A Isabel Moreira é nitidamente marxista. E chalupa.

“As pessoas quando têm o poder só para elas, quando têm esses privilégios, custa-lhes que outros que não tinham acesso a esses direitos passem a ter. Não querem dividir o seu lugar de poderafirma a jurista e deputada socialista Isabel Moreira a propósito do livro “Identidade e da Família”, onde se defende que o casamento entre pessoas do mesmo género deveria ser proibido.

“Felizmente, a esmagadora maioria da sociedade portuguesa está confortável com uma constituição que diz que somos mesmo todos e todas iguais”.

Nota: “Constituição” deve ser escrito com C maiúsculo. Jornaleiros de merda. Assassinos da Língua Portuguesa. Filhos-de-puta.


A Isabel Moreira vê as relações íntimas entre pessoas como “relações de Poder”.

Esta visão da sociedade é doentia e marxista (passo a redundância). A Isabel Moreira é nitidamente marxista. Aliás, o José Pacheco Pereira tem a mesmíssima visão engelsiana da família e do casamento.

“Poder” pode ser definido como sendo a faculdade de exercer sobre o ser humano (e “a ser humana”, para ser politicamente correcto) uma dominação tal que conseguimos obter dele acções ou comportamentos que não teria adoptado espontaneamente.

Em última análise, o Poder pode (mesmo em tempo de paz) ser um Poder de vida e de morte.

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Reduzir as relações íntimas e familiares entre seres humanos ao Poder, é próprio de uma mente doente que necessita de tratamento psiquiátrico urgente.

Coloca-se o problema de saber como é que o Poder se exerce, quais os meios através dos quais se obtém uma obediência que, em casos últimos e extremos, pode ir até à aceitação da sua própria morte. Depois, há que saber se a obediência ao Poder — mesmo que este seja injusto — é sempre um dever; ou se a resistência ao Poder é, em certos casos, um direito e mesmo um dever.


Na antiga Atenas, as relações íntimas e familiares ficavam fora da Pólis (fora da política).

A política ficava à porta da casa de família ateniense. A visão engelsiana da Isabel Moreira e do José Pacheco Pereira emula Esparta, em vez de Atenas.

Baseando-se no mito de Esparta, Platão escreveu a sua utopia na “República”.

A família natural é abolida: os amigos — diz Platão — devem ter tudo em comum, incluindo mulheres e filhos. Não há família nuclear: é a suruba pegada. É foder à desgarrada.

As raparigas deverão ter uma educação igual à dos rapazes, incluindo a arte da guerra. As mulheres serão em tudo iguais aos homens: “a mesma educação que faz um bom magistrado terá igual efeito em uma mulher”. O casamento da república segue o padrão mítico de Esparta: os noivos e noivas serão (aparentemente) juntos à sorte (aleatoriamente), mas a verdade é que os governantes da cidade (o Estado) decidirão quem casa com quem, segundo princípios eugénicos.

Todas as crianças devem ser separadas dos pais ao nascer, e ter-se-á todo o cuidado em que os pais as não conheçam, e nem elas aos pais (deixaria de existir uma árvore genealógica das crianças, tal como acontece parcialmente hoje já, com a adopção de crianças por pares de invertidos). Crianças deformadas e filhos de pais inferiores eram eutanasiadas ou abortadas. Nos casamentos feitos pelo Estado, as pessoas não têm opinião: têm de pensar segundo o seu dever para com o Estado e não segundo as emoções vulgares que “os poetas malditos” (segundo Platão, que não gostava dos poetas) costumam celebrar.

Na utopia republicana de Platão, como não se sabe quem são os pais (uma cambada de filhos-de-puta), pode-se chamar “pai” a quem quiser que tenha uma idade conveniente — e o mesmo quanto a “mãe”, “irmão” e “irmã”. E não há casamento entre “pai” e “filha”, ou “mãe” e “filho”; em geral mas não absolutamente, devem evitar-se os casamentos de “irmão” e “irmã”. No fundo, Platão proibia todos os casamentos, excepto os de “irmão-irmã”, que considera excepção rara.

O que Platão pretendia — seguindo o modelo de Esparta — era a diminuição das emoções privadas (tal como defende hoje a socialista Isabel Moreira), removendo os obstáculos ao domínio do espírito público — o domínio absolutista do Estado, “o mais frio dos monstros frios” (Nietzsche) — e incentivando a ausência da propriedade privada.

Essa nova utopia é a da esquerda pós-modernista que se manifesta em Portugal no Bloco de Esquerda da Mariana Mortágua e no Partido Socialista da Isabel Moreira, e que se traduz na guerra cultural e jurídica contra a família natural.


E, nesta nova utopia ideológica, são da maior importância os “direitos” LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] e a ideologia de género.

Tal como em Esparta e na utopia de Platão, o combate contra a família natural é concebido como um meio de absolutização do Estado e tendo em vista a eliminação da propriedade privada.

O movimento político LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] e a ideologia de género pretende a abolição legal dos sexos — como podemos verificar na actual guerra contra a distinção entre os WC masculino e feminino. Ou seja, pretende-se a dessexualização da sociedade, em que deixam de existir o masculino e o feminino. E, a partir do momento em que a humanidade é dessexualizada, acabamos em uma sociedade desumanizada na qual não existe uma mãe legal, ou um pai legal, ou irmãos e irmãs legais sem a autorização do Estado (tal como na utopia de Platão). Por exemplo, hoje já vemos que, em vez de pai e mãe, os documentos de registo das crianças têm “progenitor A” e “progenitor B”: os termos “pai” e “mãe” estão a ser juridicamente eliminados.

Nessa sociedade defendida pela Esquerda, as relações humanas mais íntimas sofrem um duro golpe: a família natural é abolida por lei e de facto.

Uma sociedade dessexualizada defendida pela Isabel Moreira é, em última instância, uma sociedade totalitária porque erradica da Lei e da Cultura as mais básicas relações humanas, e principalmente a ligação entre a mãe e filho.

A Isabel Moreira ou é chalupa, ou é um monstro.

O Paradoxo de Abilene

O conceito de Paradoxo de Abilene foi criado pelo gestor de empresas americano Jerry B. Harvey em 1974, para ilustrar a tendência que as pessoas têm de tomar decisões colectivas:

Num dia de muito calor na pequena cidade de Coleman, no Texas, uma família estava entretida a jogar dominó até que o sogro sugeriu que fossem todos jantar à cidade de Abilene, que fica a 80 quilómetros de distância. A esposa disse: ‘Parece-me boa ideia’. O marido, embora tivesse muitas reservas quanto à viagem, por ser longa e num dia muito quente, pensa, para si, que talvez as suas reservas não sejam partilhadas pela maioria, e diz: ‘Por mim está bem. Espero que a vossa mãe queira ir’. A sogra diz: ‘Claro que quero ir! Há muito tempo que não visito Abilene’.

A longa viagem foi realizada com muito calor e pó na estrada. E quando chegaram ao restaurante em Abilene, a comida foi tão má quanto tinha sido a viagem. Chegaram a casa cinco horas depois, totalmente exaustos.

Um deles diz, de forma comprometida: ‘Foi uma viagem óptima, não foi?’. A sogra disse que, em verdade, ela teria preferido ficar em casa, mas que tinha alinhado com a ideia de ir a Abilene porque toda a gente estava entusiasmada. O marido disse: ‘Eu não estava entusiasmado com a ideia de ir a Abilene, apenas fui para vos satisfazer o desejo da viagem’. A esposa disse: ‘Eu fui apenas para vos fazer felizes. Se eu estivesse sozinha, nunca me meteria numa viagem dessas com um calor medonho’.

O grupo fica, assim, perplexo, por os seus membros terem decidido colectivamente fazer uma viagem que ninguém de facto queria fazer.


O Paradoxo de Abilene e a Espiral do Silêncio explicam, em grande parte, por que razão uma pequena minoria de radicais e extremistas, muitas vezes violentos, comanda o destino das sociedades contemporâneas, impondo agendas políticas socialmente destrutivas e culturalmente suicidas (por exemplo, Bloco de Esquerda).

O Bloco de Esquerda e o processo de Formação de Massa

As duas raparigas (e estudantes universitárias!) que agrediram o ministro socialista com ovos e tinta verde, fazem parte de um grupo político que exige 100% de electricidade de fonte renovável em 2 anos e o fim absoluto da gasolina e do gasóleo nos próximos 7 anos.


O Bloco de Esquerda é hoje uma célula política radical que está temporariamente semi-adormecida à espera de um despertar violento.

Existe a ideia de que “o Bloco de Esquerda perdeu influência na sociedade, porque perdeu votos”. A verdade é que, não só muita gente influente no Partido Socialista do monhé veio da área política do Bloco de Esquerda (por exemplo, Pedro Nuno Santos, Ana Catarina Mendes, etc.), como o Partido Socialista do monhé adoptou (como suas) muitas das ideias radicais do Bloco de Esquerda. Portanto, é falso que o Bloco de Esquerda tenha perdido influência na sociedade: o Bloco de Esquerda é hoje uma célula política radical que está temporariamente semi-adormecida à espera de um despertar violento.

O Bloco de Esquerda só perderá, de facto, influência na nossa sociedade quando o Partido Socialista se libertar do filho-de-puta do Monhé das Cobras e adoptar uma linha política neo-soarista — o que implica uma purga interna de radicais ideológicos.

programa democratico webAssistimos, perplexos, à complacência da cúpula do Partido Socialista do monhé em relação a este tipo de violência física radical: por exemplo (entre muitos outros, como Isabel Moreira), a benevolência do ex-comunista Augusto Santos Silva (presidente da assembleia da república) em relação à acção de violência física da extrema-esquerda, ao mesmo tempo que critica irascivelmente a intervenção, de megafone em punho, de um jovem tradicionalista em uma apresentação de um livro LGBTQPBBQ+ para crianças impubescentes.

A mensagem do presidente da assembleia da república é clara: a violência da extrema-esquerda radical é tolerada, mas tudo o que coloque em causa — ou que apenas critique — o sistema socialista mafioso instalado, deve ser combatido com a força bruta do Estado. É a expressão actual e institucional da Teoria Crítica.


Reparem que apenas os substantivos masculinos e neutros são substituídos pela novilíngua; os substantivos femininos permanecem intocáveis. Esta gente leva o legado ideológico e acientífico de Engels muito a sério.


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«Qualquer pessoa com uma mente informada e reflectiva que viva no século XX a partir do fim da primeira guerra mundial ― como é o meu caso ― acaba por se se sentir cercada ― senão oprimida ― por todos os lados por uma inundação da linguagem ideológica.

Essa pessoa não consegue lidar com os utilizadores da linguagem ideológica como parceiros de uma discussão, mas terá antes que fazer destes o objecto de investigação.

Não existe uma comunidade de linguagem entre os representantes das ideologias dominantes. Por isso, a comunidade da linguagem que essa pessoa pretende usar para criticar os utilizadores da linguagem ideológica deve ser, em primeiro lugar, descoberta e, se necessário, estabelecida.»

Eric Voegelin.


As exigências daquele grupo radical (ligado ao Bloco de Esquerda), referido em epígrafe, são absurdas e impossíveis de cumprir. Custa mesmo acreditar que alunos universitários possam pensar que tais metas políticas sejam factíveis.

Segundo Hannah Arendt, o que é próprio das ideologias totalitárias é a combinação perversa de ideologia e acção violenta gratuita (e mesmo, em casos extremos, de terror), que visa destruir qualquer possibilidade de existência de um mundo comum aos seres humanos, procurando desenraizar os cidadãos em relação ao domínio político — ao eliminar quer a pluralidade própria da discussão de ideias, quer as próprias condições existenciais da humanidade, ou seja, pretende eliminar um presente onde pensar e um espaço onde agir. Para a ideologia totalitária (passo a redundância), o presente e o futuro confundem-se na utopia.

A liderança do Bloco de Esquerda sabe muito bem que a exigência de 100% de electricidade de fonte renovável em 2 anos e o fim absoluto da gasolina e do gasóleo nos próximos 7 anos, é impossível de se realizar senão através da instituição de uma espécie de totalitarismo que faria corar Lenine.

Ainda assim, estudantes universitárias ligadas ao Bloco de Esquerda defendem esta ideologia utilizando violência física, procurando a construção multifacetada de uma Formação de Massa apoiada pelas elites políticas de Esquerda (Partido Socialista incluído), e com a conivência do PSD do maçon Luís Montenegro que assume a espiral do silêncio face às posições políticas de uma minoria radical.

Os novos militantes do Bloco de Esquerda

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¿Percebem por que razão o Bloco de Esquerda elege o Lumpemproletariado como a nova classe revolucionária?

A imigração massiva é essencial para a sobrevivência do Bloco de Esquerda.

Imaginemos que a Catarina Martins chama o André Ventura de filho-de-puta …

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… durante uma campanha eleitoral; e o paralamento não levanta a imunidade parlamentar da palhaça do Bloco de Esquerda, alegadamente porque a referida invectiva “foi proferida no contexto de confronto político-partidário, pelo que o levantamento da imunidade parlamentar teria a virtualidade de limitar o livre exercício do mandato parlamentar da senhora deputada Catarina Martins”.


catarina-martins-circo-webO que se passou (na passada Quarta-feira) no paralamento provou que o único partido de Direita, em Portugal, é o CHEGA; e ainda assim, está muito ao centro.