Os crimes da Rússia contra a Humanidade

Vemos, aqui no mapa, os campos de concentração na Rússia para onde os cidadãos ucranianos (os que falam ucraniano, e não russo) são deportados, logo que os russos ocupam os territórios do leste da Ucrânia.

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A burrice de Daniel Dennett

Um indivíduo que não só concorda as ideia de Richard Dawkins, mas também corrobora quase todas as teses deste último, não pode ser propriamente um “filósofo” — porque as ideias de Richard Dawkins não são minimamente consistentes/coerentes, nem do ponto de vista filosófico/lógico, nem sequer do ponto de vista científico. Por isso, Daniel Dennett, ao concordar e corroborar as teses de Richard Dawkins, não é um filósofo propriamente dito.

Porém, em favor de Daniel Dennett, é utilizado amiúde o argumento do “curso de filosofia” dele; mas, em bom rigor, quanto maior for a importância de uma actividade intelectual, mais ridícula é a pretensão de avalizar a competência de quem a exerce; ou seja: um diploma de “dentista” (ou de “mecânico”), é aceitável; um diploma de “filósofo” é grotesco.

Portanto, o argumento do “cursinho de filosofia” de Daniel Dennett não serve.


Neste texto, a professora Helena Serrão retoma o velho tema naturalista da “humanização” de um computador:

“Turing mostra que se um computador pode somar, subtrair, multiplicar e dividir, e se pode dizer a diferença entre zero e um, ele pode fazer qualquer coisa. Pode-se pegar num conjunto de habilidades irracionais e transformá-las em estruturas de poder discriminativo indefinido, poder de discernimento indefinido e poder reflexivo indefinido. Pode-se fazer uma mente inteira; assim pode-se resolver o problema de Hume; pode-se ter ideias para pensar por si mesmas nesta estreita base.”

Daniel Dennett

Um “filósofo” que escreve isto esqueceu-se de duas coisas importantes: 1/ o teorema de Gödel; 2/ o conceito de “X”, de Kant.

X de Kant

Immanuel Kant chamou à atenção para o facto de nós termos sempre de acrescentar um suplemento a todos os nossos pensamentos, independentemente daquilo que estamos a pensar: a frase “eu penso”.

Sem a consciência de que “sou eu que penso”, não existe qualquer pensamento que mereça esse nome. Sem a autoconsciência de que a consciência se pensa a si mesma, não é possível qualquer conteúdo dessa consciência.

O computador de Daniel Dennett pode percorrer o seu programa sem este “eu penso”, mas não pode, por isso, pensar como um ser humano.

No “eu penso” do sujeito humano, todos os conteúdos da consciência estão ligados; o “eu penso” do humano é a condição lógica de qualquer pensamento — constitui o último ponto de referência lógico e o ponto de unidade de todo o conhecimento.

Utilizando o tipo de linguagem de Kant: o “eu penso” é a condição da possibilidade do pensamento. Este “eu penso”, segundo Kant, é o “X” da condição humana.

Não é possível reconhecer este X porque qualquer acto de pensamento o pressupõe: o X é anterior ao próprio pensamento — e por isso é que nenhum computador tem ou alguma vez terá este X. A comparação que os naturalistas fazem entre um computador, por um lado, e um ser humano, por outro lado, é uma estupidez de uma grandeza elevada à potência infinita.

O teorema de Gödel

Segundo teorema de Gödel, é impossível demonstrar a não-contradição de um sistema (bastante rico e/ou complexo) pelos seus próprios meios, ou mediante meios mais fracos.

Por exemplo, um computador suficientemente complexo para simular o trabalho cerebral, e submetido a um rigoroso determinismo no que respeita ao seu mecanismo e às permutas com o exterior, não permite calcular, em um tempo t, o que ele (computador) será num tempo t+1 — só o consegue na medida em que a sua determinação, por si só incompleta, estiver submetida à determinação de um outro computador de ordem superior, mas que, nesse caso, também não está de modo nenhum inteiramente determinado por si mesmo; e assim consecutivamente, ad infinitum.


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“Solarengo” não significa “ensolarado”

A deputada do CHEGA Rita Matias, escreveu o seguinte:


“O 25 de Abril chegou com toda a solenidade e festividade. Nesse dia solarengo, as ruas encheram-se de cores garridas, as pessoas passearam de cravos nas mãos e multiplicaram-se as cerimónias, com toda a pompa e circunstância, desde a autarquia local até ao governo central.”

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No dicionário da Porto Editora, “solarengo” significa o seguinte:

adjectivo

1. relativo ou pertencente a solar

2. (moradia) que tem aspecto de solar; que é grande e tem arquitectura requintada

nome masculino

dono ou habitante de solar

No dicionário da Texto Editora publicado de 1995, “solarengo” significa o seguinte:

adjectivo

Do latim “solu”, solo

1. Relativo a solar (casa nobre)

2. o serviçal ou o lavrador que vivia no solar


A origem etimológica da palavra “solarengo” não tem nada a ver com “Sol”, mas antes vem do latim “solu”, que significa “solo”, “chão”.

Podem dizer que “há dicionários que dizem isto e aquilo”; mas não deixa de estar errado o uso do adjectivo “solarengo” para dizer “ensolarado” ou “soalheiro” — e isto por razões etimológicas, que são as mesmas razões que nos impõem a repugnância pelo Hacordo Hortográfico brasuca.


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Com a libertação de Elon Musk, voltei ao Twitter

Eu fui banido do Twitter porque reagi a insultos múltiplos vindos de esquerdistas: a minha reacção aos insultos foi punida com banimento pelos censores esquerdopatas, mas os insultos dos esquerdistas raramente são punidos.

Com o advento da libertação do Twitter por parte de Elon Musk, voltei ao Twitter.


Tomem nota da minha conta: @OBraga_02

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A psicopatia não é tão vulgar nas mulheres quanto é nos homens

Ponto prévio: não sou psicólogo.

johnny deppUm caso raro de psicopatia na mulher, é o da actriz Amber Heard que foi casada com o actor Johnny Depp.

Segundo os psicólogos, a diferença entre um sociopata, por um lado, e um psicopata, por outro lado, é a de que a psicopatia é inata (manifesta-se desde tenra idade), ao passo que a sociopatia é adquirida pelo meio-ambiente, pelas experiências pessoais e pela educação.

Se analisarmos o comportamento da referida actriz no julgamento que a opõe ao ex-marido, verificamos que ela apresenta comportamentos próprios de uma psicopata:

  • mantém um bom controle emocional e físico (o que não acontece com uma sociopata);
  • não demonstra sentimento de culpa ou qualquer remorso em relação aos seus actos, em relação a pessoas que conhece pessoalmente (o que não acontece com uma sociopata);
  • demonstra um narcisismo exacerbado;
  • tentativa claríssima de manipulação psicológica do ex-marido;
  • problemas com falta de empatia;
  • não aprende com a experiência (próprio dos psicopatas);
  • organização meticulosa da sua acção destruidora (idem);
  • habilidade em imitar sentimentos, apresentando-se no tribunal como uma mulher “normal”, que é a “vítima” (ibidem).

Uma mulher que caga na cama onde dorme com o marido, só pode ser psicopata.

Não metam o Soljenítsin onde não é chamado

A ideia segundo a qual Soljenítsin defenderia a anexação da Ucrânia pela Rússia, é duplamente abusiva: desde logo porque não há nada, na obra dele, que possa fazer crer na defesa da conquista armada russa de territórios de povos com outras culturas; e depois porque Soljenítsin está morto desde 2008, e portanto ele não pode emitir opinião sobre a actual tentativa de anexação russa da Ucrânia.

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O único “intelectual” notório do actual regime russo, aqui revelado, é o Duguin (ou Dugin), que foi literalmente “cilindrado” por Olavo de Carvalho em um debate realizado entre os dois.

A doutrina de Dugin tem como fundamento/base a dialéctica de Hegel (da qual foi deduzida, mais tarde, a teoria do materialismo dialéctico de Karl Marx); e por isso é que, para Dugin, a concepção de “religião oficial” russa (Ortodoxa) é um monismo de tipo hegeliano: o “transcendentalismo russo” segundo Dugin, é imanente — em um país em que a religião oficial coincide exactamente com o Estado russo. E se o Estado russo se expande, a religião oficial ortodoxa russa expande-se com ele — ao contrário do que aconteceu com a Igreja Católica que possui uma dinâmica autónoma (muitas vezes em conflito com os Estados).

A ideologia de Dugin defende a hegemonia e a superioridade do povo russo sobre todos os outros povos do mundo; e defende esta ideia recorrendo à dialéctica de Hegel. Não é difícil desmontar esta ideologia.