar (há outros factores, embora menos importantes) é a mundividência (a forma como se vê o mundo e o ser humano). Obviamente, há quem se diga “de Direita” (ou de Esquerda) e, na prática, não é. Uma coisa é ser; outra coisa é parecer. Há muita gente que se esforça por parecer aquilo que não é.

Entre a Esquerda e a Direita existe uma diferença fundamental, e absolutamente irreconciliável. A Direita (a propriamente dita) escora-se no conceito de “autonomia do indivíduo” como base da liberdade inerente à Natureza Humana como algo de intrínseca- e fundamentalmente inalterável — ao passo que a Esquerda nega o conceito de Natureza Humana essencialmente perene, e acredita que pode alterá-la radicalmente através de engenheiras sociais promovidas pela elite gnóstica (gnosticismo moderno).

Por isso é que, por exemplo, o Anselmo Borges, que se diz “católico”, é de esquerda — porque acredita que a Natureza Humana pode ser radicalmente alterada por uma elite gnóstica: trata-se de um Pneumático moderno; e o mesmo se aplica ao Chico, o tal que se diz “papa”.

Ser católico, por exemplo, não significa que se é de Direita: o católico de Esquerda tem uma visão monista e imanente da realidade (por exemplo, Anselmo Borges ou o Chico), ao passo que católico de direita tem uma visão exclusivamente transcendental da realidade.

* Um indivíduo de direita segue os princípios da cultura ancestral — conforme Mircea Eliade nos relatou nos seus livros de investigação antropológica — que se baseiam no conceito de “pecado original”. O ser humano é visto (pela pessoa de direita)como um “anjo caído”, um “animal ferido” na sua origem ontológica, e o objectivo da política é o de suprir as lacunas dessa fraqueza originária humana mediante instituições fortes e que se fundamentem na herança histórica. O indivíduo de direita é um herdeiro de uma civilização, e ao mesmo tempo é o transmissor dessa civilização para as gerações futuras. Para um indivíduo de direita, a tradição é a condição do progresso.

* Um indivíduo de esquerda recusa a herança da tradição porque acredita que o futuro (a utopia, sempre presente) é portador de maior felicidade e de sempre crescente liberdade, e considera o passado como limitador dessa felicidade e dessa liberdade. Por isso, para o indivíduo de esquerda, a política significa romper com a tradição em nome de um alegado  “progresso”. Para a esquerda, o ser humano é um ser naturalmente bom (o “bom selvagem”, de Rousseau) e sem “pecado original”, que tende, pelo sentido da História, a um progresso em direcção à perfeição (Historicismo, e o “progresso” utópico visto como uma “lei da natureza”), sendo que considera que os “arcaísmos do passado” são obstáculos a ser removidos em função desse progresso rumo à perfeição do ser humano e ao paraíso na Terra — e a política é vista como uma forma de libertação desse “passado arcaico”.

Portanto, caros amigos: a Esquerda e a Direita (ainda) existem. O que se passa é que a maioria actual é de Esquerda.

Na segunda parte deste verbete irei escrever acerca deste artigo do Inconveniente.

O silêncio ruidoso e hipócrita da Esquerda em relação à repressão política talibã brutal em relação às mulheres no Afeganistão

mulheres afegas web

Mensagens clandestinas e nocturnas de mulheres afegãs, nas paredes de Cabul: “Não reconhecemos o governo talibã”. “Queremos liberdade”. “Somos seres humanos”.

Não acreditem nisto: é uma Teoria da Conspiração e “fake news” (perguntem ao Polígrafo)

“Les chiffres sont là, tétus et implaccables : le Professeur Patrick Meyer de l’université de Liège démontre que la vaccination anti-Covid fait exploser la mortalité. Il a croisé pour ce faire les données sur les 18 pays européens.

La toxicité des vaccins utilisés ne fait à ce jour plus aucun doute : c’est un empoisonnement globale de la population qui est en cours avec des conséquences gravissimes dont l’observation n’en n’est qu’à ses débuts.

La poursuite de la vaccination devrait donc qualifiée d’homocide volontaire.”

teorista conspirativo webTrata-se de uma notícia falsa (perguntem ao Polígrafo) segundo a qual um professor da universidade de Liège demonstra que a vacinação contra o COVID-19 faz aumentar o índice mortalidade.

Em primeiro lugar, a universidade de Liège não existe (perguntem ao Polígrafo e ao monhé); nem sequer existe uma tal localidade chamada “Liège” (pura Teoria da Conspiração).

Em segundo lugar, não existe um tal “professor Patrick Meyer” da universidade de Liège — o Polígrafo informou-se já junto da universidade de Liège e verificou que não existe por lá um tal “professor Patrick Meyer”.

Esta notícia provém da extrema-direita (perguntem ao Polígrafo, ao José Pacheco Pereira e à Catarina Martins): só um fassista inventa uma estória de uma universidade que não existe e de um professor que não existe nos quadros de uma instituição tão importante como é a universidade de Liège.

A coerência supina do José Pacheco Pereira

Dito pelo José Pacheco Pereira na TSF, hoje (mutatis mutandis):

“Sou a favor da legalização da eutanásia a pedido, porque o cidadão é dono do seu corpo”.

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Mas quando se trata da sua (dele) defesa da vacinação obrigatória do COVID-19, o Pacheco já muda de ideias em relação à “propriedade do corpo”.

É desta merda que se faz a “intelectualidade” portuguesa.

jpp o corpo e meu web1

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