É preciso limpar o sebo ao filho-de-puta do Monhé das Cobras

Um exemplo da premência de retirar o filho-de-puta do Monhé das Cobras do Poder:

  • Um Opel Corsa comprado no ano 2002 tem hoje um valor comercial de cerca de 1.000 Euros; pagava o imposto de circulação anual (IUC) de 23 Euros, e segundo a vontade omnipotente do filho-de-puta do Monhé das Cobras, vai passar a pagar 156 Euros de IUC.

  • Um Tesla tem o valor comercial de 130 mil Euros e não paga IUC nem o imposto sobre importação de veículos (ISV).

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Nós já verificamos que é impossível tirar o filho-de-puta do Monhé das Cobras do Poder: mesmo que ele perca eleições, alia-se sempre à Esquerda mais radical para se manter no Poder. E em troca dessa aliança, o filho-de-puta adopta as políticas mais radicais e discricionárias que possamos imaginar — como é exemplo este caso, em que os carros dos pobres são taxados brutalmente, e os carros dos ricos são isentos de impostos.

A única forma de retirar o filho-de-puta do Monhé das Cobras do poleiro é limpar-lhe o sebo. Não há alternativa.

Nunca o Salazar se lembrou disto

Salazar e a P.I.D.E. censuravam o discurso, mas pela negativa: havia coisas que não podias dizer. A Esquerda actual é positivista e mais sofisticada do que Salazar: vais ser obrigado por lei a dizer certas coisas.

No tempo de Salazar, se te abstivesses de dizer certas coisas, ninguém te chateava e vivias em paz com o regime. No tempo do socialismo dito “democrático”, se te abstiveres de dizeres certas coisas, vais preso. És obrigado a dizer certas coisas.

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A revolução da confusão na Igreja Católica, segundo o Anselmo Borges

Neste texto, na primeira parte o Anselmo Borges defende uma coisa; e na segunda parte defende o oposto da primeira parte. Aliás, a contradição é propositada, faz parte da estratégia da Estimulação Contraditória com que ele desnorteia e confunde os leitores.


Anselmo Borges e os acólitos do Bergoglio defendem indubitavelmente a censura dos textos bíblicos. São os acólitos do Grande Acusador; do Grande Censor.

Defendem a ideia de que muitas partes da Bíblia devem ser proibidas, escondidas. Defendem a ideia de que os textos bíblicos valem nada, e que podem ser perfeitamente substituídos pela doxa do Zeitgeist — pela opinião do cidadão incauto e/ou iletrado que se diz arbitrariamente “católico”.

É, de facto, disto que trata o chamado “Sínodo sobre a sinodalidade” promovido pelo Acusador Bergoglio. O principal foco do Anselmo Borges e dos acólitos do grande Acusador Bergoglio é o “casamento” gay na Igreja Católica.

Eles querem celebrar o “casamento” gay no seio da Igreja Católica, em plena missa dominical, perante o povo atónito e confuso; e depois dizem que o “Sínodo sobre a sinodalidade deriva da vontade do povo católico”: atribuem ao povo a vontade é que é exclusivamente de uma pequeníssima minoria dentro da Igreja Católica.

A nova Igreja Católica, a do Anselmo Borges e do Acusador Bergoglio, absolve os pecados em vez de absolver os pecadores.

Nos episódios da mulher adúltera e da samaritana, narrados no Novo Testamento, fica claro que Jesus Cristo absolve os pecadores, mas não absolve os pecados — o que, aliás, vem na tradição do Antigo Testamento, por exemplo, em Êxodo 34, 6-7:

«O Senhor passou em frente dele [de Moisés] e exclamou: “Senhor! Senhor! Deus misericordioso e clemente, vagaroso na ira, cheio de bondade e de fidelidade, que mantém a sua graça até à milésima geração — que perdoa a iniquidade, a rebeldia e o pecado mas não declara inocente o culpado e pune o crime dos pais nos filhos, e nos filhos dos seus filhos até à terceira e à quarta geração”.»

O Anselmo Borges e o Acusador Bergoglio pretendem declarar inocentes os culpados.

O que o Anselmo Borges — na sua qualidade de acólito do Acusador Bergoglio — defende é uma nova religião que não tem nada a ver como catolicismo original: uma nova religião que declare o culpado como sendo inocente, e os inocentes como sendo culpados. É a inversão revolucionária da moral.

É esta a revolução da Igreja Católica preconizada pelo Anselmo Borges, que ele julga ser irreversível após a emissão de um mero “documento final” do “Sínodo sobre a sinodalidade” promovido pelo Acusador Bergoglio.

Pobre criatura… merece-nos dó.

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O Paradoxo de Abilene

O conceito de Paradoxo de Abilene foi criado pelo gestor de empresas americano Jerry B. Harvey em 1974, para ilustrar a tendência que as pessoas têm de tomar decisões colectivas:

Num dia de muito calor na pequena cidade de Coleman, no Texas, uma família estava entretida a jogar dominó até que o sogro sugeriu que fossem todos jantar à cidade de Abilene, que fica a 80 quilómetros de distância. A esposa disse: ‘Parece-me boa ideia’. O marido, embora tivesse muitas reservas quanto à viagem, por ser longa e num dia muito quente, pensa, para si, que talvez as suas reservas não sejam partilhadas pela maioria, e diz: ‘Por mim está bem. Espero que a vossa mãe queira ir’. A sogra diz: ‘Claro que quero ir! Há muito tempo que não visito Abilene’.

A longa viagem foi realizada com muito calor e pó na estrada. E quando chegaram ao restaurante em Abilene, a comida foi tão má quanto tinha sido a viagem. Chegaram a casa cinco horas depois, totalmente exaustos.

Um deles diz, de forma comprometida: ‘Foi uma viagem óptima, não foi?’. A sogra disse que, em verdade, ela teria preferido ficar em casa, mas que tinha alinhado com a ideia de ir a Abilene porque toda a gente estava entusiasmada. O marido disse: ‘Eu não estava entusiasmado com a ideia de ir a Abilene, apenas fui para vos satisfazer o desejo da viagem’. A esposa disse: ‘Eu fui apenas para vos fazer felizes. Se eu estivesse sozinha, nunca me meteria numa viagem dessas com um calor medonho’.

O grupo fica, assim, perplexo, por os seus membros terem decidido colectivamente fazer uma viagem que ninguém de facto queria fazer.


O Paradoxo de Abilene e a Espiral do Silêncio explicam, em grande parte, por que razão uma pequena minoria de radicais e extremistas, muitas vezes violentos, comanda o destino das sociedades contemporâneas, impondo agendas políticas socialmente destrutivas e culturalmente suicidas (por exemplo, Bloco de Esquerda).

O papa Chico dirige-se ao clero: “decidam vocês o casamento gay na Igreja Católica”

Um papa boçal, ao nível da boçalidade primária de alguns papas da Idade Média (por exemplo, Alexandre VI); um anti-teólogo essencial e radical, exemplo acabado de um político modernista que faz da decepção o seu principal instrumento de acção.

Uma desgraça para os católicos, uma bênção para os ateus.

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VATICAN CITY (LifeSiteNews) –– Pope Francis has effectively told clergy that they can decide for themselves whether to “bless” homosexual unions.

Uma crítica sucinta ao livro "The Psychology of Totalitarianism" de Mathias Desmet

Na sequência do descalabro da “pandemia do COVID-19” e dos confinamentos promovidos por uma classe política sem escrúpulos, Mathias Desmet lançou em 2022 o livro em epígrafe cuja leitura recomendo vivamente.

Contudo, na sua crítica ao “materialismo mecanicista” (Diderot, D’Holbach, La Mettrie, etc.) em todo o livro 1/ Desmet confunde “racionalidade” e “racionalismo”; e 2/ mistura “Iluminismo” e “Criticismo”, por um lado, com positivismo e cientismo, por outro lado. Continuar a ler

O Bloco de Esquerda e o processo de Formação de Massa

As duas raparigas (e estudantes universitárias!) que agrediram o ministro socialista com ovos e tinta verde, fazem parte de um grupo político que exige 100% de electricidade de fonte renovável em 2 anos e o fim absoluto da gasolina e do gasóleo nos próximos 7 anos.


O Bloco de Esquerda é hoje uma célula política radical que está temporariamente semi-adormecida à espera de um despertar violento.

Existe a ideia de que “o Bloco de Esquerda perdeu influência na sociedade, porque perdeu votos”. A verdade é que, não só muita gente influente no Partido Socialista do monhé veio da área política do Bloco de Esquerda (por exemplo, Pedro Nuno Santos, Ana Catarina Mendes, etc.), como o Partido Socialista do monhé adoptou (como suas) muitas das ideias radicais do Bloco de Esquerda. Portanto, é falso que o Bloco de Esquerda tenha perdido influência na sociedade: o Bloco de Esquerda é hoje uma célula política radical que está temporariamente semi-adormecida à espera de um despertar violento.

O Bloco de Esquerda só perderá, de facto, influência na nossa sociedade quando o Partido Socialista se libertar do filho-de-puta do Monhé das Cobras e adoptar uma linha política neo-soarista — o que implica uma purga interna de radicais ideológicos.

programa democratico webAssistimos, perplexos, à complacência da cúpula do Partido Socialista do monhé em relação a este tipo de violência física radical: por exemplo (entre muitos outros, como Isabel Moreira), a benevolência do ex-comunista Augusto Santos Silva (presidente da assembleia da república) em relação à acção de violência física da extrema-esquerda, ao mesmo tempo que critica irascivelmente a intervenção, de megafone em punho, de um jovem tradicionalista em uma apresentação de um livro LGBTQPBBQ+ para crianças impubescentes.

A mensagem do presidente da assembleia da república é clara: a violência da extrema-esquerda radical é tolerada, mas tudo o que coloque em causa — ou que apenas critique — o sistema socialista mafioso instalado, deve ser combatido com a força bruta do Estado. É a expressão actual e institucional da Teoria Crítica.


Reparem que apenas os substantivos masculinos e neutros são substituídos pela novilíngua; os substantivos femininos permanecem intocáveis. Esta gente leva o legado ideológico e acientífico de Engels muito a sério.


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«Qualquer pessoa com uma mente informada e reflectiva que viva no século XX a partir do fim da primeira guerra mundial ― como é o meu caso ― acaba por se se sentir cercada ― senão oprimida ― por todos os lados por uma inundação da linguagem ideológica.

Essa pessoa não consegue lidar com os utilizadores da linguagem ideológica como parceiros de uma discussão, mas terá antes que fazer destes o objecto de investigação.

Não existe uma comunidade de linguagem entre os representantes das ideologias dominantes. Por isso, a comunidade da linguagem que essa pessoa pretende usar para criticar os utilizadores da linguagem ideológica deve ser, em primeiro lugar, descoberta e, se necessário, estabelecida.»

Eric Voegelin.


As exigências daquele grupo radical (ligado ao Bloco de Esquerda), referido em epígrafe, são absurdas e impossíveis de cumprir. Custa mesmo acreditar que alunos universitários possam pensar que tais metas políticas sejam factíveis.

Segundo Hannah Arendt, o que é próprio das ideologias totalitárias é a combinação perversa de ideologia e acção violenta gratuita (e mesmo, em casos extremos, de terror), que visa destruir qualquer possibilidade de existência de um mundo comum aos seres humanos, procurando desenraizar os cidadãos em relação ao domínio político — ao eliminar quer a pluralidade própria da discussão de ideias, quer as próprias condições existenciais da humanidade, ou seja, pretende eliminar um presente onde pensar e um espaço onde agir. Para a ideologia totalitária (passo a redundância), o presente e o futuro confundem-se na utopia.

A liderança do Bloco de Esquerda sabe muito bem que a exigência de 100% de electricidade de fonte renovável em 2 anos e o fim absoluto da gasolina e do gasóleo nos próximos 7 anos, é impossível de se realizar senão através da instituição de uma espécie de totalitarismo que faria corar Lenine.

Ainda assim, estudantes universitárias ligadas ao Bloco de Esquerda defendem esta ideologia utilizando violência física, procurando a construção multifacetada de uma Formação de Massa apoiada pelas elites políticas de Esquerda (Partido Socialista incluído), e com a conivência do PSD do maçon Luís Montenegro que assume a espiral do silêncio face às posições políticas de uma minoria radical.