Se calhar, estou farto dos pretos em Portugal

Bardamerda, Joana!, Bardamerda!

A Joana Amaral Dias — e os seus (dela) camaradas do Bloco de Esterco e o camarada Mamadou Ba do “SOS Racismo” — vieram a terreiro clamar por “acto de racismo” (ver vídeo abaixo) no caso do homicídio de Bruno Candé. Porém, não me lembro de a Joana Amaral Dias (e a escumalha dela) vir berrar por “racismo” quando, no passado dia 25 de Maio, um cigano assassinou um preto no Seixal.

Chama-se a isto “memória selectiva” de marxista cultural: só quando o branco agride um preto se pode invocar o “racismo”; quando um cigano mata um preto, No Pasa Nada.


Edmund Burke escreveu o seguinte1 :

“O espírito de inovação 2 é geralmente o resultado de um temperamento egoísta […] Quando não estão sob controle, os progressistas 3 tratam a parte mais humilde da sociedade com um grande desprezo, enquanto, ao mesmo tempo, fingem fazer dessas pessoas os depositários do seu Poder.”

Edmund Burke tinha razão. A Esquerda actual não olha a meios para atingir fins políticos de Poder. A ética do esquerdalho — se é que podemos chamar àquilo de “ética” — é teleológica. Vale tudo!; até arrancar olhos!

Quando a Joana Amaral Dias (e a escumalha da laia dela) dizem que “o povo português é racista”, nada mais fazem do que tratar a parte mais humilde da sociedade portuguesa com um grande desprezo; e, simultaneamente fazem passar — para parte mais humilde da sociedade portuguesa — a ideia de que eles são a elite apoderada que representa os mais humildes (que eles desprezam) — ou seja, aquilo que Olavo de Carvalho descreveu como promoção de um “estado de atonia mental da população que predispõe à subserviência passiva” (Estimulação Contraditória).



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Notas
1. “Reflections on the Revolution in France” (1790)
2. Com o termo “inovação”, Edmund Burke pretende também dizer “revolução”
3. Os democratas

O racismo existe, e vai aumentar de intensidade

Vivemos numa sociedade em que não basta afirmar que 1 mais 1 é igual a 2; temos que demonstrar essa afirmação; e, ainda assim, estamos sujeitos a que nos chamem de “fassistas”.

Vivemos numa sociedade em que a classe política, em geral, se escandaliza (por exemplo) porque “a Escócia está cheia de brancos!”, e que, por isso, “é uma sociedade racista”. O mesmo critério se aplica a qualquer outro país da Europa: parece que “há brancos a mais”.


Um tal Gabriel Mithá Ribeiro escreveu, entre outras coisas, o seguinte:

“(…) a alienação anti-racista constitua uma das manifestações mais perturbantes da patologia social da relação com o tempo histórico.”

Não, senhor!, não é “patologia social”! Como dizia Napoleão, “não atribuamos à sociopatia o que pode ser justificado pela malícia”. E a malícia, neste caso, é determinada por uma certa ideologia.

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Ora, é a negação desta ideologia que está agora na moda: convém (aos ditos “intelectuais”) dizer que “essa ideologia não existe”, porque esta coloca em causa a racionalidade da guerra ontológica em curso contra a cultura europeia, ou seja, contra o europeu autóctone.

É neste contexto que o José Pacheco Pereira afirma (e jura!) que “o marxismo cultural não existe” — como se Gramsci, Lukacs, a Escola de Frankfurt, os pós-modernistas marxistas franceses, etc, nunca tivessem existido: convém sempre esconder a ideologia, para que esta seja mais eficaz.

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O texto do Gabriel Mithá Ribeiro enquadra-se na mesma lógica do José Pacheco Pereira de negação da ideologia — quando tenta fazer de conta que não se trata de uma ideologia, mas antes de uma “alienação” ou de uma “patologia social”.

Convém sempre esconder a ideologia, para que esta seja mais eficaz.

Para autorizarmos o niilismo (a utopia negativa), temos que fazer de conta que este não existe — porque, de outra forma, caímos no ridículo.

O “racismo intocável” — que é o racismo contra os brancos, o racismo bom, politicamente correcto — é palpável, concreto, e faz parte de uma determinada ideologia a que se convencionou chamar de “marxismo cultural”.

Pessoas como o José Pacheco Pereira, Daniel Oliveira, Isabel Moreira, etc., fazem o policiamento constante e auto-crítico da ideologia; são os “fiscais da ideologia”, que zelam pela sua pureza, por um lado, e pela sua eficácia, por outro lado.

Pessoas como o Gabriel Mithá Ribeiro perceberam a importância da fiscalização da ideologia; e neste sentido, ele defende a ideia segundo a qual o “racismo intocável” não existe, porque, alegadamente, “o racismo, em geral, já não existe”.

Esta (a do Gabriel Mithá Ribeiro) é outra forma de se chegar à “negação da ideologia” que caracteriza o José Pacheco Pereira — é, porém, uma forma mais inteligente, porque se baseia na necessidade da exigência de uma teoria de autenticidade que fundamente a ideologia: por outras palavras, para que valha a pena falsificar notas (falsificar a racionalidade da constatação dos factos), é necessária a existência de uma emissão legal.

O “racismo intocável”. E quando o Costa falar em “mais imigração”, não nos esqueceremos do exemplo da locutora negra da TVI

Este pseudo-problema, o do racismo inventado pela Esquerda, não tem solução.

Vemos aqui em baixo a locutora negra da TVI, Conceição Queiroz, ao lado do radical de extrema-esquerda e racista negro Mamadou Ba, protestando contra a polícia portuguesa por causa de um acontecimento lamentável nos Estados Unidos; e na outra imagem a notícia da dita criatura que se queixou à polícia por ser assaltada.

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Vemos, na primeira imagem, o racista e supremacista negro Mamadou Ba com uma camisa invocando a Cláudia Simões, a mulher negra que resistiu à acção da polícia (e foi detida) por se recusar a pagar o bilhete de autocarro (com a agravante de a acção ilícita dela ter sido praticado na presença da sua própria filha, dando-lhe o exemplo).

Esta gente não tem a noção do ridículo. A burrice é entendida como uma forma de inteligência. Verificamos que, para ser locutora da TVI, basta ter um QI inferior à média nacional.

Vemos, na imagem abaixo, o Paulo Fonseca, de 24 anos, assassinado por três negros (que declararam procurar deliberadamente vítimas de raça branca) no dia 28 de Dezembro de 2019. Não veremos, jamais, a referida criatura da TVI a lamentar sequer a morte de Paulo Fonseca — porque o “racismo intocável” dela (o racismo dos pretos) não pode ser (de modo algum!) colocado em causa.

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Esta gente alimenta-se espiritualmente da sanha racista negra — o “racismo intocável” — e do ressentimento que arruína e definha a alma humana.

E quando o António Costa falar em “mais imigração”, não nos esqueceremos do exemplo da locutora negra da TVI. Era só o que nos faltava!

Ricardo Quaresma está errado; e é racista

Eu não tenho nada contra a comunidade Cigana, assim como nada tenho contra (por exemplo) a comunidade Evangélica.

Porém se a comunidade Evangélica violasse a lei de isolamento social do covi19, não constataríamos certamente a benevolência complacente de gentinha estúpida como (por exemplo) Isabel Moreira, Francisco Louçã, Ana Gomes, Teresa Leal Coelho, António Costa e outras avantesmas (que já estão a mais na nossa política) que demonstram agora em relação à comunidade cigana.


chesterton-tolerancia-webSlavoj Žižek, em uma palestra nos Estados Unidos, fez uma crítica feroz à Esquerda de Raça Branca (‘white liberals’); e contou o episódio de um nigeriano (negro) se sentir insultado pela “Esquerda de Raça Branca” porque nem sequer concede aos negros a prerrogativa humana de “ser mau”.

Segundo a “Esquerda de Raça Branca”, o negro (ou o cigano) nunca tem culpa; e a culpa da maldade do negro é do colonialismo europeu.

A historieta do “bom selvagem” (de Rousseau) ganhou raízes na cultura do Imbecil Colectivo da “Esquerda de Raça Branca”.

Neste caso concreto, juntou-se a ignorância e o facciosismo étnico (que é uma forma de racismo) do cigano Ricardo Quaresma, por um lado, com o Imbecil Colectivo da “Esquerda de Raça Branca”, por outro lado; e esta mistura é explosiva.

Quando o cigano Ricardo Quaresma nega quaisquer defeitos comportamentais generalizados da comunidade cigana, demonstra ele próprio ser racista em relação às pessoas que não são ciganas. O Ricardo Quaresma é racista.

E o paternalismo obsolescente do Imbecil Colectivo da “Esquerda de Raça Branca” em relação a determinadas minorias (mas já não em relação a outras minorias), e, no caso concreto, em relação à comunidade cigana, é uma forma de racismo encapotado.

Quando o André Ventura pretende que os ciganos cumpram a lei (não vou discutir agora se a lei está certa, ou não), como quaisquer outros portugueses, é tudo menos “racista”; e o ónus de “racismo” cai sobre gentalha da laia da Isabel Moreira, Francisco Louçã, Ana Gomes, Teresa Leal Coelho, António Costa e outras bestas ambulantes que, tal como um vírus letal, contaminam mortalmente a cultura portuguesa.

¿Por que razão os me®dia e as ‘elites’ empolam o “caso Marega”?

 

A reboque de um incidente em um estádio de futebol — que ainda está sob investigação policial e, por isso, ainda sem conclusões objectivas dos factos —, os me®dia portugueses causam já um alarme social e a tal ponto que os portugueses são considerados racistas (ler este artigo no Porta da Loja): por exemplo, quando a vergonha do grupo SONAE — o jornal Público, na voz do seu director — afirma que “há comportamentos racistas arreigados na sociedade portuguesa”.


¿O que é que está em causa, com esta campanha me®diática patrocinada pela extrema-esquerda e apoiada caninamente pela Não-esquerda?

1/ um país — democrático — com uma cultura homogénea é de mais difícil controlo discricionário por parte do Estado.

Num país democrático (repito: democrático), o nível de abuso do Poder do Estado sobre os cidadãos é directamente proporcional à “diversidade cultural”. A chamada “diversidade cultural” — que é, basicamente, o multiculturalismo — é fonte de conflitos culturais e étnicos que tornam imprescindível a existência de um Estado omnipresente e omnisciente.

O multiculturalismo — ou a chamada “diversidade cultural” — conduz inexoravelmente a um reforço desmesurado da discricionariedade do Poder do Estado.

2/ a alternativa ao multiculturalismo e ao consequente aumento brutal da discricionariedade do Poder do Estado, é a negação da democracia por parte das elites — o que, por enquanto, ainda não é abertamente admitido pela ruling class.

3/ A imposição coerciva do multiculturalismo, em uma sociedade culturalmente homogénea, tem a grande vantagem de aumentar desmesuradamente o Poder discricionário do Estado sem colocar (aparentemente) em causa o formalismo da democracia parlamentar.

Podemos verificar que, em países como a Suécia, a discricionariedade do Poder do Estado atingiu actualmente níveis próprios de um Estado autoritarista — embora o sistema político sueco e as suas elites sublinhem veementemente o formalismo democrático do regime político. Na Suécia, por exemplo, estamos em presença de uma democracia apenas formal, e que já não o é na sua substância.

Dez porcento da população da Suécia é já proveniente de países exóticos. E a corrente imigratória continua.

Imigração na Suécia

Para que o povo português aceite passivamente uma imigração massiva que é pretendida pelas “elites”, pretende-se convencer as pessoas de que “os portugueses são todos uma cambada de racistas”, aumentando brutalmente os níveis de dissonância cognitiva na sociedade — por forma a inibir qualquer tipo de reacção à imposição coerciva de um Estado plenipotenciário por via do aumento fabricado de conflitos culturais e étnicos.

 

4/ como eu já tenho escrito aqui — e o Jaime Nogueira Pinto também já escreveu sobre isso — a ruling class (dos países europeus, em geral) é controlada pela aliança entre a plutocracia globalista, por um lado, e os seus caciques locais e nacionais, por outro lado (a aliança entre George Soros e a Esquerda, que conduz paulatinamente à sinificação, mais ou menos literal, dos países da Europa).

O aumento desmesurado do Poder discricionário do Estado é uma imposição da plutocracia globalista que é francamente aceite pela ruling class  portuguesa.

5/ para que o projecto de destruição da homogeneidade cultural portuguesa — e consequentemente, o projecto de fortalecimento desmesurado e discricionário do Poder do Estado sobre os cidadãos e a destruição da nação portuguesa — siga em frente, a ruling class  portuguesa (patrocinada pela plutocracia globalista) tem que promover a importação massiva de imigrantes provenientes de culturas de fora da Europa.

Os imigrantes que Portugal já tem são ainda muito poucos. É preciso invadir Portugal de imigrantes, tendo como limite mínimo os dez porcento da população. Para a classe política portuguesa, o número a atingir (a curto/médio prazo) seria o de 2 a 3 milhões de imigrantes provenientes de países culturalmente exóticos.

E para que o povo português aceite passivamente essa imigração massiva que é pretendida pelas “elite” política, pretende-se convencer as pessoas de que “os portugueses são todos uma cambada de racistas”, aumentando brutalmente os níveis de dissonância cognitiva na sociedade — por forma a inibir qualquer tipo de reacção à imposição coerciva de um Estado plenipotenciário por via do aumento fabricado de conflitos culturais e étnicos.

“Racismo” não é sinónimo de “existência de raças”

Ele há um tipo de politicamente correcto que, não sendo monopólio da Esquerda, tem um medo da Esquerda que se péla. É o caso do politicamente correcto vindo do António Balbino Caldeira.

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Uma das características do politicamente correcto é a negação da realidade; é olhar para a realidade e negá-la: por exemplo, quando se nega a existência de “etnias antropo-biológicas” (vulgo “raças”). É o caso do António Balbino Caldeira : nega a existência de raças. É uma expressão do politicamente correcto.


Antes de mais, vamos definir “racismo” (quando definimos uma coisa, o politicamente correcto foge a sete pés!):

“Racismo” é a doutrina  ou teoria  segundo a qual existe uma hierarquia entre raças, e vontade de preservar a “raça superior” de qualquer cruzamento.


orgulho-racista-webA afirmação da superioridade de uma raça ou de um povo é justificação, a partir deste axioma na definição supracitada, para o pretenso direito à dominação de outros grupos ou raças considerados como inferiores.

Para o politicamente correcto em geral, a diferença é sinónimo de hierarquia; e numa sociedade igualitarista extremada, até a Não-esquerda pretende negar a objectividade de qualquer diferença que não pertença à subjectividade da pessoa — ou seja: “as diferenças subjectivas existem; as objectivas não existem”; o império (politicamente correcto) da subjectividade erradica o mundo objectivo.

O problema do politicamente correcto da Não-esquerda é que confunde (ou mistura) a diferença (ou seja, a existência objectiva de raças diferentes), por um lado, com o racismo e/ou a xenofobia, por outro lado.

Ou seja, reconhecer a evidência da existência objectiva de raças, não é sinónimo racismo — ao contrário do que o ABC parece pensar.

Por exemplo, olhar para um chinês da Manchúria e para um dinamarquês descendente dos Vikings, e afirmar que “não existem raças” é puro delírio interpretativo. É claro que existem raças. Mas o ABC parece dizer que não: “não existe qualquer diferença entre um chinês e um dinamarquês” (parece dizer ele): “a aparente diferença é pura ilusão de óptica!”

O ABC faz lembrar o Groucho Marx : “¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?!”.

Ora a diferença entre raças (na espécie humana) não significa necessariamente que uma determinada raça (em termos gerais) seja superior a outra raça qualquer (a definição de racismo). Esta confusão entre “diferença”, por um lado, e “hierarquia”, por outro lado, é uma característica da influência do marxismo na cultura da Não-esquerda a que pertence o ABC.

O “racismo negro é inocente” (ou o “Bom Selvagem” de Rosseau)

 

Uma preta chamada Cláudia Silva escreve no jornal Púbico acerca do racismo, invocando a ideologia de uma americana branca radical de Esquerda (marxismo cultural).


1/ A ideia segundo a qual “só os brancos podem ser racistas” (que a tal Cláudia Silva invoca), é uma das maiores filhas-da-putice (é uma forma de racismo encapotada) que a Esquerda inventou para destruir a cultura europeia e ocidental:

“Para entendermos bem o que é o racismo, precisamos primeiro de diferenciá-lo do mero preconceito e discriminação. Preconceito refere-se a um pré-julgamento de uma pessoa com base no grupo social ou racial à qual ela pertence. Discriminação consiste em pensamentos e emoções, incluindo estereótipos, atitudes e generalizações que são fundamentadas em pouca ou nenhuma experiência e que são projectadas em todas as pessoas de tal grupo. Neste sentido, pessoas negras podem discriminar pessoas brancas, mas elas não têm o poder social ou institucional que transforma o preconceito e discriminação delas em racismo. O impacto do preconceito delas em relação às pessoas brancas é temporário e contextual. Pessoas brancas detêm o poder institucional para imbuir o preconceito racial em leis, políticas públicas e educacionais, práticas e normas societárias, de uma forma que uma pessoa negra não tem. Logo, uma pessoa negra pode exercer preconceito e discriminação, mas não pode ser racista, defende Diangelo”.

 

 

Ora, a África do Sul actual desmente a Esquerda.

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Não se trata de racismo; trata-se de factos comprovados pela ciência mas negados pela ideologia dominante

 

“O racista exaspera-se porque suspeita, em segredo, que as raças são todas iguais; o anti-racista exaspera-se também, porque em segredo suspeita que as raças não são todas iguais”.

Nicolás Gómez Dávila


E ambos acabam por ter alguma razão: as raças não são todas iguais (como suspeita o anti-racista), mas a dignidade ontológica (dos indivíduos de todas as raças) é igual.

catarina-martins-neanderthal-webMas a igualdade ontológica dos indivíduos (independentemente da raça ou etnia) não autoriza que se defenda o fim do Estado-Nação e a abolição das fronteiras nacionais — como defendem simultaneamente (em uma aliança contra-natura) os neoliberais (em Portugal chamam-se “liberais”) e os trotskistas. Les bons esprits se rencontrent…

Por outro lado, afirmar que “as raças são todas iguais” (ou que “os indivíduos de todas as raças são iguais entre si”) é não só cientificamente falso (demonstrável através da estatística), como é uma falsidade auto-evidente que não precisa sequer da ciência para ser demonstrada.

Por exemplo, se nós dissermos que a ciência demonstrou (através da estatística) que o QI médio dos asiáticos (chineses ou japoneses) é superior ao QI médio dos europeus do norte (alemães, suecos, e ingleses, por exemplo) — a Esquerda europeia aceita pacificamente este facto (porque é um facto “contra os europeus”).

Mas se nós dissermos que o QI médio dos africanos oriundos da África sub-sariana é inferior a 80, então temos o Bloco de Esquerda, o Mamadou Ba e o Henrique Pereira dos Santos (outro com três nomes!) a chamar-nos de “racistas” — ou seja, os factos (cientificamente comprovados!) são negados em nome da ideologia marxista cultural, e porque “o discurso do PNR é troglodita” (que é uma forma que a “direitinha” do CDS da Assunção Cristas encontrou para se alinhar com o Bloco de Esquerda na narrativa marxista cultural).

Alguém em França afirmou recentemente que “O SOS BALEIAS serve para salvar as baleias; e o SOS RACISMO serve para salvar o racismo”.

Por alguma razão, nos Estados Unidos, um cidadão com o QI inferior ou igual a 83 (cerca de 10% da população americana) não pode ser admitido nas Forças Armadas. Ou seja, se considerarmos a média do QI africano sub-sariano, a maioria deles não poderia ser admitida na tropa americana. Isto são factos; não é treta politicamente correcta do CDS da Assunção Cristas.

Se é verdade que um indivíduo com um QI de 80, por exemplo, é ontologicamente igual a um outro indivíduo qualquer, este facto (esta igualdade ontológica) não lhe dá privilégios que obliterem o mérito (como defende o politicamente correcto) e que transformem uma minoria no paradigma da Curva de Bell que submeta o mérito à mediocridade (como defende o Bloco de Esquerda).

Não se trata de racismo; trata-se de factos comprovados pela ciência, mas negados pela ideologia dominante na nossa cultural actual.