O Marcelo é aquele que sabe o que o povo quer, mesmo que o povo não queira

O povo acredita no desinteresse dos políticos ditos “benfeitores” até que estes lhe passem a factura — o moderno “mandatário do povo” é o representaste do Absolutismo absoluto.

quem manda e o lula web

A factura do Marcelo será avultada; talvez o pior presidente que Portugal teve desde o golpe-de-estado republicano de 1910; mas seguramente o pior presidente da III república.

Começamos a ficar cansados das imposições absurdas do governo do Brasil

puta que pariu

Um dia destes, o Lula impõe ao governo português que a TAP (Transportes Aéreos da Portela) transporte um dinossauro na cabine do avião, do Rio de Janeiro para Lisboa; e o fantoche Luís Monta-o-negro obedece caninamente. O Luís Monta-o-negro só monta os negros de cá: os neguinhos do Brasil merecem-lhe muito respeitinho… não vá o cachaceiro ficar ofendido…

O Brasil não tem que interferir na gestão das empresas portuguesas. O Lula não manda em Portugal.

Donald Trump quer uma parada militar milionária no dia do seu aniversário

Nem a rainha de Inglaterra alguma vez pretendeu ter uma parada militar no dia do seu (dela) aniversário.

O que se está a passar nos Estados Unidos é estranhamente extraordinário!

Donald Trump compara-se com Kim Jong-un, que se tornou o modelo a emular pelo americano. Nem Putin alguma vez realizou uma parada militar pelo seu aniversário. O culto de personalidade imposto pelos acólitos de Donald Trump ultrapassa todos os limites da racionalidade.

Todos nós temos uma dose (aceitável) de narcisismo, a que se convencionou chamar de “auto-estima”, e que os filósofos católicos medievais chamavam de “amor-próprio”. Porém, em Donald Trump, o amor-próprio é doentio e ultrapassa os limites do razoável.

Por exemplo, o novo avião-caça dos Estados Unidos, que ainda está em fase de construção, terá a designação de “F-47” em honra do 47º presidente dos Estados Unidos (Donald Trump).

O culto de personalidade construído em torno de Donald Trump só é comparável com o de Kim Jong-un ou de Mussolini.

O CHEGA tem que rapidamente desmarcar-se da colagem mediática a Donald Trump. Ser identificado com Donald Trump não faz bem a ninguém.

A única forma de lidar com a comunidade cigana é utilizando força letal

Vejam o vídeo abaixo acerca da violência extrema praticada pela comunidade cigana em Ermesinde — sendo que toda a gente tem medo de os afrontar, incluindo a polícia.

A única forma útil de lidar com a ciganada é abatendo os Machos Alfa da comunidade, de uma forma praticamente discricionária e com luz verde dada por um juiz, utilizando, por exemplo, os COE (Operações Especiais) com licença para matar.

Os políticos portugueses terão que se convencer de que não há outra forma de lidar com os “Lelos”: é abatê-los quando não cumprem a lei.

Com a polícia já não vamos lá: a polícia tem medo dos ciganos. Só uma tropa especial bem treinada pode lidar eficazmente com a ciganada.

O partido CHEGA e o apoio ideológico a Donald Trump

Eu estou seriamente a ponderar o meu voto no partido CHEGA: parece-me que André Ventura e os seus amigos mais próximos pretendem transformar o CHEGA no novo “partido do táxi”.

Por exemplo, temos aqui (em baixo) o deputado do CHEGA, Bruno Nunes (ex-CDS), a branquear a política de tarifas aduaneiras de Donald Trump — quando até os políticos americanos republicanos mais empedernidos já colocam reservas em relação a essa política trumpista.

O Bruno Nunes é mais trumpista do que os próprios senadores republicanos. Ou seja, o Bruno Nunes é um parolo.

Estas cenas da elite do CHEGA a bajular Donald Trump irão envelhecer dramaticamente.


A política de tarifas deve ser conduzida (metaforicamente) como um ataque teleguiado de um míssil de cruzeiro, e não como um ataque bruto e demolidor de uma bomba nuclear. Ora, Donald Trump comporta-se como um elefante em uma loja de porcelanas: utiliza as tarifas como uma bomba nuclear que destrói tudo à sua volta, por um lado, e por outro lado acaba por destruir o seu próprio país.

A ideia — propalada pela elite do CHEGA — segundo a qual Donald Trump é um “soberanista” (ou seja, um político que se preocupa com a afirmação da soberania dos Estados Unidos), é absolutamente falsa: nenhum regime soberanista preconiza invadir militarmente os países vizinhos, como aconteceu com a ameaça de Donald Trump em anexar territorialmente o Canadá, ocupar militarmente o canal do Panamá, e/ou invadir militarmente a Gronelândia.

Isto são factos: não estou a inventar nada.

Donald Trump não é um simples “soberanista”; Donald Trump é um proto-fascista. E não pode ser um fascista inteiro porque a Constituição dos Estados Unidos não o permite.

Seria bom que o CHEGA voltasse ao compromisso do Conservadorismo, em vez de apoiar corruptos proto-fascistas como Viktor Órban ou Donald Trump, e, lógica- e consequentemente, acaba por apoiar cripto-comunistas corruptos como Vladimir Putin.