O conceito de “equidade”, segundo a Esquerda

Para a Esquerda, equidade é uma corruptela do conceito de “equidade” segundo Aristóteles.


Uma vez que o princípio de justiça não pode ser uma igualdade aritmética — não se pode pretender o nivelamento de todas as condições — o problema que se põe é o da distribuição social equitativa dos constrangimentos, dos fardos, dos privilégios e das honrarias.

A equidade não é igualdade: antes, é o equilíbrio, conformidade e justa medida da Justiça.

A aplicação do conceito aristotélico de “Equidade”, distingue-se do “direito” comum porque consiste na correcção da lei positiva mediante a consideração da lei natural, nos casos em que a sua aplicação pudesse contribuir para uma maior e melhor justiça.

Segundo Aristóteles, a equidade é a Justiça que diz mais respeito ao espírito, do que à lei, e que pode mesmo moderar ou rever esta última, na medida em que se mostre insuficiente devido ao seu carácter geral.


Para a Esquerda, “equidade” é o resultado de uma relação de soma-zero entre pessoas (ou entre determinados grupos de pessoas) — em que o ganho de uma pessoa (ou grupo de pessoas) representa, necessariamente e sempre, uma perda para outra pessoa ou grupo de pessoas.

Para a Esquerda, para que o negro ganhe seja o que for, o branco tem necessariamente que ser prejudicado.
Meus amigos: isto vai ter que acabar — a bem ou a mal!

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Em 2020, o branco Kyle Rittenhouse baleou três criminosos (negros) em legitima defesa; teve que pagar 2 milhões de US Dollars de fiança depois de vários meses na pildra, e nenhum advogado quis representá-lo.

Há poucos dias, o negro Timothy Simpkins levou uma arma de fogo para a escola, baleou 4 pessoas brancas incluindo um professor, foi libertado com uma fiança de 25 mil US Dollars em menos de 24 horas depois do crime.

Ó Abreu!: ¿o que é um “negacionista”?!

Temos aqui um Abreu a “tocar rabecão”, alegadamente contra os “negacionistas” — mas fico sem saber o que é um “negacionista”, na medida em que, ao Abreu, não lhe interessam as definições: a rabeca do Abreu pauta-se pelo toque de caixa da ideologia.

E mais, pergunto eu ao Abreu: ¿o que é a “extrema-direita”?

Sem estas noções bem claras nos nossos espíritos, ficamos todos — apenas e só — nos conceitos abstractos que (aparentemente) conduzem ideologicamente o Abreu.

pass-auf-ao-burro-webEsta coisa de dizer das pessoas, com quem nós não concordamos, que são da “extrema-direita” ou que são “fassistas”, é próprio de indigentes intelectuais.
Mas tratando-se de um professor universitário, a coisa assume um contorno muito mais grave. Naturalmente que, para o referido “lente”, quem discorda da mundividência dele deve ser interditado — começa a estar na moda, entre as “elites” na Europa, o modus operandi do Estaline que mandava internar em psiquiatria os dissidentes políticos.

A culpa não é dele: a culpa é de quem o fez professor universitário. Infelizmente, há muita merda como esta, por aí…

Napoleão dizia, e com razão, que “não devemos atribuir à psicopatia o que pode ser explicado pela malícia”.

Mas isso era o Napoleão, que tinha dois dedos de testa. Com “professores” destes, e em barda, estamos todos futricados. A criatura não consegue distinguir o insulto, por um lado, e a manifestação política entendida em si mesma, por outro lado — o que é sinal de cegueira ideológica asinina.

É perfeitamente possível realizar uma Manif política sem que os manifestantes incorram em ataques pessoais (insultos); mas o asno julgador confunde propositadamente as duas coisas — porque, no arquétipo mental do referido lente jumentil, a dissensão em relação a um qualquer intérprete do actual regime político é, em si mesma, entendida como um ataque ad Hominem.

É claro que quem insultou deve ser punido pela lei; mas não deve ser punido porque se manifestou publicamente contra o que o Ferro Rodrigues representa politicamente! — ora, o que aquela cavalgadura defende é que se puna o manifestante anónimo, por delito de opinião. Quando eu falo em “Totalitarismo de Veludo”, é também disto que se trata. Grande besta!

Existem presos políticos nos Estados Unidos de Joe Biden

Pela primeira vez desde o tempo de Joseph McCarthy, existem nos Estados Unidos prisioneiros políticos detidos sem culpa formada e sem previsão de marcação de julgamento.

Um “preso político” é alguém que está preso apenas em razão das suas posições e opiniões políticas — e por isso não é possível, ao Estado, atribuir-lhe qualquer tipo de acusação criminal prevista no Código Penal.

joe-biden-dementia-webVários cidadãos americanos (dezenas) que participaram na invasão do Congresso a 6 de Janeiro de 2021 estão detidos numa prisão de Washington sem culpa formada e sem que haja a previsão de qualquer julgamento a médio prazo. Poderão passar anos na cadeia sem julgamento.

Há poucos dias, um oficial do exército americano — Tenente-coronel Stu Scheller — foi detido sem culpa formada e enviado para isolamento total penitenciário, por ter emitido opinião pública crítica em relação à forma como Joe Biden processou a retirada dos Estados Unidos do Afeganistão.

Segundo o seu (dele) advogado, o Tenente-coronel Stu Scheller poderá passar anos na cadeia e sem culpa formada — a julgar pela informação proveniente do próprio ministério público (State Attorney) encarregado do caso.

Repare, caro leitor, que a justiça americana consegue ser hoje pior do que a portuguesa! — o que é obra!

Isto é o que acontece quando a Esquerda toma o Poder: os direitos dos cidadãos são atropelados sistematicamente, e a Constituição é violada a bel-prazer pela elite esquerdista.

A análise das eleições autárquicas feita por um camelo que dá pelo nome de Fernando Rodrigues

“André Ventura e o Chega tiveram algumas derrotas importantes. Não conseguiu ganhar Moura, uma grande derrota para André Ventura sem dúvida. Não conseguiu outro grande objectivo – captar em força os abstencionistas; não consegui outro objectivo – eleger 2 vereadores em Lisboa. Não teve grandes resultados em lugar nenhum. Não conseguiu ficar em terceiro a nível nacional, ficando em sexto lugar e teve resultados fraquíssimos noutros.

Resumindo a primeira grande derrota de André Ventura e do Chega. Outras se seguirão.”

A primeira análise do camelo das Eleições Autárquicas 2021


1/ Para o referido camelo, um partido que ainda há dois anos praticamente não existia acabou por “ser derrotado” nas primeiras eleições autárquicas a que concorreu. Para aquele animal, o CHEGA não necessita de pontos de referência no passado para se avaliarem os resultados presentes.

“O Bloco de Esquerda teve um bom resultado no Porto, conseguindo tirar a maioria à coligação de Direita Liberal de Rui Moreira disfarçado de Independente o que é um feito assinalável e manteve o vereador em Lisboa, aumentando o número de votos. Continua o seu caminho de implementação a nível local em termos nacionais que já devia ser mais elevada. Resumindo no global um mau resultado.”

pass-auf-ao-burro-web2/ Para aquele quadrúpede ruminante, e em contraponto aos alegados “maus resultados do CHEGA”, o Bloco de Esquerda (que já anda na política nacional há mais de duas décadas) “teve alguns bons resultados” — embora tivesse metade dos votos dos do CHEGA, a nível nacional. A isto chama-se “uma análise à moda de José Pacheco Pereira”.

3/ Para aquela cavalgadura com gibas no dorso, “o CHEGA ficou em sexto lugar a nível nacional” (e a grande besta diz que isso é muito mau!), quando sabemos que as coligações partidárias não são, em si mesmas, partidos políticos (por exemplo, a coligação PSD/CDS não é um partido político), e o movimento GRUPO DE CIDADADÃOS também não é um partido político.

Ou seja, em boa verdade, o CHEGA foi o quarto partido mais votado a nível nacional — a seguir ao Partido Socialista, ao PSD e ao Partido Comunista.


Vai ser necessário censurar ainda mais o André Ventura. Aconselho o camelo, a Esquerda e a Direita “fofinha” a proibirem (por decreto-lei do monhé) a entrada do André Ventura na assembleia da república. Não haverá melhor censura que esta.

Os “Spins” do comissário político Daniel Oliveira

Chama-se a isto um “spin”. O Daniel Oliveira, enquanto um dos mais activos comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, é especialista em “spins”:

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Vamo-nos habituando aos “spins” do Daniel Oliveira — por exemplo quando ele escreveu que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista são partidos social-democratas, na medida em que (alegadamente) “têm programas social-democratas clássicos” (!).

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Não me admiraria nada que, na opinião do Daniel Oliveira, a culpa da saída vergonhosa dos Estados Unidos do Afeganistão fosse atribuída a Donald Trump.


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“Se a elite política mente sistematicamente, a consequência não é a de que passas a acreditar nas mentiras, mas, em vez disso, ninguém já acredita seja no que for.

E isto porque as mentiras sistemáticas, por sua própria natureza, sofrem constantes mutações; e uma elite mentirosa tem que reescrever a História constantemente.

E se o cidadão já não acredita no discurso político das elites, não pode ter opinião — fica destituído não só da sua capacidade de acção, mas também da sua capacidade de pensar e ajuizar. E, com um povo nestas condições, a elite pode fazer o que quiser.”

→ Hannah Arendt, em entrevista ao escritor francês Roger Errera (1974)

É disto que a Esquerda gosta (e o Pacheco cala)

Em nome do “combate ao capitalismo”, a Esquerda branqueia tudo — incluindo a escravatura legalizada, a opressão brutal das mulheres, e a barbárie transformada em política.

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E o Pacheco (o comissário político por excelência do Totalitarismo de Veludo) diz que a culpa dos males do mundo é da “extrema-direita”.

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No Irão, verificamos como a aliança entre Marx (os marxistas) e Maomé (os Aiatólas) resultou em milhares de comunistas mortos. Mas, na sua qualidade de sociopata, o esquerdista típico não aprende com a experiência.

O Ministério da Imigração e quotas de trabalho para imigrantes

O partido político alemão “Die Gruenen” (Os Verdes) é classificado, pela Wikipédia, de “centro-esquerda” — trata-se da mesma teoria política que o (comissário político do Totalitarismo de Veludo) Daniel Oliveira defende quando diz que “o Partido Comunista é um partido social-democrata”.

Um dia destes, o Daniel Oliveira virá dizer que a Al Qaeda é composta por gente ideologicamente moderada que quer o bem da sociedade — o Daniel Oliveira traduz a definição de “politicamente correcto”: é a tentativa de pegar em um cagalhão pela sua parte mais limpa.

Ora, esse partido político alemão, alegadamente de “centro-esquerda”, defende a criação de um Ministério da Imigração; e defende a criação de quotas de trabalho para imigrantes.

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Pergunto-me:

¿por que razão as elites ocidentais se viraram contra os seus próprios povos?!

Não vai tardar muito, e o Bloco de Esquerda (outro partido “social-democrata”, segundo o Daniel Oliveira) virá secundar os Die Gruenen para se criar um Ministério da Imigração em Portugal; a Esquerda actua como um vírus.

A agenda política da Esquerda (apoiada pelos ditos “liberais”, que de liberais já não têm nada) é contraditória nos seus próprios termos: por um lado, pretendem a abertura de fronteiras à imigração livre (ver o João Bidé nos Estados Unidos, que já importou mais de 1 milhão de imigrantes em apenas seis meses de 2021); ou seja, colocam deliberadamente em causa a própria noção de Estado-Nação; — mas, por outro lado, dizem-se “defensores da democracia representativa”.

Ora, a verdade, verdadinha, é que não é possível a existência de democracia representativa sem a prévia existência do Estado-Nação — foi, talvez, o único legado político positivo de Napoleão: a afirmação política do Estado-Nação.

Caro leitor: os filhos-de-puta de Esquerda (apoiados pelos liberais) estão a enganar os povos!

Por um lado, dizem que são os “democratas por excelência”; e por outro lado, pretendem abolir o Estado-Nação. O que eles pretendem é transformar o mundo à imagem da China — em uma aliança fascista entre a plutocracia globalista e a Esquerda autóctone e indígena de cada zona do globo.

Os filhos-de-puta (não têm outro nome!) estão a tentar acabar com a democracia representativa afirmando que “não há ninguém mais democrata” do que eles.

A estratégia de branqueamento da conduta de Otelo Saraiva de Carvalho

1/ Uma das estratégias da Esquerda (e dos idiotas úteis) de branqueamento da figura do figurão Otelo, é a invocação do seu papel de “capitão de Abril”, ou seja, de co-autor do golpe-de-estado de 25 de Abril de 1974.

A bitola da conduta de vida dos capitães de Abril (por exemplo, capitão Salgueiro Maia [╬], capitão Vasco Lourenço, capitão Luís Macedo [╬], capitão Andrade da Silva, capitão Sousa e Castro, entre outros) é medida pela conduta do capitão Otelo Saraiva de Carvalho — o que é um insulto para os outros capitães, em geral, a quem não podemos assacar responsabilidades pessoais em crimes de sangue.

Ou seja, a Esquerda “mete” os capitães de Abril todos “no mesmo saco”, para assim supostamente branquear os crimes de Otelo Saraiva de Carvalho.

2/ Outra forma de “branquear” Otelo é o uso e abuso da figura jurídica (e ética) de “intenção”.

Por exemplo, no Direito Positivo, a intenção prévia à pratica de um acto (com consequências puníveis por lei), pode ser atenuada (ou agravada) em função da intenção do perpetrador — o assassínio por negligência, por exemplo, tem a atenuante da “intenção”, ou da “falta de intenção”.

Porém, no Direito como na ética, a intenção tem que ser objectivamente comprovada; não chega que se invoque subjectivamente a “intenção” para que o acto criminoso seja jurídica- e/ou eticamente atenuado.

Otelo, a audácia de mandar (matar e roubar)

Era suposto eu não dizer mais nada acerca do Otelo, mas este artigo (ver ficheiro PDF) de Eugénio Lisboa, publicado pelo Carlos Fiolhais (que devia ter um pouco de vergonha na cara) causou-me náuseas.

Especialmente dedicada ao professor Eugénio Lisboa, aqui vai a lista dos crimes do “herói Otelo”:

Sequência cronológica dos atentados


1980

  • Março – Formação da coligação Força de Unidade Popular;
  • 20 de Abril – Apresentação pública da organização Forças Populares 25 de Abril com o rebentamento por todo o país de dezenas de engenhos explosivos de fraca potência contendo o documento “Manifesto ao Povo Trabalhador”;
  • 3 de Maio – Assalto simultâneo a dois bancos no Cacém, Banco Totta e Açores e Crédito Predial Português que resulta na morte do soldado da GNR Henrique do Nascimento Hipólito, durante a confrontação com elementos da organização; Neste assalto foi roubado 5.141.982$00.
  • 9 de Maio – Assalto ao Banco Espírito Santos em Paço de Arcos e colocação de uma bomba- relógio contra o administrador da fábrica Alfa. Esta bomba não chegou a deflagrar.
  • 13 de Maio – Morte do militar da GNR Agostinho Francisco Ferreira, por tiros de pistola metralhadora, durante a detenção de elementos de um comando da organização em Martim Longo, Algarve;
  • 9 de Julho – Assalto ao Banco Borges e Irmão na Cruz de Pau. Neste assalto foram roubados 1.340.207$00;
  • Julho – Destruição por incêndio de viaturas da PSP;
  • 22 de Julho – Assalto à Conservatória do Registo Civil de Vila Nova de Gaia tendo sido roubados impressos para bilhetes de identidade;
  • 30 de Julho – Assalto ao Caixa Geral de Depósitos em Xabregas. Neste assalto foram roubados 113.500$00;
  • 12 de Setembro – Rebentamento de explosivos no consulado e na embaixada do Chile respectivamente no Porto e em Lisboa;
  • 4 de Outubro – Rebentamento de explosivos nas sedes dos ex-Comandos em Faro e Guimarães e Porto; esta associação era considerada pelas FP-25 como a tropa de choque das desocupações de terras no Alentejo;
  • 6 de Outubro – Assalto simultâneo a dois bancos na Malveira na sequência do qual são mortos três pessoas: dois elementos da organização mortos durante a fuga, (Vítor Oliveira David e Carlos Alberto Caldas) um morto por tiros de caçadeira por um comerciante local e outro linchado pela população. Nesse assalto viria ainda a morrer um cliente de um dos Bancos (José Lobo dos Santos), baleado na cabeça quando tentava desarmar um dos terroristas, ficando ainda feridos dois elementos da população local; Neste assalto foram roubados 2.854.822$00;
  • 5 de Novembro de 1980 – Troca de tiros com PJ na Cova da Piedade;
  • 24 de Novembro de 1980 – Assalto ao Banco Pinto e Sotto Mayor no Fogueteiro. Neste assalto foram roubados 3.200.787$00;
  • 28 de Novembro de 1980 – Tentativa de assalto ao Banco Totta e Açores em São Roque da Lameira, Porto. Na troca de tiros com a PSP é morto o terrorista Carlos Pé Curto. Na fuga os terroristas atiram uma granada para baixo de um dos carros da PSP, provocando ferimentos graves em dois agentes e seis transeuntes.

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