Se o João Bidé (ou/e Kamala Harris) estiverem na Casa Branca dois mandatos seguidos, Taiwan será anexada pela China comunista. Aposto o que quiserem.
Esquerda Goebbelsiana Me®diática
Segundo o Diário de Notícias, eu sou um fascista e um nazi (dose dupla)
Com 18 anos, comecei por votar no PPD (Partido Popular Democrático) de Sá Carneiro; depois do assassínio deste último, continuei a votar PPD no tempo de Pinto Balsemão (início da década de 1980) até que o José Pacheco Pereira entrou no partido pela mão de Santana Lopes, e aquele reforçou a sua influência no partido através do apoio político de Cavaco Silva: foi nesta altura que o PPD (Partido Popular Democrático) mudou de nome, e passou a chamar-se PSD (Partido Social Democrata). Tinha, assim, começado a subversão e corrupção do partido.
Ainda assim, continuei a votar Partido Social Democrata, até que o Durão Barroso (ex-MRPP) assumiu a presidência do partido, já no século XXI. Passei, então, a votar no CDS de Paulo Portas. Mais tarde, em 2010, com Passos Coelho como presidente do PSD, fui crítico da subserviência canina passista em relação à Troika: pensava eu que alguém que deve dinheiro à Banca não deixa de ter dignidade, quando pretende pagar a dívida — ao contrário do que Passos Coelho e seus acólitos pareciam defender. Com Passos Coelho, Portugal passou a ser um país com dívidas e sem dignidade.
Com Assunção Cristas na presidência do CDS, este partido passou a “fechar a Esquerda à direita”.
Assunção Cristas mostrou-se extremamente vulnerável às críticas da Esquerda na área da cultura antropológica — por exemplo, às críticas sistemáticas de Isabel Moreira (Partido Socialista) a Assunção Cristas, que praticamente não sabia como defender-se das invectivas esquerdiotas; aliás, toda a super-estrutura do CDS (que inclui o submarino Adolfo Mesquita Nunes) que agora critica o “Chicão”, alinhava com o sentimento de culpa de Assunção Cristas em relação à assunção pública do tipo de valores defendidos pelo PPD (Partido Popular Democrático) na década de 1980.
Pessoas como o José Pacheco Pereira e Durão Barroso foram minando o PPD (Partido Popular Democrático) por dentro, ao longo de duas décadas, transformando o partido em uma espécie de “facção menchevique” politicamente descartável através uma dialéctica inexorável que colocaria os novos “bolcheviques” (a geringonça) no Poder.
O “Chicão”, como presidente do CDS, não me convenceu — porque, embora ele pretendesse (aparentemente) romper com o passado canino e subserviente da Assunção Cristas, não teve a coragem necessária para enfrentar a nomenklatura politicamente correcta do seu (dele) partido — a nomenklatura que é uma espécie de “quinta coluna” esquerdiota comandada pelo gayzista Adolfo Mesquita Nunes, e que aglomera gente “correcta” como por exemplo Cecília Meireles, Telmo Correia, João Gonçalves, entre outros. O CDS e o PSD de Rui Rio compõem a “direitinha educadinha”, bem “comportadinha”, que obedece aos preceitos da Esquerda.
Por tudo isto, nas últimas eleições legislativas eu votei no CHEGA. E por isso, segundo o Diário de Notícias, eu passei a ser um “nazi” e um “fascista”.
O que a Esquerda (que inclui o CDS do Mesquita Nunes) pretende é “encostar” os dissidentes e relapsos políticos, às franjas radicais e violentas que sempre existem em qualquer regime — ou seja, é o maniqueísmo do sistema político esquerdiota a funcionar: “quem não concorda com a Esquerda, é fascista!”.
Através deste maniqueísmo ideológico explícito e assumido, e mediante a diabolização da oposição política, a Esquerda pretende provocar/fomentar fenómenos de violência política à Direita, para assim ter a justificação necessária para incrementar gradualmente a repressão política sobre qualquer tipo de heterodoxia ideológica.
Esta estratégia de erradicação da oposição política é alimentada ideologicamente pelos comissários políticos do actual regime esquerdopata.

Adenda: a crítica objectiva a um determinado comportamento irracional e colectivo por parte de uma comunidade específica — seja uma comunidade étnica ou/e cultural — não é necessariamente “racismo”.
Por exemplo, quando uma pessoa critica a prática da excisão feminina na comunidade muçulmana, essa pessoa não é necessariamente “islamófoba”. O que está em causa, na crítica, é essa prática cultural em concreto — e não a comunidade toda entendida enquanto tal.
Criticar determinadas características culturais da comunidade cigana não é “racismo”.
Um exemplo de Eurofobia nos me®dia

A “Eurofobia” pode ser definida como “o medo irracional de que, em qualquer lugar do universo, os povos autóctones da Europa possam ter as suas próprias escolas, vizinhanças, bairros, lugares de culto religioso, comunidades, e/ou nações”.
Holodomor
Hoje é o dia internacional de Memória do Holodomor. E são esses filhos-de-puta à Esquerda, devidamente actualizados, que pretendem dar-nos lições de virtudes e afirmar a sua superioridade moral.

A Esquerda trabalha activamente para a eliminação da mulher
Para a Esquerda, a mulher deixou de existir — alegadamente, está na moda dizer que quem dá à luz não são mulheres: em vez disso, são pessoas grávidas e parturientes.

Vivemos tempos muito difíceis. A irracionalidade volta a estar na moda. Não sei se “isto” já vai com persuasão e com argumentação racional.
O patriota Donald Trump é considerado o diabo em pessoa
Eu estou de acordo, no essencial, com o que foi escrito aqui acerca de Donald Trump.
Ironizando, diria que agora sei por que razão o Rui Tavares (o tal que era do Bloco de Esquerda e passou para o Livre da Joacine “Vai-te Katar” Moreira) foi viver para os Estados Unidos: um dia destes, os Estados Unidos de Donald Trump expulsam o diabrete Tavares para que este possa ir fazer inferno para outro lado.
Uma das razões por que os me®dia diabolizam Donald Trump tem a ver com a propriedade da esmagadora maioria dos meios de Comunicação Social, não só nos Estados Unidos mas também na Europa.
Os me®dia propalam “a voz do dono” (utilizando uma expressão da Mariana Mortágua). E os donos dos meios de Comunicação Social são maioritariamente plutocratas globalistas (literalmente no sentido de “governo global”, através de um processo de sinificação política dos continentes).
Ora, Donald Trump não simpatiza com a ideia globalista, e por isso merece a hostilidade dos “donos da voz” me®diática.
Este globalismo plutocrata apoia e sustenta o chamado Complexo Militar-industrial — e por isso é que nem o Obama, que se dizia de Esquerda, conseguiu acabar com as guerras americanas inglórias e intermináveis.
Este globalismo plutocrata é a base da Comunicação Social privada portuguesa, também — por exemplo através do Bilderberger Pinto Balsemão (um dia destes saberemos com que dinheiro emprestado o Pinto Balsemão montou a SIC).
Ademais, existe a afinidade entre a ideia globalista plutocrata, por um lado, e o internacionalismo militante (trotskista, também) de uma certa Esquerda caviar, por outro lado (PSD, Partido Socialista, Bloco de Esquerda, Livre, PAN, etc. — e o CDS que fecha a Esquerda, à direita).
Juntaram-se a fome (a plutocracia globalista) e a vontade de comer (o internacionalismo neo-marxista) contra o Estado-Nação e contra a democracia: e o patriota Donald Trump é que paga o pato.
Bárbara Reis, uma criatura burrinha todos os dias (Graças a Deus!)
Uma criatura que dá pelo nome de Bárbara Reis escreveu o seguinte no jornal Púbico (a propósito da oposição à obrigatoriedade das aulas de “Cidadania e Desenvolvimento”):
“A objecção de consciência refere-se a acções, não a ideias. Implica agir, fazer uma coisa”.
Antes de mais, vamos saber o que significa “ideias” (quando começamos a definir, o esquerdalho começa a fugir).
A ideia é aquilo através do qual o pensamento se relaciona com o real (Espinoza).
Embora eu não goste de Espinoza, é impossível recusar esta definição (dele) sob pena de sermos ainda mais burrinhos do que a Bárbara Reis.
Para a Bárbara Reis (como para todos os marxistas!), o ser humano é livre porque age; a Bárbara Reis aproxima-se ontologicamente da realidade dos animais irracionais, categoria a que ela pertence por mérito próprio.
Para nós, outros que discordamos dela, o ser humano age porque é livre: a liberdade é anterior à acção, por um lado, e por outro lado a acção livre depende das ideias que temos.
Ora, para sermos livres temos que nos distinguir dos animais irracionais (de tipo “Bárbara Reis”) e temos que ter ideias.
As ideias são a condição da acção livre (utilizando uma linguagem kantiana).
Sendo que a ideia é “aquilo através do qual o pensamento se relaciona com o real”, não é possível qualquer tipo de acção livre — repito! Livre! — sem as ideias que a condicione.
Por isso é que é perfeitamente legítimo — por exemplo e imaginando aqui o absurdo — a objecção de consciência em relação a aulas que ensinem às crianças as putativas “virtudes do holocausto nazi”.
A objecção de consciência em relação às ideias dos nazis é a condição da prevenção da repetição histórica da acção hedionda que matou milhões de pessoas inocentes.
E por isto tudo é que a Bárbara Reis é uma criatura burrinha todos os dias (Graças a Deus!).
Para a actual Esquerda, a mulher não existe
Vemos aqui uma notícia da CNN: em lugar do conceito de “mulheres”, os esquerdistas da CNN usam o termo ideológico “indivíduos com colo do útero”.
A despersonalização do ser humano sempre foi uma das características da Esquerda — desde Estaline a Hitler, passando pela actual promoção do aborto e da eutanásia (que são duas faces da mesma moeda).
A despersonalização do ser humano, por parte da Esquerda, é (e sempre foi) anunciada em nome de uma qualquer virtude e/ou com boas intenções.
A obliteração, por parte da Esquerda, da noção de “mulher” na cultura é agora realizada em nome de uma putativa “igualdade” entre homens e mulheres.
Em nome dessa alegada “igualdade”, a actual Esquerda despersonaliza o ser humano — transforma o ser humano em um objecto biologicamente neutro e ontologicamente asséptico, tal como o fizeram os estalinistas e os nazis em um passado recente.
A História repete-se.
Bardamerda, Joana!, Bardamerda!
A Joana Amaral Dias — e os seus (dela) camaradas do Bloco de Esterco e o camarada Mamadou Ba do “SOS Racismo” — vieram a terreiro clamar por “acto de racismo” (ver vídeo abaixo) no caso do homicídio de Bruno Candé. Porém, não me lembro de a Joana Amaral Dias (e a escumalha dela) vir berrar por “racismo” quando, no passado dia 25 de Maio, um cigano assassinou um preto no Seixal.
Chama-se a isto “memória selectiva” de marxista cultural: só quando o branco agride um preto se pode invocar o “racismo”; quando um cigano mata um preto, No Pasa Nada.
Edmund Burke escreveu o seguinte1 :
“O espírito de inovação 2 é geralmente o resultado de um temperamento egoísta […] Quando não estão sob controle, os progressistas 3 tratam a parte mais humilde da sociedade com um grande desprezo, enquanto, ao mesmo tempo, fingem fazer dessas pessoas os depositários do seu Poder.”
Edmund Burke tinha razão. A Esquerda actual não olha a meios para atingir fins políticos de Poder. A ética do esquerdalho — se é que podemos chamar àquilo de “ética” — é teleológica. Vale tudo!; até arrancar olhos!
Quando a Joana Amaral Dias (e a escumalha da laia dela) dizem que “o povo português é racista”, nada mais fazem do que tratar a parte mais humilde da sociedade portuguesa com um grande desprezo; e, simultaneamente fazem passar — para parte mais humilde da sociedade portuguesa — a ideia de que eles são a elite apoderada que representa os mais humildes (que eles desprezam) — ou seja, aquilo que Olavo de Carvalho descreveu como promoção de um “estado de atonia mental da população que predispõe à subserviência passiva” (Estimulação Contraditória).

Notas
1. “Reflections on the Revolution in France” (1790)
2. Com o termo “inovação”, Edmund Burke pretende também dizer “revolução”
3. Os democratas


