Morreu o Chico dos Porsches

Morreu o Chico dos Porsches, o fundador do PSD e militante nº 1 do partido que afirmou várias vezes que “o PSD é um partido de Esquerda”.

singularidades da nossa revolução web

A elite “liberal” — a “elite” dos negócios contratualizados sem ética — escreve hoje as partituras musicais da sua propaganda baseando-se em temas da Esquerda.

O liberalismo burguês (o de Pinto Balsemão) trata diferentemente os seus inimigos: vomita nos da Direita e absorve os da Esquerda — basta olhar para o canal de TV “SIC” e para o semanário Expresso.

O esquerdista típico que impera nas redacções do Grupo Impresa nega-se peremptória- e obviamente a reconhecer que as conclusões do pensamento burguês-liberal são os princípios do pensamento de Esquerda.

ser-revolucionario-fernando-pessoa-web

O pensamento silogístico e científico da SIC Notícias acerca de Pinto Balsemão

falsa prova sic noticias web

Para o canal SIC Notícias, “quando não se prova que uma informação é falsa, então deve-se concluir que essa informação é verdadeira”.

Por exemplo: eu recebo a informação de que o Pinto Balsemão é um grandessíssimo filho-de-p*ta.

Ora, e segundo a SIC Notícias, se não se provar que esta informação recebida seja falsa, então devemos inferir que essa informação é verdadeira.

Aristóteles não diria melhor.

A conclusão silogística e científica da SIC Notícias é a de o Pinto Balsemão é um grandessíssimo filho-de-p*ta, porque não se provou ser falsa a asserção acerca da filha-da-putice da referida criatura.

Henrique Raposo, um porco

Aqui no norte, a pior classificação ontológica que podemos atribuir a alguém é a de “porco” — já que “filho-de-puta”, por exemplo, é uma categorização corriqueira e de tal forma vulgarizada que se pode aplicar ao próprio que a utiliza; mas “porco” é epíteto ominoso; e pior do que “porco” é “grande porco” que corresponde ao estatuto ontológico do patrão do porco Henrique Raposo.

henrique raposo porco web

Comparar cerca de 5 mil nómadas digitais (no máximo) residentes em Portugal, por um lado, com cerca de 1 milhão de imigrantes ilegais, desqualificados e sem especialização (1 milhão no mínimo, porque há quem diga que são mais), por outro lado, só pode vir de um porco, sancionado por um grande porco.


Durante o século XVIII e todo o século XIX, principalmente, estabeleceu-se na cidade do Porto uma pequena comunidade inglesa que se dedicava principalmente à produção, armazenamento e comércio do vinho do Porto. Era uma comunidade que “vivia à margem — no sentido em que o porco Henrique Raposo classificou os nómadas digitais.

Os ingleses no Porto deram uma grande visibilidade internacional à cidade e a Portugal; porém, à comunidade inglesa foram concedidos alguns privilégios por parte do Poder político português, como, por exemplo, a possibilidade de os ingleses residentes elegerem um Juiz Conservador, pago pela Feitoria inglesa, que actuava como árbitro nas questões e disputas da comunidade inglesa. Ou seja, os ingleses tinham até uma justiça civil “à margem”. Este Juiz Conservador da Feitoria inglesa só desapareceu em 1848, por decreto do governo de Lisboa, mas manteve a presença de cidadãos ingleses no tribunal de júri.

Devemos julgar as pessoas pela sua produtividade e pela sua contribuição para o bem-comum: não devemos nivelar por baixo, como faz o porco Henrique Raposo apoiado pelo grande porco que é o patrão dele.

A prática da medicina deu um salto qualitativo com a presença da Feitoria inglesa no Porto, nomeadamente através da construção de um hospital inglês gerido com fundos privados, funcionando com as melhores práticas científicas da Europa de antanho, e que se colocou ao serviço da população portuense em geral, no tratamento das maleitas mais difíceis e complicadas. Médicos ingleses especializados, como por exemplo o dr Henry Jebb, foram cruciais no desenvolvimento da prática médica na cidade.

O escritor Júlio Dinis, que era médico e descendente de ingleses, escreveu, entre muitas outras, uma obra intitulada “Uma Família Inglesa”. O escritor Ramalho Ortigão que escreveu a obra “John Bull”, na “Epístola a Mister John Bull”, e nas “Farpas”, fala da comunidade inglesa no Porto.

O escritor Camilo Castelo Branco nunca escreveria a sua excelente obra sem a inspiração e presença da pequena comunidade inglesa no Porto. Tanto Camilo como Almeida Garrett abordaram a temática da comunidade inglesa no Porto, embora fossem ambos anti-britânicos.

Durante as invasões napoleónicas, a comunidade inglesa foi essencial, nomeadamente financiando o governador militar da cidade do Porto, o General Nicholas Trant (também este, inglês).

A Associação Comercial do Porto foi fundada pela Feitoria inglesa; o Banco Comercial do Porto, idem; a Companhia de Seguros Segurança foi uma das primeiras companhias de seguros do Porto, também fundada pelos ingleses.

Nos seus tempos livres, os ingleses dedicavam-se às artes, em especial à música, frequentavam as Óperas da cidade. No Verão, participavam em convívios informais depois do jantar, bem como em bailes e jantares mais formais. Os ingleses foram os pioneiros das excursões de barco no rio Douro.

Os ingleses criaram o Cricket and Lawn Tennis Club, o Oporto Boat Club, o Oporto Golf Club, o Sailor’s Rest — e a Oporto British School que só podia ser frequentada por jovens com mais de seis anos filhos de pais britânicos, que também aprendiam a língua portuguesa. Se este exclusivismo acontecesse hoje, o porco Henrique Raposo tinha um chelique.

Esta pequena comunidade de ingleses na cidade do Porto foi de extrema importância para a internacionalização da economia local e nacional — por exemplo, fundando a filial portuense do London and Brazilian Bank Ltd e do Bank of London and South América. O barão Joseph James Forrester (que tem nome de rua na cidade) foi um dos grandes dinamizadores da economia do Porto.


Devemos julgar as pessoas pela sua produtividade e pela sua contribuição para o bem-comum: não devemos nivelar por baixo, como faz o porco Henrique Raposo apoiado pelo grande porco que é o patrão dele.

O comissário do Totalitarismo de Veludo diz que “Elon Musk é o homem mais perigoso do mundo”

daniel_oliveira-web-150Daniel Oliveira é um dos mais proeminentes comissários do Totalitarismo de Veludo, ou seja, é um dos personagens mais perigosos que existem em Portugal — e com o beneplácito e protecção do Chico dos Porsches (este filho-de-puta nunca mais morre!).
Os globalistas “Bilderbergers” tratam diferentemente os seus inimigos: vomitam nos da direita (por exemplo, André Ventura) e absorvem os da esquerda (como é o caso do Daniel Oliveira).

Existem outros comissários do Totalitarismo de Veludo, como por exemplo Ana Drago, Rui Tavares, Isabel Moreira, Alexandra Leitão (ainda não foi promovida), as manas Mortágua, Raquel Varela, Ana Sá Lopes (a Madame Frankenstein), a comunista confessa Carmo Afonso — entre outras criaturas pantanosas.

De todos os comissários do Totalitarismo de Veludo, o mais perigoso é o Daniel Oliveira, porque é o mais dissimulado; é uma espécie de “camaleão ideológico” — o tal que escreveu no Twitter que o Bloco de Esquerda e o PCP são partidos social-democratas clássicos”.

daniel-oliveira-be-pcp-web
Quando qualquer destas criaturas diz que “defende a liberdade”, esta posição política é instrumental, inserida em uma estratégica de erradicação paulatina e progressiva da própria  liberdade que dizem defender. A defesa da liberdade é, para eles, um mal necessário, um obstáculo a transpôr rumo aos “amanhãs totalitários que cantam”.

Daniel Oliveira disse ontem, em um programinha da televisão do Chico dos Porsches, que “Elon Musk é a pessoa mais perigosa do mundo”   porque defende a liberdade de expressão no Brasil. Podíamos atar todos os comissários do Totalitarismo de Veludo e enviá-los para o Brasil, para junto do Lula da Silva. Seria um alívio para os portugueses.

pinto-balsemao-george-soros-web

O tipo de filho-de-puta que sustenta este sistema político

o balsemao nunca mais morre

Segundo estes filhos-de-puta, o facto do Monhé das Cobras mentir no parlamento, não é importante. O que é importante, para estes filhos-de-puta, é que se apanhou o monhé a cagar (ou seja, a mentir) — o que nunca deveria ter acontecido.

É preciso dizer a estes filhos-de-puta que o primeiro-ministro não pode mentir numa CPI ! Mentir na CPI é crime!

O critério jurídico do semanário Expresso: “o Direito depende apenas das opiniões dos juízes”

Para o Expresso, as decisões jurídicas dependem exclusivamente das pessoas que as tomam — ou seja, o Direito não tem uma estrutura formal válida em si mesma.


expresso-direito-web

Isto significa que, para o semanário de Pinto Balsemão, o Estado de Direito — no sentido lockeano da “liberdade política” — depende exclusivamente das opiniões da classe política que pode, por exemplo, restringir arbitrariamente a liberdade do cidadão a qualquer momento e sob qualquer pretexto (como aconteceu com a política covideira das restrições de liberdade).

Ora, se as decisões do Tribunal Constitucional acerca de um determinado assunto, dependem apenas das opiniões dos juízes Manuel, Joaquim e Alberto, então segue-se que o Estado de Direito é apenas uma figura de retórica, e o Direito resume-se (por Zeus!) às contingências impostas pela lei da natureza, reduzindo o Direito ao facto — implicitamente isto significa a recusa do próprio Direito e em favor da violência, e da legitimação, em qualquer circunstância, da força bruta do Estado.

No “Górgias”, de Platão, a personagem Cálicles apoia a ideia (do Expresso) de que o Direito depende apenas da opinião do juiz todo-poderoso.

Adenda:

Pinto Balsemão tem feito muito mal à sociedade portuguesa. Talvez tenha chegado o tempo de nos vermos livre dele.

Que lhe pese a terra como chumbo.

A SIC Notícias e a propagação de um símbolo de homofobia homofóbica

fressura-web

Camaradas!

Segundo o canal de televisão do nosso camarada Pinto Balsemão (nosso companheiro de luta internacionalista), a marca “Snickers” produziu um anúncio homofóbico, a ver:

“No anúncio, o influenciador Aless Gibaja pede um “sumo de laranja sexy” a um funcionário de um café, que lhe responde com um gelado Snickers. Depois de comer o gelado, Aless Gibaja fica com uma voz mais grave e transforma-se num homem com barba.”

Ora, isto de uma pessoa ficar subitamente com barba, é seguramente homofóbico — a não ser que seja um homem transgénero: a barba, num homem transgénero, não é homofóbica.


cueca homofobicaOutro exemplo de homofobia é o de uma conhecida marca de roupa interior masculina que colocou à venda cuecas com riscas azuis, brancas e amarelas— o que é, sem qualquer dúvida, sinal de homofobia extrema e radical. Se as riscas fossem amarelas e verdes, ainda vá!, poderíamos tolerar! Mas sendo azuis e brancas, as riscas são evidentemente homofóbicas.

Outro símbolo de homofobia radical e repugnante é a actual moda que algumas pessoas (negacionistas da vacina do COVID-19, na sua maioria) adoptam, que consiste em se sentarem de lado e com a perna cruzada (ver imagem em baixo).

Se virem um homem sentado naquela posição, agradecemos que o denunciem às autoridades (ou ao FaceBook), por propagação de um símbolo de homofobia homofóbica.

homofofia-posicional

Camaradas! É preciso denunciar esses negacionistas, homófobos, sexistas, transfóbicos, xenófobos, reaccionários, capitalistas, fassistas, e padres!

A LUTA CONTINUA! A vitória é certa!

A aliança entre o “Padre Trotskista” e o globalista “Chico dos Porsches”

Eu tenho muito menos respeito por Pinto Balsemão do que tenho por Mário Soares e sua memória — e a minha opinião acerca de Mário Soares não é grande coisa. Aliás: tenho mais respeito pelo comunista Jerónimo de Sousa do que tenho pelo Pinto Balsemão.

pinto-balsemao-george-soros-web

Pinto Balsemão representa uma visão cínica do mundo, em que (na esteira de George Soros e da celebração do conceito de acto gratuito) o dinheiro justifica qualquer tipo de acção política.

A Helena Matos faz aqui a crítica do pregador trotskista, Francisco Louçã:

“Francisco Louçã, um dos políticos mais antigos de Portugal, entra-nos há anos pela casa dentro com aquele ar insuportável de inquisidor, graças a uma comunicação social que o ouviu muito e lhe perguntou pouco. Quantos anos mais vamos assistir a Francisco Louçã mentir, acusar e insinuar sem nada provar perante o sorrisinho cúmplice dos jornalistas?”

Porém, a Helena Matos esquece-se da cumplicidade do Chico dos Porsches (e do filho deste): as empresas jornaleiras do Pinto Balsemão (a SIC televisão e semanário Expresso) são o fojo dos animais da Esquerda mais radical. De modo semelhante, o jornal Público é um antro de comunistas abrigados pelos herdeiros do capitalista Belmiro de Azevedo.

O caso do Chico dos Porsches, por um lado, e do grupo SONAE, por outro lado, revelam uma clara estratégia em que o grande capital se alia à Esquerda dita “progressista” para criar um fascismo a nível global (sinificação).