
Macron
A França segue a sua tradição modernista
Há limites para a loucura globalista
Há um frase que diz: “De génio e de louco, todos temos um pouco”; até há um livro com este título.
Portanto, uma pequena loucura, de vez em quando, não faz mal a ninguém. O problema agrava-se quando a loucura se torna epidémica, e quando circula pelas elites (a chamada “ruling class”, que não se circunscreve apenas à classe política) que criam as modas [o Trickle-down Effect, de George Simmel].
O senhor Macron, globalista de gema (e de merda), autorizou que corpos policiais e militares de 43 países patrulhem as ruas de Paris — durante o próximo evento dos Jogos Olímpicos.
Entre os países que policiam as ruas de Paris, está o Catar que apoia oficialmente o Hamas; está a polícia dos Emirados Árabes Unidos, país que defende abertamente a islamização da Europa; as polícias da Coreia, ou do Brasil de Lula da Silva.
Portanto, já não falamos de “intercâmbio” de polícias e forças militares de países da União Europeia e/ou de Schengen: trata-se da imposição, na cultura antropológica dos povos da Europa, de um plano globalista / mundialista de banalização da ideia de uma “polícia internacional”.
Trata-se, também, de uma tentativa de humilhação do povo francês que, assim, é controlado no seu próprio território por polícias de outros países com quem a França não tem acordos de segurança bilaterais.
O senhor Macron continua a cometer erros, atrás de erros, até finalmente arrebentar totalmente com o centro político em França. E depois, estas bestas ditas “liberais” queixam-se da polarização na política.
O Macron e a avó, no funeral da Rainha
Emmanuel Macron vai ter morte macaca
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A elite Globo-Homo
Em França, os “emerdados” [de Macron] reagem
¿Como foi possível que a maioria do povo tenha chegado ao ponto de concordar com a ideia de o Estado ter legitimidade para poder injectar os cidadãos com os químicos que a elite quiser?
“A tirania é a perversão do igualitarismo, porque trata a esmagadora maioria dos cidadãos como igualmente insignificantes.”
→ Hannah Arendt
Em França, a ciência é aquilo que a elite política quiser
Em França, o Macron mandou fechar todas as discotecas, alegadamente por causa do COVID-19; mas os clubes de “swingers” (clubes onde se trocam casais) não foram fechados pelo Macron.
Por aqui podemos ver o Poder discricionário da elite política: a ciência é aquilo que a merda dos políticos quiserem.
O globalista Macron, a construção paulatina do leviatão da União Europeia, e a sovietização da política na Europa
O estudante de 19 anos que atirou um ovo ao Macron (que desperdício!) na passada Segunda-feira, em Lyon, foi internado compulsivamente em um hospital psiquiátrico.
Paulatinamente, a Europa (e o Ocidente, em geral) cada vez mais se parece com a defunta URSS.
Putin certamente que se ri com estes idiotas globalistas — e o idiota euro-federalista Paulo Rangel deve andar feliz e contente com o exemplo do Macron.

A questão dos submarinos franceses cancelados pela Austrália, é uma grande treta do porco Macron
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Os submarinos franceses cuja compra foi cancelada pela Austrália, eram submarinos movidos a diesel / baterias.
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Os submarinos vendidos pelos Estados Unidos à Austrália são submarinos movidos a energia nuclear, com uma autonomia incomensuravelmente maior do que os submarinos movidos a diesel.
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Os Estados Unidos venderam os seus submarinos nucleares praticamente ao mesmo preço unitário dos submarinos a diesel franceses. Se eu fosse australiano, não hesitava um segundo em mudar de negócio.