A diferença entre racismo e racialismo

A actual situação humilhante da minoria branca na África do Sul permitiu que a comunidade negra, entendida aqui a nível internacional, alimente a ideia segundo a qual é possível humilhar (em geral) o homem branco — em uma espécie de “redenção histórica” de soma zero, de uma vingança contra o homem branco.

Por exemplo, na África do Sul actual, é praticamente impossível a um homem branco arranjar um posto de trabalho qualificado que possa ser ocupado por um negro: em primeiro lugar estão os negros; e só depois, os brancos. O governo negro da África do Sul já nem disfarça o seu racialismo ideológico.

hitler-mamadou-webÉ neste contexto de corporização do ideal da supremacia da negritude sobre o homem branco — o racialismo, que é uma das características da África do Sul do apartheid suave contra os brancos — que surge também a diabolização da maioria branca nos Estados Unidos.

O racialismo (sustentado ideologicamente pela evolução do marxismo cultural e do pós-modernismo, até aos nossos dias, e que se materializa na Teoria Crítica de Raças) distingue-se do mero racismo por aquele ser racionalizado — ao passo que o racismo é, em larga medida, irracional; é uma espécie de fobia. Em contraponto, o racialismo é um racismo “racionalmente” fundamentado, expresso em uma qualquer teoria crítica da raça.

Em geral, os seres humanos são (instintivamente) racistas. Trata-se de uma característica natural inerente à própria condição humana.

Por exemplo, durante séculos existiu em Portugal um determinado racismo em relação aos espanhóis (“De Espanha, nem bom vento, nem bom casamento”, diz o povo português); e ainda hoje esse racismo anti-espanhol permanece adormecido no subconsciente dos portugueses (em geral).

Na década de 1980, eu fui objecto de discriminação em um restaurante de uma aldeia recôndita da França provençal, porque me tomaram por alemão: os proprietários do restaurante recusaram-se terminantemente a servir-me uma refeição; e quando eu lhes disse que era português, pediram-me desculpa pelo equívoco e serviram-me a comida.

Por toda a Europa, existe racismo entre os próprios brancos.

O racismo é um fenómeno social natural. Mas o racialismo já não é natural: é fabricado pelos ideólogos marxistas e pós-modernistas (o marxismo cultural, próprio da actual Esquerda), tirando partido da fragilidade natural da condição humana.

Em Portugal, temos também ideólogos do racialismo; por exemplo, o Bloco de Esquerda, ou o Mamadou Ba. É gente que fundamenta “racionalmente” a necessidade de discriminação em relação à cultura europeia (contra a “cultura dos brancos”, um certo racismo anti-branco “racionalizado”), na esteira do ideário político do comunista Gramsci.

O racismo é um fenómeno social e individual natural, porque é instintivo (faz parte do instinto humano).

O racialismo é uma postura de acção política “racionalmente” fundamentada que vê em um determinado tipo de discriminação rácica as virtudes de um futuro utópico e redentor. O racialismo é próprio da mente revolucionária.

Não é possível qualquer tipo de diálogo com o Bloco de Esquerda

O pretenso debate acerca da vida e da morte do Tenente-coronel Marcelino da Mata (ocorrido há dias na TVI (ver vídeo 1 e vídeo 2) entre o comunista Fernando Rosas, por um lado, e por outro lado o ex-líder do CDS, José Ribeiro e Castro — provaram que não é possível qualquer tipo de diálogo com o Bloco de Esquerda, porque se trata de um “diálogo de surdos”; não existe qualquer ponto de contacto ideológico e político entre o Bloco de Esquerda e o povo português.

O ideário político do Bloco de Esquerda é “Anti-Portugal”; tudo o que é português, ou o que se identifica (para o bem e/ou para o mal) com a História de Portugal, é o inimigo ideológico a abater pelo Bloco de Esquerda.

Vejamos esta logomaquia da autoria de um notório percevejo do Bloco de Esquerda: tal como acontece com o conceito muito vago de “sofrimento insuportável” na lei da eutanásia (o que levou a que Marcelo Rebelo de Sousa enviasse a lei para o Tribunal Constitucional), assim o conceito de “homofobia” carece de uma noção respectiva; ou melhor: a noção de “homofobia” consensual não tem nada a ver com o conceito alargado e utilitário utilizado pelo Bloco de Esquerda.

Ademais, a repressão política e ideológica sobre o povo português, conduzida nomeadamente pelo Bloco de Esquerda e por uma franja bem identificada do Partido Socialista (por exemplo, Isabel Moreira) e da Não-esquerda (por exemplo, Paula Teixeira da Cruz, ou Teresa Leal Coelho), traduziu-se em uma espiral do silêncio acerca do conceito de difuso de “homofobia” — conceito esse que passou a ser “pau para toda a colher”. É neste contexto político que a referida criatura do Bloco de Esquerda diz que “a homofobia deixou de ser maioritária” — ou seja, o conceito difuso de “homofobia” passou a ser um instrumento de repressão cultural para-totalitária sobre o povo português; trata-se de uma componente fundamental da lei-da-rolha que caracteriza o Totalitarismo de Veludo que está a ser construído pela Esquerda radical.

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É este tipo de lei-da-rolha (alegadamente contra a “homofobia” que ninguém sabe o que significa) que levou a que o professor universitário inglês James Caspian apelasse para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, quando o referido investigador britânico viu o seu estudo científico acerca dos transgéneros censurado pelo Poder esquerdista radical que controla (nomeadamente) as universidades.

Porém, neste caso, as baratas e os carrapatos do Bloco de Esquerda já são contra a liberdade, e aliam-se tacitamente à plutocracia globalista (a aliança tácita entre o Pinto Balsemão e o Francisco Louçã) que pretende destruir quaisquer padrões de pensamento lógico, para assim poder controlar os seres humanos a bel-prazer.

O esquerdista não aprende com a experiência da História

Uma das características do psicopata é a de que não aprende com a experiência. A esmagadora maioria dos líderes de Esquerda são psicopatas.

Foi assim com os estalinistas, com os nazis, e — mutatis mutandis — continua a ser assim com os dirigentes do Bloco de Esquerda e com a actual direcção do Partido Socialista.

Hannah Arendt demonstrou que “a responsabilidade alargada pelo mundo que a educação assume, implica, como é óbvio, uma atitude conservadora em relação à educação das crianças (ler em ficheiro PDF).

Assine aqui a petição contra a tentativa, por parte dos psicopatas esquerdistas, de restrição etária de participação na cultura tauromáquica portuguesa.

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Importem imigrantes em massa; e institucionalizem a eutanásia para todos e a pedido do freguês. E a viva a Geringonça !

O Pacheco Pereira deve andar sorridente!

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A Mariana Mortágua mente descaradamente

Eu sou a favor de uma taxa única de IRS (por exemplo, 15% de imposto universal); ou, pelo menos, sou a favor de um escalonamento mínimo do imposto, com apenas três ou quatro escalões.

Ou seja, eu estou de acordo com a proposta do CHEGA em relação ao IRS.


Contudo, a Esquerda estatista opõe-se ao imposto único, como podemos ver pela opinião da Mariana Mortágua.

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Mas ela mente, sem vergonha! O que ela esconde do público é o facto de o IRS não se aplicar a rendimentos até 650 Euros.


Por exemplo, “um trabalhador casado e com dois filhos que receba 800€”, segundo a proposta do CHEGA, irá pagar menos IRS:

  • 800 Euros – 650 Euros = 150 Euros

O imposto incide sobre 150 €, e não sobre 650 € como mente a Mariana Mortágua.

Ora, 15% de 150 € = 22,50 € de imposto, ou seja, 2,8% do salário bruto.


No caso de “um trabalhador casado e com dois filhos” que receba 3.600 € :

  • 3.600 € – 650 € = 2.950 €

O imposto incide sobre 2.950 €, e não sobre 3.600 € como mente a Mariana Mortágua.

Ora, 15% de 2.950€ = 442,50€, ou seja, 12,3% do salário bruto.


mariana_mortagua_webÉ preciso mudar Portugal. É preciso meter o esquerdalho no Tarrafal.

O Bloco de Esquerda quer proibir as pessoas de pensar

Já vi, várias vezes, paneleiros em linha a afirmar que, segundo a lei portuguesa, “a homofobia é crime”; e invocam o artigo 240 do Código Penal.

A intenção da paneleiragem é a de inibir a livre opinião de quem não vê com bons olhos o acto de tomar no cu.

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O que a lei diz é que é ilegal incentivar a violência, ou apelar publicamente à violência, contra um ou vários indivíduos apanascados . Porém, no referido artigo aparece o conceito ambíguo de “discriminação”: ¿O que é “discriminação”?

A ambiguidade da lei consiste na ideia segundo a qual a “discriminação” pode decorrer do simples acto de pensar: o simples facto de eu pensar que “não gosto de rotos”, pode ser (alegadamente, e segundo o esquerdalho que fez esta lei) considerado como um acto de “discriminação”.

Ou seja: começa a ser proibido pensar.

É preciso retirar o Bloco de Esquerda do círculo do Poder, nem que seja à custa de violência extrema

“A criança é o corolário significativo do pai e da mãe, e o facto de se tratar de uma criança humana traduz o significado ancestral dos laços humanos que ligam o pai e a mãe. Quanto mais humana, e por isso menos bestial, for a criança, mais esses laços ancestrais são duradouros e adequados à ordem da natureza.

Por isso, não é um progresso na cultura e na ciência a tendência para enfraquecer esse vínculo primordial, mas antes o progresso deve ir logicamente no sentido de fortalecê-lo… Este triângulo de truísmos constituído pelo pai, pela mãe e pela criança, não pode ser destruído; só podem ser destruídas aquelas civilizações que não o respeitam.

→ G. K. Chesterton 


Não há argumentação racional que possa ser utilizada contra a “irracionalidade” do Bloco de Esquerda, que controla o governo de António Costa — como é óbvio: o problema do “irracional” é o de que não é racional. Por exemplo, a argumentação racional de Tiago Abreu contra a eliminação, por parte do Estado bloquista, do estatuto cultural de “pai” e de “mãe”:

« Em vez de “pai”, o Estado Português decidiu por bem chamar-me “Primeiro Progenitor”. À mãe, já devem ter adivinhado, chamaram-lhe “Segundo Progenitor”. Mas ¿como pode uma criança nascer de dois progenitores em que um deles não seja o pai e outro a mãe? Se a ideia era a não discriminação de filhos adoptados, ou não gerados pelos pais, ¿não seria então muito mais sensato dar-se o nome de “pai” e “mãe”, seguindo o adágio popular de “pai é quem cria”?

Porque “progenitor” é precisamente aquele que gera, que procria e nos casos em que tal assim não foi, a neutralidade do nome “pais” seria muito mais adequada (e historicamente mais correcta).

Além disso, ¿a quem cabe por direito o lugar de “Primeiro Progenitor”? ¿Como se define a ordem hierárquica? Com “mãe” e “pai”, problemas desta natureza jamais se poriam. Não sei se a vontade dos pais entra na equação – suspeito que não –, mas se me perguntassem, eu gostava mesmo de ser pai. Primeiro ou Segundo (ou que número seja) Progenitor é muito deprimente.»

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O Tiago Abreu demonstrou, no trecho, a irracionalidade e a auto-contradição da eliminação, por parte do Estado, do estatutos naturais de “pai” e de “mãe”.

Porém, a brutalidade do marxismo cultural (que o patético José Pacheco Pereira diz que “não existe”), protagonizada pelo Bloco de Esquerda, não ficará certamente por aqui: há que destruir qualquer tipo de ligação entre o ser humano e a Natureza — porque a coerência ontológica entre o Homem e a Natureza é, em primeiro lugar, uma salvaguarda contra a discricionariedade tirânica e absoluta dos novos gnósticos (os novos puritanos); e, por outro lado, a ligação entre o Homem e a Natureza é um Ersatz (um substitutivo simbólico) da ligação entre o ser humano e Deus — o que, para os novos gnósticos, é uma nova heresia.

Como escreveu a Isabel Moreira (um submarino do Bloco de Esquerda no interior do Partido Socialista) : “Antinatural, felizmente !”. O mesmo soe dizer-se: “Anti-Deus, felizmente!”. Os novos gnósticos / puritanos negam a existência de qualquer entidade superior a eles, seja essa entidade a Natureza ou Deus — porque os novos gnósticos / puritanos assumem-se a si próprios como uma espécie de deuses (os modernos Pneumáticos) que vêem na própria Natureza um desafio ao seu Poder absoluto.

Talvez não fosse má ideia a reedição do livro “A Tentação Totalitária”, de Jean-François Revel. Chegamos a um ponto em que as “elites” confundem propositadamente “libertarismo” (à moda de Stuart Mill), por um lado, com “totalitarismo” (à moda de Lenine).


“O bolchevismo e o grande capital são parecidos; ambos são sustentados pela ideia segundo a qual tudo se torna mais fácil e simples depois que se elimina a liberdade; e o inimigo irreconciliável de ambos é aquilo a que se convencionou chamar de ‘pequenas e médias empresas’ [no original: ‘Small Business’]”.

→ G. K. Chesterton 

O argumento, estúpido (digno de um José Pacheco Pereira, entre outras abéculas da nossa praça providas de um alvará de inteligência), segundo o qual “o que se está a passar não tem nada a ver com marxismo cultural, mas antes é o desenvolvimento actualizado do pensamento (ideológico) libertário de Stuart Mill”, é fácil de desmontar:

quando, por exemplo, jovens estudantes universitários actuais confessam (à boca pequena) que têm medo de opinar — não porque temam pelas suas vidas, mas porque temem pelas suas carreiras profissionais —, estamos muito longe do libertarismo de Mill: esta realidade da espiral do silêncio atemorizadora, imposta pelos agentes políticos do marxismo cultural, está muito longe do pensamento libertário de Stuart Mill.

A “irracionalidade” bloquista, referida acima e denunciada pelo Tiago Abreu, é uma marca do novo totalitarismo sancionado pelos novos gnósticos (ou os “novos filhos-de-puta”): somos todos obrigados, mediante a força bruta do Estado, a subscrever uma doutrina e uma realidade política que sabemos, à partida, serem absurdas: ao aceitar (implicitamente) a mentira imposta pela ideologia, a probidade do cidadão é automaticamente destruída.

A eliminação do estatuto cultural de “mãe” e de “pai”, por parte do Bloco de Esquerda, tem menos a ver com os interesses da minoria guei, do que com a intenção de destruir a honestidade intrínseca do cidadão comum: um cidadão desonesto, desprovido de princípios morais, é mais fácil de controlar por um Estado manobrado pelos novos filhos-de-puta.