Viktor Órban, o agente de Putin

Uma das importantes diferenças entre o partido VOX espanhol e o partido CHEGA português, é o de que o VOX é financiado pelo regime de Putin, através do amigo deste, Viktor Órban da Hungria. Que eu saiba, isto não acontece com o CHEGA.

Ou seja, o VOX é um partido anti-europeísta — o que não acontece com o CHEGA. Qualquer semelhança entre os dois partidos é mera coincidência. Ou deveria ser.

Na actual conjuntura internacional, em que parece imperar escandalosamente a lei do mais forte, por um lado, e por outro lado prevalece o desprezo pelo Direito Internacional subsequente à II Guerra Mundial, ser anti-europeísta é ser estúpido.

O VOX é um partido auto-contraditório: por um lado, aceita dinheiro de Putin; por outro lado, diz que é um partido nacionalista, “ignorando” que Putin financiou a intentona catalã de 2017, e que Putin até ofereceu 10 mil soldados para ajudar a defender a nova república catalã.

O partido VOX é uma anedota.

Isto não significa que tenhamos que concordar com tudo o que vem da União Europeia: o CHEGA, não sendo um partido anti-europeísta, tem contudo manifestado publicamente muitas críticas em relação à Comissão da União Europeia liderada pela sra Ursula von der Leyen.

Dos 27 países da União Europeia, o único que votou contra o apoio à Ucrânia foi a Hungria de Viktor Órban.

Não se trata, aqui, de opinião diferente, por parte de Viktor Órban: trata-se de apoio claro a um inimigo (Putin) dos países ocidentais que abertamente se declarou como tal; trata-se da assunção do papel de quinta-coluna que, por razões ideológicas, pretende destruir a própria União Europeia actuando por dentro desta.

Viktor Órban apoia claramente os inimigos dos interesses de Portugal enquanto nação.

O inimigo a abater é o Partido Socialista

A censura parlamentar do esquerdalho desqualificado (personalizado na inqualificável e inenarrável Isabel Moreira) em relação a André Ventura e ao CHEGA, não é caso único.

Em Espanha, a socialista Francina Armengol (a Isabel Moreira lá do sítio), solicitou a censura do discurso de Santiago Abascal, líder do partido VOX, porque este chamou ao caudilho socialista Pedro Sánchez de “majestade”.

A socialista Francina Armengol, dirigindo se Santiago Abascal, avisa: “Iremos proibir a ironia!”

Existe de facto a preparação de um PREC [Processo Revolucionário em Curso]. A extrema-esquerda perdeu votos porque migrou para os partidos socialistas de ambos os países.

Tanto em Espanha, como em Portugal, o inimigo a abater é o Partido Socialista.

O Polígrafo alardeia “verdades” manhosas, seguindo o exemplo do seu guru, o monhé manhoso

poligrafo vox web

O Polígrafo invoca uma sondagem, de meados de Janeiro de 2022, para dizer que o partido espanhol VOX só tem 14,7% das intenções de voto em Espanha — e que, portanto, André Ventura mente.

O Polígrafo “esquece-se”, ou faz de conta que não sabe, que as intenções de voto não se cristalizam no tempo — as sondagens são dinâmicas e praticamente diárias.

Uma sondagem de 28 de Janeiro de 2022 dava o VOX com 17%, e o Podemos com 11%.

Portanto, se o André Ventura exagera (ou seja, mente) quando fala em 20% para o VOX, o Polígrafo também mente mas de uma forma manhosa, à moda do monhé manhoso.