A Esquerda e a cultura da morte

A personificação descomplexada e aberta do Mal, característica da Esquerda, induz-nos o conceito milenarista de “Fim dos Tempos”.

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Não é possível qualquer diálogo com a Esquerda — que inclui os “liberais” do IL (Iniciativa Liberal).

Não é possível dialogar com o irracional.

Eu continuo um crítico desta União Europeia

Quem lê este blogue sabe que eu sou contra o federalismo europeísta defendido pela grande maioria dos políticos portugueses — uns de uma forma aberta, como por exemplo, Paulo Rangel; e outros de uma forma dissimulada e hipócrita, como Marcelo Rebelo de Sousa. A política portuguesa está controlada pela maçonaria irregular (de origem francesa), que impõe à política o federalismo europeísta que exige a construção de um leviatão à imagem da China (sinificação).

A principal razão por que sou contra o federalismo europeísta é a de que este obedece a uma lógica globalista (não confundir “globalismo” com “globalização”). Este globalismo faz a síntese entre o conceito trotskista de “internacionalismo”, por um lado, e por outro lado, o conceito de “capital global”: existe uma síntese política entre a chamada “esquerda marxista” (no sentido de Trotski) e a “direita capitalista-burguesa globalista” (no sentido de George Soros, ou Bill Gates).


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Podemos definir “burguesia” como todo o conjunto de indivíduos insatisfeitos com o que têm e muito felizes com o que são: neste sentido, a burguesia é mais um “ethos” de um tipo de sociedade que surgiu da revolução industrial, e menos uma classe social estanque e definível.

É neste sentido que muitos políticos actuais (por exemplo, Assunção Cristas, ou Teresa Caeiro) dizem que “já não existe esquerda e direita”.

A União Europeia do Euro só terá a minha simpatia quando promover a primazia da indústria autóctone europeia.

O “esquerdista” [por exemplo, o militante do Bloco de Esquerda ou do Partido Socialista] é alguém que repudiou as virtudes da “burguesia progressista” [por exemplo, o militante do IL (Iniciativa Liberal)] sem repudiar os seus vícios; hoje, a dicotomia política não é tanto entre a burguesia e o proletariado [como era no século XIX e início do século XX], mas entre quem paga impostos, por um lado, e a classe que vive à custa deles, por outro lado.

O marxismo foi a última ideologia honesta produzida pelo optimismo burguês.

Voltemos à “vaca fria”: a plutocracia globalista é controlada por aquilo a que Fernando Pessoa chamou de Grupo dos Trezentos. A União Europeia, ao serviço do Grupo dos Trezentos e depois da implementação do Euro, destruiu o tecido industrial dos países do sul da Europa — nomeadamente, Portugal e Grécia (por exemplo, o fim do Acordo Multifibras desindustrializou Portugal).

A destruição de grande parte do seu tecido industrial foi o preço que Portugal pagou para entrar na zona Euro.

Grande parte da produção industrial portuguesa foi transferida para países de fora da Europa — por exemplo, China, Indonésia, Marrocos, etc..

Desde a entrada de Portugal no Euro (2000) — e com a deslocalização da produção portuguesa para países terceiros, que conduziu a um aumento da pobreza real do país —, a classe política portuguesa tentou sempre a quadratura do círculo: por um lado, pretendia que a sociedade (incluindo o Estado) gastasse mais do que podia (défices sistémicos e aumento da dívida, por exemplo, nos países do sul da Europa), e, por outro lado, pretendia manter a inflação baixa (uma exigência da Alemanha de Angela Merkel).

Para conseguir isto, o BCE [Banco Central Europeu] entrou em “Quantitative Easing” e na compra das dívidas nacionais, por um lado, e por outro lado, os países da zona Euro passaram a comprar “tudo feito” e muito barato na China — e os produtos consumíveis mantinham-se baratos, enquanto que os valores dos activos (por exemplo, imobiliário) subiam de uma forma desproporcionada em relação aos seus valores reais.

Este fenómeno europeu (“Quantitative Easing” + desindustrialização dos países + bolha imobiliária) entrou também na lógica do aumento da despesa do Estado — e, neste sentido, há aqui uma aliança entre George Soros e Bill Gates, por um lado, e Catarina Martins e António Costa, por outro lado: são as grandes empresas multinacionais e as burocracias estatais que beneficiam das políticas federalistas da União Europeia, e são as pequenas e médias empresas dos pequenos países (por exemplo, Portugal) que vão sendo destruídas por esta União Europeia do leviatão.

A União Europeia do Euro só terá a minha simpatia quando promover a primazia da indústria autóctone europeia.

É tempo de os católicos compreenderem que o Anselmo Borges não representa o catolicismo

Em uma semana em que se celebrou o dia de Corpo de Deus, e em que o Cardeal Patriarca de Lisboa se manifestou publica- e veementemente contra a eutanásia — a coluna semanal do Anselmo Borges no Diário de Notícias aborda uma hipotética demissão do papa Chico.

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Imaginem se existisse um “Troféu Raça Branca” …

“O Troféu Raça Negra é um prémio brasileiro que é entregue exclusivamente a indivíduos negros, e a grupos que contribuíram ou exibiram avanços para os afro-brasileiros”.

Wikipédia

Agora, imaginem que alguém se lembrava de criar ou instituir um “Troféu Raça Branca”… seria o fim do mundo em cuecas…!, porque os negros são considerados uma raça superior e por isso têm direito a troféus que as outras raças não têm.

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Para que toda a gente saiba o que é a Isabel Moreira

Temos aqui, em uma frase, a noção do que é a Isabel Moreira :

“O Governo define a política de saúde, não gere hospitais”

isabel moreira gere hospitais web

isabel-moreira-85210-webOu seja, segundo Isabel Moreira, a culpa do que se está a passar no Serviço Nacional de Saúde é dos gestores dos hospitais. Isabel Moreira é isto, sem tirar nem pôr; por isso é que o monhé a alcandorou a funções de “ideóloga” do Partido Socialista.

Seria como se um CEO de uma empresa dissesse o seguinte (isto é uma analogia!):

“Eu defino as políticas de gestão da empresa, mas não faço a gestão dos departamentos da empresa”.

Ou seja, alegadamente, o CEO não seria responsável pela rebaldaria que ocorre nos departamentos da empresa que ele próprio gere.

Os programas políticos actuais são ideologias próprias de uma mentalidade (de tipo Isabel Moreira)  que atribui a culpa, dos problemas que a angustiam, às “estruturas sociais” que ela detesta, para ocultar que são o produto do desenvolvimento técnico “progressista” e anti-natural que ela admira.

isabel moreira invejosa

A chico-espertice saloia da Isabel Moreira — moldada por uma cultura nacional que caracteriza um tipo de formação jurídica truculenta e espertalhona — levou a tentativa de prestidigitação política a um nível nunca visto em Portugal.

Provavelmente, em outras épocas — por exemplo, durante o Estado Novo — abundaram as porcarias ideológicas tanto quanto abundam na nossa época; porém, em nenhuma época pretérita, a merda retórica (de tipo Isabel Moreira) mereceu os discursos que a justificam, e granjeavam semelhante popularidade.

José Sócrates deve olhar para Isabel Moreira como um modelo a seguir.

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Filhos-de-puta ao quadrado

Aqui fala-se na dívida pública portuguesa; aqui defende-se o aumento do défice:

BE e PCP têm de dizer na AR e nos media que aumentar a despesa pública (estrategicamente orientada) significa aumentar a procura na economia, o que tem um efeito multiplicador sobre o produto, cria emprego, faz aumentar a receita dos impostos e reduz a despesa com apoios sociais (subsídio de desemprego, etc.). Ou seja, numa economia com capacidade produtiva subutilizada, mais despesa pública melhora o défice e a dívida (d=% do Produto), bem ao contrário do que nos dizem na televisão.”

A ideia segundo a qual “o aumento do défice orçamental, por via do aumento da despesa pública, é positivo para a economia”, só pode vir de filhos-de-puta — porque ninguém, no seu bom juízo, pode defender esta tese. São mesmo filhos-de-puta!, os da geringonça que têm governado Portugal.

O maior problema português não é a dívida; o maior problema é o défice.

Por outro lado, a ideia segundo a qual “aumentar os impostos, ao ponto de estrangular a economia, permitirá aumentar a despesa pública sem aumentar o défice” — só pode vir de uma filha-da-putice elevada à segunda potência.

Com uma economia moribunda, de nada vale aumentar a despesa pública. Grandes filhos-de-puta!

Vai ser necessário limitar drasticamente a inimputabilidade dos juízes

tribunal de evora webO número 1 do artigo 171 do Código Penal não define “acto sexual de relevo”; e por isso caberia aos juízes desembargadores Ana Bacelar (tristemente conhecida), Renato Barroso e Gilberto Cunha terem uma noção do que significa “acto sexual de relevo” — uma vez que, no ponto 2 do mesmo artigo, a gravidade do “acto sexual de relevo” é incrementada especificamente para o caso de coito; mas tudo indica que essa noção (de “acto sexual de relevo”) já não existe consensualmente, entre as classes dirigentes em Portugal.

Para os juízes desembargadores do Tribunal da Relação de Évora, passar as mãos pela vagina de uma menina já não é “acto sexual de relevo”.


A próxima guerra cultural “fracturante”, liderada pelo Partido Socialista e pelo Bloco de Esquerda, apoiada pelo sistema judiciário e pela maçonaria, será a legalização da pedofilia.

A leitura transviada e enviesada do artigo 171 do Código Penal, por parte de juízes desembargadores de um Tribunal Superior, indicia claramente a intenção política de mitigar a gravidade jurídica dos actos pedófilos através de reduções sistemáticas de pena, em uma primeira fase — para depois colocar a pedofilia em um limbo jurídico que leve à sua legalização através da “evolução da opinião pública” (Janela de Overton).

Vamos acabar com esta coisa de os juízes serem inimputáveis. Em uma sociedade sã, os três juízes implicados naquela decisão seriam politicamente afastados de futuras decisões judiciais de relevo.

O Estado do Vaticano está em falência financeira

O Chico conseguiu arrebentar com o Vaticano. É obra! O Frei Bento Domingues exulta; o Anselmo Borges dá loas: finalmente, o Estado do Vaticano está em vias de falir…!

O clero progressista não poderia estar mais feliz: consideram uma bênção que o clero católico deixe de existir. Trata-se de um clero que odeia o clero; ou seja, odeia-se a si próprio.

Está tudo dentro do plano traçado pelo Chico e seus sequazes. Como diz o Cardeal Pell, o Estado do Vaticano está entregue a um liquidatário: o Chico — que, com a falência do Vaticano, pretende acabar com a independência ideológica e política da Santa Sé que deixará de existir com este nome.

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