Para a actual Esquerda, a mulher não existe

Vemos aqui uma notícia da CNN: em lugar do conceito de “mulheres”, os esquerdistas da CNN usam o termo ideológico “indivíduos com colo do útero”.

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A despersonalização do ser humano sempre foi uma das características da Esquerda — desde Estaline a Hitler, passando pela actual promoção do aborto e da eutanásia (que são duas faces da mesma moeda).

A despersonalização do ser humano, por parte da Esquerda, é (e sempre foi) anunciada em nome de uma qualquer virtude e/ou com boas intenções.

A obliteração, por parte da Esquerda, da noção de “mulher” na cultura é agora realizada em nome de uma putativa “igualdade” entre homens e mulheres.

Em nome dessa alegada “igualdade”, a actual Esquerda despersonaliza o ser humano transforma o ser humano em um objecto biologicamente neutro e ontologicamente asséptico, tal como o fizeram os estalinistas e os nazis em um passado recente.

A História repete-se.

Bardamerda, Joana!, Bardamerda!

A Joana Amaral Dias — e os seus (dela) camaradas do Bloco de Esterco e o camarada Mamadou Ba do “SOS Racismo” — vieram a terreiro clamar por “acto de racismo” (ver vídeo abaixo) no caso do homicídio de Bruno Candé. Porém, não me lembro de a Joana Amaral Dias (e a escumalha dela) vir berrar por “racismo” quando, no passado dia 25 de Maio, um cigano assassinou um preto no Seixal.

Chama-se a isto “memória selectiva” de marxista cultural: só quando o branco agride um preto se pode invocar o “racismo”; quando um cigano mata um preto, No Pasa Nada.


Edmund Burke escreveu o seguinte1 :

“O espírito de inovação 2 é geralmente o resultado de um temperamento egoísta […] Quando não estão sob controle, os progressistas 3 tratam a parte mais humilde da sociedade com um grande desprezo, enquanto, ao mesmo tempo, fingem fazer dessas pessoas os depositários do seu Poder.”

Edmund Burke tinha razão. A Esquerda actual não olha a meios para atingir fins políticos de Poder. A ética do esquerdalho — se é que podemos chamar àquilo de “ética” — é teleológica. Vale tudo!; até arrancar olhos!

Quando a Joana Amaral Dias (e a escumalha da laia dela) dizem que “o povo português é racista”, nada mais fazem do que tratar a parte mais humilde da sociedade portuguesa com um grande desprezo; e, simultaneamente fazem passar — para parte mais humilde da sociedade portuguesa — a ideia de que eles são a elite apoderada que representa os mais humildes (que eles desprezam) — ou seja, aquilo que Olavo de Carvalho descreveu como promoção de um “estado de atonia mental da população que predispõe à subserviência passiva” (Estimulação Contraditória).



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Notas
1. “Reflections on the Revolution in France” (1790)
2. Com o termo “inovação”, Edmund Burke pretende também dizer “revolução”
3. Os democratas

O estado a que chegou o ensino estatal nos Estados Unidos da América

Vemos aqui em baixo as fotografias dos terroristas dos Black Lives Matter/ANTIFA presos no fim-de-semana passado, na cidade de Portland (Estado de Oregon), na sequência de actos de violência contra a polícia federal.

As fotografias que têm uma cruz — ou as fotografias coloridas — são de professores do sistema de ensino do Estado.

Agora imagine, caro leitor, o nível miserável do ensino estatal nos Estados Unidos. Pobres crianças!

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Os marxistas do Black Lives Matter e os estereótipos de raça

A actual obsessão política pela “igualdade” entre cidadãos, impede que determinados grupos sociais se possam desenvolver / modificar do ponto de vista da sua cultura comunitária. E da obsessão pela “igualdade” faz parte a “guerra” contra os “estereótipos” rácicos, étnicos e culturais — a demonização dos estereótipos é uma forma de negação da realidade, por um lado; e por outro lado é uma forma de negação (por parte da Esquerda) do método científico.

Um dos métodos utilizados pela Esquerda no sentido de obnubilar a realidade e os factos, é a utilização sistémica da falácia “Tu Quoque“, em que os estereótipos de uma determinada comunidade são negados porque (alegadamente) a sociedade em geral também adopta esses estereótipos.

Ou seja: segundo a Esquerda, os estereótipos são estendidos a toda a sociedade, e por isso (alegadamente) deixam de fazer qualquer sentido quando aplicados a uma comunidade cultural e rácica especifica.

Por exemplo, o grupo marxista “Black Lives Matter” publicou um gráfico em que pretende demonstrar que os estereótipos da comunidade negra dos Estados Unidos são falsos (ver a parte superior do gráfico em baixo).

Porém, se fizermos umas contas e estabelecermos a proporcionalidade dos estereótipos comportamentais / criminais, verificamos (ver a parte inferior da imagem) que se os negros praticassem crimes na mesma proporção que os brancos, então os números da comunidade negra deveria ser a referida na imagem em cor verde (e não a vermelho). O único dado estatístico a favor dos negros é o da condução sob efeito de álcool ou estupefacientes — de resto, os estereótipos de raça e de cultura negra impõem-se como válidos. blm-pretalhada-web

A Gaja das Causas

GAJA DAS CAUSAS (SOCIAL JUSTIÇA GUERREIRA XXI)

Eu sou a Gaja das Causas (olá!)
E vou faltar a todas as aulas (ahn ahn)
Para te poder chamar Facho
Enquanto cozo a soja no tacho (uuuuu)
Para te poder chamar Facho
Enquanto cozo a soja no tacho (hmm hmm)

História não é comigo (ahn ahn)
Mas sei que o homem branco é o bandido (ya ya)
Racista, machista, fascista
E o meu jantar são pedras com alpista (hmmm)
Racista, machista, fascista
Queimar o porco capitalista (ai que bom…)

Não posso magoar animais (nao nao)
Só polícias, patrões e outros que tais (toma!)
Eu gosto é de vandalizar
Para quê arrendar, quando posso ocupar (é o direito à habitação)

Eu gosto é de vandalizar
Para quê arrendar, quando posso ocupar (é o direito à habitação)

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Fugiu-lhe o pé para o chinelo (estes filhos-de-puta votam!)

¿Este Paul Krugman não é aquele guru do “economês” da Esquerda, que até teve direito a um Nobel?

Pois é.

Todo o esquerdopata educadinho, mais cedo que tarde, revela os seus instintos. Desta vez, e segundo o guru do Francisco Louçã, os idosos brancos da Florida são “supremacistas brancos” (clique na imagem).

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Isto aqui é uma orquestra, quem diz o contrário é tolo…

A Esquerda e a falsa dicotomia da necessidade do confinamento do COVID-19

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Existe uma falsa dicotomia — uma espécie de maniqueísmo ideológico — por parte dos esquerdopatas, como por exemplo, o José Pacheco Pereira: segundo a Esquerda, quem defende o fim do confinamento do COVID-19 é um monstro capitalista e fassista.
Para a Esquerda, há que destruir a economia, tendo a esperança em uma espécie de “mão invisível” que irá recriar, a partir das cinzas, uma economia virtuosa, e liberta do “capitalismo de merda”.

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Um exemplo desta falsa dicotomia — embora muito bem disfarçada, com manipulação estatística: a estatística é a ferramenta de quem renuncia a compreender para poder manipular — pode ser visto neste escrito do Ludwig Krippahl (ver ficheiro PDF).

“A política não é a arte de impor as melhores soluções, mas em vez disso, é a arte de evitar as piores.”
Nicolás Gómez Dávila 

Quando o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, diz que “o COVID-19 é uma espécie de gripe”, o que ele pretende é exorcizar o medo que a Esquerda pretende inocular na população.

Trata-se de uma desvalorização da ameaça, por parte de Jair Bolsonaro, que assim responde ao veneno cultural que a Esquerda (com o apoio dos ditos “liberais”) tenta inocular na economia brasileira, e minando assim a actividade económica do país.

Porém, para a Esquerda, esta atitude de Jair Bolsonaro é “convenientemente” interpretada ad Litteram.

E depois temos gente como o Ludwig Krippahl a falar “em nome da ciência” — ignorando a estratégia política do Jair Bolsonaro, que adopta essa posição “da gripe” em reposta a uma outra estratégia política esquerdopata (a estratégia escatológica do “fim do mundo”) que o Ludwig Krippahl faz de conta que não existe.


A percentagem de mortes por COVID-19 tem que ser sempre calculada em relação à população total de uma dada amostra — por uma razão simples: é praticamente impossível testar toda a população de um país médio, como por exemplo, a Espanha. Quando o Ludwig Krippahl faz cálculos de mortalidade a partir de hipóteses de taxa de infecção, ele está a especular; e depois diz ele que “eu é que sou o cientista”.

Por exemplo: quando se calcula o número de mortes em função dos casos detectados/testados (“esquecendo”, por exemplo, os assintomáticos, que são provavelmente muitos), a taxa de mortalidade é enormemente sobre-estimada. Por aqui se vê a dificuldade da “estatística” que o Ludwig Krippahl acha que é coisa simples.

Quando o Ludwig Krippahl fala em “1% de taxa de mortalidade” do COVID-19, não está a falar de “número total de mortos por milhão”: em vez disso, ele está a falar de uma estatística que existe em função de um total de infectados que ele próprio não sabe quantos são. E por isso ele está a especular, alegadamente em nome da “ciência”. Cientismo puro!

Ora, se não temos os dados correctos para uma aferição estatística em função das infecções reais e totais, temos que calcular a taxa de mortalidade a partir do total da população de uma dada amostra (Crude Death Rate), e até um determinado momento.

A estatística calculada (até hoje) em Nova Iorque, por exemplo, revela-nos que a taxa de mortalidade do COVID-19, na faixa etária das pessoas com menos de 65 anos (7.254.525 pessoas com menos de 65 anos, num total de 8.398.748 habitantes), é de 0,09% (86 mortes por 100.000 habitantes) até à hoje, e independentemente de eventuais e possíveis patologias associadas — e, portanto, o tal Rui Lima do FaceBook, que o Ludwig Krippahl tanto critica, não anda longe da verdade. E a taxa de mortalidade geral do COVID-19 (relativa a todas as faixas etárias) em Nova Iorque é de 279 mortes por 100.000 habitantes (até hoje), ou seja, 0,28% em relação à população total de Nova Iorque.

O problema da mortalidade do COVID-19 está na faixa etária acima dos 65 anos, como é evidente.

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Ao contrário do que diz a Esquerda, defender o fim do confinamento não significa necessariamente desproteger a população sénior (com mais de 65 anos).

É esta falsa dicotomia que alimenta a sanha da aliança entre a plutocracia globalista que dita a lei da selva, por um lado, e a Esquerda internacionalista, obediente e caciquista que pretende aplicar a lei da selva, por outro lado.


“Bolshevism and Big Business are very much alike; they are both built on the truth that everything is easy and simple if once you eliminate liberty. And the real irreconcilable enemy of both is what may be called Small Business”.
→ G. K. Chesterton