Viva o racismo !

PESSOAS NEGRAS web

É isto que me obriga a ser racista. Eu não queria, mas sou obrigado, pela lógica imposta pela realidade política.

A política correcta impele-nos ao racismo — porque a “discriminação” dita “positiva” é uma forma prática de racismo. Somos racistas porque não temos alternativa: somos impelidos para o racismo pela lógica do sistema.

Se as pessoas no cartaz fossem brancas, a DGS não “apagaria” o cartaz porque — alegadamente — não seria discriminatório. O cartaz só é discriminatório quando as pessoas são negras.

Viva o racismo!

O genocídio dos europeus programado pela Esquerda

Na primeira imagem (de Londres), aqui em baixo, vemos um convite público do governo britânico aos cidadãos brancos: “esterilizem-se, para que as cidades fiquem menos apinhadas de gente”.

Esta mensagem é passada como sendo virtuosa, e utiliza até, cinicamente, figuras de crianças brancas no cartaz.

genocidio branco web

Porém, ao mesmo tempo que os governos europeus controlados pela Esquerda ("World Economic Forum", alguns magnatas como George Soros, Bill Gates, etc) pediam aos brancos para se suicidarem como etnia, importavam pretos aos magotes — como podemos ver na segunda imagem.

barcos de pretos web

Ou seja, para a Esquerda, os brancos são para eliminar, e os pretos são para entrar em barda.

O racismo da Esquerda é radical, no sentido em que defende o genocídio dos europeus como política de Estado.

Esta política demográfica genocida e anti-europeia é basicamente irracional: o único critério inteligível e lógico é o de quequalquer coisa é melhor do que a actual demografia com brancos em maioria”.

Para a Esquerda, e por razões puramente ideológicas, os brancos europeus representam o demónio; e, portanto, é preferível, até, a existência de marcianos em circulação do que de brancos.

Inocência da Mata e a afirmação do Privilégio da Negritude

“A professora Inocência Mata, pós-doutorada em Estudos Pós-Coloniais, conversa com a Catarina Marques Rodrigues sobre o racismo na Faculdade de Letras e os casos em tribunal, o desprezo pela literatura africana, a visão eurocêntrica da cultura, a descolonização dos manuais escolares, o erro com os Descobrimentos e a reparação histórica.”

Inocência Mata, professora e pós-doutorada em Estudos Pós-Coloniais


Verificamos, na citação supra, a expressão típica do racismo negro, que não é apenas uma questão de afirmação da diferença de cor da pele: é sobretudo a procura persistente da legitimação do privilégio da negritude. Ou seja, ser negro deve ser considerado um privilégio (o excepcionalismo negro), pelos próprios negros e por toda a gente que não pertença à negritude.

Quando a cultura portuguesa (e/ou europeia) diferencia as obras de arte utilizando um critério de valorização do mérito, essa diferenciação é apodada de “racismo” pelos ideólogos da afirmação do privilégio da negritude (como é o caso de Inocência da Mata).

“O mundo moderno não distingue as questões de opinião, por um lado, das questões de princípio, por outro lado; e acaba por tratar ambas como questões de gosto.”

→ G. K. Chesterton (‘New Witness’, 22-08-1919)

inocencia que mata webQuando a Cultura se baseia em princípios, que são destinados a afirmar criticamente os valores da arte, os defensores do Privilégio da Negritude questionam a legitimidade desses princípios e reduzem a crítica cultural a uma questão de “gosto”.

E quando o “gosto” não coincide com o preconizado pelos legionários do Privilégio da Negritude, então segue-se que a ilação retirada é a de que se trata de “racismo”. Há dois tipos de “gostos”: o “gosto racista”, e/ou o “gosto” que se coaduna com a afirmação do Privilégio da Negritude. Não há terceiro excluído.

Todos os conceitos exarados no trecho — “desprezo pela literatura africana”, “visão eurocêntrica da cultura”, “descolonização dos manuais escolares”, “erro dos Descobrimentos”, “reparação histórica [de Portugal]” — decorrem de um preconceito ideológico subjacente ao Privilégio da Negritude, chegando-se ao ponto de se considerar como um “erro” a aventura dos Descobrimentos, mesmo sabendo-se que, sem os Descobrimentos, não existiria actualmente a “literatura africana” que é uma das condições da afirmação do Privilégio da Negritude.

Por exemplo, Luís de Camões escreveu os Lusíadas em dez Cantos, compostos por Estâncias (num total de 1102), que, por sua vez, são formadas por Oitavas com versos decassilábicos.

Porém, nunca ninguém, no seu juízo pleno, se lembrou de dizer que Camões escreveu sob “uma visão heleno-cêntrica da cultura”. Camões limitou-se a adoptar determinados princípios que regem a arte poética, princípios esses aplicados no Renascimento e provenientes da cultura da antiga Grécia.

Se Inocência da Mata vivesse no tempo de Camões, diria que os Lusíadas seriam um caso de “colonização grega da cultura portuguesa”.

A “descolonização dos manuais escolares” significa “doutrinação das crianças portuguesas” na ideologia do Privilégio da Negritude — ou seja, a recusa e negação do mérito na área da crítica literária, em nome da afirmação da veemência discursiva como única forma de expressão da Verdade. Como escreveu Theodore Dalrymple: “Num mundo em que impera o princípio da auto-expressão, a veemência no discurso é o único critério da Verdade”.

Inocência da Mata pretende afirmar a superioridade ontológica do Negro através do Privilégio da Negritude, independentemente de qualquer critério racional que justifique essa superioridade. Trata-se de uma espécie de “nazismo invertido”.

Trata-se da pior forma de racismo, porque é dissimulada, altamente destrutiva e decorre de uma auto-vitimização que condena a Europa a uma pena perpétua ajuizada apenas por uma parte mais controversa da História.

E, através desta “pena perpétua” lançada nomeadamente sobre o povo português, o Privilégio da Negritude vai-se afirmando paulatinamente na cultura vitimista e pusilânime das actuais “elites” políticas portuguesas.

Eu tenho direito a ser racista

direito a ser racista

Eu tenho direito a ser racista. Ser racista é um direito privado que me assiste, em função da minha liberdade íntima e pessoal. O que eu não posso, segundo o Código Penal (Art.º 240), é alardear o meu racismo pela comunidade e/ou instigar à violência.

reservado-direito-de-admissaoTenho todo o direito de desligar o telefone, se do outro lado da linha me falam em pretoguês. A minha língua é o português, e não o pretoguês. Tenho todo o direito a ser racista no aprimoramento da minha língua.

A minha língua não é a língua brasileira.

Tenho todo o direito de não alugar um apartamento a quem não me agrada. Alugar um apartamento é um acto de liberdade: o Estado não tem nada a ver com o facto de eu alugar, ou não, um apartamento.
A minha escolha do inquilino é subjectiva: por exemplo, eu posso não gostar do cheiro a catinga. Não gostar do cheiro a catinga é um direito que me assiste em função da minha liberdade. Não sou obrigado a aguentar a catinga dos outros.

No meu estabelecimento comercial, existe o direito de admissão. Tenho todo o direito a limitar a “baderna brazuca” dos sambinhas” dançados e cantados, que incomodam os outros clientes.

“Sambinha” e “Kuduro” é a puta que os pariu! ¿Viu?!

Há quem queira transformar o CHEGA em uma espécie de CDS/PP, fechando a Esquerda à direita

Um tal José Maria Matias, que é familiar da deputada do CHEGA Rita Matias, escreveu o seguinte no Twitter:

Jose maria matias web

Há uma diferença entre fazer um combate à imigração ilegal e alguma legal, que se tem tornado o principal problema da Europa, com a legitimação do racismo e xenofobia.

Há uma diferença entre alertar para os perigos da islamização da Europa e as consequências que isso traz para as mulheres, para os cristãos e para a identidade das nações, com a legitimação do discurso racista e xenófobo.

Há uma diferença entre o combate ao Inverno Demográfico, e aqui podemos seguir o que melhor fazem os governos da Hungria e da Polónia, com a semântica racista e xenófoba.

Se devemos combater os negacionistas da realidade europeia, os pseudo moderados, desde o centro direita até à extrema esquerda, deve-se combater quem, aproveitando-se da realidade, quer subjugar todos a um conjunto de velhas práticas que deviam estar enterradas no século passado.

Já chega de quererem instrumentalizar boas pessoas para o pior que a Humanidade tem: o racismo e a xenofobia.”

O Matias diz que “há uma diferença” entre “isto e aquilo”, mas não diz qual é a diferença.

Este é o discurso do Nuno Melo e dos “católicos fervorosos” — que são os católicos que renegam personagens como por exemplo S. Bernardo de Claraval ou/e Padre Pio de Pietrelcina: basta ouvir o discurso do actual papa para percebermos que os milagres e os ensinamentos do Padre Pio de Pietrelcina já não são bem-vindos à actual Igreja Católica.

A Esquerda é especialista em não definir conceitos, porque a indefinição é uma arma ideológica; e o Matias segue a estratégia da Esquerda. E quando começamos a definir, a Esquerda e o Matias desatam a fugir.


Segundo o dicionário da Texto Editora:

  • Racismo: doutrina que tende a preservar a unidade da raça e assenta em uma suposta superioridade de uma raça que se confere o direito de exercer domínio sobre outras raças.
  • Xenofobia: aversão às pessoas ou coisas estrangeiras.


Ora, quem não quer imigração em massa não é racista, exactamente porque não pretende criar as condições sociais para que se exerça qualquer domínio de uma etnia sobre outras. Seria racista quem deixasse entrar toda a gente e depois assumisse uma política de superioridade rácica sobre os imigrantes.

O Matias, tal como a Esquerda, mistura “raça” e “cultura antropológica”.

No caso da Esquerda, é propositado; no caso do Matias é estupidez. Por exemplo, quando eu critico o Islamismo, a Esquerda chama-me de “racista” — como se o Islão fosse uma “raça”; mas o Islão não é uma raça. 
O Matias alinha inconscientemente nesta falácia: foram muitos anos de colonização mental esquerdista em Portugal.

Temos, por exemplo, o deputado do CHEGA, Mithá Ribeiro, que sendo mestiço, identifica-se plenamente com a cultura antropológica portuguesa; e há muito branco estrangeiro que, vivendo em Portugal, não se identifica com a nossa cultura antropológica. Portanto, a raça tem muito pouco ou nada a ver com cultura antropológica.

Não gostar da cultura antropológica islâmica, e criticá-la, por exemplo, não significa “xenofobia” — desde logo porque xenofobia é, por definição, uma fobia, e por isso é irracional, ao passo que a crítica ao Islão pretende ser racional.

O Matias é um dos que, no seio do CHEGA, pretende transformar este partido em uma segunda versão do CDS/PP.
Mas, votar por votar, prefiro então votar na versão original.

O racismo no tempo de Salazar

Temos, aqui em baixo, uma fotografia da minha escola primária em Malema, Moçambique. A minha mãe era uma das professoras. Eu estou ali no meio, de chapéu (clique na fotografia, para ampliar).

Como podem ver, eram todos meninos brancos, “rassistas”, “fassistas” e colonialistas.

Alunos da escola de Malema web

O racismo brasileiro, de sentido único

Eu tenho imensa dificuldade em ler em brasileiro corrente e diglóssico: a língua (supostamente “portuguesa”) escrita adulterada e raiando o ridículo.

Porém, talvez o principal problema do brasileiro (em geral e salvo honrosas excepções), é o de que vê o mundo ao contrário, ou então exclusivamente a partir de uma determinada perspectiva enviesada — como é o caso deste artigo.

Diz-se, no artigo, que Donald Trump é “racista” porque critica o presidente do senado americano e a sua mulher, que é chinesa.

O brasileiro (em juízo universal) segue a linha ideológica WOKE americana: se criticas um negro, ou uma chinesa, és ‘tomaticamente “racista”. Ou seja: a única raça cujos indivíduos podem ser criticados, é a raça dita “branca”; todas as outras raças estão isentas de crítica.

melania trump web

Porém, quando os me®dia e a Esquerda criticavam sistematicamente a mulher de Donald Trump, já não era racismo: era coisa justa.

Criticar uma mulher chinesa é “racismo”; criticar uma mulher europeia é “legal prá caralho”.


Nota: só agora me dei conta de que este artigo é uma tradução “googlesca” e abrasileirada (as traduções do Google saem em brasileiro) deste artigo do jornal esquerdopata POLITICO .

O bom racismo e o mau racismo

bom racismo web

Segundo a “elite” política de Esquerda, este é o bom racismo; o mau racismo é o que vem dos portugueses — este racismo é bom porque se baseia na Oikofobia e na lógica da tolerância repressiva, do marxista Herbert Marcuse.

Com este racismo contra os portugueses, o Monhé das Cobras não se preocupa — porque é o racismo bom. O monhé preocupa-se apenas e muito com o racismo mau dos filhos-de-puta dos portugueses indígenas.

monhe-das-cobras-web