O radicalismo revolucionário de Rui Rio afasta o PSD do Poder

«O PSD, Partido Social Democrata, tem como votantes, simpatizantes e militantes várias tendências. Personalistas, humanistas, liberais, populares e muitos Cristãos. O seu actual líder, Rui Rio, é um homem de rupturas, não agregador, que, em nosso entender, embora tenha ganho o partido, dificilmente ganhará parte significativa do país.

Tem todo o direito de ser agnóstico ou ateu mas terá de respeitar todos aqueles que, não sendo como ele, são Cristãos.

Na questão da eutanásia tomou partido semelhante aos radicais de políticas fracturantes da sociedade. Não respeitou as deliberações do último congresso do seu partido, não quis e não quer esclarecer o povo, não quer um referendo para ouvir os portugueses e, possivelmente, quer impor a eutanásia à força

Rui Rio e a Eutanásia

rui rio antonio costa web

Estamos a assistir ao estertor do Partido Social Democrata em câmera-lenta

“O PS ganhou, tranquilizando todos os velhinhos do país e o Dr. Rui Rio. Basta ouvir o seu discurso de viúva alegre, ontem à noite, para perceber o alívio”.

Pedro Picoito


JPP-ZAROLHOSem dúvida.

O Partido Socialista ganhou as eleições, e o Rui Rio ficou tranquilo e o José Pacheco Pereira muito feliz porque o PSD é (alegadamente) “um partido de esquerda”.

A missão de Rui Rio — e do actual ideólogo oficial do PSD (José Pacheco Pereira) — é a de desmantelar o Partido Social Democrata.

Se Rui Rio continuar no PSD por muito tempo — e oxalá continue! Quem nos dera! — o IL (Iniciativa Liberal) e o CHEGA irão sugar aquele partido até ao tutano.

Iremos assistir à parasitação do PSD, por parte do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA; quando os militantes do PSD se derem conta, o “PSD de Esquerda” (o do José Pacheco Pereira) e “recentrado” (o do Rui Rio) será um mero partido satélite do Partido Socialista.

O Rui Rio está fodido; e o José Pacheco Pereira a tocar guitarra

Entrevista a Catarina Martins:

O programa do Bloco de Esquerda é social-democrata”.

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O Rui Rio vê-se assim enrabado de forma indolor, ou seja, com anestesiante.

Porém, o José Pacheco Pereira toca guitarra, canta e dança (tudo ao mesmo tempo), não só porque “o Bloco de Esquerda é social-democrata”, mas também porque a Catarina Martins diz que “a nacionalização de toda a Banca não é um papão”.

Nunca o estrábico José Pacheco Pereira andou tão feliz!

JPP-ZAROLHO