Este é o Partido Socialista de António Costa & Comandita Radical, controlado pelo Bloco de Esquerda.

Este é o Partido Socialista de António Costa & Comandita Radical, controlado pelo Bloco de Esquerda.


Lembro-me de um comício do CDS na Póvoa do Varzim em 1976 (¿ou 1977?), em que o Zeca Afonso (que se dizia que era simpatizante do Partido Comunista) abrilhantou a festa do CDS. Naquela altura, não passava pela cabeça do Zeca Afonso pedir desculpas públicas por cantar numa festa do CDS.
Vivemos hoje num país menos livre do que em finais da década de 1970 — em parte devido ao efeito “Bloco de Esquerda”, que é o partido da “Cultura do Cancelamento” em Portugal.
E o Olavo Bilac não teve outra hipótese senão pedir desculpas públicas por cantar numa festa do CHEGA, sob pena de ser culturalmente “cancelado” pelo Bloco de Esquerda que é quem manda em Portugal.
A Joana Amaral Dias — e os seus (dela) camaradas do Bloco de Esterco e o camarada Mamadou Ba do “SOS Racismo” — vieram a terreiro clamar por “acto de racismo” (ver vídeo abaixo) no caso do homicídio de Bruno Candé. Porém, não me lembro de a Joana Amaral Dias (e a escumalha dela) vir berrar por “racismo” quando, no passado dia 25 de Maio, um cigano assassinou um preto no Seixal.
Chama-se a isto “memória selectiva” de marxista cultural: só quando o branco agride um preto se pode invocar o “racismo”; quando um cigano mata um preto, No Pasa Nada.
Edmund Burke escreveu o seguinte1 :
“O espírito de inovação 2 é geralmente o resultado de um temperamento egoísta […] Quando não estão sob controle, os progressistas 3 tratam a parte mais humilde da sociedade com um grande desprezo, enquanto, ao mesmo tempo, fingem fazer dessas pessoas os depositários do seu Poder.”
Edmund Burke tinha razão. A Esquerda actual não olha a meios para atingir fins políticos de Poder. A ética do esquerdalho — se é que podemos chamar àquilo de “ética” — é teleológica. Vale tudo!; até arrancar olhos!
Quando a Joana Amaral Dias (e a escumalha da laia dela) dizem que “o povo português é racista”, nada mais fazem do que tratar a parte mais humilde da sociedade portuguesa com um grande desprezo; e, simultaneamente fazem passar — para parte mais humilde da sociedade portuguesa — a ideia de que eles são a elite apoderada que representa os mais humildes (que eles desprezam) — ou seja, aquilo que Olavo de Carvalho descreveu como promoção de um “estado de atonia mental da população que predispõe à subserviência passiva” (Estimulação Contraditória).

Notas
1. “Reflections on the Revolution in France” (1790)
2. Com o termo “inovação”, Edmund Burke pretende também dizer “revolução”
3. Os democratas
O Bloco de Esquerda — o campeão do fomento do aborto em Portugal — pretende que a nacionalidade portuguesa seja atribuída às crianças que nasçam em Portugal, ainda que os respectivos pais sejam estrangeiros e não residam no país.
Por um lado, o Bloco de Esquerda promove activamente o aborto de crianças portuguesas autóctones, e uma cultura abortifaciente; mas, por outro lado, o Bloco de Esquerda pretende dar a nacionalidade portuguesa a crianças estrangeiras cujos pais nem sequer vivem em Portugal.
E depois, os iluminados do esquerdalho — de tipo “José Pacheco Pereira” — dizem-nos que a substituição da população portuguesa (autóctone), por estirpes estrangeiras, é uma “Teoria da Conspiração da extrema-direita”.
Esta proposta do Bloco de Esquerda não foi (ainda!) aceite pelo resto da Esquerda que adoptou (por enquanto) uma outra: os filhos dos imigrantes legais (com autorização de residência) ou que fixaram residência há pelo menos um ano, e que nasceram em território nacional, passam automaticamente a ter a nacionalidade portuguesa.
¿Quem votou contra este atentado ao valor da nacionalidade portuguesa? PSD, CDS, IL (Iniciativa Liberal) e CHEGA.
GAJA DAS CAUSAS (SOCIAL JUSTIÇA GUERREIRA XXI)
Eu sou a Gaja das Causas (olá!)
E vou faltar a todas as aulas (ahn ahn)
Para te poder chamar Facho
Enquanto cozo a soja no tacho (uuuuu)
Para te poder chamar Facho
Enquanto cozo a soja no tacho (hmm hmm)
História não é comigo (ahn ahn)
Mas sei que o homem branco é o bandido (ya ya)
Racista, machista, fascista
E o meu jantar são pedras com alpista (hmmm)
Racista, machista, fascista
Queimar o porco capitalista (ai que bom…)
Não posso magoar animais (nao nao)
Só polícias, patrões e outros que tais (toma!)
Eu gosto é de vandalizar
Para quê arrendar, quando posso ocupar (é o direito à habitação)
Eu gosto é de vandalizar
Para quê arrendar, quando posso ocupar (é o direito à habitação)

Esta gente é parte activa do governo de António Costa; esta gente contribui decisivamente para a feitura das leis de Portugal.
Quando os idosos com covid19, provenientes de lares de terceira idade, são enviados para o hospital militar do Porto (que tem as condições mínimas e precárias de acolhimento), esta gente defende a nacionalização de hospitais privados de luxo para acolher criminosos!
Reparem como esta gente diz que os reclusos criminosos são “prisioneiros” — utilizam a linguagem militar, em que o “prisioneiro” é consequência de uma guerra, e não de uma actividade criminosa.
O Lumpemproletariado é a essência da estratégia de acção política desta gente.
Não existem pontos de contacto ideológico entre o bom-senso e o senso-comum nacional, por um lado, e esta gente, por outro lado.
Não podemos continuar a conviver com esta gente. Esta gente está a destruir o nosso país.
Esta gente tem que ser eliminada — física- e espiritualmente.
Esta gente está a mais, em Portugal.