O gnosticismo maçónico de Fernando Pessoa (1)

“Mais do que uma melhoria das condições biológico-profissionais das populações, o conceito maçónico de Regeneração Social representa a redenção do Género Humano enquanto processo de transformação elevatória do nível de vibração dos veículos físicos e subtis da Humanidade, permitindo um despertar progressivo de capacidades latentes e uma expansão crescente e acelerada do grau de consciência intuitiva e supra-intelectual, bem como além-fronteiras do contexto global de integração planetária e das relações individuais e grupais que com ele se mantêm, até atingir o Grupo Perfeito e Divino, a Fraternidade Universal, que deve ser conscientemente vivida no espaço sagrado da Loja maçónica, como célula básica do trabalho espiritual grupal — livre de quaisquer conotações filosóficas eventuais exclusivistas, contra o seu carácter fraternalmente internacionalista”.

→ “ O Pensamento Maçónico de Fernando Pessoa”, de Jorge de Matos, 2006, página 16


Gnose-1-webEscrevendo o trecho supracitado, Jorge de Matos não estava a ironizar: acreditava mesmo que é possível, ao ser humano, só por si e apenas pelos seus próprios meios, atingir “a redenção do Género Humano”, neutralizando e superando a própria Natureza Humana, atingindo o Grupo Perfeito e Divino (leia-se: atingindo a perfeição divina).

Olavo de Carvalho diria que esta visão da Natureza Humana retrata  uma “mundividência prometaica”.

Trata-se de uma crença — porém, a contrario sensu da crença científica e/ou da religiosa (que são crenças racionais, embora em graus de racionalidade diferentes), trata-se de um crença irracional, porque é racionalista (o racionalismo decorre de uma doença mental incurável: o Delírio Interpretativo).

O racionalismo é a expressão intelectual por excelência da irracionalidade humana — racionalismo entendido aqui como sendo proveniente da doutrina gnóstica e parasitária da Antiguidade Tardia que afirma que o pensamento racional é capaz de atingir a verdade absoluta porque as suas próprias leis são também as leis dos objectos do conhecimento (por exemplo, em Hegel: “Tudo o que é racional é [efectivamente] real, e tudo o que é real é [efectivamente] racional”).

Este racionalismo, de Hegel, provém da tradição do racionalismo do judeu Espinoza, que privilegia a Razão como Princípio Prometaico de explicação do universo, por oposição à fé religiosa, por um lado, e por oposição ao empirismo científico de origem aristotélica, por outro lado; e, simultaneamente, este racionalismo afirma o carácter racional da realidade e do sentido da História — o determinismo histórico da Cabala, que gerou o “Fim da História” de Hegel, Marx, Hayek ou Fukuyama, que se caracteriza por ser a ideologia das doutrinas que recusam a paternidade dos seus próprios crimes.

O indivíduo mentalmente deformado (por uma interpretação delirante) crê no “sentido da História” quando o futuro previsível parece ser favorável à realização das suas paixões e das suas crenças. Neste racionalismo cabalístico, a origem psicológica da razão é deixada na sombra: a sua vontade é eliminada, ou desviada para o irracional (e, portanto, negada ou rejeitada).

Por sua vez, o racionalismo panteísta (ou seja, imanente e ateísta) de Espinoza provém directamente da Cabala judaica.

Portanto, vemos aqui papel secular e importantíssimo do judeu na irracionalização do ser humano através da destruição das instituições da civilização europeia, de que a maçonaria (operativa e especulativa) foi e é uma parte predominante.

Toda a filosofia alemã depois de Kant (Kant não faz parte do Idealismo alemão!) é cabalística e irracionalista. A origem hegeliana da dialéctica marxista é cabalística, e por isso, irracional:

“A negação dialéctica não existe entre realidades, mas apenas entre definições. A síntese em que a relação se resolve não é um estado real, mas apenas verbal. O propósito do discurso move o processo dialéctico, e a sua arbitrariedade assegura o seu êxito.

Sendo possível, com efeito, definir qualquer coisa como contrária a outra coisa qualquer; sendo também possível abstrair um atributo qualquer de uma coisa para a opôr a outros atributos seus, ou a atributos igualmente abstractos de outra coisa; sendo possível, enfim, contrapôr, no tempo, toda a coisa a si mesma — a dialéctica é o mais engenhoso instrumento para extrair da realidade o esquema que tínhamos previamente escondido nela.” → Nicolás Gómez Dávila.

A dialéctica cabalística de Hegel (proveniente da Cabala Yetzira e do seu conceito de “Árvore da Vida”) levanta um problema sério: se o pensamento passa de si próprio ao seu oposto, a resolução das duas contradições (a síntese) é inconciliável com o termo inicial (que, segundo determinados exegetas, mais não faria do que reforçar, pela negação da negação), ou arrasta incessantemente de negação em negação até um pensamento “radicalmente diferente” — o que conduziria de facto a um cepticismo relativista total.

Fica a aqui a demonstração sucinta e cabal de que as doutrinas do marxismo, do liberalismo e da maçonaria (ou seja, a chamada “modernidade”) têm a mesma origem epistemológica: o movimento intelectual parasitário da gnose, da Antiguidade Tardia.

(continua)

É sempre fácil ser um modernista

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“É fácil ser louco: é fácil ser herege. É sempre fácil deixarmo-nos conduzir pelo espírito do tempo; o difícil é mantermos o nosso rumo.

É sempre fácil ser um modernista; assim como é fácil ser snob.”

G. K. Chesterton

Para o Pedro Arroja, ser liberal é ser cabrão. E tem razão.

“O Chega nasceu como um Partido conservador-liberal, conservador nos costumes, liberal na economia. Mas nas últimas eleições legislativas, o seu programa virou consideravelmente à esquerda, tornando-se um programa que, na economia, é vincadamente social-democrata, e noutros sectores, como quando se refere aos animais, uma mera imitação do PAN.”

Pedro Arroja

Para o Pedro Arroja, o CHEGA deveria ser uma espécie de IL [Iniciativa Liberal] mas sem os tiques “wokes” do Bloco de Esquerda que caracterizam os “liberais” portugueses.

O Pedro Arroja não se dá conta de que a IL [Iniciativa Liberal] consegue arregimentar o pior da Direita e da Esquerda: desta última, adoptou o Wokismo (Pós-modernismo), e da Direita adoptou a filha-da-putice do darwinismo social.

Mas explicar isto ao Pedro Arroja poderia ser fastidioso e mesmo improfícuo, porque é ele um contabilista. Um contabilista só vê números.

Dizer-lhe que o Conservadorismo português é essencialmente católico e que respeita a essência da Doutrina Social da Igreja Católica, seria pura perda de tempo.

Salazar foi um conservador (da sardinha).

A Cristina Miranda escreve aqui acerca do “fascismo”; o problema do texto, é que dele se pode inferir que o patriotismo / nacionalismo é um fenómeno político de Esquerda.

«Enquanto o marxismo mobiliza as pessoas com base apenas na sua classe, o fascismo mobiliza apelando às suas identidades nacionais e classes. Segundo ele, toda a acção privada devia ser orientada para servir a sociedade. Nesta ideologia não há distinção entre interesse privado e público pois o braço administrativo da sociedade é o Estado. Mussolini resumiu esta ideologia numa frase: “Tudo no Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado” ».

Deste trecho, do texto da Cristina Miranda, pode-se inferir que

1/ quem apele à identidade e à união nacional, é “fassista”;
2/ quem é “fassista”, é de Esquerda;
3/ quem é patriota ou nacionalista, para além de “fassista”, é de Esquerda;
4/ só não é “fassista” quem defende um tipo de globalismo controlado por uma plutocracia internacional aliada ao caciquismo local do marxismo cultural internacionalista;
5/ quem é patriota / nacionalista, é “estatista” (o braço administrativo da sociedade é o Estado) porque defende o absolutismo do Estado.

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Eu vivi durante o Estado Novo, embora muito moço. E poderia aqui assegurar, por A+B e por experiência própria, que Salazar não era de Esquerda.

A confusão começa quando não definimos “Esquerda” e “Direita(ver link).

As noções de Esquerda e de Direita são relativamente recentes: nasceram da Revolução Francesa e do jacobinismo; mas a noção e o conceito de “Estado” já vem de Aristóteles.

Não devemos associar o Estado à Esquerda, e a ausência do Estado à Direitacomo se pode inferir do texto da Cristina Miranda —, até porque um dos partidos que mais necessita do Estado para cumprir os seus desígnios ideológicos, é a IL [Iniciativa Liberal].

Os liberais, como é o caso da Cristina Miranda, só são “liberais” de nome, porque recusam (na linha de Rousseau) a predominância e a importância social das instituições intermediárias entre o indivíduo e o Estado. A atomização da sociedade é um desígnio ideológico liberal.

Aliás, esta recusa da predominância e a importância social das instituições intermediárias entre o indivíduo e o Estado também é uma característica do jacobinismo e, posteriormente, do marxismo. Um liberal é um revolucionário, uma vergôntea do jacobinismo.

Os liberais começaram por chamar de “democráticas” às instituições liberais, e acabaram por chamar de “liberais” às actuais servidões democráticas.

“Rousseau é o pai do movimento romântico iniciador do sistema que infere, de emoções humanas, factos não-humanos, e inventor da filosofia política de ditaduras pseudo-democráticas como opostas a monarquias absolutas. Desde então, os que se julgavam reformadores ou o seguiam a ele, ou seguiam ou seguiam Locke. Às vezes cooperavam e muitos não viam incompatibilidade, que se tornou pouco a pouco evidente. Hitler é vergôntea de Rousseau; Roosevelt e Churchill, de Locke.”

Bertrand Russell, “História da Filosofia Ocidental”, página 627; Livros Horizonte Lda., Lisboa, 1966

A atomização da sociedade é defendida pelos liberais (IL [Iniciativa Liberal]) e pelos libertários de Esquerda (Bloco de Esquerda), embora por razões distintas.

“Isto significa, nada menos, do que [o Estado] obrigá-lo [ao cidadão] a ser livre” (Rousseau).

Segundo Rousseau (e mais tarde, Hegel), a liberdade é o direito de obedecer à polícia.

Esta é a visão actual do liberalismo globalista da IL [Iniciativa Liberal] — e por isso é que a IL [Iniciativa Liberal] é um partido bem-visto pelos me®dia e pelas elites [ruling class] em Portugal.

“Se quando o povo, bem informado, toma deliberações, e os cidadãos não comunicam entre si, a soma das pequenas diferenças daria sempre a vontade geral e a decisão seria boa” — Rousseau

Desta proposição de Rousseau podemos inferir que todas as opiniões políticas são comandadas pelo simples interesse, que se divide em duas partes: por um lado, o interesse do indivíduo (IL [Iniciativa Liberal]), e por outro lado, o interesse comum que anula os interesses dos indivíduos entendidos enquanto indivíduos (Bloco de Esquerda). O que resulta da anulação do interesse comum em relação ao interesses individuais, é a “Vontade Geral”.

Escreve Bertrand Russell (idem, página 639):

«Segundo Rousseau, o que na prática interfere com a expressão da vontade geral é a existência de associações subordinadas dentro do Estado. Cada uma quer ter a sua vontade geral, que pode ser oposta à da comunidade como todo. “Pode dizer-se que não há tantos pareceres como homens, mas há tantos como associações”. A consequência é importante: “É portanto essencial, se a vontade geral pode exprimir-se, que não haja sociedades parciais dentro do Estado, e cada cidadão pense apenas por si; tal é o sublime e único sistema estabelecido pelo grande Licurgo”. Em nota, Rousseau apoia-se em Maquiavel. »

A guerra ao associativismo na sociedade (a defesa do atomismo social) é uma característica tanto dos “liberais” da IL [Iniciativa Liberal] como dos “libertários” do Bloco de Esquerda. Estes dois partidos são uma imagem espelhada (de um e doutro).


“Ele há dois tipos de conservador: o conservador da lata e o conservador da sardinha.”
→ Agostinho da Silva

Salazar foi um conservador da sardinha.

A revolta do bangladeche Ikbal é produto do Ocidente “liberal” que criou a ilusão de que não há limites para a liberdade

A Internet, e as tecnologias associadas a ela, vieram transformar fundamental- e irreversivelmente o mundo.

Quando, há anos, comecei a ver paquistaneses, bangladeches ou africanos com “smartphones”, percebi imediatamente que as migrações vindouras para o Ocidente teriam sempre a ver com uma nova percepção do mundo que a tecnologia propala (sobretudo a percepção de eventuais possibilidades de ascensão social materialista) pela população do Terceiro Mundo — e nada a ver com a ideia miseravelmente propagandeada por uma Esquerda psicótica e delirante (delírio interpretativo), que vê no Aquecimento Global Antropogénico a causa das migrações, e um substituto encapotado do marxismo.

Quem estiver atento ao discurso (por exemplo) de Clara Ferreira Alves nos me®dia (SICn), tem a noção exacta do que significa Delírio Interpretativo.

Outra causa das migrações do Terceiro Mundo para o Ocidente são as guerras regionais, como foi o caso da guerra na Síria, e/ou as consequências da chamada Primavera Árabe — literalmente incentivadas e organizadas pelos bilionários globalistas (aka Grupo dos Trezentos) aliados aos caciques regionais e/ou locais (sejam estes marxistas ou islamitas radicais).

Fica claro que o bode expiatório das migrações em massa, é atribuído, no entanto, ao putativo Aquecimento Global Antropogénico.

Os me®dia (ou Média), controlados pelos globalistas e internacionalistas, criam um mito (mediante a pseudo-informação e a sub-informação) para ocultar, na percepção dos povos, as verdadeiras causas das migrações massivas do Terceiro Mundo em direcção ao Ocidente.

Em vez de desenvolverem e fazerem progredir os países dos Terceiro Mundo, os globalistas (aliados aos caciques locais, entre estes os neo-marxistas) pretendem transformar o mundo inteiro em um imenso Terceiro Mundo globalizado — um Planeta-Prisão, em que a classe média é erradicada, e implantado um novo tipo de feudalismo à escala global.

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A revolta do bangladeche Ikbal é produto do Ocidente “liberal” que criou a ilusão de que não há limites para a liberdade.

O liberalismo resultou desfavorável à própria liberdade, porque ignora as restrições que a liberdade deve impôr a si mesma para não se auto-destruir.

Parir crianças portuguesas é ser “fassista” e “rassista”

Concordo com esta citação de um texto de Rui Ramos:

“(…) não há nada que a extrema-esquerda mais receie do que ver os imigrantes integrarem-se nas sociedades ocidentais, como se integrou a velha “classe operária”. Deseja vê-los confinados em guetos, inseguros e desconfiados, e assim disponíveis para a guerra santa contra o capitalismo e a democracia liberal.”

O que o Rui Ramos pretende dizer é que a nova classe revolucionária (da Nova Esquerda) é o Lumpemproletariado — ao contrário do que acontecia com o marxismo clássico, em que o Lumpemproletariado era considerado maldito por Karl Marx.

Porém, a probabilidade de integração dos imigrantes na nossa sociedade — mormente os islâmicos — é baixíssima (ver singularidade islâmica).   

Olhamos para o exemplo de países da Europa, por exemplo, Reino Unido, Bélgica, Suécia e até a Holanda, e verificamos que a integração dos imigrantes (islâmicos) é praticamente nula. Não existe.

O problema é que, para o liberal Rui Ramos, “integração” tem sobretudo uma conotação económica.

Ou seja, o factor cultural da integração social dos imigrantes é secundarizada por qualquer liberal que se preze. Por isso é que os liberais apoiam o multiculturalismo, e por isso estão a “dar com os burros na água”.

Portanto, a probabilidade de vermos um imigrante do Bangladeche a cantar o fado (ou a apreciá-lo, sequer) é praticamente zero; nem ele, nem a quinta geração dele. E, embora em grau menor, o mesmo tipo de dificuldade probabilística se aplica a um imigrante angolano e/ou brasileiro.

Neste sentido, a imigração “em barda”, para além de criação de uma nova classe revolucionária (o Lumpemproletariado), tem a vantagem (para a Esquerda) e promover a Oikofobia na nossa sociedade — a alienação cultural que é um dos objectivos da Nova Esquerda marxista cultural.

A Esquerda odeia a nossa cultura antropológica apenas pela razão de ela “ser a que existe”.

“Alles muss Anders sein!” (Adolfo Hitler): “Tudo tem que ser diferente!”, berrou o revolucionário alemão. A cultura (no sentido de “cultura antropológica”) que existe é responsabilizada (pela Esquerda) pela irrealização da utopia.

A cultura tem que ser totalmente alterada, virada do avesso, destruída até, para a realização da utopia revolucionária.

Porém, igualmente espantosa é a Direita que temos, bem expressa no João Távora: por um lado, ele não tem “uma visão alarmista do panorama” (da imigração actual), “com a implementação de políticas de integração dos estrangeiros sempre a chegarem, a que nos teremos de habituar ao longo das próximas décadas” (sic). Mas, por outro lado, a Direita que temos está resignada com a crise demográfica “de que já se vem sentindo os resultados e se irá agravar nas próximas décadas” (sic).

Ou seja, para a Direita, assim como para a Esquerda, a imigração é inevitável porque as nossas mulheres (as autóctones) não podem nem devem parir. Ponto final. E quando países (como a Hungria e a Coreia do Sul) têm políticas de incentivo à natalidade autóctone (que o CHEGA também defende para Portugal), uns e outros chamam a essas políticas de “fassistas” e “rassistas”.

Luís Montenegro, mais conhecido aqui no norte pelo “Ganzas”

Luís Montenegro, mais conhecido aqui no Norte de Portugal pelo “Ganzas”, diz que não há nenhuma relação entre a imigração e o aumento da criminalidade.

Pelo que se vê, o Luís continua “ganzado”. Montenegro-imigração web

Estamos a caminhar para um Planeta Prisão

Olavo de Carvalho escreveu que a Esquerda actual trabalha para um conjunto de bilionários, e que a maior parte dos militantes de partidos de Esquerda (de base) não tem consciência desse facto: só a elite dos movimentos políticos de Esquerda estão cientes da dependência esquerdista em relação aos bilionários globalistas.

Fernando Pessoa chegou às mesmas conclusões, em 1930, quando escreveu acerca do Grupo dos Trezentos.

Em uma recente entrevista televisiva, o financeiro Edward Dowd (que trabalhou por mais de 10 anos para o empório financeiro BlackRock) explicou qual o objectivo da Esquerda internacionalista controlada e manipulada pelos bilionários mundialistas / globalistas: “é um planeta prisão, com um sistema de controlo final” — afirmou.

“Uma vez que o dinheiro digital esteja ligado a todos os cartões de crédito e débito, e a todas as contas bancárias, o controlo social totalitário será um facto” — disse Edward Dowd.

Os bilionários globalistas, controlando os caciques locais de Esquerda no Poder e em conluio com estes, poderão decidir proibir (por exemplo) o consumo de carne de vaca se forem de opinião que “os peidos dos bovinos são coisa importante”, ou “bloquear a tua conta bancária” se pensares fora da caixa politicamente correcta, e controlar, sob critérios totalmente arbitrários e caprichosos, todas as escolhas individuais dos cidadãos.

A ideia segundo a qual “os carros eléctricos são mais amigos do ambiente” é a maior mentira dos tempos actuais, propalada nos me®dia controlados pelos globalistas (do Grupo dos Trezentos) aliados aos caciques locais de Esquerda.

A ideia segundo a qual é possível substituir os carros de motor atmosférico (fósseis) por carros eléctricos é outra grande mentira propagandeada pelos me®dia controlados pelos bilionários globalistas e manipulados pela Esquerda.

Por exemplo, na Europa e em Espanha, a venda de carros eléctricos tem vindo a baixar paulatinamente, por razões de fraca procura (mercado). E mesmo que a procura aumentasse, não seria (jamais!) possível que cada europeu tivesse apenas e só um carro eléctrico.

Estamos a caminhar para um Planeta Prisão. Ou para um novo tipo de feudalismo.