O PSD continua ajumentado, e o Monhé em roda-livre

O Montenegro é pouco inteligente: não se combate o CHEGA criando (propositadamente) divisões internas no seu próprio partido (por exemplo, a polémica artificial de Montenegro com Passos Coelho, acerca da lei da eutanásia).

O PSD, depois de Rui Rio, continua a ser um partido do NIN: nem é carne nem é peixe — “antes pelo contrário”.

O Monhé é espertalhão. O Montenegro está convencido de que é esperto.

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Fernando Santos tem que sair já!

Não é tolerável que um seleccionador nacional sacrifique os interesses da equipa nacional aos interesses comerciais de um determinado clube de futebol.

A forma como Fernando Santos geriu o caso “Ronaldo” reflecte claramente a influência que um determinado clube exerceu no seleccionador nacional, utilizando a força social dos me®dia que são maioritariamente controlados por esse clube lisboeta — e no sentido de promover comercialmente determinados jogadores desse clube.

Pior do que isto, já não é possível. Tem que sair e já!

Mais uma Marcelada tamanha

Estudei a História de Portugal do (insuspeito / maçon) Oliveira Martins, de “trás pr’á frente” e da “frente pr’a trás”; tenho em minha casa toda a obra do (excêntrico) José Hermano Saraiva acerca da História de Portugal, que já li e reli várias vezes — e nunca eu soube que os ciganos tivessem tido qualquer papel relevante na guerra da independência que se seguiu ao 1 de Dezembro de 1640.

Temos, pois, um Marcelo Qualquer que parece saber mais da História de Portugal do que os maiores historiadores portugueses da modernidade. A tudo se chega, enquanto a vida dura…

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A Esquerda declarou guerra ao povo português através dos me®dia

O Partido Socialista do monhé ganhou as últimas eleições com maioria absoluta em função do medo que incutiu na sociedade — a Formação de Massa que resultou do alarmismo artificialmente causado pela “pandemia” do “vírus” globalista. Mas a propaganda esquerdista do “medo mentiroso covideiro” teve como efeito (nomeadamente, não só mas também) o aumento da votação no CHEGA de 1, para 12 deputados.

Mas esta Esquerda não aprende com a experiência — porque é liderada por psicopatas: uma das características dos psicopatas é a de que não aprendem com a experiência. E se continuarem com a política de propagação do medo pela sociedade, veremos o CHEGA a crescer ainda mais — porque, ao contrário do que a Esquerda e a Direita Socialista (PSD) pensam, o povo português não é tão burro quanto o pintam.

Desesperada, a extrema-esquerda (Bloco de Esquerda, LIVRE, PAN) lançou mão do argumento político milenarista do “fim-do-mundo” aquecimentista: “vem aí o fim do mundo e a destruição do planeta por culpa do capitalismo nacional”.

Esta narrativa política escatológica e tremendista é apoiada pelo Partido Socialista do Monhé das Cobras através (nomeadamente) do seu (deste) Ministro da Educação — ou seja, temos claramente uma aliança estratégica entre o Bloco de Esquerda e o Partido Socialista do monhé, no sentido da manipulação ideológica tremendista dos estudantes adolescentes e imberbes. chega de policia web2

Quando a polícia cumpriu a ordem de retirar meia-dúzia de estudantes bloquistas e (tremendistas) de dentro de uma faculdade lisboeta, surgiu a retaliação vinda dos me®dia coordenados e financiados pela Esquerda (através do Orçamento de Estado) e pela Direita Socialista: o canal de televisão SIC (do Bilderberger Pinto Balsemão) e a revista Visão (que pertenceu ao Pinto Balsemão) lançaram uma Fatwa contra a polícia portuguesa em geral.

O que está (aqui e agora) em causa é a continuação de uma política de Formação de Massa através da propagação concertada do medo difuso na sociedade — estratégia esta que já vinha da pandemia. Os filhos-de-puta ganharam-lhe o gosto, e pretendem seguir na mesma senda utilizando também o conceito milenarista e escatológico do “Fim-do-mundo que vem aí!”.

O investigador do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da Universidade de Aveiro, José Castanheira, e o investigador do Instituto Dom Luiz da Universidade de Lisboa, Pedro Matos Soares

Convém avisar o Carlos Fiolhais (o cacique-mor da “investigação”) de que é preciso recomendar o reforço da verba do Estado despendida com estes dois “investigadores”; aliás, sou de opinião de que o Orçamento de Estado deve canalizar dinheiro em barda para estas duas criaturas — porque são cães que conhecem o dono.

A um cão que conhece o dono, não deve faltar nada.

A ideia segundo a qual “o CO2 é poluente”, revela o “peseteiro” que há em um determinado “investigador”. E a ideia segundo a qual “quanto mais CO2 na atmosfera, maior é o Aquecimento Global”, revela a filha-da-putice de quem se serve da ciência para fundamentar uma ideologia política.

“Investigadores” como o José Castanheira ou/e o Pedro Matos Soares venderam a alma ao diabo.

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E enquanto os “investigadores”, pagos a peso de ouro para mentir ao povo, tratam de manter viva a narrativa do “Aquecimento Global Antropogénico”, realiza-se (desde há dois anos) a maior transferência de riqueza para os super-ricos globalistas registada na História.

Governos, os me®dia, as agendas políticas de tecnocratas globalistas e de multinacionais são apresentadas (pelos me®dia) como sendo “virtuosas” e “progressistas”, escondendo um roubo massivo aos povos do mundo que lança para a miséria muitos milhões de pessoas mais pobres do planeta — e tudo isto em nome do “progresso”, como aconteceu recentemente (por exemplo) no desastre “ecologista” no Sri Lanka, e como está a acontecer na perseguição governamental globalista aos agricultores na Holanda.

Só assim se justifica a presença de Klaus Schwab (o líder do “World Economic Forum”, de Davos) na cimeira do G20 — ele que não representa nenhum governo de qualquer país do mundo.

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Este presidente da república tem que ser deposto (para bom entendedor…)

O presidente da república deve ser, supostamente, um contrapeso do Poder de uma maioria absoluta; mas não é: pelo contrário, o actual presidente da república é um catalisador da acção política da maioria socialista.

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Ora, um presidente da república que se comporta politicamente como um braço do Poder Executivo, tem que ser eliminado: não está lá a fazer nada de útil.

Neste momento, não há ninguém que nos proteja do despotismo iluminado do Monhé das Cobras.

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