¿Por que há tantos generais cripto-comunistas e russófilos nas Forças Armadas Portuguesas?

Hoje ouvi o major-general Carlos Blanco dizer na televisão que a venezuelana Corina Machado ganhou o Nobel da Paz porque é “trumpista”; e que a democracia de Nicolas Maduro, vigente na Venezuela, é tão legítima como a democracia nos Estados Unidos.

O generalato português está pejado de comunistas; é tempo de fazer uma limpeza radical, sem dó nem piedade.

carlos blanco  comuna web

O Henrique Raposo é burrinho todos os dias

henrique raposo direita webO Henrique Raposo (o do semanário Espesso) olha para o Luís Montenegro e vê nele a “Direita conservadora”. Grande burro (o Raposo).

E olha para a Mariana Leitão e vê nela uma representante da Direita. Burro todos os dias.

E mais: o burrinho considera que o Bloco de Esquerda, que incentiva as mulheres a abortar e que despediu funcionárias grávidas e/ou a amamentar os filhos, é um partido de “Direita conservadora”.

Nunca vi tanta burrice agarrada aos neurónios de uma criatura. É uma burrice confrangedora.

Caro leitor: não seja burro como o Raposo: o PSD e a IL [Iniciativa Liberal] não são partidos da “Direita conservadora”. Não faça figuras tristes.

O único partido português legalizado que podemos dizer que é da “Direita conservadora”, é o CHEGA.

O Lumpemproletariado é a nova classe revolucionária

cigano dscurso de odio web

O Partido Socialista, o Bloco de Esquerda, o LIVRE e o Partido Comunista, ao contrário do que defendeu Karl Marx, consideram que o Lumpemproletariado é a nova classe revolucionária.

Esta é uma das razões por que a Esquerda escancarara as fronteiras à imigração ilegal: trata-se da importação em massa de um novo Lumpemproletariado “revolucionário” que mata polícias e reclama direitos excepcionais ao Estado.

Demagogia elitista

“O ressentimento social que alimentou o Bloco e o PC e que actualmente alimenta o Livre e o Chega é um problema sério para quem quer que seja que governe.”

Henrique Pereira dos Santos

Quando alguém compara o Partido Comunista ou/e o Bloco de Esquerda, por um lado, e o CHEGA, por outro lado, e no que diz respeito ao “ressentimento social”, ou é estúpido ou demagogo. No caso do Henrique Pereira dos Santos, quero acreditar que seja demagogo.

O ressentimento social, ou é baseado na realidade concreta, ou é baseado na utopia.

O Henrique Pereira dos Santos, que não parece ser estúpido, mete tudo no mesmo saco.

Por exemplo, o combate à corrupção generalizada — defendido pelo CHEGA — é uma forma de manifestação de um ressentimento social racional baseado na política factível; já a construção de um paraíso na terra baseia-se em uma utopia que se alimenta de um ressentimento social irracional.

Ora, o Henrique Pereira dos Santos, que não parece ser estúpido, confunde os dois tipos de ressentimento social — e por uma razão claríssima: ele é capaz de se fazer de estúpido para assim poder defender a validade política da demagogia elitista e corrupta vigente.

A “Direita” que apoia o cripto-comunismo

Na actual Europa, há dois tipos de Direita: a democrática — que defende a liberdade segundo os princípios defendidos por John Locke — e a antidemocrática — que existe na linha ideológica de Hobbes e de Rousseau.

Obviamente que partidos políticos como por exemplo o PSD e o CDS não pertencem à Direita, na medida em que são nítida- e ideologicamente controlados pela Esquerda.

Porém, o mesmo não podemos dizer, por exemplo, do partido alemão CDU/CSU de Friedrich Merz que, ao contrário de Angela Merkel, se tem demarcado da Esquerda alemã.

O partido alemão CDU/CSU actual é um exemplo de um partido que se afirma de Direita sem prestar vassalagem à Esquerda.


Há dois grupos distintos de partidos da Direita na Europa: 1/ os Reformistas e Conservadores Europeus, e 2/ os Patriotas pela Europa.

Do primeiro grupo fazem parte, por exemplo, o “Partido da Família” da Alemanha, o partido “Fratelli d’Italia” de Giorgia Meloni, o partido “Lei e Justiça” da Polónia, e o partido “Democratas Suecos” (Suécia).

Do segundo grupo fazem parte, por exemplo, o partido “Rassemblement National” de França (de Marine Le Pen et all), o partido “Fidesz” de Viktor Órban (Hungria), o partido “Lega Nord” de Umberto Bossi e Matteo Salvini (Itália), o partido “Partij voor de Vrijheid” de Geert Wilders dos Países Baixos (Holanda), o partido espanhol VOX liderado por Santiago Abascal, e o partido português CHEGA.

Verificamos, no segundo grupo, uma clara simpatia pela Rússia antidemocrática de Putin — ou seja, existe no segundo grupo uma simpatia por regimes autoritaristas —, nomeadamente o partido espanhol VOX que é financiado por Putin através do partido húngaro de Viktor Órban; o próprio partido “Fidesz” de Viktor Órban da Hungria que é claramente contra a União Europeia e a favor da Rússia de Putin; e o partido “Rassemblement National” de Marine Le Pen que se tem financiado através da Rússia de Putin.

O partido CHEGA (tal como o partido holandês “Partij voor de Vrijheid” de Geert Wilders) encontra-se no grupo errado, na medida em que estes dois partidos apoiam as sanções económicas internacionais contra a Rússia de Putin — o que não acontece com quase todos os partidos do grupo dos Patriotas pela Europa, que se posicionam a favor da Rússia e contra as sanções económicas.

Este apoio à Rússia, por parte da maioria dos partidos do grupo “Patriotas pela Europa”, inclui uma anuência tácita em relação à política de direitos humanos de Putin, nomeadamente o apoio tácito ou mesmo explícito à perseguição política dos dissidentes russos Vladimir Kara-Murza e Alexei Navalny, por um lado, e por outro lado o apoio claro ao terrorismo de Estado instituído por Putin.

O que é surpreendente é o facto de partidos ditos “de Direita” apoiarem o cripto-comunista Putin.

Que o comunista Lula da Silva apoie Putin, não me surpreende; mas que gente que se diz da Direita apoie um ex-agente da KGB, não lembra ao careca.

Alguns dos partidos do segundo grupo tendem para a implementação de sistemas políticos autocráticos e mesmo totalitários. Não merecem o meu respeito. A guerra cultural contra a Esquerda pós-estruturalista não justifica tudo.

O pensamento silogístico e científico da SIC Notícias acerca de Pinto Balsemão

falsa prova sic noticias web

Para o canal SIC Notícias, “quando não se prova que uma informação é falsa, então deve-se concluir que essa informação é verdadeira”.

Por exemplo: eu recebo a informação de que o Pinto Balsemão é um grandessíssimo filho-de-p*ta.

Ora, e segundo a SIC Notícias, se não se provar que esta informação recebida seja falsa, então devemos inferir que essa informação é verdadeira.

Aristóteles não diria melhor.

A conclusão silogística e científica da SIC Notícias é a de o Pinto Balsemão é um grandessíssimo filho-de-p*ta, porque não se provou ser falsa a asserção acerca da filha-da-putice da referida criatura.

Viktor Órban, o agente de Putin

Uma das importantes diferenças entre o partido VOX espanhol e o partido CHEGA português, é o de que o VOX é financiado pelo regime de Putin, através do amigo deste, Viktor Órban da Hungria. Que eu saiba, isto não acontece com o CHEGA.

Ou seja, o VOX é um partido anti-europeísta — o que não acontece com o CHEGA. Qualquer semelhança entre os dois partidos é mera coincidência. Ou deveria ser.

Na actual conjuntura internacional, em que parece imperar escandalosamente a lei do mais forte, por um lado, e por outro lado prevalece o desprezo pelo Direito Internacional subsequente à II Guerra Mundial, ser anti-europeísta é ser estúpido.

O VOX é um partido auto-contraditório: por um lado, aceita dinheiro de Putin; por outro lado, diz que é um partido nacionalista, “ignorando” que Putin financiou a intentona catalã de 2017, e que Putin até ofereceu 10 mil soldados para ajudar a defender a nova república catalã.

O partido VOX é uma anedota.

Isto não significa que tenhamos que concordar com tudo o que vem da União Europeia: o CHEGA, não sendo um partido anti-europeísta, tem contudo manifestado publicamente muitas críticas em relação à Comissão da União Europeia liderada pela sra Ursula von der Leyen.

Dos 27 países da União Europeia, o único que votou contra o apoio à Ucrânia foi a Hungria de Viktor Órban.

Não se trata, aqui, de opinião diferente, por parte de Viktor Órban: trata-se de apoio claro a um inimigo (Putin) dos países ocidentais que abertamente se declarou como tal; trata-se da assunção do papel de quinta-coluna que, por razões ideológicas, pretende destruir a própria União Europeia actuando por dentro desta.

Viktor Órban apoia claramente os inimigos dos interesses de Portugal enquanto nação.

A judicialização da política: os tribunais assumem-se claramente contra o voto do povo

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Quando o jornaleiro José Gabriel Quaresma pretende criminalizar e ilegalizar um jornal por razões ideológicas, sabe perfeitamente que isso é possível: as actuais clivagens políticas e ideológicas são de tal monta, que o Poder instalado tende a minar as estruturas do Estado de Direito e em nome de uma alegada defesa do próprio Estado de Direito.

rtp vota chega 500 web

Quando o Ministério Público pretende criminalizar os actos políticos de André Ventura e de Rita Matias — no caso da menção de nomes próprios de crianças imigrantes, no parlamento —, e ao mesmo tempo faz vista grossa da menção dos nomes completos de crianças imigrantes em uma emissão da RTP, estamos em presença de uma inqualificável intrusão do sistema judiciário na política corriqueira.

Portanto, o jornaleiro Quaresma sabe que o Ministério Público pode, efectivamente, fechar um jornal por motivos ideológicos — e nem precisa de um juiz imparcial porque a judicatura está comprometida, e Portugal aproxima-se a passos largos do Brasil do Lula, com o beneplácito sabujo e corrupto de Marcelo Rebelo de Sousa.

A pressão política sobre o partido CHEGA irá passar quase totalmente pelo Poder judicial controlado pela Esquerda, que se transformará em um instrumento de combate ideológico contra a Direita (contra o CHEGA), por um lado, e que será protagonista, por outro lado, de um sistema judicial de dois níveis, em que a justiça se aplica de modo diferente em relação à Esquerda e em relação à Direita — na esteira do conceito de “tolerância repressiva” do marxista Herbert Marcuse.

Em Portugal, “terrorismo” é aquilo que polícia quiser: não é preciso um juiz para ajuizar

Se o CHEGA concorda com isto, não terá o meu voto.

censura encapotada web

Não posso votar num partido que apoia indirectamente a censura indiscriminada alegadamente “em nome da lei”, e que acaba por combater a liberdade de expressão dando cobertura à censura policial.

Temos aqui uma nova PIDE em construção, com o apoio da União Europeia. Qualquer dia, fecham os tribunais, e a polícia trata dos julgamentos.