Diferença entre “fim-de-semana” e “final da semana”

“Fim-de-semana” (com dois hífens) é um substantivo, ao passo que “final da semana” (em brasileiro) ou “fim da semana” (em português) é um advérbio de tempo.

final da semana web

Contudo, no Brasil o advérbio “final da semana” também é utilizado como substantivo — existe, no idioma brasileiro, uma justaposição dos dois conceitos.

Não vou aqui comentar a razão por que isto acontece no Brasil. Deixo isso à imaginação dos leitores.

Em Portugal, o advérbiofim da semana” é indefinido por natureza, porque pode referir-se a uma Quinta-feira, ou Sexta-feira ou ao Sábado — e não ao Domingo que, na tradição portuguesa, é o primeiro dia da semana (seguinte): porque isso é que existe a Segunda-feira como segundo dia da semana.

Em bom português, o jornaleiro do semanário Espesso deveria ter escrito:

Frotilha por Gaza: portuguesas detidas por Israel não deverão chegar a Portugal antes do fim da semana.”

Note-se que se deve escrever “frotilha”, e não “flotilha” que é um espanholismo; mas eu também aceitaria que se escrevesse “fodilha”, na medida em que os portugueses estão a ser f*d*dos pela Esquerda radical.

Utilizar (em Portugal) o termo “final da semana” como advérbio  (em lugar de “fim da semana”) é um brasileirismo.

A “elite” portuguesa está a tentar impôr coercivamente ao povo português o idioma brasileiro. Com todo o respeito pelo Brasil, penso que os portugueses devem resistir a esta adulteração linguística sistemática veiculada pelos me®dia.

António Capinha, jornalista de esgoto

“Se algum significado pode haver naquele beijo do deputado do Chega, Filipe Melo, a Isabel Moreira é a morte anunciada de qualquer sentido ético no exercício da função de deputado. E afinal, para que é que lhe pagamos?”

O Capinha

o capinha webPensei que o Capinha, ao atacar o deputado Filipe Melo, também incluísse no texto (dele) um ataque deontológico análogo ao lacaio Hugo Soares que, em plena assembleia, ameaçou de “porrada” o deputado Pedro Frazão. Mas enganei-me.

O Capinha meteu o lacaio Hugo Soares debaixo da capa; escondeu-o.

O Capinha só tem olhos para o CHEGA; é politicamente vesgo e pensa que o povo é cegueta. Vamos ter que promover o desemprego destes jornalistas de esgoto. Deixemo-nos de consumir jornalixo.

Isabel Moreira e a ditadura do Direito Positivo

Imagine, o leitor, que insignes constitucionalistas — por exemplo, Isabel Moreira, Vital Moreira, Jorge Miranda, Tiago Duarte, Pedro Bacelar de Vasconcelos, Marcelo Rebelo de Sousa, etc. — se reúnem para reformulação da Constituição portuguesa, e introduzem um novo artigo da Constituição que rezaria assim (mutatis mutandis):

“Devido à inconsistência cognitiva do povo português, deve o Estado monitorizar a informação veiculada pelos órgãos de comunicação social.”

Através da Constituição, ficaria assim definida e catalogada a burrice do povo português. O povo seria considerado “burro” por decreto de artigo constitucional. E todos os constitucionalistas estariam de acordo, e, sequitur, a classe política aplaudiria a nova norma.

¿O leitor acharia estranho? Eu não acho estranho. No Direito Positivo, tudo é possível. Eu ainda sou do tempo da disciplina — do 7º ano dos Liceos — de Organização Política e Administrativa da Nação.


O Direito Positivo é como uma folha Excel em branco em que uma elite de constitucionalistas de merda pode escrever as fórmulas legais e ilógicas que quiser.

De modo semelhante, os constitucionalistas da III república — por exemplo, Jorge Miranda — decretaram que o Estado deve ignorar a confissão religiosa da maioria do povo português, ou seja, o catolicismo que é a religião do povo desde a fundação da nacionalidade no século XII.

Meia dúzia de constitucionalistas (como a Isabel Moreira) não só ignoram os sentimentos religiosos da maioria do povo, como desprezam a História de Portugal.

É isto que temos: uma pequeníssima elite de Esquerda a cagar no povo.

Ao contrário do que a Isabel Moreira diz, o Estado português é “secular” (no sentido de “secularismo”), mas não é “laico” (no sentido de “laicismo”) como ela diz — até porque não existe o termo “Estado laico” na Constituição portuguesa.

Dizer, como diz a Isabel Moreira, que “Portugal é formalmente um Estado laico”, é falso: em vez disso, Portugal é um Estado secular; mas explicar à Isabel Moreira a diferença entre secularismo e laicismo é pura perda de tempo.

A Constituição (e o Direito Positivo) não pode ser objecto de pura opinião pessoal, e deve ter fundamentos metajurídicos de Direito Natural. 

Estamos entregues à bicharada. Estamos f*d*dos.

Interceção, intercessão e interseção: o absurdo do Acordo Ortográfico

Dantes, em vez de “interceção” (com o segundo “e” fechado) conforme o Aborto Ortográfico, escrevíamos “intercepção” que vem do verbo “interceptar” (e não do verbo “intercetar”, porque o segundo “e” é aberto). Eu leio literalmente e pronuncio “interceptar” com o “p”.

Já “intercessão” vem do verbo “interceder”, e portanto a grafia está correcta, sendo que o segundo “e” é fechado.

“Interseção” é uma corruptela acordita de “intersecção” que vem do verbo “interseccionar” — em que os dois “cc” abrem a vogal “e” imediatamente anterior.

A língua portuguesa está a ser destruída por intelectuais de merda.

O papa Leão XIV diz “um nascituro é uma espécie de assassino”

O papa Leão XIV diz que quem defende a pena-de-morte para um assassino, não tem legitimidade moral para criticar o aborto de um nascituro.

Ou seja, para o Leão, um assassino tem o mesmo valor ontológico de um nascituro: ele (o Leãozinho) é incapaz de diferenciar a pena-de-morte que retira a vida a um criminoso assassino, por um lado, e o aborto que assassina um ser inocente, por outro lado.

Eu também não concordo com a pena-de-morte, mas por outras razões. É um absurdo diabólico comparar a pena-de-morte de um assassino e o aborto de um nascituro.

A Igreja Católica já entrou no grau zero da filosofia, da ética e da teologia. Eu penso que a Igreja Católica já não tem salvação.

O putedo concentrado

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O putedo mostrou cartazes ligando Jair Bolsonaro ao assassinato da comunista lésbica Marielle, quando até o ditador esquerdista do Supremo Tribunal de Justiça brasileiro, Alexandre de Moraes, reconheceu que Bolsonaro não teve nada a ver com o crime.

Este putedo não tem o mínimo de escrúpulos; são putas de alto coturno.

O caça F-35 é um buraco financeiro e estratégico

f35 webA manutenção de 1 F-35 custa 3 vezes mais do que a manutenção de 1 F-16, e 5 vezes mais do que a manutenção de 1 Saab JAS 39 Gripen já com a nova propulsão da Rolls Royce.

Ademais, Donald Trump foi muito claro: os aliados europeus (com excepção do Reino Unido) não terão as actualizações normais e previstas do F-35 — ou seja, os europeus compram os F-35 mas ficarão com os modelos ultrapassados, sendo-lhes negada pelos Estados Unidos as principais actualizações do avião de caça.

Não nos podemos esquecer que os Estados Unidos, hoje, já não são um aliado da Europa: são adversários da Europa. A aproximação de Donald Trump ao Reino Unido serve também para dividir os aliados europeus. Quem não vê isto, é cegueta.

Infelizmente temos nas Forças Armadas em Portugal uma casta de generais ceguinhos de todo, como podemos ver pelo general Agostinho Costa.

Os novos radares desenvolvidos na União Europeia (na Suécia e na Alemanha, para além da Turquia) já detectam o F-35; por isso é que os Estados Unidos estão a desenvolver um novo avião, o F-47. O F-35 já se torna demasiado caro para o efeito que diz trazer. Para além de ser um buraco financeiro, o F-35 já é um buraco estratégico porque não cumpre o efeito de camuflagem de que vem rotulado.

Na Europa, temos três caças de fabrico europeu: o Eurofighter Typhoon, o Rafale, e o Saab JAS 39 Gripen. Seria conveniente que o ministro Nuno Melo não se deixasse levar pelos generais mentecaptos que temos, e afastasse definitivamente a compra dos F-35.

O Partido Socialista de Isabel Moreira é um partido radical de Esquerda

Marcos Perestrello — e outras figuras moderadas do Partido Socialista, como por exemplo António José Seguro ou Sérgio Sousa Pinto — já “toparam” que gente como Isabel Moreira atrasa o Partido Socialista, ou seja, é altamente improvável que o Partido Socialista volte a ser governo com protagonistas de relevo como Isabel Moreira, Ascenso Simões, Ana Gomes, Pedro Delgado Alves, Alexandra Leitão ou Pedro Nuno Santos. O próprio Brilhante Dias subiu a pulso no partido no tempo da Geringonça.

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Os socialistas moderados — que se situam no grupo dos “liberais de Esquerda” segundo a nomenclatura anglo-saxónica — têm (ou tinham) duas vertentes práticas (práxis) essenciais: 1/ a protecção especial das pessoas vulneráveis, e 2/ a promoção da igualdade social.

O actual Partido Socialista já não é “liberal de Esquerda”: em vez disso, é um partido radical de Esquerda que se identifica, por exemplo, com o Bloco de Esquerda e com o LIVRE — deixando ao PSD a janela política para ocupar o espaço do socialismo liberal.

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Um exemplo de uma pessoa “liberal de Esquerda” é a autora inglesa J. K. Rowling que se opõe à Ideologia de Género para proteger as crianças e assegurar às mulheres os seus espaços privados.

Ademais, na sua qualidade de “liberal de Esquerda”, J. K. Rowling opõe-se também ao chamado “suicídio assistido”, por se preocupar com os riscos de coerção, por um lado, e por outro lado por causa da mensagem que a lei da eutanásia faz passar às pessoas mais vulneráveis.

O actual Partido Socialista é a antítese das posições éticas e políticas da liberal de Esquerda J. K. Rowling; o actual PS é o partido da Isabel Moreira: é um partido radical, ao nível do Bloco de Esquerda ou do LIVRE.

Demagogia elitista

“O ressentimento social que alimentou o Bloco e o PC e que actualmente alimenta o Livre e o Chega é um problema sério para quem quer que seja que governe.”

Henrique Pereira dos Santos

Quando alguém compara o Partido Comunista ou/e o Bloco de Esquerda, por um lado, e o CHEGA, por outro lado, e no que diz respeito ao “ressentimento social”, ou é estúpido ou demagogo. No caso do Henrique Pereira dos Santos, quero acreditar que seja demagogo.

O ressentimento social, ou é baseado na realidade concreta, ou é baseado na utopia.

O Henrique Pereira dos Santos, que não parece ser estúpido, mete tudo no mesmo saco.

Por exemplo, o combate à corrupção generalizada — defendido pelo CHEGA — é uma forma de manifestação de um ressentimento social racional baseado na política factível; já a construção de um paraíso na terra baseia-se em uma utopia que se alimenta de um ressentimento social irracional.

Ora, o Henrique Pereira dos Santos, que não parece ser estúpido, confunde os dois tipos de ressentimento social — e por uma razão claríssima: ele é capaz de se fazer de estúpido para assim poder defender a validade política da demagogia elitista e corrupta vigente.