O Kosta vai ter morte macaca

Esperem para ver. Estamos cansados deste Totalitarismo de Veludo.

Estamos a chegar a um ponto em que começa a valer tudo — até arrancar olhos!

A violência gratuita e descarada deste governo só se mitiga com violência contra os seus responsáveis políticos.

familia mesquita

Filhos-de-puta ao quadrado

Aqui fala-se na dívida pública portuguesa; aqui defende-se o aumento do défice:

BE e PCP têm de dizer na AR e nos media que aumentar a despesa pública (estrategicamente orientada) significa aumentar a procura na economia, o que tem um efeito multiplicador sobre o produto, cria emprego, faz aumentar a receita dos impostos e reduz a despesa com apoios sociais (subsídio de desemprego, etc.). Ou seja, numa economia com capacidade produtiva subutilizada, mais despesa pública melhora o défice e a dívida (d=% do Produto), bem ao contrário do que nos dizem na televisão.”

A ideia segundo a qual “o aumento do défice orçamental, por via do aumento da despesa pública, é positivo para a economia”, só pode vir de filhos-de-puta — porque ninguém, no seu bom juízo, pode defender esta tese. São mesmo filhos-de-puta!, os da geringonça que têm governado Portugal.

O maior problema português não é a dívida; o maior problema é o défice.

Por outro lado, a ideia segundo a qual “aumentar os impostos, ao ponto de estrangular a economia, permitirá aumentar a despesa pública sem aumentar o défice” — só pode vir de uma filha-da-putice elevada à segunda potência.

Com uma economia moribunda, de nada vale aumentar a despesa pública. Grandes filhos-de-puta!

As classes médias das nações são consideradas inimigas pela elite política da União Europeia #WEF #EU

O parlamento europeu “decretou” (no dia 8 de Junho passado) que, a partir do ano 2035, acabará a produção de automóveis com motor de combustão (gasolina, diesel e híbridos) no espaço da União Europeia.

Esquerda Neanderthal web

O que a elite política da União Europeia pretende é destruir a classe média.

Os eurodeputados “decidiram” sem qualquer tipo de consulta aos consumidores e/ou aos fabricantes de automóveis — tratou-se de uma decisão unilateral da Comissão Europeia (à boa maneira da Isabel Moreira e do Partido Socialista do monhé) que é um órgão tecnocrata não-eleito.

Entretanto, 99% das baterias para carros eléctricos são produzidos na China que controla mais de 70% da produção mundial das chamadas “Terras Raras”. Os burocratas da União Europeia pretendem actualmente a emancipação em relação ao petróleo russo, e depois metem-se na “armadilha” da dependência chinesa que é muito pior do que a russa.

Porém, o ministro alemão dos Transportes — Volker Wissing — já veio a terreiro vociferar contra esta decisão ideológica e unilateral dos burocratas esquerdistas da União Europeia.

O parlamento europeu não é um órgão legislativo, no sentido próprio do termo. Por isso, a “decisão” tomada pelos eurodeputados contra o fabrico de automóveis de combustão interna não entrará em vigor, porque não tem valor jurídico. Porém, esta “deliberação” do parlamento europeu dá, aos diferentes países da União Europeia, um sinal político perigoso e suicidário.

bicicletas na china

O que a elite política da União Europeia pretende é destruir a classe média.

A classe média é a grande inimiga das elites actuais — o ideal de sociedade que a União Europeia pretende construir é uma cópia do sistema fascista de Crédito Social de tipo chinês (sinificação).


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É inevitável uma guerra civil de baixa intensidade

O professor Mário Mesquita criou um monstro

“Hoje no Público a jornalista Ana Sá Lopes faz o obituário de Mário Mesquita que foi fundador do PS, jornalista, professor de jornalismo, (seja lá isso o que for) e cronista avulso de jornais, por essa ordem.

Esta Ana Sá Lopes é bem o exemplo e epítome do jornalismo que temos: medíocre, enviesado ideologicamente e incapaz de se reformar porque se sustenta a si mesmo num auto-convencimento inacreditável que só a estupidez alimenta.”

O nacional-jornalismo de matriz de esquerda


ana-sa-lopes-frankestein-web

Segundo a elite política da União Europeia, o cidadão europeu não pode tomar banho nem lavar a roupa, para assim “ajudar a Ucrânia”

Frans Timmermans, o holandês socialista que é o Vice-presidente da União Europeia, exaltou os “cidadãos europeus” a “ajudar a Ucrânia” através de iniciativas como, por exemplo, tomar banho uma vez por mês, deixar de conduzir automóveis e passar a andar somente de bicicleta — e arejar as roupas usadas, em vez de as lavar.

Para o socialista que é Vice-presidente da União Europeia, “ajudar a Ucrânia” significa literalmente que temos todos que passar a ser uma espécie de “chineses” da década de 1950.

eu-especie de china web

Frans Timmermans webEm uma reunião do Comité do Ambiente do parlamento europeu, Timmermans disse ainda que os cidadãos devem desligar os aquecedores em casa no Inverno (o frio faz bem aos ossos!), andar de bicicleta em vez de utilizar o carro, e ventilar a roupa usada em vez de a lavar — tudo isto para compensar o corte de importações de combustíveis fósseis proveniente da Rússia.

Para a Esquerda Neanderthal, a invasão da Ucrânia por parte da Rússia foi fundamental para a promoção da sua ideologia milenarista  e escatológica que anuncia o fim do mundo (em cuecas) causado pelas “alterações climáticas” — como se o clima nunca tivesse mudado antes do dito “capitalismo de merda”…

Os custos da energia estão a ser artificialmente inflacionados por uma minoria de malucos (a Esquerda Neanderthal) que é muito activa politicamente, e que está a tentar evitar que o mercado natural funcione. Ou seja, uma minoria que está a lutar contra o funcionamento do mercado para impôr uma determinada ideologia catastrofista.

Por exemplo, quando Marrocos anuncia que vai abrir novos poços de petróleo “offshore”, ao largo das ilhas Canárias mas ainda em Zona Económica Exclusiva marroquina, o governo socialista espanhol diz que vai apresentar queixa na ONU e na União Europeia, em uma tentativa de assim impedir o funcionamento do mercado da energia.

Ou quando se defende a instalação de centrais nucleares em Portugal, uma minoria ruidosa vem imediatamente dizer que é preferível que os portugueses vivam à luz da vela; ou quando se pretende fazer prospecção de petróleo ao largo do Algarve, os mesmos do costume ameaçam imolar-se no Campo Pequeno.

Ou quando a entourage do presidente senil dos Estados Unidos, João Bidé, proibiu a extracção de petróleo e gás natural em território americano (incluindo no Alasca), o que se pretendeu foi estabelecer artificialmente um mínimo de preço internacional de custo de 100 US Dollars por barril de petróleo (preço do petróleo artificialmente inflacionado).

Ou seja, o preço da energia está a ser manipulado (i.e.: manipulação do mercado) por uma elite internacional radical, no sentido de prejudicar intencionalmente a população em geral, e principalmente os mais pobres.

A União Europeia paga a Frans Timmermans cerca de 250.000 Euros líquidos por ano, e portanto aquela besta não tem que se preocupar em tomar banho apenas uma vez por mês…

Ou seja: segundo a classe política da União Europeia, “ajudar a Ucrânia” significa “retornar à Idade Média”… é esta a mensagem que é passada, pela elite neognóstica e puritana, aos povos da Europa.

Esta gente tem que ser afastada do Poder, nem que seja à custa de violência. Não podemos permitir que uma determinada classe política defenda a ideia de que o povo tem regredir à Idade Média (ou mesmo à Idade da Pedra) para assim alimentar o desequilíbrio mental colectivo de uma elite neognóstica radical (a Esquerda Neanderthal), ambiciosa de Poder absolutista.



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Não gosto de usar canga ou albarda

Primeiro, foi a obrigação de uso do cinto de segurança nos automóveis; depois foi a proibição do consumo de tabaco, mesmo ao ar livre; agora, no rescaldo dos confinamentos coercivos covideiros, os Estados dos países da União Europeia pretendem o “progresso da opinião pública” no sentido de se proibir o consumo de vinho e cerveja.

A Esquerda puritana europeia defende uma nova Lei Seca.

O “progresso da opinião pública” (segundo o conceito de Karl Popper) define a Janela de Overton.

Quando o Estado passou a obrigar a colocação do cinto de segurança nos condutores de automóveis, eu reagi muito mal. O argumento antiliberal então utilizado pelo Estado foi o de que “as despesas hospitalares das vítimas dos acidentes de viação são pagas pelo Estado”; e eu contra-argumentei: assim sendo, então que as vítimas dos acidentes sejam responsabilizadas pelos seus actos (por exemplo, quem não usa cinto de segurança e tem um acidente de automóvel, então que pague a respectiva despesa hospitalar do seu próprio bolso) em vez de as pessoas serem tratadas, pelo Estado, como crianças.

O meu problema não é o de usar o cinto de segurança; o meu problema é o de ser obrigado e coagido pela violência do Estado a usar o cinto de segurança. Não gosto de usar canga ou albarda. Para cavalgadura já me basta o monhé.

“Um governo que fosse fundado sobre o princípio da benevolência para com o povo — tal o do pai para com os seus filhos, quer dizer, um governo paternal —, onde, por consequência, os sujeitos, tais filhos menores, incapazes de decidir acerca do que lhes é verdadeiramente útil ou nocivo, são obrigados a comportar-se de um modo unicamente passivo, a fim de esperar, apenas do juízo do Estado, a maneira como devem ser felizes, e unicamente da sua bondade que ele o queira igualmente — um tal governo, digo, é o maior despotismo que se pode conceber.”

→ Immanuel Kant [“Teoria e Prática”, 1793]


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