O carro eléctrico e o jornalismo mercenário

vigarice merdiatica

Está montada a maior fraude ao consumidor europeu de que há memória, que pretende (essencialmente) duas coisas: a sinificação da Europa, e a limitação de liberdade de locomoção do cidadão.

O argumento segundo o qual “o carro eléctrico é mais ecológico” faz parte da maior vigarice que as elites incutiram no povo. O processo de fabrico do carro eléctrico (desde a produção das baterias) é extremamente poluente.

O único argumento válido e a favor do carro eléctrico é o incremento da autonomia em relação Médio Oriente e aos seus produtos petrolíferos — mas, ainda assim, não podemos dispensar o diesel: imaginem, por absurdo, um camião TIR com baterias eléctricas, carregado com 20 toneladas de mercadorias, a viajar 2.000 quilómetros por essa Europa fora… uma viagem Lisboa / Copenhaga demoraria, no mínimo, 20 dias… ou um avião eléctrico de passageiros a fazer a viagem Sidney / Nova Iorque…

A notícia acima é própria de um jornalismo fraudulento, e de jornalistas vigaristas e mercenários (a maioria deles), inimigos do povo — desde logo porque ignora o mercado de automóveis usados que são esmagadoramente de motores a combustão. E isto até faz sentido, porque o carro eléctrico não terá jamais um mercado de usados que seja digno desse nome.

O carro eléctrico é automóvel de rico: ao fim de 7 anos (no máximo), deita fora o carro e compra um novo; ou então substitui as baterias exaustas, o que vai dar praticamente no mesmo.

Em contraponto, um carro com motor a diesel pode durar décadas (eu falo por experiência própria). Por exemplo, o Volkswagen Golf TDi dura há 25 anos, sem problemas. Esta é a principal razão por que os fabricantes de automóveis querem acabar com os motores a diesel: os carros a diesel não são bom negócio para os fabricantes cada vez mais ávidos de lucros — o carro a diesel é inimigo da obsolescência programada.

Quem ler aquela parangona e não viver em Portugal, pode pensar que 70% dos carros em circulação em Portugal são eléctricos. A parangona é mentirosa, própria do jornalismo de merda que temos.

Por outro lado, as marcas europeias de automóveis já não vendem carros com motores diesel, e já estão a limitar a produção de carros com motores a gasolina — isto é, a indústria automóvel obedece à ideologia da actual política que pretende a sinificação da Europa e a limitação da liberdade de circulação dos cidadãos.

Se 70% de carros novos vendidos em Portugal são eléctricos, é porque já não se vendem carros novos com motores a combustão, porque estes desapareceram (propositadamente) do mercado de carros novos.

E isto significa que, dentro de poucos anos, apenas as elites económicas poderão ter automóvel privado — e é isto que a elite política (de Esquerda, acolitadas pela maçonaria) pretendem: transformar a Europa numa espécie China, com câmaras de vigilância a cada esquina, com “Cidades 15 Minutos” e limitação drástica de locomoção em automóvel privado.

A Ministra Maria da Graça Carvalho ou tem um défice cognitivo, ou é desonesta

Durante o último e recente apagão eléctrico e “ecológico”, eu tomei banho com água quente e cozinhei — porque tenho gás canalizado em casa.


ministra do carvalho web

Diz a Ministra (Maria da Graça Carvalho) que “os equipamentos eléctricos são mais eficientes”. Eu não vejo mais “eficiência”, coisa nenhuma: o défice tarifário (por conta das “renováveis”) já vai em mais de dois mil milhões de Euros, e a subir.

Se isto é “eficiência energética”, vou ali e já venho!

A “elite” política está a enganar o povo. Vou mais longe: a “elite” (entre aspas, porque, de elite, tem nada) política está a roubar o povo. Estamos em presença de roubo descarado e à má-fila.

Ao mesmo tempo que a Ministra defende o fim do gás canalizado (o gás não convém ao lóbi político dito “ecológico”), e em nome da “eficiência energética”, a Ministra intelijumenta vai assinar um acordo de ligação energética com Marrocos — país este onde a energia é maioritariamente gerada a partir do carvão.

carvao de marrocos web

Caro leitor: a Ministra está a fazer de si um estúpido!

Por um lado, fecham as centrais de carvão portuguesas, alegadamente em nome da “eficiência energética” e da “ecologia”; por outro lado, pretendem importar energia gerada a partir do carvão marroquino — tudo isto em nome da “eficiência energética” e da “ecologia”!.

Puta que os pariu!

Carro-a-pilhas: não se trata de “ecologia”; é, em vez disso, um ataque político à liberdade individual

carros a diesel espanha webNão se trata de “ecologia”: trata-se de eliminação gradual das liberdades individuais. A União Europeia está a construir paulatinamente um novo tipo de totalitarismo e de controlo social seguindo o modelo chinês (sinificação).

Aconselho a leitura do livro de Mattias Desmet, “The Psychology of Totalitarianism”. Infelizmente este livro não foi traduzido para a língua portuguesa — penso eu que a tradução não foi realizada propositadamente. Este livro é considerado perigoso pelas actuais elites políticas, e atentatório contra a construção do leviatão esquerdopata europeu.

Para o reforço desmedido do Poder político, a União Europeia conta (entre outros meios) com a eliminação gradual do automóvel individual, com a consequente socialização comunistóide e massiva dos transportes públicos obrigatórios, por um lado, e com a cidade 15 minutos, por outro lado.

cidade 15 minutos web

Dizer que um carro-a-pilhas é mais “ecológico” do que um carro a diesel moderno, é pura demagogia. Você está a ser enganado!

Aliás, e melhor dizendo: o carro-a-pilhas só é mais “ecológico” porque não será jamais possível dar um auto-a-pilhas a cada cidadão: as classes baixas e médias-baixas serão desprovidas de transporte individual, e por isso perderão mobilidade e liberdade; apenas as classes mais altas e ricas terão direito a um automóvel individual (a pilhas) – o que já está a acontecer na China.

Se, em vez de termos 1 milhão de automóveis a circular numa cidade, tivermos apenas 200 mil carros a pilhas em circulação, então, e só neste caso, poderemos dizer que o carro-a-pilhas é mais ecológico do que o carro a diesel. O carro-a-pilhas será mais “ecológico” porque será objecto de privilégio social na posse.

O automóvel está a ser atacado pelas elites políticas de Esquerda porque é um símbolo de liberdade individual.

No meu condomínio existem apenas 15 carro-a-pilhas numa garagem com várias dezenas de automóveis, e a electricidade do condomínio é interrompida / cortada sistematicamente por incapacidade de abastecimento eléctrico; e, embora a lei diga o contrário, as obras de aumento de potência eléctrica do condomínio irão ser pagas por todos os condóminos.

O automóvel está a ser atacado pelas elites políticas de Esquerda porque é um símbolo de liberdade individual (embora não seja o único símbolo de liberdade). Todos os símbolos de liberdade individual serão inexoravelmente atacados na União Europeia, seguindo o modelo político chinês.

Concomitantemente, a limitação de acesso do povo ao automóvel individual será complementada pela cidade 15 minutos que transformará o cidadão das classes mais baixas em uma espécie de habitante de um zoológico. Se juntarmos, ao carro-a-pilhas, a cidade 15 minutos, e as milhares de câmaras de vídeo-vigilância públicas, teremos uma hipostasia do modelo político chinês na Europa.

Ursula von der Leyen vai ter que ir para casa (dela)

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Existe claramente uma aliança estratégica entre a plutocracia globalista, por um lado, e a esquerda radical, por outro lado — uma aliança de conveniência, como a que existia, por exemplo, na Idade Média entre o rei feudal (representando o Poder global do país) e os senhores feudais (os governos locais).

Desta aliança sui generis e mesmo contra-natura, surge um neo-feudalismo, que consiste na estratificação rígida das classes sociais, a abolição da classe média, e a restrição de elevadores sociais — ou seja, significa que tudo aquilo que foi defendido pela Esquerda depois do 25 Abril de 1974 e até ao fim do milénio, é hoje combatido pela actual Esquerda aliada aos mais ricos do mundo.

A Esquerda já não é a mesma; a actual Esquerda é fascizante; ou, pelo menos, é claramente contra a liberdade política.

Ursula von der Leyen representa a plutocracia globalista.

Enquanto a União Europeia começou já, oficialmente, a perseguição política aos criadores de gado holandeses, Macron foi ao Brasil garantir as importações de carne, deste país para a União Europeia. Isto tem menos a ver com ecologia do que com política, pura e dura.

A ideia segundo a qual o azoto polui, é das maiores mentiras veiculadas pelos plutocratas globalistas apoiados pelos internacionalistas radicais de esquerda. O azoto (ou nitrogénio) faz parte do ar natural que respiramos.

Para obviar à mentira inicial, os eco-fascistas inventaram argumentos alternativos: os alegados malefícios dos óxidos de azoto, e da amónia que é um derivado do azoto.

Para que o leitor tenha a noção do radicalismo totalitário dos eco-fascistas e globalistas: só a recente erupção vulcânica na Islândia emitiu mais amónia, óxidos de azoto e partículas para a atmosfera do que emitiriam 2.000 anos de criação de gado na Holanda.

Isto tem pouca relação com ecologia: tem a ver com dinheiro (plutocracia globalista) e Poder político (caciques locais de Esquerda). Juntou-se a fome com a vontade de comer. E o povo é que paga a factura.

O Bloco de Esquerda e o processo de Formação de Massa

As duas raparigas (e estudantes universitárias!) que agrediram o ministro socialista com ovos e tinta verde, fazem parte de um grupo político que exige 100% de electricidade de fonte renovável em 2 anos e o fim absoluto da gasolina e do gasóleo nos próximos 7 anos.


O Bloco de Esquerda é hoje uma célula política radical que está temporariamente semi-adormecida à espera de um despertar violento.

Existe a ideia de que “o Bloco de Esquerda perdeu influência na sociedade, porque perdeu votos”. A verdade é que, não só muita gente influente no Partido Socialista do monhé veio da área política do Bloco de Esquerda (por exemplo, Pedro Nuno Santos, Ana Catarina Mendes, etc.), como o Partido Socialista do monhé adoptou (como suas) muitas das ideias radicais do Bloco de Esquerda. Portanto, é falso que o Bloco de Esquerda tenha perdido influência na sociedade: o Bloco de Esquerda é hoje uma célula política radical que está temporariamente semi-adormecida à espera de um despertar violento.

O Bloco de Esquerda só perderá, de facto, influência na nossa sociedade quando o Partido Socialista se libertar do filho-de-puta do Monhé das Cobras e adoptar uma linha política neo-soarista — o que implica uma purga interna de radicais ideológicos.

programa democratico webAssistimos, perplexos, à complacência da cúpula do Partido Socialista do monhé em relação a este tipo de violência física radical: por exemplo (entre muitos outros, como Isabel Moreira), a benevolência do ex-comunista Augusto Santos Silva (presidente da assembleia da república) em relação à acção de violência física da extrema-esquerda, ao mesmo tempo que critica irascivelmente a intervenção, de megafone em punho, de um jovem tradicionalista em uma apresentação de um livro LGBTQPBBQ+ para crianças impubescentes.

A mensagem do presidente da assembleia da república é clara: a violência da extrema-esquerda radical é tolerada, mas tudo o que coloque em causa — ou que apenas critique — o sistema socialista mafioso instalado, deve ser combatido com a força bruta do Estado. É a expressão actual e institucional da Teoria Crítica.


Reparem que apenas os substantivos masculinos e neutros são substituídos pela novilíngua; os substantivos femininos permanecem intocáveis. Esta gente leva o legado ideológico e acientífico de Engels muito a sério.


substantivos masculinos web

«Qualquer pessoa com uma mente informada e reflectiva que viva no século XX a partir do fim da primeira guerra mundial ― como é o meu caso ― acaba por se se sentir cercada ― senão oprimida ― por todos os lados por uma inundação da linguagem ideológica.

Essa pessoa não consegue lidar com os utilizadores da linguagem ideológica como parceiros de uma discussão, mas terá antes que fazer destes o objecto de investigação.

Não existe uma comunidade de linguagem entre os representantes das ideologias dominantes. Por isso, a comunidade da linguagem que essa pessoa pretende usar para criticar os utilizadores da linguagem ideológica deve ser, em primeiro lugar, descoberta e, se necessário, estabelecida.»

Eric Voegelin.


As exigências daquele grupo radical (ligado ao Bloco de Esquerda), referido em epígrafe, são absurdas e impossíveis de cumprir. Custa mesmo acreditar que alunos universitários possam pensar que tais metas políticas sejam factíveis.

Segundo Hannah Arendt, o que é próprio das ideologias totalitárias é a combinação perversa de ideologia e acção violenta gratuita (e mesmo, em casos extremos, de terror), que visa destruir qualquer possibilidade de existência de um mundo comum aos seres humanos, procurando desenraizar os cidadãos em relação ao domínio político — ao eliminar quer a pluralidade própria da discussão de ideias, quer as próprias condições existenciais da humanidade, ou seja, pretende eliminar um presente onde pensar e um espaço onde agir. Para a ideologia totalitária (passo a redundância), o presente e o futuro confundem-se na utopia.

A liderança do Bloco de Esquerda sabe muito bem que a exigência de 100% de electricidade de fonte renovável em 2 anos e o fim absoluto da gasolina e do gasóleo nos próximos 7 anos, é impossível de se realizar senão através da instituição de uma espécie de totalitarismo que faria corar Lenine.

Ainda assim, estudantes universitárias ligadas ao Bloco de Esquerda defendem esta ideologia utilizando violência física, procurando a construção multifacetada de uma Formação de Massa apoiada pelas elites políticas de Esquerda (Partido Socialista incluído), e com a conivência do PSD do maçon Luís Montenegro que assume a espiral do silêncio face às posições políticas de uma minoria radical.

Chibar é fixe

oficial naziNo princípio da década de 1980, foi notícia na televisão pública (ARD) da então Alemanha Federal, um caso de um senhor idoso, ex-oficial nazi, que passava o seu tempo como reformado no telhado do edifício onde vivia, munido de um telescópio, “cuscando” os carros mal estacionados na cidade de Düsseldorf; e depois telefonava para a polícia.

Naquela época, a televisão e a opinião pública alemã em geral criticaram o espírito de “bufo” do ex-oficial nazi — mas vindo, este tipo de acto de bufaria, exactamente de um nazi, praticamente ninguém lhe deu grande importância.

Nunca me passaria pela cabeça que este tipo de comportamento de “chibo” fascizante se tornaria hoje não só moralmente aceite, como até incentivado pela lei vigente.

Hoje, “chibar é fixe”.

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As pessoas que irão certamente utilizar esta APP pertencem ao lóbi político anti-automóvel; são os eco-fascistas, que coincidem maioritariamente com a Esquerda social-fascista (a ala radical do Partido Socialista, Bloco de Esquerda, PAN – Pessoas-Animais-Natureza, LIVRE, Partido Comunista), apoiada pelos gurus globalistas do “World Economic Forum” e do grupelho de Bilderberg.

Está aberto um precedente que vai permitir, por exemplo, ao Viktor Órban criar uma APP que permita ao cidadão húngaro comum “chibar” os beijos gays em locais públicos: dois gays juntinhos — liga a APP e pimba! “Vão dentro”. E depois não se queixem, os esquerdistas…

Antigamente, no tempo do “fassismo”, os “bufos” eram criticados pela maioria silenciosa, embora à boca pequena; hoje, os chibos são glorificados, alto e bom som, pelos me®dia e pelos seus donos — a plutocracia globalista que nos pretende governar totalitariamente.

A consequência do controlo da Esquerda neomarxista sobre a “Direita liber(an)al”: a desindustrialização da Europa

Os fabricantes europeus de automóveis estão já a reavaliar os seus futuros investimentos, devido aos altíssimos preços da energia.

A desindustrialização da Europa é real, e os moinhos de vento e os painéis solares da utopia não irão resolver o problema — e tudo isto graças à acção política eficaz dos neomarxistas (que incorporam, na ideologia, o utilitarismo, conforme conselho de Peter Singer) acolitados pelos liber(an)ais [de tipo IL (Iniciativa Liberal)].

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agenda 2030 webA questão é a seguinte: ou adoptamos o nuclear, a prospecção do gás natural (incluindo o “fracking), e as hidroeléctricas — ou vamo-nos f*der todos!

Ora, é isto que a Esquerda neomarxista pretende: que nos f*damos todos ! — para que, perante uma crise extrema, exista a real possibilidade de um assalto revolucionário e totalitário ao Poder; e, entretanto, os liber(an)ais [tipo IL (Iniciativa Liberal)] fazem aquilo que sabem fazer melhor: dar o ânus. São os “idiotas úteis” de Lenine.

A ler: “The energy crisis risks dooming the electric car” (em alternativa, ler aqui em PDF).

A Esquerda neomarxista, e os “eculogistas liber(an)ais” — apresentaram (absurdamente) o automóvel eléctrico como solução (abstrusa e milagrosa) para a invenção (globalista e internacionalista) do “veneno do CO2”; mas é precisamente a “solução” que a Esquerda apresentou que inviabiliza a sua própria solução, porque aumentam os preços da energia que irá alimentar os automóveis eléctricos.

Entretanto, o número de pessoas que poderão comprar um automóvel eléctrico aproxima-se do limite possível: andar “montado” em uma viatura, no futuro da utopia eculógica, será uma realidade apenas reservada à elite neomarxista — e quiçá, para alguns liber(an)ais —: o resto do povo irá a pé ou de bicicleta (à boa maneira da China da década de 1960), obrigado à distopia da “cidade 15 minutos”.

Ou seja, a estratégia dos neomarxistas (ajudados pelos liber(an)ais) é a de limitar a mobilidade do povão — mantê-lo controlado dentro dos “15 minutos” da cidade; e mesmo a elite que tiver automóveis eléctricos não irá muito longe, uma vez que as redes públicas de abastecimento eléctrico tornam-se cada vez mais caras e não-confiáveis. Vão ter que carregar a bateria do carro em suas próprias casas e a preços astronómicos.

No último ano, os preços dos automóveis eléctricos novos aumentaram em média 36%, e a oferta (no mercado) de automóveis eléctricos usados é já superior à procura: o automóvel eléctrico constitui apenas cerca de 3% da procura retalhista de automóveis.

Votos de um Bom Ano Novo.

E os “progressistas” ainda dizem que os motores a combustão não são ecológicos

Uma bateria vulgar para um carro eléctrico pesa cerca de 450 kg.

A mesma bateria contém 11 kg de lítio, cerca de 14 kg de cobalto, 27 kg de níquel, mais de 40 kg de cobre, e 50 kg de grafite — mas também cerca de 180 kg de aço, alumínio e plásticos.

Agora imaginem as escavações mineiras necessárias para produzir carros eléctricos em série e em escala.

E os “progressistas” ainda dizem que “os motores a combustão não são ecológicos”.