


Quem quiser saber (de facto) o que se passa no mundo controlado pela plutocracia globalista (representada em Portugal pelo Pinto Balsemão e pelo Durão Barroso), e com o apoio tácito dos internacionalistas pós-trotskistas (por exemplo, Pacheco Pereira), deve deixar de confiar no FaceBook, no Twitter, no Instagram, e no YouTube; e em vez disso, deve passar a frequentar o Telegram, o GAB, o GETTR, e o Rumble.
Podemos ver aqui um vídeo (no Rumble) da autoria do Dr. Sucharit Bhakdi, um microbiólogo e professor da universidade de Mainz, na Alemanha:
“In this 10-minute video, Dr. Sucharit Bhakdi discusses the fundamental reason for the current wave of “breakthrough infections:” the failure of the COVID vaccines had to be expected, because fundamental principles of immunology were ignored in their design.
The first mistake was to focus on antibodies rather than cellular immunity (cytotoxic T-lymphocytes) in assessing vaccine efficacy, even though cellular immunity is far more important to antiviral immunity than are antibodies.
The second mistake was to neglect the functional distinction between the two major categories of antibodies, which the body produces in order to protect itself from pathogenic microbes:
1. The first category (secretory IgA) is produced by immune cells (lymphocytes) that are located directly underneath the mucous membranes that line the respiratory and intestinal tract. The antibodies produced by these lymphocytes are ejected through and to the surface of the linings. These antibodies are thus on site to meet air-borne viruses and they may be able to prevent viral binding and infection of the cells.
2. The second category of antibodies (IgG and circulating IgA) occur in the bloodstream. These antibodies protect the internal organs of the body from infectious agents that try to spread via the bloodstream.
“Não tomei a vacina mas já me arrependi. Lutem por mim”: a história de Catarina Costa, negacionista que esteve 13 dias em coma com Covid-19
Lembra o tempo em que três pessoas juntas na rua eram, por lei, consideradas como um “ajuntamento perigoso”.
Porém, a maioria do povo já perdeu a memória — o que dá muito jeito aos ideólogos da nova ditadura (como por exemplo, o José Pacheco Pereira) e aos aprendizes de Kapo (como é o caso do Kosta).

Mas o regime que produziu o Kosta vai mais longe: confia em uma amnésia colectiva, com a aposta na importação massiva de uma população alienígena, com uma cultura diferente — através da promoção agressiva do aborto entre a população autóctone, por um lado, e, por outro lado, mediante a tentativa de escancarar as fronteiras para a entrada de uma população alegadamente “substitutiva” e com uma cultura diferenciada.

Imaginem que alguém diz:
“O Cristiano Ronaldo usa combustíveis da marca SHELL nos seus carros, e por isso essa marca de combustíveis é a melhor do mundo”.
Temos aqui um exemplo do Argumento Ad Verecundiam ou falácia da autoridade.
O que é mais grave, nisto tudo, é o facto das elites ditas “intelectuais” (por exemplo, o José Pacheco Pereira, ou os jornaleiros nos me®dia) fazerem passar a ideia de que é perfeitamente normal que um matemático se pronuncie sobre epidemiologia.
A minha opinião acerca do papel dos judeus, deste a Antiguidade Tardia até à actualidade, tem vindo a mudar: eu, que sempre fui contra o anti-semitismo, começo agora a dar alguma razão aos anti-semitas.
Temos aqui um rabi da comunidade judaica de Brooklyn (Nova Iorque), de seu nome Yosef Braun, que diz que, segundo a Torá (ou Torah), o cidadão deve aceitar — cegamente, sem qualquer tipo de discussão — a opinião maioritária dos médicos acerca dos actos médicos.
«“Our Torah is very clear – that medical questions are to be determined by doctors. You are not the barometer of truth. This principle that people should debate whether we should vaccinate or not vaccinate, and everybody has an opinion on the matter, is anathema to Torah.
“You are not entitled to your opinion when it comes to medical matters!»
Este rabi, parafraseando a Torá (a mesma Torá que adopta o conceito depreciativo de “Goy” para quem não é judeu), acaba de justificar as experiências médicas efectuadas e sancionadas maioritariamente pela comunidade médica nazi sobre a população judaica.

Os judeus rabínicos, os seguidores da Torá, são os actuais Sonderkommandos.
“Dizer-se que uma determinada matéria está “politizada” é uma frase que, na esmagadora maioria dos casos, é inútil. Todas as matérias que dizem respeito à polis, à sociedade humana, aos homens e às mulheres, colectivamente ou em grupo, são naturalmente políticas.”
→ José Pacheco Pereira — “A política dos negacionistas e anti-vacinas”
A ideia de que “tudo é, naturalmente, política” (toda a Realidade pertence à política — incluindo as religiões e o conceito de “universo”, na esteira da tradição ideológica de Feuerbach e Karl Marx) é originalmente marxista, mais tarde cooptada por um certo liberalismo radical (adoptado em Portugal pelo IL – Iniciativa Liberal, na esteira ideológica de Ayn Rand, Nozick, et all) ) de uma determinada ideologia de mercado muito actual e em voga, que viu na ideia marxista de “ausência do tempo privado” do cidadão uma forma de expandir ad infinitum a ideia de “mercado”: quem vive hoje e em geral, ou não tem uma noção adequada de “privacidade”, ou não se preocupa com ela.
Para Karl Marx, mesmo quando o cidadão (no suposto e ideológico conceito dos “tempos finais da revolução”) se dedicava a actividades pessoais gratificantes e lúdicas (ou seja, o paraíso na Terra), o tempo “privado” desse cidadão seria também político (ou público). Esta abolição marxista do tempo privado foi iniciada por Engels, nomeadamente através do seu (dele) conceito de “família” que era exactamente a antítese do conceito da família ateniense. O marxismo é a negação da civilização.
Ou, como escreveu Fernando Pessoa:
“O marxismo não é uma doutrina porque é uma anti-doutrina, ou uma contra-doutrina. Tudo quanto o Homem tem conquistado, até hoje, de espiritualidade moral e mental — isto é, de civilização e de cultura — tudo isso o marxismo inverte para formar a doutrina que não tem.”
Se o monhé e o anão mandão tiverem maioria absoluta no parlamento (bloco central) depois das próximas eleições, vamos ter um exacerbar do autoritarismo em Portugal, que se irá traduzir em repressão política e restrição da liberdade sobre a parte do povo que não se “vacinou”.

Depois das eleições, vamos ter decretos-lei arbitrários e inconstitucionais apoiados por ditos “constitucionalistas” como, por exemplo, Isabel Moreira. E vamos ter um Tribunal Constitucional vendido ao regime (Totalitarismo de Veludo).
Uma das primeiras medidas do monhé será a de impedir que os cidadãos Geneticamente Inalterados (não-vacinados) possam comprar alimentos, proibindo-lhes a entrada nos supermercados — para além da actual proibição em vigor de entrada nos restaurantes. Ademais, os cidadãos Geneticamente Inalterados (não-vacinados) serão impedidos (pelo monhé) de entrar nos transportes públicos, em repartições e serviços públicos (por exemplo, nas Lojas do Cidadão).
Eu estou convencido que o monhé irá seguir o exemplo da Austrália e criar campos de concentração para as pessoas Geneticamente Inalteradas (não-vacinadas): se há coisa que o monhé gosta, é de dar porrada no branco. 
Por isso é que a saída da Lucinda Ribeiro do partido CHEGA, por um lado, e uma determinada permissividade do André Ventura em relação ao autoritarismo covideiro do monhé e do anão mandão, por outro lado, me preocupam. Fico com a ideia de que o CHEGA irá ajudar à festa autoritarista do monhé. Alguma coisa me diz que o pedófilo-mor do paralamento ainda irá tecer loas ao André Ventura.