O prelúdio da deriva “católica” do Bloco de Esquerda

Já escrevi aqui (na categoria “José Manuel Pureza”) que a nova deriva “católica” do Bloco de Esquerda do José Manuel Pureza é extremamente perigosa; mas ainda não vi ninguém da Direita a chamar a nossa atenção para o “novo” Bloco de Esquerda.

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Não tarda muito (isto é uma hipérbole) e iremos ver o José Manuel Pureza no lugar de Padre a conduzir a missa em directo na televisão, e com jeitinho o papa Leãozinho faz dele cardeal.

A nova ameaça é a aliança entre a hierarquia da Igreja Católica (o clero) e a Esquerda radical, iniciada pelo papa Chico e normalizada agora pelo Leãozinho.

O último papa foi Bento XVI. As duas personagens que se lhe seguiram não representam a Igreja Católica: não são hereges; são apóstatas.

A angústia da Igreja Católica progressista e apóstata, perante a miséria das multidões, obscurece a sua consciência de Deus.

Disse Jesus Cristo aos seus apóstolos:

“Sereis expulsos das sinagogas; há-de chegar mesmo a hora em que quem vos matar pensará estar a prestar um serviço a Deus! E farão isto por não terem conhecido o Pai nem a mim.”

S. João, 16, 2-3

O católico medieval sentia a transcendência como um atributo do objecto que é perceptível ao sujeito; no catolicismo apóstata da Igreja Católica do papa Leãozinho e do Bloco de Esquerda, não só a transcendência é um conceito absurdo, como dizer-se “cristão” é uma forma de indicar que não se luta contra o Cristianismo a partir de fora, mas sim a partir de dentro das estruturas e hierarquias institucionais cristãs (à boa maneira de Gramsci).

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Donald Trump foi eleito duas vezes exactamente por causa desta Esquerda radical — desde Barack Obama até Joe Biden — acolitada pela Igreja Católica do Chiquinho.

Donald Trump tirou partido do voto popular contra a Esquerda da Ideologia de Género e do marxismo cultural , para se enriquecer, a si e à sua família, mas também para encher os bolsos dos seus acólitos mais próximos.

Donald Trump está a roubar o seu país.

Donald Trump é o presidente mais corrupto da História dos Estados Unidos, e transformou o seu país em uma república das bananas — tudo isto graças ao voto popular contra uma Esquerda radical anti-científica e intelectualmente corrupta, que recusa e nega as categorias lógicas da realidade.

A Esquerda radical não está isenta de culpa na eleição de Donald Trump.

Mais uma “polémica artificial” para o Zé Mané Pureza

mariana mortagua cornos web

Quando o deputado único do Bloco de Esquerda falar no paralamento, aconselho aos deputados do CHEGA seguirem o exemplo do Mister Bean — porque, segundo a Mariana Mortágua e o Zé Mané, não se trata de um insulto: é apenas uma forma inócua de expressão.

mr bean middle finger web

Mariana Mortágua requiescat in pace

Em espasmos de ressentimento narcísico patológico, a Esquerda radical inventa os males que denuncia para depois justificar o bem que proclama.

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A Esquerda radical não se preocupa com os pobres: preocupa-se exclusivamente com os ricos.

Dizem-se “democratas”, mas quando a democracia os assusta, os esquerdistas usam e abusam do vocábulo “populismo”. São “democratas”, mas não muito.

O esquerdista, na sua obsessiva busca pela igualdade, aplica o mesmo estalão à humanidade inteira, para poder cortar aquilo que a transcende: a cabeça. A decapitação é o rito central da missa esquerdista.

O totalitarismo é a realidade empírica da “Vontade Geral” de Rousseau que foi um dos precursores do Romantismo que caracteriza a Esquerda pós-moderna. Segundo a “Vontade Geral” de Rousseau, a função do tirano é a de libertar cada cidadão da tirania do seu vizinho.

Ao contrário do que disse (ou escreveu) o Sérgio Sousa Pinto (Partido Socialista), a Esquerda actual (pós-moderna ou pós-estruturalista) não provém do Iluminismo, mas antes deriva directamente do Romantismo do fim do século XVIII (Rousseau, os jacobinos, etc.) e princípio do século XIX.

A Esquerda pós-moderna sonega o Iluminismo, por um lado, e por outro lado adopta claramente o cientismo positivista — sendo que o Positivismo é Romantismo das ciências.

O Lumpemproletariado é a nova classe revolucionária

cigano dscurso de odio web

O Partido Socialista, o Bloco de Esquerda, o LIVRE e o Partido Comunista, ao contrário do que defendeu Karl Marx, consideram que o Lumpemproletariado é a nova classe revolucionária.

Esta é uma das razões por que a Esquerda escancarara as fronteiras à imigração ilegal: trata-se da importação em massa de um novo Lumpemproletariado “revolucionário” que mata polícias e reclama direitos excepcionais ao Estado.

¿Com quem a Mariana Mortágua se deita na cama?

mariana mortagua e a toalha de mesa web

Eis um comentário na página da petição “ao Estado de Israel o favor de NÃO DEVOLVER a Mariana Mortágua porque já não a podemos aturar”, assinado pela peticionante Irene Cabral:

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Eis a verdade:

E afinal quem é que organiza e paga a frotilha para Gaza? Um operacional terrorista – Zaher Birawi.

Nascido em 1961 na Cisjordânia, é um ‘activista’ e ‘jornalista’ palestiniano radicado em Inglaterra na década de 1990, para onde se mudou inicialmente para estudar. Trabalhou brevemente em 1996 na Universidade Islâmica da Cidade de Gaza, uma instituição controlada pelo Hamas. Está identificado como agente do Hamas na Europa desde pelo menos 2013 e tem enfrentado repetidas acusações de ligações a grupos terroristas.

Birawi é o presidente do International Committee for Breaking the Siege of Gaza que organiza e paga comboios e frotilhas de ajuda humanitária. Organizou a frotilha Mavi Marmara em 2010, os comboios “Lifeline” do Viva Palestina (incluindo um em 2010 que entrou em Gaza e foi recebido por líderes do Hamas) e a “Marcha Global para Jerusalém” de 2012. Também apresentou programas na Al-Hiwar TV, um canal de língua árabe em Londres afiliado à Irmandade Muçulmana que promove narrativas do Hamas e colabora com a Al-Aqsa TV, também da organização terrorista.

Nos últimos anos, Birawi foi membro fundador e coordenador da Freedom Flotilla Coalition, organizando várias tentativas para alcançar Gaza incluindo este ano a frotilha interceptada pelas forças israelitas que incluía activistas como Greta Thunberg.

Birawi ocupou cargos de liderança em diversas organizações sediadas no Reino Unido, como dirigente sénior na Muslim Association of Britain (MAB), administrador da Educational Aid for Palestine (EAP) e director do Palestinian Return Center (PRC).

As afiliações de Birawi com o Hamas e a Irmandade Muçulmana estão bem documentadas por fontes israelitas, britânicas e internacionais, embora mantenha uma negação plausível para evitar repercussões legais na Grã-Bretanha. O EAP está ligado à Union of Good, uma organização guarda-chuva acusada de canalizar fundos para o Hamas. O MAB, que Birawi ajuda a liderar, é presidido por Muhammad Sawalha, antigo comandante militar do Hamas.

Em 2023, no parlamento do Reino Unido rotularam-no como “agente sénior do Hamas” e “risco para a segurança nacional”, citando as suas funções em organizações de protesto e instituições de caridade.

Reportagens dos meios de comunicação social, incluindo o The Telegraph e o The Jerusalem Post, mencionam as suas fotos com o líder do Hamas, Ismail Haniyeh, o apoio anterior a atentados suicidas e o envolvimento em redes de apoio ao Hamas. Foi acusado de se coordenar com Majed Al-Zeer, um terrorista global designado pelos EUA ligado à RPC. O financiamento das suas actividades, incluindo as frotilhas, tem sido ligado ao Qatar, um conhecido apoiante da Irmandade Muçulmana e do Hamas.

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A Mariana Mortágua vê o mundo ao contrário

A bandeira de Portugal tem os sete castelos e as cinco quinas.

A islamofilia e a estaurofobia da Mariana Mortágua impedem que ela empunhe a bandeira portuguesa porque esta causa-lhe repugnância. Para a Mariana Mortágua, a bandeira nacional portuguesa é nojenta.

mariana mortagua e a bandeira da palestina web

Porém, para a Mariana Mortágua, a bandeira de um Estado falhado, anti-semita e terrorista, como é a Palestina, já tem o seu amor. A Mariana Mortágua tem amor pelo feio: tudo o que é esteticamente defeituoso merece-lhe respeito, e até devoção.

Dêmos todos graças a Deus por a Mariana Mortágua ser lésbica e não procriar, porque de outro modo a sociedade corria o risco de ter uma segunda edição da Aurora Rodríguez que educou a sua filha para ser a revolucionária perfeita, mas quando a filha se rebelou contra a mãe, esta assassinou-a. A Mariana Mortágua tem o perfil psicológico de uma psicótica infanticida.

A mundividência da Mariana Mortágua é invertida — aliás, em linha com a visão invertida do moderno liberal que nunca percebe que os horrores que o espantam são o lado do avesso das falácias que admira.

A Mariana Mortágua é a manifestação epifenomenológica de uma sociedade profundamente doente.

O actor Javier Bardem embarcou na “flotilha” anti-semita da Mariana Mortágua

Vemos aqui em baixo uma fotografia do prestigiado hospital judeu Cedars-Sinai, em Los Angeles, considerado como o segundo melhor hospital da Califórnia, onde nasceu o filho primogénito do Javier Bardem.

Tal como o Rui Tavares que diz que é a favor da exclusividade da escola pública mas tem os filhos em escola privada.

A hipocrisia da extrema-esquerda.

hospital-cedars-sinai web

Clara Pinto Correia e o apoio a Mariana Mortágua

Caiu a máscara. A Clarinha é fã de Mariana Mortágua. O que me surpreende é que o Página Um se disponha a “revolucionarices” desta índole.

O problema não está na crítica a Israel, que a Clarinha faz com afã; tudo é susceptível de ser criticado, incluindo Israel e a Mariana Mortágua.

O problema está na defesa das motivações políticas e ideológicas da Mariana Mortágua e do Bloco de Esquerda. A Clarinha assume as dores da extrema-esquerda. Caiu-lhe a máscara. Que vá morrer longe; que vá para Gaza.

O inimigo do comunismo não é o capitalismo: é o Cristianismo

O Judaísmo (religião) representa (símbolo) a génese do Cristianismo, entendido, este último, como religião e cultura.

O Cristianismo surgiu em ambiente cultural judaico; e a ponto de os discípulos de Jesus Cristo se considerarem a si próprios partes de uma vergôntea do Judaísmo. A ideia de Cristianismo como religião independente do Judaísmo só se afirmou e fundamentou com a Patrística, já no segundo século depois de Jesus.

ana colau & Mariana Mortagua web

Quando a Esquerda ataca os judeus (por exemplo, quando o Bloco de Esquerda e a Mariana Mortágua defendem abertamente o terrorismo do Hamas), pretende atacar a génese do Cristianismo.

A Esquerda, aqui, é “radical”, no sentido em que pretende ir às “raízes” do “problema cristão”. Por outro lado, na sua sanha contra o “problema cristão”, a Esquerda alia-se (escandalosamente) ao inimigo fidagal, civilizacional e histórico do Judaísmo e do Cristianismo: o Islamismo.

Quando me dizem que “há uma Direita que alinha com a Esquerda no ataque aos judeus”, eu respondo que “com a verdade me enganas”. Quando uma certa dita “direita” alinha com a Esquerda em aspectos civilizacionais e culturais, estamos em presença de uma deriva de esquerda, e não de uma Direita propriamente dita.

Nenhuma Direita digna desse nome faz o jogo anti-civilização próprio da Esquerda.

Isto não significa que tudo o que Israel faz é correcto, e que os judeus são perfeitos (ver: Grupo dos Trezentos); significa que a alternativa a Israel (enquanto génese civilizacional) é muito pior, totalitária e tenebrosa até, e está fora de questão.

Quando, em princípios do século XX, teóricos marxistas (por exemplo, Lukács ou Gramsci, Escola de Frankfurt e o marxismo cultural) chegaram à conclusão de que o grande inimigo da expansão do comunismo na Europa era o Cristianismo, abriu-se uma “época de caça” ao Judaísmo e ao Cristianismo que dura até hoje. O bastião do Cristianismo (enquanto religião) e o seu último reduto deslocou-se da Europa para os Estados Unidos, e é neste contexto que o cristão Charles Kirk foi assassinado.

Na Europa, até o Vaticano já foi neutralizado pela tripla aliança constituída pelo marxismo / maçonaria irregular / Islamismo.

Em Inglaterra, a igreja anglicana é uma palhaçada em que os edifícios das igrejas cristãs são cedidas aos imigrantes muçulmanos locais para as cinco rezas diárias do Islão — no mesmo país onde o actual rei se diz apologético do Islamismo. Pior do que isto é impossível. A Inglaterra está a cair de podre, a começar pelas elites.

A Esquerda começou por ser “Rousseau” (Revolução Francesa, socialismo utópico do século XIX); depois passou a ser “Hegel” (Karl Marx, Mussolini e Hitler); actualmente, a Esquerda mudou de táctica: adoptou a imoralidade e o incesto (Nietzsche e o Islamismo).

Assistimos hoje ao fim da Esquerda. Charles Kirk foi um mártir.