Tal como nos Estados Unidos, em Portugal os me®dia não passam de um instrumento de propaganda ideológica que promove exclusivamente os interesses dos mais ricos do mundo.

Tal como nos Estados Unidos, em Portugal os me®dia não passam de um instrumento de propaganda ideológica que promove exclusivamente os interesses dos mais ricos do mundo.

Em Portugal vivemos hoje a versão socialista da “Primavera Marcelista”, em que os me®dia fazem a sua própria auto-censura.
A auto-censura nos jornais é pior do que a censura promovida activamente pelo Estado, porque transforma a Comunicação Social em cúmplice incondicional do Poder político vigente.

O Observador deveria ter mais cuidado com os jornaleiros que adopta.
A estupidez “liberal” consiste nisto: eles bem querem ser “progressistas” e alinhar com o politicamente correcto (fica bem!); mas depois levam com uma data de “seus fassistas!” na tromba, e já não sabem para onde se virar.

Hoje, a TVI anunciou as “catástrofes” do COVID-19 nos Estados Unidos de Donald Trump e no Brasil de Jair Bolsonaro — mas “esqueceu-se” de falar na Bélgica, por exemplo, que atingiu as 800 mortes por milhão de habitantes; ou a Espanha que já ultrapassou as 600 mortes por milhão.
Os editores da TVI não têm vergonha na cara; aliás!: não têm cara.

Se eu fosse jornalista, sentiria uma vergonha profunda pela SISTEMÁTICA manipulação da informação.
Gente como o Miguel Sousa Tavares deveria ter uma pinga de vergonha na cara quando critica o presidente Jair Bolsonaro pela gestão da crise do covid19 no Brasil.
Temos aqui em baixo um gráfico das mortes no Brasil devido a COVID19; e verificamos que “o lindo Portugal do António Costa” (o Portugal dos jornaleiros esquerdopatas portugueses) tem — de longe! — um pior desempenho do que o Brasil de Bolsonaro.
O Brasil tem 43 mortes por milhão de habitantes. Portugal tem o dobro das mortes brasileiras, por milhão de habitantes.
Este artigo no “Porta Da Loja” denuncia o Totalitarismo de Veludo vigente no consulado de António Costa e de José Pacheco Pereira / Rui Rio.

Eu estou convencido de que mesmo que o jornal Púbico não vendesse 1 único exemplar, a SONAE continuaria a “pagar o pato” / prejuízo da propaganda ideológica esquerdista. Essa é uma das razões por que não frequento os supermercados Continente, e, sempre que possível, evito entrar nos centros comerciais da SONAE.
O Polígrafo é como a “Rádio Moscovo”: diz que fala sempre a verdade. Mas, pelo menos neste caso (e analisaremos outros), mente de uma forma descarada.
Diz o Polígrafo que o CHEGA defende a privatização dos hospitais; mas não diz onde (em que texto) é que o CHEGA defende a privatização dos hospitais.
Lendo a o programa eleitoral do CHEGA, verificamos que o Gustavo Sampaio é um mentiroso: o que o CHEGA defende é “a promoção da gestão privada dos hospitais públicos” (sic), que não é a mesma coisa que “privatizar os hospitais públicos”.

Eu não concordo com a prospecção política do CHEGA em relação à política pública de saúde (penso que é possível a coexistência entre as gestões privada e pública dos hospitais) — o que não significa que seja legítimo mentir descaradamente, como fazem o Polígrafo e o Gustavo Sampaio.
O Polígrafo não tem credibilidade.
