O Francisco Sá Carneiro deve estar a dar voltas na tumba

O Rui Rio está a liquidar o Partido Social Democrata.

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O patético Rui Rio deveria meter a viola no saco

Rui Rio é um político que defende abertamente a liberalização da eutanásia; e vem agora a terreiro criticar quem defende a restrição do aborto.

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Os liberais, por um lado, e a Esquerda marxista cultural, por outro lado (les bons esprits se rencontrent… ), adoptam — em matéria de ética, moral e costumes — sistematicamente a estratégia política de “negação do universal” ou a afirmação de um nominalismo radical, em uma primeira fase da guerra cultural; porém, em uma segunda fase da guerra aberta contra a cultura cristã, os liberais e os marxistas passam a generalizar aquilo que era anteriormente — alegadamente — um caso particular “não generalizável”.

Primeiro isolam (tratam um caso como sendo “uma excepção”); e depois generalizam.

Por exemplo: o caso do aborto, naquela criança brasileira de 10 anos, será sempre um ponto de partida da estratégia política para a legalização geral do aborto no Brasil : os liberais e os marxistas partem de um caso particular (por mais defensável que seja aquele aborto, em termos éticos), para depois generalizar esse caso e sujeitar a prática do aborto a um critério universal de puro gosto pessoal.

Os liberais e os marxistas misturam (em pura e flagrante contradição), na sua estratégia política e em proporções infinitamente variáveis, uma axiomática do interesse pessoal, por um lado, e uma axiomática sacrificialista colectiva, por outro lado: a primeira, isola o indivíduo do contexto geral (nominalismo radical), e a segunda é, alegadamente, uma apologia do altruísmo no sentido da universalização de uma determinada acção (neste caso, o aborto).

Por isso (e só por isso) é que eu compreendo a atitude dos conservadores brasileiros. A guerra cultural, levada a cabo pela aliança entre liberais e marxistas, é eminentemente irracional; e perante a irracionalidade, é inútil utilizarmos a Razão.

O radicalismo revolucionário de Rui Rio afasta o PSD do Poder

«O PSD, Partido Social Democrata, tem como votantes, simpatizantes e militantes várias tendências. Personalistas, humanistas, liberais, populares e muitos Cristãos. O seu actual líder, Rui Rio, é um homem de rupturas, não agregador, que, em nosso entender, embora tenha ganho o partido, dificilmente ganhará parte significativa do país.

Tem todo o direito de ser agnóstico ou ateu mas terá de respeitar todos aqueles que, não sendo como ele, são Cristãos.

Na questão da eutanásia tomou partido semelhante aos radicais de políticas fracturantes da sociedade. Não respeitou as deliberações do último congresso do seu partido, não quis e não quer esclarecer o povo, não quer um referendo para ouvir os portugueses e, possivelmente, quer impor a eutanásia à força

Rui Rio e a Eutanásia

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Estamos a assistir ao estertor do Partido Social Democrata em câmera-lenta

“O PS ganhou, tranquilizando todos os velhinhos do país e o Dr. Rui Rio. Basta ouvir o seu discurso de viúva alegre, ontem à noite, para perceber o alívio”.

Pedro Picoito


JPP-ZAROLHOSem dúvida.

O Partido Socialista ganhou as eleições, e o Rui Rio ficou tranquilo e o José Pacheco Pereira muito feliz porque o PSD é (alegadamente) “um partido de esquerda”.

A missão de Rui Rio — e do actual ideólogo oficial do PSD (José Pacheco Pereira) — é a de desmantelar o Partido Social Democrata.

Se Rui Rio continuar no PSD por muito tempo — e oxalá continue! Quem nos dera! — o IL (Iniciativa Liberal) e o CHEGA irão sugar aquele partido até ao tutano.

Iremos assistir à parasitação do PSD, por parte do IL (Iniciativa Liberal) e do CHEGA; quando os militantes do PSD se derem conta, o “PSD de Esquerda” (o do José Pacheco Pereira) e “recentrado” (o do Rui Rio) será um mero partido satélite do Partido Socialista.

O Rui Rio está fodido; e o José Pacheco Pereira a tocar guitarra

Entrevista a Catarina Martins:

O programa do Bloco de Esquerda é social-democrata”.

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O Rui Rio vê-se assim enrabado de forma indolor, ou seja, com anestesiante.

Porém, o José Pacheco Pereira toca guitarra, canta e dança (tudo ao mesmo tempo), não só porque “o Bloco de Esquerda é social-democrata”, mas também porque a Catarina Martins diz que “a nacionalização de toda a Banca não é um papão”.

Nunca o estrábico José Pacheco Pereira andou tão feliz!

JPP-ZAROLHO