A Isabel Moreira e a Realidade Normativa

«Isabel Moreira partilhou na sua conta do X o "parecer" da CIG – um antro de trans-activistas durante anos -, que conclui que a actual lei da autodeterminação de género é fantástica. Isto apesar da actual lei permitir a qualquer jovem mentalmente descompensado, o acesso imediato a uma identidade e um marcador de género diferente, sem qualquer diagnóstico rigoroso com todas as consequências imprevisíveis e trágicas que resultam daqui.

Desde que ela postou, chovem comentários na conta dela. São centenas e centenas a contestá-la. Dá gosto ver que o Wokismo acabou. Os portugueses já não receiam demonstrar de forma clara que não vão ficar calados perante os perigos desta gente alucinada.

Que o Presidente da República tenha bem noção disso. »

MOMENTO RELAX PARA QUEM NÃO SUPORTA A ISABEL MOREIRA

O dimorfismo sexual é uma característica da Realidade Normativa, mas a Isabel Moreira não concorda com a normatividade da realidade implícita no dimorfismo sexual.

Por exemplo, a Isabel Moreira acredita que se cortarem uma perna a 51% dos carneiros do mundo inteiro, os carneiros deixam de ser quadrúpedes. É uma crença. Mas toda a gente normal sabe que, ainda que os seres humanos cortassem as pernas aos carneiros, estes não deixariam de ser quadrúpedes.

O que está aqui em causa é o bom-senso, por um lado, e o senso-comum, por outro lado. A Isabel Moreira não tem nem uma coisa nem outra. A Isabel Moreira é doente mental.

O ódio de Isabel Moreira em relação à Realidade

Ser de Esquerda é julgar os nossos adversários não só culpados dos seus crimes, mas também culpados dos nossos próprios crimes.

isabel-moreira-85210-webOs crimes perpetrados pela Esquerda são atribuídos aos seus adversários por gentalha esquerdóide como Isabel Moreira que nunca atribui o seu fracasso aos seus erros de diagnóstico, mas antes à putativa perversidade dos factos (a culpa ou é dos outros, ou então é da Realidade).

A única forma de lidar com Isabel Moreira (Partido Socialista) é através do ódio, retribuindo-lhe o ódio que ela destila ao seu (dela) redor.

Não há outra forma. Contra o ódio, só prevalece o ódio dobrado. E este ódio estende-se ao Partido Socialista que é hoje representado “de facto” por Isabel Moreira. Hoje, falar de Partido Socialista e de Isabel Moreira, é a mesma coisa.


O COI (Comité Olímpico Internacional) acaba de decidir que, a partir das Olimpíadas de Los Angeles 2028, apenas mulheres (biológicas, passo a redundância) que passarem por um teste genético único — o exame do gene SRY, que identifica a presença do cromossoma masculino Y — poderão competir em categorias femininas. Ou seja, as atletas “trans” deixam de ser elegíveis para disputar provas femininas nos Jogos Olímpicos.

¿Alguém acredita que a Isabel Moreira irá ceder na sua posição de apoio à participação dos atletas transgéneros no desporto feminino? Não acreditem.

Eu não tenho a certeza se a posição da Isabel Moreira acerca dos “transgéneros” é puramente ideológica, ou se é essencialmente baseada no tal ódio total que ela nutre carinhosamente em relação à Realidade — ademais, existe uma identificação de posições da actual Esquerda radical (de que faz parte Isabel Moreira) com a noção expressa por Hitler, em um determinado discurso, segundo a qual “Alles Muss Anders Sein!” (“Tudo tem que ser diferente do que é na realidade!”).

É no contexto deste ódio contra a Realidade que Isabel Moreira classifica liminarmente a influência da Natureza na vida humana como sendo negativa.

A Isabel Moreira (e a extrema-esquerda) é uma espécie de antítese de Nietzsche; mas como os extremos se tocam, acaba por assimilar os tiques nietzscheanos de síntese exclusivista em relação à Natureza.

Para Nietzsche, a Natureza é tudo; para a Isabel Moreira, a Natureza é nada. Ambos dependem do que a Natureza lhes dite subjectivamente.

Tal como Nietzsche, a Isabel Moreira manipula as emoções. A diferença é que Nietzsche era um literato, ao passo que a Isabel Moreira é uma medíocre técnica na área do Direito.

Para a Isabel Moreira, a emoção legitima posições políticas auto-contraditórias que transformam a Dissonância Cognitiva provocada no povo em um instrumento para acção política.

A utilização da emoção com arma política é de uma perversidade excruciante, porque impõe como válida a ausência de Lógica no discurso político. Aliás, foi isto o que Hitler fez. Porém, Isabel Moreira vai mais longe do que Hitler foi: ela pretende justificar a afirmação positiva do Absurdo mediante o primado da emoção sobre a Razão.

Afirmar que uma mulher é o mesmo que um homem, é absurdo — mas este absurdo é afirmado, aparentemente, por Isabel Moreira com um fervor “religioso” tal, que faria corar George Orwell.

A utilização, por parte de Isabel Moreira, da afirmação do Absurdo como arma política procura inspirar no povo, ao mesmo tempo, o medo e a compaixão (o medo em relação aos “fassistas”, a compaixão em relação aos transgéneros), procurando causar uma Dissonância Cognitiva geral mediante uma Estimulação Contraditória digna de um ente maligno.

A Isabel Moreira é uma anomalia, uma verdadeira aberração.

O arquétipo mental totalitário da Isabel Moreira

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Eu nunca aceitei que me obrigassem, por lei, a colocar o cinto de segurança quando me desloco de automóvel — porque sempre pensei (e penso) que é um abuso da autoridade do Estado. O cidadão deveria ser aconselhado (pelo Estado) a colocar o cinto de segurança, mas considero que a obrigatoriedade legal da sua colocação, com direito a multas esdrúxulas e acintosas, não deveria ocorrer.

Da mesma forma que o Estado não proíbe, por lei, o fumo do cigarro (com excepção o fumo em espaços públicos fechados), também não deveria proibir que o cidadão se deslocasse no seu automóvel sem cinto de segurança colocado.

Ou seja, o vídeo anti-tabagista (a que se refere a Isabel Moreira) faz todo o sentido em uma sociedade em que o Estado dá liberdade ao cidadão para fumar, se assim quiser; mas o Estado também deve ter a liberdade de defender a ideia segundo a qual o cidadão não deveria fumar — e daí surge o vídeo do Ministério da Saúde.

Seria muito mais fácil ao Estado proibir a venda de tabaco por decreto, e estaríamos um Estado puritano e totalitário — assim como foi facílimo ao Estado proibir aos cidadãos a condução sem cinto de segurança. Eu não sou atreito a aceitar facilmente proibições ditadas pelo Estado.

A questão é esta: ¿o fumo de tabaco faz mal à saúde do cidadão?

A resposta é: está cientificamente demonstrado que o tabagismo é prejudicial à saúde do cidadão, mas o Estado não tem nada a ver com isso.

O Estado pode dar conselhos, se assim quiser. Tudo o que seja mais do que um conselho é abuso de confiança.

O argumento Vegan, esquerdóide e politicamente correcto segundo o qual “ai e tal, os hospitais públicos são pagos pelo Estado”, não colhe — porque, pelo mesmo tipo de raciocínio, teríamos que proibir (por decreto) a existência dos gordos, proibir os McDonalds, proibir o consumo de açúcar, proibir a carne de porco, etc., e púnhamos os cidadãos a comer erva. E viva Estaline!

E, apesar de todas estas proibições, as pessoas continuariam a morrer nos hospitais públicos, para desgosto do Estado cripto-estalinista.

Porém, o problema aqui é a idiossincrasia da Isabel Moreira: por um lado, defende que o partido CHEGA deveria ser ilegalizado porque não concorda com as ideias desse partido; e depois vem defender a ilegalização do direito do Estado a dar simples conselhos aos cidadãos.

A Isabel Moreira tem um arquétipo mental totalitário que deveria incomodar o Partido Socialista. Ela defende a proibição de tudo com o que ela não concorde; mas, de um Partido Socialista radical e de extrema-esquerda, já esperamos tudo.

Isabel Moreira e a ditadura do Direito Positivo

Imagine, o leitor, que insignes constitucionalistas — por exemplo, Isabel Moreira, Vital Moreira, Jorge Miranda, Tiago Duarte, Pedro Bacelar de Vasconcelos, Marcelo Rebelo de Sousa, etc. — se reúnem para reformulação da Constituição portuguesa, e introduzem um novo artigo da Constituição que rezaria assim (mutatis mutandis):

“Devido à inconsistência cognitiva do povo português, deve o Estado monitorizar a informação veiculada pelos órgãos de comunicação social.”

Através da Constituição, ficaria assim definida e catalogada a burrice do povo português. O povo seria considerado “burro” por decreto de artigo constitucional. E todos os constitucionalistas estariam de acordo, e, sequitur, a classe política aplaudiria a nova norma.

¿O leitor acharia estranho? Eu não acho estranho. No Direito Positivo, tudo é possível. Eu ainda sou do tempo da disciplina — do 7º ano dos Liceos — de Organização Política e Administrativa da Nação.


O Direito Positivo é como uma folha Excel em branco em que uma elite de constitucionalistas de merda pode escrever as fórmulas legais e ilógicas que quiser.

De modo semelhante, os constitucionalistas da III república — por exemplo, Jorge Miranda — decretaram que o Estado deve ignorar a confissão religiosa da maioria do povo português, ou seja, o catolicismo que é a religião do povo desde a fundação da nacionalidade no século XII.

Meia dúzia de constitucionalistas (como a Isabel Moreira) não só ignoram os sentimentos religiosos da maioria do povo, como desprezam a História de Portugal.

É isto que temos: uma pequeníssima elite de Esquerda a cagar no povo.

Ao contrário do que a Isabel Moreira diz, o Estado português é “secular” (no sentido de “secularismo”), mas não é “laico” (no sentido de “laicismo”) como ela diz — até porque não existe o termo “Estado laico” na Constituição portuguesa.

Dizer, como diz a Isabel Moreira, que “Portugal é formalmente um Estado laico”, é falso: em vez disso, Portugal é um Estado secular; mas explicar à Isabel Moreira a diferença entre secularismo e laicismo é pura perda de tempo.

A Constituição (e o Direito Positivo) não pode ser objecto de pura opinião pessoal, e deve ter fundamentos metajurídicos de Direito Natural. 

Estamos entregues à bicharada. Estamos f*d*dos.

O Partido Socialista de Isabel Moreira é um partido radical de Esquerda

Marcos Perestrello — e outras figuras moderadas do Partido Socialista, como por exemplo António José Seguro ou Sérgio Sousa Pinto — já “toparam” que gente como Isabel Moreira atrasa o Partido Socialista, ou seja, é altamente improvável que o Partido Socialista volte a ser governo com protagonistas de relevo como Isabel Moreira, Ascenso Simões, Ana Gomes, Pedro Delgado Alves, Alexandra Leitão ou Pedro Nuno Santos. O próprio Brilhante Dias subiu a pulso no partido no tempo da Geringonça.

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Os socialistas moderados — que se situam no grupo dos “liberais de Esquerda” segundo a nomenclatura anglo-saxónica — têm (ou tinham) duas vertentes práticas (práxis) essenciais: 1/ a protecção especial das pessoas vulneráveis, e 2/ a promoção da igualdade social.

O actual Partido Socialista já não é “liberal de Esquerda”: em vez disso, é um partido radical de Esquerda que se identifica, por exemplo, com o Bloco de Esquerda e com o LIVRE — deixando ao PSD a janela política para ocupar o espaço do socialismo liberal.

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Um exemplo de uma pessoa “liberal de Esquerda” é a autora inglesa J. K. Rowling que se opõe à Ideologia de Género para proteger as crianças e assegurar às mulheres os seus espaços privados.

Ademais, na sua qualidade de “liberal de Esquerda”, J. K. Rowling opõe-se também ao chamado “suicídio assistido”, por se preocupar com os riscos de coerção, por um lado, e por outro lado por causa da mensagem que a lei da eutanásia faz passar às pessoas mais vulneráveis.

O actual Partido Socialista é a antítese das posições éticas e políticas da liberal de Esquerda J. K. Rowling; o actual PS é o partido da Isabel Moreira: é um partido radical, ao nível do Bloco de Esquerda ou do LIVRE.

O elogio fúnebre da socialista radical Isabel Moreira a Teresa Caeiro

Há dias escrevi uma crítica ao liberalismo feminista em Portugal, nomeadamente, uma crítica a Teresa Caeiro.
A prova de que eu tenho razão nas críticas que fiz é este encómio fúnebre (no X) de Isabel Moreira a Teresa Caeiro:

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Seria impossível vermos um elogio fúnebre, por parte de Isabel Moreira, a uma qualquer mulher da Direita propriamente dita — o que explica como uma (alegadamente) militante do CDS manteve uma relação com um cripto-comunista como é Miguel Sousa Tavares.

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A estratégia da Isabel Moreira: atacar a forma, e ocultar a substância

Neste artigo, Isabel Moreira ataca a posição de quem não concorda com a declaração de inconstitucionalidade da Lei dos Estrangeiros por parte do Tribunal Constitucional; mas ela ataca a forma como essa não concordância se manifesta, sem se ater minimamente à substância que subjaz a essa não concordância.

A Isabel Moreira segue uma estratégia própria de advogado de vão-de-escada.

Isabel Moreira sabe que, do ponto de vista substancial do Direito, ela não pode vencer por argumentos. E por isso opta por atacar a forma como a “Não-esquerda” (o PSD não é Direita) lidou com a situação do chumbo de uma maioria do Tribunal Constitucional.

É um absurdo que se diga, explicita- ou implicitamente, que a Constituição de uma determinada nação se aplica igualmente a todos os cidadãos de todos os países do mundo — e foi isto que a maioria do Tribunal Constitucional fez passar como sendo legal.

Quando uma determinação judicial / jurídica é absurda — no sentido em que o espírito da lei é colocado em causa por imperativos ideológicos —, só deitando a mão à ideologia política será possível argumentar em sua defesa.

O que uma maioria de membros do Tribunal Constitucional disse foi o seguinte:

um imigrante ilegal qualquer tem tantos direitos de cidadania (face à lei portuguesa) como um cidadão autóctone português

— o que vem, aliás, na linha da posição do corrupto Marcelo Rebelo de Sousa sobre esta matéria.

Esta foi a mensagem “jurídica” que a decisão maioritária do Tribunal Constitucional quis fazer passar na opinião pública, e que de “jurídica” tem quase nada e não pode fazer jurisprudência. A mensagem é eminentemente política e ideológica.

O corolário da incongruência jurídica da Isabel Moreira e compagnons de route é a seguinte: “não há qualquer vantagem em ser cidadão português: é a própria Constituição que o diz”.

A política de imigração da Esquerda resume-se a esta merda, com o beneplácito do globalista corrupto Marcelo Rebelo de Sousa.

A inveja da Isabel Moreira

Há uma pobreza maldita: a daquela pessoa que sofre, não por ser pobre, mas por não ser rica; a daquela pessoa que tolera, satisfeita e até feliz, todo o infortúnio que é partilhado e comum a outras pessoas; a daquela pessoa que não anseia por abolir esse infortúnio alheio, mas por abolir o bem que ela inveja.


A inveja é a lucidez da alma vil.


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Isabel Moreira e a censura prescritiva do Partido Socialista e da Esquerda radical

A censura do Estado Novo apenas proscrevia determinados discursos no espaço público.

Contudo, o chamado “politicamente correcto”, encabeçado pelo Partido Socialista da Isabel Moreira (e da Alexandra Leitão), e coadjuvado pelo LIVRE, Bloco de Esquerda, PAN, e pelo Partido Comunista — para além de proscrever um determinado tipo de discurso público, prescreve também outro tipo de discurso público.

A censura praticada pelo politicamente correcto, identificada claramente pela acção política da Isabel Moreira (Partido Socialista), tem vislumbres da censura praticada na Coreia do Norte: é uma censura que não só proscreve, mas também prescreve.

A censura prescritiva — a do Partido Socialista da Isabel Moreira e da Esquerda radical, à moda da Coreia do Norte —, que é a exigência segundo a qual algumas coisas não podem ser ditas (censura proscritiva), mas também a exigência de que outras coisas têm que ser (obrigatoriamente) ditas (censura prescritiva), é a pior forma de censura que podemos conceber — porque nos conduz (a sociedade inteira) não só ao tédio cultural e político, mas a um senso de violência contra as nossas mentes, porque as coisas que devem ser obrigatoriamente ditas e que não podem ser compulsoriamente negadas, são normalmente falsidades óbvias e grosseiras.

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Ser obrigado a aceitar e repetir falsidades grosseiras é muito pior do ser meramente proibido de dizer qualquer coisa.

Quando comparado com Isabel Moreira, Salazar era um menino de coro.