Não gosto de usar canga ou albarda

Primeiro, foi a obrigação de uso do cinto de segurança nos automóveis; depois foi a proibição do consumo de tabaco, mesmo ao ar livre; agora, no rescaldo dos confinamentos coercivos covideiros, os Estados dos países da União Europeia pretendem o “progresso da opinião pública” no sentido de se proibir o consumo de vinho e cerveja.

A Esquerda puritana europeia defende uma nova Lei Seca.

O “progresso da opinião pública” (segundo o conceito de Karl Popper) define a Janela de Overton.

Quando o Estado passou a obrigar a colocação do cinto de segurança nos condutores de automóveis, eu reagi muito mal. O argumento antiliberal então utilizado pelo Estado foi o de que “as despesas hospitalares das vítimas dos acidentes de viação são pagas pelo Estado”; e eu contra-argumentei: assim sendo, então que as vítimas dos acidentes sejam responsabilizadas pelos seus actos (por exemplo, quem não usa cinto de segurança e tem um acidente de automóvel, então que pague a respectiva despesa hospitalar do seu próprio bolso) em vez de as pessoas serem tratadas, pelo Estado, como crianças.

O meu problema não é o de usar o cinto de segurança; o meu problema é o de ser obrigado e coagido pela violência do Estado a usar o cinto de segurança. Não gosto de usar canga ou albarda. Para cavalgadura já me basta o monhé.

“Um governo que fosse fundado sobre o princípio da benevolência para com o povo — tal o do pai para com os seus filhos, quer dizer, um governo paternal —, onde, por consequência, os sujeitos, tais filhos menores, incapazes de decidir acerca do que lhes é verdadeiramente útil ou nocivo, são obrigados a comportar-se de um modo unicamente passivo, a fim de esperar, apenas do juízo do Estado, a maneira como devem ser felizes, e unicamente da sua bondade que ele o queira igualmente — um tal governo, digo, é o maior despotismo que se pode conceber.”

→ Immanuel Kant [“Teoria e Prática”, 1793]


Siga-me no Twitter, no Telegram, no Gettr ou no Gab

Com Elon Musk no timão do Twitter, duvido que a censura aconteça

“O Twitter anunciou que não permitirá anunciantes que neguem o consenso científico sobre as alterações climáticas, fazendo eco de uma política já em vigor na Google – noticia a agência Lusa em 23-4-2022.”

Twitter vai banir “negacionistas” climáticos

Segundo Elon Musk, só o discurso proibido por lei será censurado no Twitter. Sublinho: proibido por lei. E, que eu saiba, negar que “o clima nunca terá mudado antes do capitalismo”, não é ainda proibido por lei.

O Poder fáctico da Esquerda, que pretende censurar a opinião geral e estabelecer um Totalitarismo de Veludo, ficou seriamente ameaçado com a compra do Twitter por Elon Musk.

Vem aí uma recessão económica na zona Euro. E quem se lixa é o mexilhão.

Com uma recessão económica na zona Euro, toda a gente vai perder — incluindo os países da OPEP.

O aumento do preço do petróleo já vinha de antes da invasão da Rússia à Ucrânia: a Esquerda, na União Europeia (que inclui os partidos sociais-democratas e mesmo o partido da “direitinha” de Angela Merkel ), conseguiu guindar artificialmente o preço do Brent para os 100 US Dollars o barril — este é o preço “fetiche” do petróleo preconizado pelos antónios guterres deste mundo…

O Brent teve um aumento de 28% desde há três meses (ainda não havia guerra)… um aumento de 61% no último ano (ainda não havia guerra)…e apenas 1% no último mês (depois da invasão russa da Ucrânia). Portanto, os grandes aumentos do crude já se verificavam antes da guerra na Ucrânia.

Os actuais preços dos combustíveis (nas bombas) são artificiais, ou seja, foram criados e fomentados pela elite globalista que controla os Estados.

Por outro lado, a chamada “bazuca” da União Europeia (mais “Quantitative Easing na zona Euro) soma-se à inflação natural causada pelo aumento artificial dos preços dos combustíveis. A elite globalista está a f*der o nível de vida dos povos da Europa, causando propositadamente uma inflação cujas consequências são difíceis de quantificar neste momento, e com o intuito de potenciar mais-valias e sacar da economia à fartazana.

O resultado da sobreposição da inflação causada pelo aumento artificial dos combustíveis + a inflação propositada causada pelo “Quantitative Easing” brutal (a “bazuca” europeia), é uma recessão que se aproxima.

Tomem nota. Vem aí uma tempestade perfeita. E quem se lixa é o mexilhão.

O estado a que a “pachecagem” chegou…

“Quem defende a família quer o domínio do homem sobre a mulher.”

José Pacheco Pereira, no programa televisivo “Princípio da Incerteza”


A “pachecagem” é o Imbecil Colectivo português, que não se restringe apenas à Esquerda, mas estende-se também a uma certa “Direitinha” bem educadinha e paneleira de que fazem parte alguns barões do extinto CDS/PP (por exemplo, Paulo Portas).

Para que se entenda bem o que é o Pacheco, aconselho a leitura do blogue Porta da Loja.

A pachecagem governa Portugal; estamos a ser governados por um Imbecil Colectivo composto e controlado por pachecos.

A ideia de “família” supracitada — que é adoptada pela pachecagem e imposta coercivamente ao povo português através da manipulação dos me®dia — vem directamente de Engels, e baseia-se em uma flagrante falsa historicidade do conceito de “família”, contida no seu livrinho “A Origem da Família, da Propriedade e do Estado”, de 1884. Para quem tem dois dedos de testa, o conteúdo deste livrinho é confrangedor; mas para o imbecil Pacheco, é seguramente uma obra-prima.

Para a Esquerda (marxismo), a diferença objectiva (entre sujeitos) é sinónimo de uma qualquer “hierarquia”.

Por isso é que (para os marxistas) toda a gente tem que ser (objectivamente) igual, para não existir “domínio de uns sobre outros” — porque, alegadamente, a diferença objectiva significa a existência de “uma hierarquia que legitima necessariamente um domínio”.

O marxista, em busca da igualdade, passa a bitola sobre a humanidade para cortar o que diferencia: a cabeça. Decapitar é o rito central da missa marxista e pachequista.

Em contraponto, a diferença subjectiva (entre sujeitos) é incentivada pelo marxismo cultural pachequista — porque a afirmação da diferença radical subjectiva (“casamento” gay, adopção de crianças por pares de invertidos, legitimação de transgéneros e de dezenas de diferentes “géneros”, legalização subjectivista do aborto, do infanticídio e da pedofilia, eutanásia a pedido do freguês, etc.) não incomoda a construção paulatina do Poder absolutista dos pachecos, por um lado, e por outro lado cultiva a anomia social essencial ao Totalitarismo de Veludo, e conduz a uma ilusão de “liberdade” que alimenta a burocratização do Estado e a alienação das massas.

Os pachecos são radicalmente contra a diferenciação objectiva, e totalmente a favor da diferenciação subjectiva.

Crer que o interesse pessoal (como acredita o Pacheco) determina exclusivamente as nossas convicções — neste caso, as convicções pessoais do homem e da mulher acerca da “família” segundo Engels, e da relação entre o homem e a mulher — converte-se em uma convicção que pode determinar os nossos actos, e de um modo tal que o motivo de toda a convicção passa a ser o exclusivo interesse pessoal.

Eu acredito que o Portugal controlado pela pachecagem é um país com morte anunciada. Por isso, ou morrem os pachecos, ou morremos todos nós. A escolha é fácil. Morte aos pachecos, Pum!

jpp-vesgo-web

O José Pacheco Pereira combate a Natureza Humana, em nome de uma implícita apologia da superioridade de virtudes próprias

Eu já aqui referi, várias vezes, que o José Pacheco Pereira é um indivíduo muito perigoso, nomeadamente porque, amiúde, junta “alhos com bugalhos” (através de logomaquias ou de argumentação contraditória entre si) para fazer a crítica niilista da sociedade — na esteira, aliás, da Teoria Crítica. O problema é que ninguém (nos me®dia) se atreve a contradizê-lo; o Pacheco não tem contraditório; opera em roda livre.


«Bombardeamentos? Ocorrem em vários sítios.

Se estes refugiados ucranianos, que são brancos, fossem negros ou muçulmanos, nada do que está a acontecer acontecia. Bombardeamentos de cidades ocorreram no Iémene, ocorreram na Líbia, ocorreram no Sudão, ocorreram… aa… aa… na… no sul do Sudão, no Darfur. Ocorreram em vários sítios… na Faixa de Gaza. Há bombardeamentos sobre cidades e há, em muitos casos, centenas de refugiados, só que têm a cor errada.”»

José Pacheco Pereira


jpp-vesgo-web

Desde logo, existe (no referido trecho) uma recusa (gnóstica) da Natureza Humana — porque, normalmente, tendemos a proteger mais aqueles que nos são mais próximos; por exemplo, eu preocupo-me mais com a minha família do que com a família do vizinho: é uma característica da Natureza Humana.

O José Pacheco Pereira recusa e despreza a Natureza Humana, em nome da suas próprias virtudes que ele considera serem superiores às do comum dos mortais. O José Pacheco Pereira considera-se um Übermensch; ele está acima da condição humana. É uma espécie de profeta com qualidades sobrenaturais — um Pneumático moderno — que anuncia ao mundo a necessidade premente de um paraíso na Terra.


Vamos a factos: apenas a Alemanha, em 2015, recebeu mais de 1 milhão de refugiados sírios, na esmagadora maioria muçulmanos e “castanhos”; e vem aquele animal dizer que se os refugiados “fossem negros ou muçulmanos, nada do que está a acontecer acontecia”. Aquele estafermo é de uma filha-da-putice à prova de bala!

O José Pacheco Pereira não olha a meios para fazer a crítica dissolvente dos valores do Ocidente, de tradição cristã.


diogenes alexandre web

O Pacheco faz lembrar Antístenes, o cínico — o precursor do nominalismo.

O símbolo do bastão com que Antístenes enxotava os seus discípulos representa não só uma realeza interior (pretensa, auto-assumida e subjectiva), em que o bastão simboliza o ceptro, mas também a severidade com que são tratados, à maneira de um bom médico (ou de um grande profeta), aqueles que pretendem tornar-se “sábios” como ele. Também a imagem do “cão”, explorada por Diógenes (outro “cínico”), tal como no Pacheco, simboliza a rosnadela e a mordacidade daquele que se julga superior à Natureza Humana e, por isso, desconfia de tudo e de todos.

O Pacheco é uma amostra pós-moderna de uma mistura anacrónica de Antístenes e Diógenes.

Tal como estes dois, o Pacheco critica a própria existência da opinião (doxa) entendida em si mesma, em nome da prevalência da sua própria opinião sobre a opinião dos outros. É também isto que faz dele uma figura perigosa — alegadamente porque (dizem os cínicos) a doxa detém um duplo sentido: em primeiro lugar, a doxa resulta de um conjunto de preconceitos (ou seja, costumes e convenções, que são próprios da Natureza Humana, que o Pacheco despreza) que, alegadamente, a sociedade impõe de forma artificial; depois, a doxa (a dos outros) traduz o vão desejo da glória (mas este critério já não se aplica à opinião do cínico Pacheco).

O “sábio” Pacheco (tal como Antístenes e Diógenes) recusa a lei da cidade (a lei que é baseada nos costumes, na tradição, na moral), no sentido em que ele (o Pacheco) representa a própria lei perante si mesmo (autarcia).

É certo que o cínico (Pacheco) não é misantropo, não vive como um eremita. Pelo contrário, pretende conviver com os outros no sentido de “desassossegar” a sociedade, entrando em paroxismos sistemáticos: por exemplo, ao proclamar, pela provocação, a sua independência de espírito (a sua superioridade intelectual), o cínico (Pacheco) vai ao encontro da sua intenção provocadora; ao menosprezar as opiniões dos outros, ele sobrevive (politicamente) sempre e apenas no próprio escândalo que provoca.

A forma de ser do cínico (a do Pacheco) tende a converter-se em um conjunto de gestos ostentatórios: trata-se de uma apologia da superioridade das virtudes próprias.

O preço do Brent baixou 14%, mas a gasolina irá aumentar outra vez na próxima semana

O preço do petróleo em crude — o Brent — baixou 14% desde a semana passada, mas os combustíveis continuam a subir.

brent-14mar-web

Eu estou convencido que se o Brent baixar e chegar aos 80 US Dollars por barril, os preços dos combustíveis continuarão a subir nas bombas — porque o aumento dos preços dos combustíveis tem menos a ver com o preço do crude do que com a política da Esquerda Neanderthal e do filho-de-puta do monhé manhoso.

Esquerda Neanderthal web

José Pacheco Pereira: “Quem não favorece a Esquerda é anti-democrático”

Um burro que escreve nos jornais; coisa rara, aliás. Para o José Pacheco Pereira, uma “democracia estabilizada” é um regime dito “democrático” que favorece politicamente a Esquerda — mesmo quando uma pseudo-direita seja eleita, como foi o caso do regime de Angela Merkel.

Segundo aquele estafermo, implicitamente, um regime que não favoreça naturalmente a Esquerda não pode ser democrático.

Existem testemunhos próximos de Angela Merkel que relataram que, no dia em que o Muro de Berlim caiu (dia 9 de Novembro de 1989) — e o povo da cidade andava alvoroçado, dirigindo-se em massa para as portas de Brandeburgo —, Angela Merkel optou por ir fazer sauna (!).

Angela-merkel-comunista-meme-WEB

Ora, quando existe um partido de Direita que não favorece politicamente a Esquerda — como é o caso do CHEGA, em Portugal —, então a grande besta diz que é um partido “anti-democrático”.

Alegadamente, segundo aquele estafermo, os “partidos democráticos” são os da Esquerda (radical ou não) e os partidos de “Direita” que fecham a Esquerda à direita (por exemplo, o CDS de Paulo Portas e de Assunção Cristas).

Diz ele, a grande besta:

[A União Europeia foi obrigada pelos Estados Unidos a] “aceitar acelerar a entrada para a União de países do antigo bloco de Leste que estavam longe de ter democracias estabilizadas, eleições e comunicação social livres, primado da lei e independência do sistema judicial. Alguns dos problemas com a Polónia e a Hungria, assim como com a Roménia e a Bulgária, vêm daí.”

Segundo o grande animal, a Polónia e a Hungria são “democracias desestabilizadas” porque os respectivos povos não votaram à esquerda, por um lado, e por outro lado não votaram numa “Direita” amiga da Esquerda — como foi o caso da “Direita” da Angela Merkel que arrebentou com a política energética da Alemanha, fechando todas as centrais nucleares e aumentando a dependência energética do gás e petróleo em relação à Rússia: esta é a “Direita” que a avantesma Pacheco Pereira e a bruxa Isabel Moreira gostam.

O José Pacheco Pereira é um dos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo; é um inimigo do povo.

O regime do Grande Babush Monhé é claramente fascizante

Portugal tem virado à esquerda, nas últimas duas décadas; só não vê quem não quer.

Verificamos que até os liberais, ditos “defensores dos capitalistas”, vivem hoje, em grande parte, à custa do Estado. Vejam como, por exemplo, os herdeiros de Belmiro de Azevedo e da SONAE andam a mamar nas tetas do Estado.

O Estado português engordou os seus poderes de uma forma assustadora; e vemos liberais, como o Cotrim, a orbitar na esfera da babujem no Orçamento de Estado.

Quando o governo do Grande Babush Monhé ofereceu 15 milhões de Euros, provenientes do Orçamento de Estado, a algumas empresas (ditas, “privadas”) da comunicação social, verificamos como Portugal virou, de facto à Esquerda.

Não se trata de progresso; trata-se de viragem à esquerda e, por isso, de amputação crescente das liberdades individuais; trata-se de colectivização da cultura, da economia, da opinião individual, e imposição de um pensamento único.

 É fascismo.

Esta viragem à esquerda resulta na aliança entre as empresas ditas “privadas”, por um lado, e um Estado cada vez mais poderoso — ou seja, resulta em um regime fascizante.

O regime do Grande Babush Monhé é claramente fascizante.

centro politico 550 web