O orgulho em tomar no cu

Vamos entrar no mês da celebração e do orgulho de tomar no cu.

Até há bem pouco tempo, Junho era o Mês dos Santos, porque a Igreja Católica comemora os dias dos três santos mais proeminentes, a ver: Santo António, São João e São Pedro.

Já não é assim.

Agora, o mês de Junho é o mês dos fanchonos, dos abafa-palhinhas, dos rotos, dos invertidos, dos panascas, dos paneleiros, dos pedófilos, e do mulherio fúfio.

É a modernidade em progresso.

Não tarda muito, a noite de Santo António, em vez de ter um concurso de marchas populares, será transformada em uma noite de campeonato de cu aberto.

O aborto ilegal é crime

A mulher deve ser criminalmente processada em caso de aborto ilegal. Ponto final.

E se se demonstrar que um homem a coagiu a abortar (ou se ele teve conhecimento da intenção de ela abortar, e nada fez contra), a pena é-lhe extensível e aplicável na mesmíssima medida.

A pena criminal não significa sempre e necessariamente prisão, mas sobretudo pena suspensa. Mas a mulher que aborta tem que ir a tribunal (o que não significa pena de prisão).

“Aborto ilegal” significa interrupção da vida humana uterina, com excepção da malformação severa do feto e de gestação por estupro. Ainda assim, o “aborto legal” será sempre sancionado por um colectivo de juízes (não pode ser só um juiz).

Portanto, a ideia de que o aborto é um direito fundamental da mulher, em quaisquer circunstâncias, é uma vergôntea do jacobinismo de 1779 que tem que ser invertido. Matar um ser humano indefeso, não pode ser um “direito fundamental” de alguém.

Em Portugal, o infanticídio já não dá pena de prisão: uma mulher que mata o seu próprio filho já nascido, apanha apenas pena suspensa.

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Precisamos de uma contra-revolução de 1779; de um jacobinismo ao contrário — nem que tenhamos que eliminar os adultos que defendem o assassínio de crianças.

Rawls e Nozick: duas faces da mesma moeda

Na Idade Média, as pessoas mais pobres andavam pelas ruas e mercados das cidades europeias, e abordavam os nobres e os artesãos ricos, rezando pela salvação das almas dos seus interlocutores. Em troca, os mais ricos e favorecidos ofertavam dinheiro a esses pobres que rezavam pela salvação das almas deles. Podemos dizer que era uma troca soteriológica (John Bossy, 1985).

Nesta troca, não havia caridade hipócrita — que é, em geral, a caridade hipócrita dos actuais católicos: havia uma permuta séria de serviços. Rezar pela salvação da alma de outrem era uma actividade levada muito a sério.

Ficou célebre a imagem, pintada por El Greco, de S. Martinho montado a cavalo, partilhando a sua capa com um pobre.

Com a revolução burguesa de 1779, desaparece o simbolismo de Deus que impele à coesão social.

Martinho El Greco webO Renascimento, o Aufklärung e a Tecnocracia, são filhos indiscutíveis do Cristianismo — mas são filhos que se vão progressivamente sinistrizando à medida que o esquecimento do pecado original se entranha na remanescente esperança cristã. Deste esquecimento do pecado original, surgem Rawls e Nozick, duas faces da mesma moeda, de que a professora Helena Serrão fala aqui.

Chamamos de “Era Liberal” aos quatro séculos que durou a liquidação das liberdades medievais.

A liberdade burguesa é sonho de escravos: o homem livre, propriamente dito, sabe que necessita de amparo, de protecção, de ajuda de Deus.

O prestigio da liberdade, na actual sociedade (de Nozick) que professa um determinismo científico, é um resquício cristão. Um libertário moderno é uma contradição com pernas: para abusar da sua liberdade, o libertário necessita de se converter a doutrinas deterministas. O ser humano só se submete aos seus demónios quando acredita ceder a uma espécie de decreto divino.

Para Nozick e para os libertários, “amante da liberdade” é pseudónimo do egoísta.

A liberdade não é um fim em si mesma, mas antes é um meio. Quando os libertários tomam a liberdade como um fim, não sabem o que fazer dela quando a obtém; e é então que se implanta uma tirania qualquer. Entendido como ideal supremo, a liberdade é o primeiro passo em direcção a um niilismo final.

Em Rawls, o determinismo é a ideologia das perversões humanas: as filosofias deterministas pretendem salvar a dignidade humana com ideias e práticas que diluem e esfumam as teses que proclamam. O determinista Rawls atribui à liberdade política um vigor que surpreende um fervoroso partidário do livre-arbítrio. Em boa verdade, a liberdade contemporânea de Rawls não é senão o produto de um ajuste imperfeito entre as peças da maquinaria social tecnocrática.

A Isabel Moreira irá ver como se dança em Paços de Brandão

Segundo o professor Jordan B. Peterson, a violência da mulher consiste principalmente na destruição da reputação de pessoas ou de instituições.

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É o que tem tentado fazer a Isabel Moreira em relação ao CHEGA, depois de o ter feito em relação ao CDS: a verdade é que o CDS extinguiu-se, em grande parte devido à inabilidade de Assunção Cristas em lidar com ataques pessoais e contra a reputação do partido, vindos da extrema-esquerda em geral, e da Isabel Moreira em particular.

A Isabel Moreira é useira e vezeira neste tipo de maledicência pública.

Com André Ventura, a Isabel Moreira irá bater contra uma parede. Mas não só: a violência reputacional da Isabel Moreira irá fazer ricochete — como já está a fazer. O tempo da Direita timorata já passou; agora é a doer.

A Isabel Moreira irá ver “como se dança em Paços de Brandão”.

O inimigo a abater é o Partido Socialista

A censura parlamentar do esquerdalho desqualificado (personalizado na inqualificável e inenarrável Isabel Moreira) em relação a André Ventura e ao CHEGA, não é caso único.

Em Espanha, a socialista Francina Armengol (a Isabel Moreira lá do sítio), solicitou a censura do discurso de Santiago Abascal, líder do partido VOX, porque este chamou ao caudilho socialista Pedro Sánchez de “majestade”.

A socialista Francina Armengol, dirigindo se Santiago Abascal, avisa: “Iremos proibir a ironia!”

Existe de facto a preparação de um PREC [Processo Revolucionário em Curso]. A extrema-esquerda perdeu votos porque migrou para os partidos socialistas de ambos os países.

Tanto em Espanha, como em Portugal, o inimigo a abater é o Partido Socialista.

Só em Portugal, um burro é doutor; e um estúpido pode ser professor

“O padre G. Amorth, falecido em 2016, exorcista na Diocese de Roma e fundador da Associação Internacional de Exorcistas, que fez milhares de exorcismos, chegou a dizer que ele andava à solta no Vaticano e denunciou seitas satânicas instaladas na Cúria e servidas por membros da Igreja, incluindo “monsenhores e até cardeais”. Ele lá saberia do que estava a falar!…”

O Anselmo Borges e o Diabo

O Anselmo Borges critica aqui a máfia alfazema que prolifera na cúria do Vaticano — a mesma máfia alfazema sodomita que ele, e o papa-açorda, apoiam como sendo “revolucionária”.

A ambiguidade do papa-açorda e dos seus acólitos é gritante — é característica do próprio Demo: por um lado, criticam os sodomitas da cúria romana; mas, por outro lado, apoiam o direito “revolucionário” à sodomia.

O Anselmo Borges é muito fraco, intelectualmente. Não sei como foi possível alcandorá-lo à cátedra. Só em Portugal, um burro é doutor, e um estúpido pode ser professor.

Eu tenho direito a ser racista

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Eu tenho direito a ser racista. Ser racista é um direito privado que me assiste, em função da minha liberdade íntima e pessoal. O que eu não posso, segundo o Código Penal (Art.º 240), é alardear o meu racismo pela comunidade e/ou instigar à violência.

reservado-direito-de-admissaoTenho todo o direito de desligar o telefone, se do outro lado da linha me falam em pretoguês. A minha língua é o português, e não o pretoguês. Tenho todo o direito a ser racista no aprimoramento da minha língua.

A minha língua não é a língua brasileira.

Tenho todo o direito de não alugar um apartamento a quem não me agrada. Alugar um apartamento é um acto de liberdade: o Estado não tem nada a ver com o facto de eu alugar, ou não, um apartamento.
A minha escolha do inquilino é subjectiva: por exemplo, eu posso não gostar do cheiro a catinga. Não gostar do cheiro a catinga é um direito que me assiste em função da minha liberdade. Não sou obrigado a aguentar a catinga dos outros.

No meu estabelecimento comercial, existe o direito de admissão. Tenho todo o direito a limitar a “baderna brazuca” dos sambinhas” dançados e cantados, que incomodam os outros clientes.

“Sambinha” e “Kuduro” é a puta que os pariu! ¿Viu?!

O simulacro contemporâneo e pós-modernista de “ciência” [Ben Dupré]

A filosofia da ciência necessita de filósofos sérios, de gente honesta. Não é o caso de Ben Dupré, que a professora Helena Serrão cita aqui.

cientismo webNo referido texto, o dito cujo começa por dizer que o universo “tende para o infinito”. O verbo “tender” significa que, a priori, não há certeza (científica) de que o universo é infinito, ou não. “Tender” significa “possibilidade”, ou “verosimilhança”.

Porém, mais adiante no mesmo texto, o cujo dito já diz que “Deus não se cansa de fazer as coisas sem fim” — assumindo agora que o universo já é infinito. É a “evolução” moderna da lógica.

Ou seja, o Ben Dupré tende para a estupidez, o que, na “lógica” dele, significa que ele é, de facto, estúpido.

É necessária muita fé para acreditar que, em um universo em que “há um padrão de coisas existentes” (sic) e em que “há leis de causa / efeito produzidas pela própria natureza da matéria” (sic) — todo esse universo não tem qualquer Causa.

Só um idiota contemporâneo, travestido de filósofo, teria tanta fé. É preciso ter mais fé para acreditar num mundo ordenado mas desprovido de qualquer Causa, do que a fé necessária para acreditar em Deus.

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Bacon escreveu que “desde que o homem percebe um pouco de ordem nas coisas, supõe imediatamente muito mais”.

E Einstein escreveu o seguinte [“Wörte in Zeit und Raum”, 1999, p92]:

“¿Acha estranho que se considere a compreensibilidade do mundo como milagre ou como mistério eterno?

Na realidade, a priori, deveria esperar-se um mundo caótico que não se pode compreender, de maneira alguma, através do pensamento. Poderia (aliás, deveria) esperar-se que o mundo se manifeste como determinado, apenas na medida em que intervimos, estabelecendo ordem. Seria uma ordem como a ordem alfabética das palavras de uma língua. Pelo contrário, a ordem criada, por exemplo, pela teoria da gravidade, de Newton, é de uma natureza absolutamente diferente. Mesmo que os axiomas da teoria sejam formulados pelo ser humano, o sucesso de um tal empreendimento pressupõe uma ordem elevada do mundo objectivo, que, objectivamente, não se podia esperar, de maneira alguma.

Aqui está o “milagre” que se reforça cada vez mais com o desenvolvimento dos nossos conhecimentos. Aqui está o ponto fraco para os positivistas e os ateus profissionais.”

Mais adiante:

“A ciência só pode ser feita por pessoas que estão completamente possuídas pelo desejo de verdade e compreensão. No entanto, esta base sentimental tem a sua origem na esfera religiosa. Isto inclui também a confiança na possibilidade de que as regularidades que valem no mundo do Existente sejam razoáveis, isto é, compreensíveis à Razão. Não posso imaginar um investigador sem esta fé profunda. É possível exprimir o estado das coisas através de uma imagem: a ciência sem religião é paralítica, a religião sem ciência é cega” (idem).

O que é espantoso não é a fé do idiota Ben Dupré: é o facto de a professora Helena Serrão o citar acriticamente amiúde. Citar um idiota deste calibre, de forma acrítica, certamente não beneficia os alunos dela.

A dialéctica é fio dental no ânus do esquerdista

O estafermo Augusto Santos Silva, a propósito dos crimes dos ciganos, escarrou, do alto do seu púlpito, que “em Portugal não há responsabilidades criminais colectivas”.

A jornaleira Cristina Roldão alardeia, no pasquim Púbico, o fúfio argumento segundo o qual “os portugueses têm responsabilidade colectiva em relação aos crimes do colonialismo”.

A dialéctica do esquerdalho é assim: quando os exploradores desaparecem, os explorados dividem-se entre exploradores e explorados.

Seja de uma maneira, ou de outra, estamos sempre f*d*dos. É a dialéctica, idiota!