Lula da Silva é um espertalhão

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Brasil envia módulo de veículo sub-orbital experimental à Alemanha em teste que prepara o país para o espaço. Simultaneamente, o Lula critica a União Europeia por apoiar a independência da Ucrânia contra a invasão da Rússia.

Quando é para criticar o Ocidente (Estados Unidos e União Europeia), o Lula da Silva está na primeira fila e apoia os BRIC’s contra o Ocidente; mas quando é para pedir apoio tecnológico, o Lula já não conhece a China nem a Rússia: prefere pedir apoio a um país da União Europeia.

Carlos Moedas, uma espécie de Macron

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A fortuna de Dino d’Santiago: em cinco anos, Estado dá-lhe 1,6 milhões de euros para ‘empoderamento social’

A aliança entre o machismo de Esquerda e o Islão

“A mulher tem vindo crescentemente a ser sacrificada no altar da aliança entre os homens de Esquerda e os Imãs (muçulmanos) do país.”

Anna Loufti, a propósito de um evento público em Londres em que as mulheres foram proibidas de participar


E depois vem o Rui Tavares (Livre) dizer (no parlamento) que “o André Ventura é islamófobo” por este querer proibir a Burka no espaço público.

A heterodoxia brasileira

No mundo anglo-saxónico, Al Pacino actuou na série cinematográfica “The Godfather”.

Em Portugal, traduzimos “The Godfather” para “O Padrinho” — que é a tradução literal.

No Brasil, resolveram chamar a essa série de filmes “O Poderoso Chefão”.

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O exercício retórico narcisista do Gabriel Mithá Ribeiro

O ego de Gabriel Mithá Ribeiro é do tamanho do universo; e depois critica o narcisismo dos outros. Senão vejamos a abertura do texto dele (aqui, em PDF):

“A evidência transitou de latente a cristalina quando a causa nobre pela qual me bato há mais de vinte anos, a reforma do ensino, a que sobrava da minha missão de deputado, também foi atingida pela cultura de cancelamento com o anúncio do governo sombra. Foi a derradeira oportunidade que poderia conceder ao predador psicológico André Ventura de anular a minha existência.

Renunciei de imediato ao mandato na Assembleia da República e desvinculei-me do Chega, pois não toleraria a mim mesmo arrastar-me numa das mais escandalosas práticas de parasitismo social e subsídio-dependência, a condição de deputado-joguete nas mãos de um líder narcísico incompatível com qualquer forma de sujeito colectivo, que tratou de destruir os fundamentos de uma instituição sólida que lhe servisse de filtro existencial.”

A criatura escreve em Acordês, pelo que tive que fazer as devidas e necessárias correcções no trecho supracitado.

O Gabriel Mithá Ribeiro filiou-se no partido CHEGA para ser Ministro da Educação (!) — é o que se depreende logicamente da citação supra. Ora, só um ego descomunal se filiaria num partido expressamente para vir a ser ministro.

Pode ser normal acontecer o contrário: um ministro filiar-se no partido que o convidou para o governo; mas um tipo aderir a um partido expressamente para ser ministro revela um ego do tamanho do mundo.

O Mithá Ribeiro considera-se tão importante (o tal ego patológico que ele critica nos outros, em forma de projecção) que ajuizou que o André Ventura quis propositada- e expressamente “anular” a sua (daquele) “existência” (!).

Ou seja, segundo a referida criatura, o André Ventura acordava de manhã a pensar em como tramar o Gabriel Mithá Ribeiro, e deitava-se à noite a pensar neste.

E como o André Ventura não o escolheu para o Governo Sombra — assim como não escolheu o professor João Tilly que teria muito melhores credenciais políticas para o cargo de Ministro da Educação — vai daí, em uma atitude narcísica de primeira água, o Ribeiro desfilia-se do CHEGA e acusa o André Ventura de “narcisismo”.

Em resumo, segundo o Mithá Ribeiro, o André Ventura não seria “narcisista” se o escolhesse para Ministro da Educação do Governo Sombra do CHEGA. O ego da criatura é tão disforme que pretendia mandar no líder do partido.

A ideologia que não recompensa a criatividade do indivíduo

Um dos fenómenos que mais temo, vindo da Esquerda, é a burocratização do espírito.

Por exemplo, a ideia de “transformar o mundo” (Karl Marx), que é um cliché progressista e revolucionário, significa, de facto, burocratizar o ser humano. Todo o cliché ideológico burocratiza o espírito humano. Não tenho dúvidas que este cliché (“transformar o mundo”) poderia ter sido utilizado pelo nazi Eichmann. O marxismo cultural (ou politicamente correcto) é a burocratização do espírito no nosso tempo.

Esta “burocratização do espírito” nega ou mitiga o valor da Criatividade; e está bem patente, por exemplo, neste artigo do Ludwig Krippahl. O burocrata esquerdista (passo a redundância) coloca no mesmo plano da análise de valor, a Técnica, por um lado, e a Criatividade (que inclui a arte e a ciência), por outro lado.

A Natureza, para não perecer às mãos da Técnica, “refugia-se” na imaginação de alguns homens; e essa imaginação está na génese da Criatividade — o que significa que a Técnica, por um lado, e a Criatividade, por outro lado, estão em pólos opostos da existência humana; e esta tensão bipolar existencial faz parte do fenómeno da Metaxia humana (segundo Platão).

Porém, esse “refúgio da Natureza na imaginação de alguns homens” aconteceu até ao século XIX; o que surgiu, nos séculos seguintes até à actualidade, foi o impacto da Técnica sobre a imaginação dos imbecis.

E desta imbecilidade humana saiu a ideia de que a Técnica e a Criatividade são equivalentes. Hoje abundam os que se crêem “inovadores” porque imitam os que inovaram no passado, e vem deste equívoco imbecilizante a ideia de que Técnica e a Criatividade têm um valor semelhante.


Vivendo num mundo que a Ciência torna mais abstracto cada dia que passa, no meio da Técnica que submete o ser humano a comportamentos cada vez mais abstractos, no meio de uma sobre-população humana que lhe impõe relações cada vez mais abstractas — o Homem actual tenta escapar a essa abstracção que lhe esconde o mundo e que lhe apergaminha a alma, optando por sonhar com o futuro — este grande abstracto entre os Abstractos. E desse sonho do futuro nasce a distopia do progressismo da Esquerda.

É certo que a originalidade não é algo que se procure, mas é algo que se encontra; mas também é verdade que poucos a encontram.

“Encontrar” a originalidade criativa é apanágio de muito poucos. Por isso, a originalidade criativa deve ser recompensada de forma objectiva e concreta, sem abstracções ideológicas que tolhem a alma do ser humano e lhe burocratizam o espírito.

¿Por que há tantos generais cripto-comunistas e russófilos nas Forças Armadas Portuguesas?

Hoje ouvi o major-general Carlos Blanco dizer na televisão que a venezuelana Corina Machado ganhou o Nobel da Paz porque é “trumpista”; e que a democracia de Nicolas Maduro, vigente na Venezuela, é tão legítima como a democracia nos Estados Unidos.

O generalato português está pejado de comunistas; é tempo de fazer uma limpeza radical, sem dó nem piedade.

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Mariana Mortágua quer proibir o consumo de carne de porco nas escolas públicas de Lisboa

A Ministra da educação espanhola do governo socialista radical de Sánchez, Pilar (com) Alegria, mandou proibir o consumo de carne de porco nas cantinas das escolas públicas de Ceuta. Além disso, a carne consumida nas ditas escolas terá que ser de animais abatidos segundo a norma islâmica Halal, ou seja, sangrados calmamente até à morte.

A notícia supracitada é verdadeira.

Agora vem a notícia que, por agora e para já, é falsa:

Mariana Mortágua pretende seguir o exemplo da Ministra do radical Sánchez e proibir o consumo de carne de porco nas escolas públicas lisboetas, para não ofender os islamitas que se põem de cu para o ar no Martim Moniz. Ademais, as duas leitoas (a Mariana e a Alexandra), por razões privadas, aplaudem a iniciativa da Mortágua.

A Esquerda radical portuguesa — que inclui Mariana Mortágua, o Rui Tavares, e/ou o jornaleiro Daniel Oliveira — é de opinião de que o Islamismo não tem rigorosamente nada a ver com o Islão, e portanto acredita que é possível pegar num cagalhão pela sua parte mais limpa. politicamente correcto web66